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Hipócrita
Amigos de infância
Homem cafajeste
Primeiro amor
Destruidora de lares
Luna
Vampiro
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Íncubo
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Plot & Setting

27
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Reconquistar a Esposa
Arrependimento
Contra-ataque
Traição
Vingança
Contagem Regressiva
Karma
Casamento
Drama familiar
Despertar
Gravidez
Família de origem
Bullying
Diferença de idade
Escola/Campo
Redenção
Transmigração
Ambiente de trabalho
Transmissão ao vivo
Amor forçado
Casamento por contrato
Conteúdo adulto
Maldição
Viagem no tempo
Crime
Poder especial
Sistema
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Themes

10
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Reviravolta
Renascimento
Laços Familiares
Superação
Reconfortante
Amor platônico
Inspirador
De tirar o fôlego
Bizarro
Empolgante
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Hipócrita Short Stories & Novels

Discover a collection of enchanting Hipócrita short stories that explore the depths of passion. Perfect for readers seeking one-hour short stories to inspire and ignite their imagination about Hipócrita.
O Último Mês Sem Donos - undefined novels & stories
Bagel
Este é o nono ano em que Dante e eu comemoramos o Mês Sem Donos. O herdeiro aparente da família Corinni acredita que isso fará nosso relacionamento durar mais. Todo ano, após nosso aniversário de namoro ele está livre por um mês, e nos mantemos fora da vida um do outro. Se algum de nós encontrar alguém mais adequado, devemos desejar felicidades. Se não, voltamos ao que éramos depois de um mês. Ao meu redor, os homens da família estouram champanhe sem restrições. — A mais um ano de liberdade! Parabéns ao nosso Subchefe por reconquistar seu status de solteiro! — A aposta da família está aberta! Faça sua aposta à esquerda se acha que eles ainda vão se casar, e à direita se acha que acabou de vez! Por entre a fumaça espessa dos charutos, eu me sentei no canto de um sofá de couro, observando friamente, como se toda essa farsa não tivesse nada a ver comigo. A mão de Dante estava enrolada na cintura de Scarlett enquanto ele passava por mim, sussurrando. — Não crie ilusões. Você sempre será minha única Donna. — Sou uma pipa. Por mais longe que eu voe, a linha sempre estará na sua mão. Apertei meus dedos frios contra o suave volume da minha barriga, com o rosto vazio de expressão. Dante, desta vez na mesa de apostas da família, estou apostando no “fim”. Vou desaparecer completamente do seu mundo. Essa linha de pipa da qual você tanto se orgulha? Hoje à noite, eu mesma vou cortá-la.
O Dia em que o Don Perdeu sua Rainha - undefined novels & stories
Anônimo
Dante Falcone. O rei do submundo. O Don que ninguém ousava contrariar. Pela sexta vez, ele jogou aquele maldito acordo de divórcio na minha frente e me obrigou a assinar. Desta vez, eu não resisti. A caneta parou em sua mão. O silêncio caiu sobre o escritório, pesado como uma sentença. Seus olhos castanho-escuros me encararam, profundos e frios, como se quisessem atravessar minha alma. — Por que tanta obediência agora, Sophia? — Ou isso é mais um dos seus joguinhos? Não se esqueça de quem você é, Sra. Falcone. Tirei o anel de rubi do dedo. O símbolo da dona daquela família. O mesmo anel que Dante colocou em mim na Sicília, quando me pediu em casamento. Deixei-o sobre a mesa onde sangue e dinheiro já tinham se misturado tantas vezes. Minha voz saiu calma. Calma demais. Como a voz de uma mulher que já tinha morrido por dentro. — Não, Dante. Eu só cansei. O seu mundo faz barulho demais.
Claridade de Inverno - undefined novels & stories
Juli
A velha amiga de infância de Valentim Leal, Dalila Travassos, voltou a ocupar o banco do carona. Dessa vez, não fiz escândalo. Fui direto pro banco de trás, sentando ao lado do melhor amigo dele, Guilherme Novaes. Com o carro sacolejando na estrada, meu joelho roçou na coxa firme e tensa do Guilherme. Não tirei. Ele também não se mexeu. Na parada do posto, Dalila arrastou o Valentim pro banheiro. Assim que as portas se fecharam, Guilherme segurou minha nuca e me beijou. Perdida naquele beijo quente e confuso, pensei: Desconfiar dos homens. Entender os homens. Virar um deles. Essa é a grande verdade.
