Se connecterTudo culminava agora, como um vulcão prestes a explodir, após semanas de luxúria suja e proibida que transformaram Anya em uma mulher irreconhecível. Seu casamento com Pedro era uma casca vazia, uma rotina morta que ela mal suportava, especialmente depois do ménage com Carla, onde corpos se entrelaçaram em uma orgia de fluidos e gemidos que a deixaram viciada em mais. Atlas, o catalisador de tudo, havia sugerido o ápice: invadir a casa dela enquanto Pedro viajava a trabalho. “Vou te foder na cama do seu marido, encher cada canto dessa casa de porra, sua traidora”, ele havia sussurrado por telefone, a voz rouca fazendo a buceta dela latejar só de ouvir. Anya, tomada por um tesão incontrolável, aceitara, mentindo para Pedro com um beijo de despedida no aeroporto: “Volte logo, amor. Vou sentir saudades.” Ele sorriu, alheio, enquanto ela planejava a noite mais selvagem de sua vida. Sozinha em casa, uma casa suburbana comum com cozinha impecável e quarto de casal arrumado, Anya se preparou
A obsessão de Anya por Atlas havia atingido um ponto sem volta, um vórtice de desejo que consumia cada pensamento seu, deixando-a molhada e ansiosa mesmo nas horas mais mundanas. Após os jogos perigosos no apartamento dele, com algemas e vibradores que a deixaram dolorida e saciada por dias, Atlas não parava de empurrar os limites. “Quero algo mais selvagem, gata. Minha amiga Carla é uma morena peituda que adora dividir. Que tal um ménage? Você, eu e ela – te fodendo até você esquecer seu nome”, ele havia mandado por mensagem, anexando uma foto de Carla: curvas voluptuosas, seios grandes e um sorriso safado que prometia caos. Anya, lendo aquilo enquanto Pedro assistia TV no sofá, sentiu um arrepio subir pela espinha, a buceta latejando instantaneamente. Ela nunca havia experimentado algo assim – outra mulher, corpos se entrelaçando em uma orgia suja. Mas o tesão venceu o medo; “Sim, vamos. Me diz quando e onde”, respondeu ela, os dedos tremendo no teclado. Pedro, como sempre alheio, n
A aventura entre Anya e Atlas havia escalado para territórios proibidos, onde o tesão se misturava ao perigo de forma irresistível. Após a noite selvagem no motel, as mensagens trocadas entre eles ficavam cada vez mais sujas e ousadas – promessas de dor prazerosa, de submissão total, de brinquedos que fariam Anya implorar por misericórdia. “Vem pra minha casa amanhã. Vou te mostrar o que é ser uma puta de verdade”, Atlas havia texto, anexando uma foto do pau ereto, grosso e pronto, com algemas penduradas ao fundo. Anya, lendo aquilo no banheiro enquanto Pedro roncava na cama, sentiu a buceta latejar instantaneamente. Ela se tocou ali mesmo, dedos enfiados fundo, imaginando o que viria, gozando rápido e silencioso, o risco de ser pega só aumentando o fogo. Pedro, o marido previsível e sem graça, nem sonhava que sua esposa estava mergulhando em um abismo de luxúria suja, traindo-o não só com o corpo, mas com a alma inteira. No dia seguinte, Anya inventou outra mentira – uma “noite com a
Anya olhava para o relógio na cozinha enquanto Pedro, seu marido, comia distraidamente uma fatia de pizza fria, os olhos vidrados na tela do celular. Ele mal havia notado a maquiagem dela, o vestido justo que realçava suas curvas ou o perfume forte que usara para disfarçar o cheiro de excitação que já emanava de seu corpo. “Reunião de trabalho à noite? De novo?”, ele murmurou sem erguer os olhos, mais por hábito do que por suspeita. Anya sorriu por dentro, o coração acelerado com a mentira saindo fácil dos lábios.— É, amor. O chefe marcou uma conferência de última hora com os investidores. Pode demorar — ela disse, beijando-o de leve na testa, sentindo nojo de si mesma por um segundo, mas o tesão por Atlas apagava qualquer culpa. Pedro grunhiu um “tá bom” e voltou para o celular, alheio ao fato de que sua esposa estava prestes a ser fodida como uma puta em um motel barato. Anya saiu do apartamento, as pernas trêmulas de antecipação, o vento noturno roçando sua pele como um prelúdio a
O bar era um antro escuro e fedorento, escondido em uma rua lateral da cidade onde ninguém decente se aventurava depois do anoitecer. O ar estava impregnado com o cheiro acre de cigarro velho, álcool derramado e suor de corpos amontoados, misturado ao fedor sutil de vômito seco no canto. As luzes vermelhas e fracas penduradas no teto projetavam sombras dançantes nas paredes rachadas, e o balcão pegajoso estava lotado de bêbados solitários, casais se pegando em cantos escuros e putas de plantão procurando clientes. Música alta e rouca saía de caixas de som antigas, um rock sujo que pulsava como o coração acelerado de Anya enquanto ela esperava. Ela havia escolhido aquele lugar de propósito – anônimo, perigoso, perfeito para o que viria. Sentada em um banquinho alto, as pernas cruzadas para disfarçar o tremor de excitação, Anya usava uma saia curta de couro falso que mal cobria as coxas, sem calcinha por baixo, sentindo o ar fresco do ventilador de teto roçar sua buceta depilada e já úm
Anya pisava com determinação pelas ruas escuras e úmidas da cidade, o asfalto refletindo as luzes neon dos letreiros baratos que piscavam como promessas vazias. Era uma noite quente, daquelas que grudam a roupa no corpo, e seu vestido preto apertado colava em suas curvas suadas, destacando os seios fartos e a bunda redonda que balançava a cada passo. Após um dia exaustivo no escritório, lidando com pilhas de papéis e um chefe babaca que a olhava como se quisesse comê-la viva, ela só queria chegar em casa e esquecer tudo. Mas esquecer não era fácil. Seu casamento com Pedro era uma porra de rotina morta, um ciclo infinito de noites frias na cama, onde ele mal a tocava, preferindo roncar ou mexer no celular. Sem fogo, sem tesão, sem aquela faísca que a fazia se sentir desejada. Pedro era um bom homem, pagava as contas, mas no sexo? Um fracasso total. Ele mal durava cinco minutos, e quando gozava, era como se estivesse cumprindo uma obrigação, deixando-a ali, insatisfeita, com a buceta la
Um ano é um ciclo completo no mundo corporativo. É tempo suficiente para um plano estratégico dar seus primeiros frutos ou murchar na videira. É tempo de uma promoção, de uma demissão, de realinhamentos silenciosos de poder nos corredores. Para Lara Silva, um ano foi o tempo necessário para aprende
Maya estava deitada de lado, de costas para Eric, o corpo relaxado na exaustão prazerosa da noite anterior. A pele ainda marcada aqui e ali — vermelhidões suaves nos quadris onde os dedos dele haviam apertado, uma linha rosada no pescoço onde a barba dele roçara com insistência.Eric acordara prime
Quatro dias se passaram como se o tempo tivesse decidido esticar cada segundo só para testar a paciência deles. Maya chegou primeiro, como da outra vez. Mesma mesa junto à estante de fotografia, mesma cadeira que rangia levemente quando ela se sentava. Mas dessa vez o livro ficou fechado na bolsa.
A chave girou na fechadura com um clique seco e familiar. Eric abriu a porta do apartamento e deu um passo para o lado, deixando Maya entrar primeiro. O ar lá dentro era morno, carregado de cheiros que pareciam ter se acumulado ao longo de anos: café recém-passado misturado ao aroma de madeira velh







