Eu sorri, adorando a súplica inocente na voz dela. Beijei sua testa.— Não, amor. Eu tenho que te levar para casa. Mas lembre-se do que eu te disse: assim que nos casarmos, isso? Isso vai ser a nossa vida diária.Algo cintilou no rosto dela — algo triste, algo rapidamente escondido. Eu vi. Ela tentou disfarçar, mas eu captei. Minha boca se abriu para perguntar o que era, mas ela rapidamente se sentou e gemeu.— Tá bom, beleza — disse ela, fingindo estar irritada.Ela se levantou, totalmente nua, e caminhou direto para o banheiro, dando-me um último vislumbre prolongado de sua bunda. Meu maxilar travou com a vontade de segui-la, mas eu já sabia: se eu entrasse lá, nunca mais sairíamos daquele lugar. E, depois do que fizemos na noite passada, eu não tinha certeza se ela aguentaria outra rodada. Então, em vez disso, sentei-me na beirada da cama, me vesti e decidi esperá-la lá fora.Quando Ariella finalmente saiu do banheiro, no momento em que me virei para olhar para ela, eu senti.
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