Não Quero Mais Ser Uma Opção Para Você - undefined novels & stories
Nuvemzinha
Antes mesmo de a festa de aniversário começar, Francisco Amaral espelhou a tela do celular no telão da sala onde todos estavam reunidos. Em seguida, criou uma enquete anônima no grupo de amigos. A pergunta era: [Hoje à noite, devo ficar com minha namorada Cristina para cortar o bolo ou ir à estreia do filme com Amanda?] A contagem regressiva de trinta segundos começou, e os votos não paravam de chegar. [Amanda: 17 votos] [Cristina: 1 voto] Todos acharam que aquele único voto tinha sido meu. Francisco, recostado no sofá, sorriu ao ver o resultado. — A maioria decide. Amanda Pereira logo colocou o ingresso de Francisco na mão dele. — Está vendo? Até o pessoal acha que eu preciso mais de você. Eu estava parada diante do bolo, com as velas ainda apagadas, usando meu vestido favorito. Alguém assobiou na sala. — Cristina, saiba perder. Afinal, Francisco já usava enquetes para decidir tudo havia três anos. Quando brigávamos, uma votação decidia quem pediria desculpas primeiro. Quando saíamos juntos, os votos decidiam com quem ele andaria de mãos dadas. Até quando eu perguntava se ele me amava, Francisco fazia questão de levar a pergunta para o grupo. — Deixa o pessoal dizer quem tem razão. Por muito tempo, acreditei que bastava ganhar uma única vez para que ele finalmente ficasse do meu lado, sem hesitar. Mas eu nunca tinha ganhado. E naquela noite não foi diferente. Francisco se levantou para pegar o casaco e, ao passar por mim, acariciou meus cabelos com a maior naturalidade. — Seja boazinha. Quando eu voltar, vou dar um jeito de te compensar por isso. Olhei para o resultado da enquete no telão e bloqueei o celular. Então estendi a faca de cortar o bolo para ele. — Não precisa compensar nada, Francisco. Não vou mais participar dessas votações.
Perdi Para Sempre o Meu Coração - undefined novels & stories
Rubro Lanvar
Sou casada com Renato Vieira há dez anos. Conheci todas as namoradas que ele teve desde o nosso casamento. Sempre que ele se cansava e queria trocar de companhia, eu virava a desculpa perfeita para ele terminar com cada uma delas. — Se você se casar comigo, vai acabar ficando como ela. No fim, a relação fica tão familiar que não sobra nem um pingo de novidade. No nosso aniversário de casamento, eu enxugava as lágrimas da última garota que ele tinha acabado de abandonar, enquanto ele assistia a um filme com a nova namorada. Depois de gastar uma caixa inteira de lenços, vi em seus olhos a imagem de quem eu já tinha sido um dia. Então, pedi o divórcio a Renato. Ele, pela primeira vez, pareceu confuso: — Não quer esperar mais um pouco? Quem sabe eu não mude e volte a ser o mesmo? Sorri de leve, sem responder, e comprei uma passagem para o outro lado do oceano. Já que não vou esperar pelo seu arrependimento, sigo eu primeiro.
Abandonada 52 Vezes, Até Que Eu Desisti - undefined novels & stories
Anônima
Namoramos por cinco anos. Nesse tempo, meu noivo — um advogado — cancelou nosso casamento 52 vezes. Na primeira, a estagiária dele errou um documento. Ele voltou ao escritório às pressas e me deixou esperando sozinha na praia o dia inteiro. Na segunda, durante a cerimônia, soube que a estagiária estava sendo humilhada por outro advogado. Ele foi ajudar ela, e eu fiquei sendo alvo de piadas entre os convidados. Depois disso, sempre havia algum problema com ela que o fazia me abandonar de novo. Até que me cansei. No dia em que saí da cidade, ele me procurou desesperado. Mas eu já tinha ido embora.
O Assento Vazio: A Filha que os Pais Deixaram para Morrer - undefined novels & stories
Yolk Chips
Durante a viagem de volta para nossa cidade natal, meu irmão começou a reclamar que estava com vontade de ir ao banheiro. Impaciente, minha mãe apressou a mim e à minha irmã: — O próximo posto ainda vai demorar. Vão agora também, para não encherem a paciência depois. — E andem logo. Nada de ficar enrolando. Como sempre fazia quando ela mandava, saí correndo. Mas, quando voltei, vi o carro da minha família já com as lanternas traseiras acesas, começando a se afastar devagar. Lá fora, o frio cortava a pele. E foi naquele posto de estrada, quase deserto, que entendi a verdade mais cruel de todas: meus pais tinham me deixado para trás. Em desespero, corri e gritei: — Pai! Mãe! Mas o carro apenas fez a curva adiante e desapareceu no meio da rodovia. Como se eu nunca tivesse pertencido àquela família.
