Hoje a Sessão da Tarde trouxe um clássico internacional: 'O Rei Leão'. Não tem como não cantar todas as músicas junto! A animação da Disney marcou gerações, e a história do Simba ainda me pega de jeito.
A cena do Mufasa nas nuvens? Arrepio toda vez. E mesmo sendo animação, a mensagem sobre responsabilidade e crescimento é universal. Até hoje acho impressionante como os desenhos conseguem tratar temas tão profundos com tanta delicadeza.
Descobrir o que passa na Sessão da Tarde sempre me dá um quentinho no coração, sabe? Hoje fiquei surpreso ao ver que é um filme nacional, 'O Auto da Compadecida'. Acho incrível como a TV aberta ainda mantém esse espaço para nossa cultura.
Lembro que quando era mais novo, assistia com minha família toda semana. O filme de hoje, especialmente, é daqueles que mistura humor e crítica social de um jeito único. A adaptação da peça do Ariano Suassuna é tão bem-feita que até quem não curte teatro se envolve. A cena do João Grilo e Chicó discutindo sobre a morte nunca falha em me arrancar risadas, mesmo depois de tantas vezes.
Acabei de ligar a TV e olha só que legal: hoje é dia de filme nacional na Sessão da Tarde! 'Central do Brasil' está passando. Esse filme tem uma carga emocional pesada, mas daquelas que valem cada minuto.
A Fernanda Montenegro está simplesmente brilhante, e a história daquele menino tentando encontrar o pai no meio do Brasil sempre me faz refletir sobre tantas coisas. A fotografia do Walter Carvalho captura a estética do Nordeste de um modo que quase dá pra sentir o calor da tela. Difícil não se emocionar com a cena final, né?
2026-07-21 13:28:11
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— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
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No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
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Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
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Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Susana Costa amou Nathan Ribeiro em silêncio por cinco longos anos. Por ele, escolheu permanecer em uma cidade que ficava a milhares de quilômetros de sua terra natal, longe de tudo o que conhecia. Quando a noiva de Nathan fugiu, abandonando-o no cerimônia do noivado, foi Susana quem, sem hesitar, deu um passo à frente e aceitou o anel, consciente de que aquele gesto selava um destino doloroso, o de que Nathan jamais a amaria.
No dia do casamento, bastou Bianca Santos sussurrar que estava com "dores no coração" para que Nathan abandonasse sua esposa recém-casada, virando as costas e correndo desesperado para os braços de outra mulher. Todos riam de Susana. Riam e diziam que ela era como uma trepadeira parasita, incapaz de sobreviver sem a árvore robusta que era Nathan; zombavam de sua humildade excessiva e de sua insistência cega.
Até mesmo Susana, por muito tempo, acreditou nessa mentira. No entanto, qualquer amor, por mais profundo que seja, tem um limite. Ser ignorada, negligenciada e colocada repetidamente em segundo plano drena a alma, gota a gota, até secar. E quando Nathan finalmente decidiu olhar para trás, a garota que um dia usou todo o seu amor para permanecer ao seu lado já havia partido, dissolvendo-se no vento, para nunca mais voltar.
Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo.
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No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Ah, a Sessão da Tarde sempre traz aquela nostalgia deliciosa! Hoje o filme é 'O Diário da Princesa 2', passando às 15h30. Lembro que assisti a primeira parte quando era adolescente e ficava sonhando com aquela vida de contos de fadas. A Mia Thermopolis é tão cativante, né? Acho que o que mais me encanta é como o filme mistura humor e crescimento pessoal.
E mesmo anos depois, ainda dá vontade de sentar no sofá com um cobertor e um chocolate quente para reviver essa história. A trilha sonora também é perfeita para relaxar depois de um dia cheio. Se você nunca viu, corre que ainda dá tempo de pegar o início!
Ontem a Sessão da Tarde trouxe um clássico que sempre me pega desprevenido: 'O Poderoso Chefão'. Aquele filme tem uma atmosfera que te envolve desde o primeiro plano, com aquele diálogo do Don Corleone no escritório escuro. Acho fascinante como cada cena parece cuidadosamente pintada, desde os tons de laranja até a fotografia que quase cheira a cigarro e uísque. E a trilha sonora? Nem preciso falar – só de pensar já começo a ouvir aqueles violinos melancólicos.
Mas o que mais me marca é a construção dos personagens. Michael Corleone começa como o 'garoto bom' da família e, aos poucos, a gente vê a transformação dele em algo sombrio. Al Pacino naquela época era simplesmente impecável. E Marlon Brando com aquela voz rouca... É um daqueles filmes que, mesmo sabendo cada linha de diálogo, eu sempre paro pra assistir quando passa na TV.
Hoje a Sessão da Tarde está exibindo 'O Rei Leão', aquele clássico da Disney que emociona gerações desde 1994. A sessão começa às 15h30, horário perfeito para uma tarde nostálgica ou para apresentar a animação às crianças. A trilha sonora, os personagens marcantes e a história sobre ciclo da vida fazem desse filme uma experiência única.
Se você nunca assistiu, é hora de corrigir isso! E se já viu, sabe que vale a pena reviver a jornada de Simba. Dica: prepare pipoca e aproveite a magia do cinema sem sair de casa.