Mag-log inMemories have no remedy for Yorticia Fleurdelice Vigilante, who has no idea about her obscure past. She was an angel, and it was beyond her comprehension how the gust of wind had brought her to a lush Garden of Evil. Cosimo, with whom she lived, a man she was not familiar with, gives her one mission: "Kill me whenever you can." The evil is him. The De Rogatis successor to the fortune who've been concealing the truth that he's the De Rogatis empire's successor, asleep in Olimpio Sidonio Gagliardo's hands, has returned following a 13-year vengeance scheme of an age-old vendetta against the plot's ringleaders, one of whom are the Vigilantes, which risk further conflict resulted in the eradication of her clan. She did not know him well, but he caused a knot in her just thinking about his face. From this point on, Yorticia decides that she'll do this by choking him with feigned love and emotionally manipulating him into servitude. Promising him, like, a million tomorrows, she'll be like a wildflower, valiantly growing wild and free and nothing that burns. Yorticia, however, is thrown into confusion as what was supposed to be pure retaliation turns into lust... and conceivably true love as she begins to notice it was starting to consume her like a raptorous wildfire. Meanwhile, as Cosimo drops further lower while continuing to fight for the things that he holds dear and to forget the things he fears, he grapples with his own feelings for Yorticia. He wants Yorticia to know that when he found this newfound freedom through her... she became his religion, regardless of who he becomes or how low he descends. Can they ever truly learn to love one another, or are they doomed to suffocate in their destructive cycle of retaliation and violence?
view moreO alarme de invasão ecoou pelo clã no meio da madrugada. O Alfa deixou a Luna grávida assustada na tenda e correu ao encontro dos seus guerreiros. Lobos perdidos mais uma vez entraram no seu território para saquear os bens do seu povo.
Alfa Hermes era um líder honrado, corajoso e muito dedicado ao clã e a sua amada companheira, Luna Edite. Ela estava grávida de seu primeiro filhote e ele ordenou que ela permanecesse na tenda e não pusesse a sua vida e a do filhote em risco, pois ele cuidaria de tudo.
Infelizmente, os lobos perdidos invadiram o território no meio de uma tempestade, muito vento, chuva e neve prejudicavam o faro dos seus rastreadores, dificultando a busca pelos malfeitores.
Mesmo com as dificuldades climáticas, os lobos bem treinados do Alfa Hermes capturaram os invasores sem muita demora.
Pelo menos, era o que pensavam, ignorando que o líder do bando de lobos perdidos tinha um cúmplice infiltrado no clã. A batalha acontecia de um lado do território, enquanto ele próprio se encarregou de se esgueirar até a tenda do Alfa, onde a Luna prenha esperava por seu companheiro.
Os gamas de Luna Edite caíram vítimas de veneno diante da tenda, e o traidor sorriu satisfeito antes de deixar o caminho livre para o líder dos invasores.
Luna Edite estava desperta, preocupada com as consequências da batalha e levou a mão ao peito com a dor da perda dos seus gamas. A tempestade soava como uma lamúria fúnebre, quando ela afastou o tecido da entrada da sua tenda e de deparou com vários de seus gamas mortos.
Estava sozinha, e a apenas alguns passos de distância, um macho de aspecto ameaçador a fitava com um sorriso cruel e lascivo na sua direção. Edite era uma guerreira, mas se transformar em sua natureza era um risco para o filhote no seu ventre.
Ela conhecia aquele macho, um ex-membro do clã, obcecado por ela, que foi exilado e tornou-se um lobo perdido.
Um dos gamas que lutava ao lado do Alfa sentiu o perigo que a sua Luna sofria e os seus olhos se tornaram prateados como a lua cheia. Quando Alfa Hermes viu os olhos do gama, compreendeu o que estava acontecendo e correu na direção da sua tenda, a sua natureza correu o mais rápido que podia em meio a tempestade de neve. Ele alcançou a tenda a tempo de ver o invasor em cima da sua Luna, que tentava se defender dele. O lobo estava nu em cima dela, o membro duro, no afã de possuir o seu corpo.
Para impedir o invasor de violentá-la, a Luna renunciou ao seu filhote e transformou-se na sua loba. Usando toda a sua força para atacar o pervertido. Ela arranhou e mordeu o malfeitor com tudo o que podia, mas ele era maior e mais forte do que ela naquele estado.
Ele virou o seu corpo de bruços, pressionou o ventre dela no chão e preparou-se para montar nela. Luna Edite implorou aos deuses por socorro, nem ela, nem o filhote sobreviveriam se o lobo perdido conseguisse o seu intento.
O peso do invasor deixou o seu corpo e ele caiu para o lado, com o Alfa sedento de vingança sobre ele.
Luna Edite encolheu-se num canto, exausta e apavorada, ao ver o seu macho lutando com o pervertido. Ela estava aliviada por seu Alfa ter chegado a tempo e o seu corpo não tinha sido desonrado. No entanto, se transformar em loba durante a gestação foi interpretado por seu corpo como rejeição ao filhote no seu ventre, e as dores do parto se iniciaram.
