เข้าสู่ระบบEstamos a 10h no avião indo para o Brasil, estou o tempo todo pensando oque fazer quando chegar lá, não posso simplesmente ficar dependendo dessas pessoas para sempre mesmo porque posso por em risco a vidas deles e não é isso que quero no momento, lágrimas estão escorrendo de meu rosto estou tão imerso aos meus pensamentos que quando sinto uma mão em meu ombro levo um susto.
Raika: Desculpe querido, está com fome? Ou sede? Você tem algum familiar que possa te buscar no Brasil para te levar para a Argentina? Kleb: Acredito que não, mas assim que chegamos ao aeroporto darei um jeito. Raika: Pequeno você é tão novinho para tamanha responsabilidade, fica com nós até encontrarmos seus pais ou avós. Na hora que ela fala em avós me lembro que minha mãe é do Brasil e minha vó mora em São Paulo Kleb: Raika em que que cidade vamos desembarcar? Pergunto ansioso. Raika: São Paulo, porque?. Ela diz com uma sombrancelha arqueada. Kleb: A minha vó materna mora em São Paulo, não conheço ela muito bem, mas minha mãe nos contava história todas as noites de sua infância em uma fazenda. Digo com um sorriso e finalmente aliviado. Raika: Ótimo querido assim que estivermos no aeroporto ligaremos para ela te buscar. Ao ouvir tais palavras meu rosto se fecha imediatamente Raika: Que foi querido? Está passando mal? Ela se levanta colocando a mão em minha testa. Kleb: Não , estou bem, é que me lembrei que nunca vi minha vó não sei o nome dela, nem número e nem onde fica essa tal fazenda. Digo de cabeça baixa sem esperanças novamente. Ary: Pequeno se você souber o nome da sua mãe de solteira acharemos sua família com facilidade. Kleb: Úrsula Moreira. Digo sem exitar e vejo os olhos de Ary e Raika se arregalaram. Ary: Os Senhores Moreiras? Tem certeza disso pequeno? Estranho na forma que ele se refere mas assinto com a cabeça. Raika: Mas se ele é filho da Úrsula Moreira então ele só pode ser... Ary tampa a boca de Raika rapidamente e a manda não falar mais nada. Ary: Pequeno qual dos "K" você é? Kleb: K1. franzo atesta pois essa pergunta somente quem trabalha para a família Moreira ou a Schneider tem a autorização para fazer. Poucas pessoas sabem que são 3 meninos trigêmeos e 3 meninas trigêmeas, e a classificação de 1, 2 e 3 é dada conforme a ordem de nascimento por isso nossos nomes começa todos com "K",e outro motivo por todos os nomes começar com a letra k é que na verdade o conselho só sabe da existência até o K2 nenhum dos k3 foi informado ao conselho da máfia, minha mãe não conseguia engravidar de um herdeiro e fizeram tratamento durante anos e quando minha mãe engravidou o médico só viu 2 bebês e eles informaram ao conselho que seria gêmeos , mas na hora do parto descobriram que era 3 e meu pai achou melhor deixar assim o 3 filho escondido do conselho já que naquela época ele desconfiava bastante de alguns funcionários serem infiltrado da russia, quando minha mãe engravidou pela segunda vez foi visto que eram 3 meninas em uma bolsa, mas meu pai só informou 2 das meninas. Ary: Qual a sua irmã é? Ary esta suando frio. Kleb: K2. Minto Katrina na verdade é a k3 mas prefiro manter essa mentira por enquanto não sei se essa informação dos K foi vazada então melhor não arriscar. Raika: Tudo bem pequeno vamos continuar com o plano e levar você para a dona Rose. Kleb: Dona Rose? Quem é essa mulher? Pergunto com medo da resposta. Ary: Rose Moreira , sua vó, ela nos mandou para a Alemanha a cerca de 9 anos atras para ficar a disposição de sua mãe caso precisa se de aliados brasileiros, recebemos uma mensagem de Sos de Úrsula , estávamos a caminho da sua casa quando atropelamos você e logo após percebemos uma movimentação na mata mas não conseguimos ver nada, e para manter o disfarce Raika e eu simulamos uma discussão de ter atropelado um animal , colocamos vocês no carro e fugimos jogar o animal no canto da estrada, mas acredito que não demorou muito para eles vasculharem toda a outra parte da floresta pois estavam bem na sua cola no hospital. Ele disse suspirando, eu respiro mais aliviado agora sabendo que