Morando perto da zona oriental de Lisboa, acabei criando o hábito de frequentar a Sala Tejo regularmente. Fica na Alameda dos Oceanos, bem ao lado do Oceanário, e tem essa vibe multicultural que reflete o espírito do bairro. Neste momento, eles estão com uma programação superdiversa: toda terça tem cineclube com filmes indie europeus, seguido de debates com diretores. As sextas são dedicadas a performances de spoken word, onde poetas e rappers dividem o mesmo palco – a energia é contagiante! A última vez que fui, peguei uma oficina de ilustração de mangá e sai de lá com um desenho que hoje está na geladeira da minha avó.
Descobrir a Sala Tejo foi uma daquelas surpresas deliciosas que acontecem quando você menos espera. Localizada no coração do Parque das Nações, em Lisboa, ela faz parte do complexo cultural da FIL. É um espaço moderno e versátil, perfeito para eventos que vão desde concertos intimistas até debates literários. A programação atual inclui uma mistura vibrante de atrações: há exposições de arte contemporânea, sessões de contação de histórias para crianças e até workshops de escrita criativa. O que mais me encanta é como eles equilibram o erudito e o popular, criando um ambiente acessível, mas nunca banal.
A agenda deste mês traz um festival de jazz aos fins de semana, com artistas locais e internacionais. Também rola uma feira de troca de livros toda quinta-feira, onde sempre encontro alguma pérola esquecida. Recomendo chegar cedo para aproveitar o café da manhã servido no lounge, com vista para o Tejo – um ritual perfeito para começar o dia inspirado.
A Sala Tejo virou meu point cultural favorito desde que me mudei para Lisboa. Fica no Pavilhão Portugal, esse edifício futurista que parece uma nave espacial. Agora em outubro, a programação está cheia de surpresas: todas as manhãs de domingo tem yoga ao som de trilhas de anime (sim, é tão épico quanto parece). Às quartas, rola um clube do livro alternativo que já discutiu desde 'O Hobbit' até graphic novels brasileiras. E não posso deixar de mencionar as noites de karaokê temático – mês passado foi só hits dos anos 80, e meu amigo quase levou o troféu de melhor performance de 'Take On Me'. O segredo é acompanhar o Instagram deles, onde sempre postam vídeos dos bastidores.
Se tem um lugar que captura a essência da Lisboa contemporânea, é a Sala Tejo. O espaço físico em si já vale a visita: arquitetura limpa, luz natural entrando por painéis de vidro e uma acústica que faz qualquer apresentação soar incrível. Este trimestre, eles apostaram forte em experiências imersivas. Tem uma instalação interativa sobre mitologia portuguesa que usa realidade aumentada – meu sobrinho de 10 anos ficou fascinado. Também organizam jantares temáticos mensais, onde cada prato é inspirado em obras literárias (o bacalhau baseado no 'Memorial do Convento' do Saramago foi divino). Para quem gosta de planejar, o site deles tem um calendário superintuitivo com filtros por tipo de evento.
2026-07-17 00:54:39
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