O Alfa levantou satisfeito por eliminar um antigo inimigo e atirou o cadáver para longe, antes de correr para a sua amada. A sua brava Luna teve que rejeitar o filhote e transformar-se em loba para sobreviver o suficiente até que ele pudesse vir salvá-la. Ele tinha orgulho da sua fêmea, a decisão foi acertada, eles poderiam ter outros filhotes no futuro…
Ele ordenou que buscassem a parteira, que veio imediatamente cuidar da Luna, que uivava de dor e medo. A idosa tocou a barriga da Loba com o olhar tristonho, mas logo os seus olhos se arregalaram e ela sorriu, surpresa.
— Alfa, o filhote ainda esta vivo!
Lágrimas escorreram dos olhos da natureza de Luna Edite, aliviada e orgulhosa do seu bravo filhote que sobreviveu a transformação no estado avançado da gestação. Ela sabia que ele seria forte e valente por suportar tudo pelo que estavam passando.
No entanto, o seu alívio durou pouco. Ainda era cedo, cedo demais, apenas sete ciclos lunares, e ela estava na forma de loba, impossível reverter a transformação durante o parto.
Alfa Hermes tentou pegar a sua Luna nos braços e levar de volta para a tenda, pois a tempestade de neve estava cada vez mais forte, mas ela gemeu de dor e tentou morder a sua mão para que não a tocasse.
— O parto começou, meu Alfa, não é seguro que a leve daqui. — Disse a parteira, enquanto abria uma grande bolsa e retirava diversos utensílios de dentro dela.
O Alfa deu algumas ordens, para que improvisaram uma cobertura para a sua Luna. Lobos correram de um lado para o outro no meio do vento e da neve, organizando uma parede de lonas e peles para proteger a Luna do clã da intempérie.
— Vai ficar tudo bem, minha fêmea! Estou muito orgulhoso da sua bravura!
Luna Edite lambeu a mão do companheiro, fechou os olhos e uivou de dor. O Alfa, nu no meio da neve, não sentia frio, apenas medo pela vida da sua família e a sensação de incompetência, por não poder fazer nada para ajudá-la.
A parteira pediu para que ele se afastasse, mas ele hesitou. Foi necessário que o seu Beta e o general gama o afastassem a força, com a ajuda de vários generais para conter o Alfa descontrolado.
A tempestade acalmou, apenas flocos finos de neve caiam do céu sem lua. Apesar da baixa temperatura, a parteira estava suando, o peito arfava e os seus olhares furtivos buscavam o Alfa acorrentado a pedra do altar. O seu lobo estava descontrolado, aflito com o sofrimento da Luna e o cheiro do seu sangue no ar.
— Não faça mais força, minha Luna, o filhote está atravessado, não há passagem para ele sair!
A loba Luna olhou para a parteira, o seu olhar inquisidor e desesperado fez a parteira soluçar.
— Minha senhora, já perdeu muito sangue, precisa desistir do filhote. O seu corpo o rejeitou para poder se transformar, precisa rejeitar o vínculo de vez para sobreviver.
A loba rosnou para a parteira e atacou o seu braço, mordendo furiosa pela sugestão velada. Ela era uma Luna, uma mãe, jamais quebraria o vínculo com o filhote intencionalmente.
— Se não o fizer, não resistirá. O filhote não vai atravessar o seu canal, morrerão os dois!
A Luna rosnou alto, os olhos de todos os gamas sobreviventes ficaram prateados. Eles formaram um círculo em torno da Luna, impedindo que o Alfa ou qualquer outro membro do clã que estivesse presente pudesse testemunhar o parto.
— Minha Luna, não faça isso com essa velha parteira! Terei que cortar o seu ventre para retirar o filhote, o Alfa não me deixará viver depois disso!
A decisão da Luna estava tomada. O Alfa, embora não pudesse ver, sentiu a hostilidade dos gamas ao acatar, sem escolha, a última ordem da Luna. Edite era valente, aguentou a dor da lâmina cortando a sua carne em silêncio, para que o Alfa não pudesse entender o que estava sendo feito.
O coração do Alfa queimou, a sua Luna estava morrendo, ele se debatia, tentando arrebentar as correntes, gritando furioso:
— Fêmea, rejeite o filhote, não precisamos dele! Podemos fazer outro filhote melhor e mais forte, mas não poderei viver sem você!
Com o olhar triste, trémula de pavor, a parteira levantou com as mãos tintas de sangue segurando um filhote prematuro, robusto e saudável, apesar dá pouco tempo de gestação.
O Alfa estacou, petrificado, o vínculo com a sua alma gêmea desapareceu. A dor no seu peito era excruciante. Os gamas caíram de joelhos no chão, derrotados por falharem na sua missão de manter a Luna viva. Mas a ordem da loba tinha sido forte demais, impossível desobedecê-la.