eles trabalham para a minha vó. Chegamos ao Brasil e já estamos a caminho da fazendo quando Raika diz. Raika: Kleb entramos na porteira da fazendo logo logo estaremos com a sua vó. Franzo a testa pois não me lembro de ter dito o meu nome, então é verdade eles são soldados da minha vó de alto nível de confiança para saber. Andamos de carro por mais ou menos umas 30min quando chegamos perto de uma casa grande e lá estava uma senhorita com um menino no colo da mesma idade de Katrina. Ary para o carro e desce logo em seguida ele fala com a senhorita que está com uma cara assustada, ela me lembra muito minha mãe mas não lembro de minha mãe dizer que tem irmã e essa senhorita é muito jovem para ser minha vó, então resolvo pergunta para Raika. Kleb: Raika quem é essa senhorita? Raika:Senhorita? Essa é a dona Rose querido sua vó, a velha parece que dorme no formol, a cada ano que passa ela ganha idade mas não rugas! Ela diz sorrindo em quanto tira o cinto de segurança. Olho para aquele senhorita sem acreditar que ela é minha vó , realmente minha mãe é muito parecida com ela, uma lágrima escorre do meu rosto quando lembro da minha mãe, durante o ataque na mansão ela ainda conseguiu mandar um alerta para Ary e Raika. Rose faz um sinal para Ary entrar na casa enquanto Raika nós tirava do carro pegando Katrina no colo pois dormia profundamente. Ao entrar na casa , percebo ser uma casa antiga com móveis antigos, mas tudo muito bem conservado Raika me pede para sentar no sofá enquanto ela coloca Katrina em um dos quartos para dormir mais confortável. Não demora muito ela e Lorelai se junta a mim na sala, Lorelai me chama para desenhar com ela mas não quero não estou com cabeça para essas coisas infantis, até que Raika me chama. Raika:Pequeno permita ser criança, você tem apenas 8 anos, deixa as coisas de adultos para adultos, a missão que foi dado a você foi comprida descanse vá brincar com Lorelai , qualquer coisa eu te chamo. Dou um sorriso animado e pulou do sofá, nunca brinquei de bola ou carrinhos, meu pai não tem filhos e sim mini soldados, mas acho que estamos seguros aqui, pego na mão de Lorelai que me puxa para fora da casa para me mostrar a fazenda.Dmitry Assim que me separo de Katrina e as crianças, vou para Manaus, enquanto eles vão à floresta dentro.Assim que chego na cidade vou direto para o hotel onde será a reunião meu pai já me aguarda lá em uma sala reservada. Assim que entro na sala vejo Nikolay ao lado do meu pai.Dmitry: Desculpe o atraso, precisei tomar outro caminho até conseguir chegar aqui em segurança. Digo me sentando.Ivan: Mas vocês estão bem? Faço que sim com a cabeça e ele sorri.Dmitry: Tudo bem com você irmão? Ele sorri e confirma com a cabeça.Nikolay: Vamos ao que interessa, quero sair do Brasil quanto antes. Pega as pastas e papeladas dos últimos dois anos e joga sobre a mesa.Passamos exatamente quatro horas em reunião sem paradas, acertando todos os próximos passos, e compras de armas, negociando alianças futuras e propostas recebidas.Ivan: Recebemos uma proposta de aliança para casamento. Fecho minha cara.Nikolay: Que? Casamento de quem com quem? Pergunta confuso.Dmitry: A resposta é não. Digo
Assim que chego à tribo com as crianças e 4 soldados, a anciã da tribo vem ao meu encontro caminhando lentamente com seu sorriso contagiante, vou de encontro com a vovó Diya. Katrina: Sua bênção vovó Diya. Me abaixo aos seus pés e ela me dá um toque com sua bengala feito de um pedaço de galho seco e me levanto rapidamente passando a mão onde ela bateu. Diya: Era para você ter vindo para cá, quando as crianças nasceram. Ela sai andando para a sua oca e eu a sigo. Katrina: Ah vovó, imprevistos acontecem e estava correndo risco com as crianças. Vovó se senta no chão no chão. Diya: Menina, pare de me chamar de vovó, e afinal está de roupa porque? Suspiro pesadamente e começo a retirar meu vestido quando as crianças entram correndo brincando com outras crianças. Diya: Venham cá crianças, deixe-me ver vocês mais de perto. Ícaro se esconde atrás de mim, mas Calista vai correndo e a abraça surpreendendo a velha ânsia. Ícaro: Mamãe, porque você está sem roupa? Me olha confuso. Katrina:
Katrina Assim que o barco se aproxima do porto, sinto meu coração acelerar um misto de emoção, felicidade, desespero, medo e ansiedade tudo junto. Estou voltando para o Brasil, para a minha terra, com meus dois filhos e meu marido, Di está com um sorriso grande em seu rosto ao ver a terra firme a alguns passos de distância, Calista está pulando e dançando de alegria já Ícaro está imóvel, eu me abaixo até ele para verificar se ele está bem. Katrina: Está tudo bem pequeno? Ele me olha assustado e lágrimas estão em seu rosto , ele corre e me abraça tão forte. Ícaro: É tão grande mamãe. Dou uma risada e o pego no colo. Katrina: Sim sim é muito grande filho, e o que estamos vendo é só uma parte do seu real tamanho, mas você sabe disso mamãe sempre te mostrou nos livros. Ícaro: Mas mamãe o livro cabe em minhas mãos. Ele me olha e então dou mais risada. Katrina: Você tem razão, mas não se preocupe, fique sempre perto de mim e do papai e tudo vai fica bem e vou te mostrar muitas
NikolayJá se passaram dois anos desde que tudo aconteceu,depois do casamento do meu irmão em minha casa e eu nem se convidado, eu voltei durante algumas semanas para ver se havia movimentação na casa, mas nada, durante um mês a casa ficou vazia, conversei com o meu pai e ele disse que eu poderia voltar a morar aqui com Tatiane por um tempo mas que logo precisaria sair pois Dmitry voltaria para cá com sua esposa, e como essa casa foi feita par ao Dom da máfia Russa não questionei, mas por hora estou aqui.Desde quando Tatiana perdeu o bebê ela fica me enchendo o saco para termos outro bebê, mas antes de eu ter outro filho quero conhecer os meus gêmeos, quero saber se precisam de algo ou ajuda, quero concertar meus erros, preciso me redimir com Katrina e pedir seu perdão por tudo que a fiz passar, já não tenho mais expectativas de que ela me aceite de volta mas ficaria feliz de fazer parte da vida das crianças.Meu pai disse que meu irmão foi para outra máfia de aliança para fazer um t
2 anos depois Katrina Estou sentada lendo um livro na cama enquanto Calista e Ícaro estão brincando juntos com blocos de montar no tapete. Dmitry entra pela porta da sala e ambas as crianças correm para o seus braços. Calista: Papai, eu fiz um castelo de princesa, olha. Ela mostra algo parecido com uma torre de blocos. Ícaro: Castelo, isso está mais para a torre. Assim que ele termina de falar, ela dá um tapa na cara dele e Ícaro abre o berreiro. Dmitry: Já conversamos sobre bater em seu irmão, e já conversamos também sobre dizer tudo o que pensa né Ícaro. Ambos abaixam a cabeça e resmungam um pedido de desculpas um para o outro. Dmitry os solta, e ambos saem correndo para brincar novamente, Ele vem até mim e beija meu pescoço. Dmitry: Estamos chegando na costa brasileira, quer descer com as crianças em terra firme? O olho e ele me dá um sorriso gentil, mas seu rosto está mais para um comunicado do que pergunta. Katrina: Mas é seguro, decer com as crianças? Ainda te
Katrina Após terminarmos de comer, o barco já estava em alto mar, Di me leva a tour pela nossa nova casa, aqui terá tudo que meus pequenos possam precisar ao longo dos anos, para crescerem bem seguros e tranquilos, longe de tudo que poderia querer o seu mal, tem as babás, os cozinheiros a empregadas, os soldados, temos o quarto de brinquedo, um quarto de cinema, cada criança tem seu quartinho, e temos um mini hospital, com um casal de médicos e um casal de enfermeiros, questionei Di sobre isso ser demais, mas ele disse que prefere pecar por mais do que se arrepender por menos. Após me mostrar toda a casa e me conduzir até a onde seria a nossa suite, ele se despediu de mim com um beijo. Dmitry foi para o escritório para tentar adiantar algumas coisas antes de pararmos em um dos portos para as entregas, ele quer fazer a entregas e pegar as encomendas para termos nossa lua de mel, eu estou no quarto junto com as crianças que estão a dormir encima da cama de casal. Não tem muito