Com isso, Alfa Hermes pôde ver a sua fêmea sem vida. Os primeiros raios de sol tocaram a tintura vermelha que manchava a neve. Com um uivo furioso, ele conseguiu arrebentar as correntes e saltar sobre os gamas que falharam em protegê-la. O sangue deles se misturou ao da luna, sem que eles tivessem coragem ou tempo de enfrentar o Alfa enlutado. Um a um, todos os gamas de Luna Edite se juntaram a ela no mundo dos mortos.
Nenhum dos lobos do Alfa se atreveu a tentar impedir a carnificina.
O lobo Alfa, com seus olhos vermelhos, perdidos, caminhou lentamente na direção da parteira. Ela segurou o filhote contra o peito, rezando para que a grande Deusa a socorresse e poupasse o filhote, ou a Luna teria morrido em vão.
O Lobo rosnou, os dentes a mostra, mas ao se preparar para atacar o filhote recém-nascido, sentiu o aroma da essência da Luna. Ele sacudiu a cabeça, atordoado, e aos poucos, os seus olhos perderam a vermelhidão da loucura. Ele voltou a forma humana e encarou o filhote por alguns segundos.
O Alfa recém-nascido reconheceu a essência do pai e parou de chorar, estendendo as mãozinhas pequenas na sua direção. O Alfa fitou o seu herdeiro, que o encarava de volta, como se soubesse que havia algo errado com o próprio pai. Não havia amor nos seus olhos, apenas desprezo e mágoa.
— “Meu Alfa, o seu filho é um macho, o mais forte que já vi nascer neste mundo!”
— Tira essa coisa amaldiçoada de perto de mim, fêmea, ou terá outro corpo para embalsamar!
Horrorizada com as palavras do Alfa, a parteira apertou o filhote contra o peito, se apiedando dele.
— Mas, Al-Alfa... ele precisa de um nome...
O Alfa parou, olhou para o céu, e respondeu com um grunhido, sem nem mesmo olhar para trás:
— Que o chamem de Ares, O Maldito! Aquele que nasceu assassino da própria mãe!
Rapturous Wildfire Iiwan ko na sana siya sa kanyang tabi ngunit marahas niyang hinapit ang aking baywang dahilan kung bakit napabalik ako sa kanyang dibdib. His hand snaked actively around me. I tensed up. I get nervous whenever he gets tactile. Kahit pa talaga anong gawin kong sanay sa sarili kong maging kumportabke sa kanya, parang hindi ako nasasanay. Halos mapatili ako sa ginawa niya. Tuyong napalunok ako sabay taas noo ko siyang hinarap. His gaze an unspoken question. Naningkit ang kanyang mga mata and were gradually overwhelmed by a more intense complexity of emotions. As I notice a smidgeon of fury on his face, isang alon ng panginginig ang gumapang sa aking gulugod na nagresulta ng pagtindig ng mga balahibo sa likod ng aking leeg. Sa lamig ay halos manginig ako. Mabilis ang hininga niya at madilim ang kanyang mga mata. I could even feel his heavy breathing. Naghuhuramentado na ang dibdib ko sa anong sali-salimuot na aking nararamdaman pero hindi ko iyon ipinapahalata. Kung kan
Mr. Brightside I fell off from a cliff when the ground collapses in the rain gaya ng sinabi niya, severely injuring my head. Tatlong araw akong walang malay at nagising na lamang ako na walang maalala. Siya ang nag-alaga sa'kin sa ospital. Inaasahan din ng mga doktor na hindi ito magiging permanente, especially if my brain can be stimulated by memories. Buti na lang at nandito ang "fiancée" ko para gawin iyon. He's a hired hand and I'm his fiancée who promises that I'll be the sweat and tender love he has been longing for. Of course, only when we're out in public. When it's just the two of us, I don't treat him really niceys; in fact, we're constantly bickering. Higit pa rito, hindi kami engaged o kailanman ay nasa isang romantikong relasyon. He instructed me to address him as Cosimo, his real name. He's got a hearty loving soul as sweet as sugar venom. He doesn't seem to bother that I've deteriorated into a soulless, burnt-out shell now. Sa katunayan, he claims that it's what he mi
He's like the sun. He keeps me warm, yet he also depletes and burns me like a rapturous wildfire. I might need him or I'll succumb.Hingal na hingal at halos hindi makahinga. Basa ng pawis ang aking buong mukha at malakas ang tibok ng puso. Isang mainit na luha ang tuluyan nang bumagsak sa aking pisngi habang sinusubukan kong magising. Gulong-gulo ang utak ko. There was no sound or light. Just the dead. The air smelt toxic, with a tang like blood. Napakurap-kurap ako, ngunit patuloy akong nilamon ng kadiliman. It was pitch black. A tremor of panic vibrated in my core. I was blind, lifeless, and restrained. I was practically dead, like a lamb about to be slaughtered. Kahit gaano pa ako tumakbo, walang paraan palabas kahit anong pilit ko. Walang nakakarinig sa akin kahit gaano pa kalakas ang sigaw ko. It felt like no one would come to my rescue. Sa totoo lang, I was very sca... red?"S-Stop... Fvcking stop it!" Hindi ako makapaniwala sa mga naririnig ko. I couldn't stop the cacophony,












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