Trocando Minha Última Chance de Viver - undefined novels & stories
Maidu
Após sermos diagnosticadas com insuficiência cardíaca, minha irmã adotiva, Michelle Langley, e eu fomos internadas no hospital. Mas só havia uma vaga disponível para um transplante de coração. Durante três meses inteiros, Michelle e eu lutamos por essa única chance de sobrevivência. Um vídeo meu confrontando meus pais no corredor do hospital por favorecerem Michelle foi publicado na internet. A partir de então, todos passaram a me ver como uma pessoa egoísta e cruel, afirmando que eu estava disposta a ignorar os laços familiares apenas para continuar viva. No dia anterior à minha cirurgia, meu irmão mais velho, Dante Stone, apareceu no meu quarto. Ele parou à porta, visivelmente impaciente. — Michelle tem apenas 20 anos. A vida dela está apenas começando. Você é doente desde criança. Mesmo que faça a cirurgia agora, quantos anos mais você acha que vai viver? Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, o celular de Dante tocou. Os soluços de Michelle ecoaram pelo telefone. — A Lia ainda não está disposta a abrir mão da vaga? A voz de Dante se suavizou enquanto ele a tranquilizava: — Não tenha medo, está bem? Estou cuidando disso. Ninguém vai roubar o que é seu. Quando meu problema cardíaco se manifestou pela primeira vez, Dante me carregou por quilômetros até o hospital. Ele segurou minha mão e prometeu que faria de tudo para garantir que eu sobrevivesse, mesmo que isso lhe custasse a própria vida. Mas, naquele momento, ao olhar para seu rosto familiar, porém distante, já não tive vontade de lutar pela vaga. — Tudo bem, Dante. Não quero mais a vaga.
O Amor Não se Pede, se Conquista - undefined novels & stories
Beatriz Falcão
Após minha morte, meus pais assinaram o termo de doação de órgãos e transplantaram minhas córneas na filha adotiva que eles mais estimavam — Gabriela Lima. Gabriela se casou com meu irmão, Cláudio Lima, e eles finalmente se tornaram uma família de verdade. Eu e Gabriela competimos por uma vida inteira e, no final, tudo o que me restou foi um destino miserável, sem nada. Nesta nova vida, decidi viver a minha própria história e, inesperadamente, encontrei um final feliz.
Minha Mãe Me Chamou de Mentirosa - undefined novels & stories
Justa
Para não ser acusada de favoritismo, minha mãe me obrigou a participar da campanha coletiva de doação de sangue da universidade, apesar da minha anemia grave. Depois que retiraram apenas 100 mililitros, minha visão começou a escurecer. Estendi a mão para a agulha, tentando interromper o procedimento, mas a jovem enfermeira agarrou meu pulso na mesma hora e o imobilizou. — Só doou 100 mililitros e já quer desistir? Todos os outros alunos doaram 400. Ela lançou um olhar para meu rosto pálido, os olhos cheios de repulsa, antes de continuar: — Doar sangue é um ato nobre. Gente egoísta como você, que finge estar doente só para escapar, merece que tirem o dobro como castigo! Ali perto, minha mãe observava tudo com frieza, e a decepção estava estampada em seu rosto. — Briana Hayes, foi assim que eu criei você? Todo mundo doou sangue, então não pense que você é especial. Você vai completar os 400 mililitros hoje, nem que isso mate você! Eu arfava em busca de ar, enquanto meu coração batia com tanta violência que parecia prestes a explodir dentro do peito. Quando começaram a coletar a terceira bolsa, minha visão já estava completamente turva, e meu corpo despencou pesadamente no chão. Enquanto minha alma se desprendia do corpo e subia lentamente, olhei para minha mãe com os olhos carregados de culpa. "Desculpe, mãe. Eu realmente não estava mentindo. Desta vez eu não consegui aguentar mais."
A Troca Com a Deusa da Lua - undefined novels & stories
Alyssa J
Para salvar os três homens mais importantes da minha vida, fiz um acordo com a Deusa da Lua. Trocar minha vida pela deles. Se eu pudesse fazer qualquer um deles me amar de verdade em cinco anos, eu teria o direito de viver. Mas no último dia da contagem regressiva, todos os três ainda tinham sentimentos negativos por mim. De acordo com as regras, eu havia falhado. Minha vida estava prestes a ser apagada. — Deusa da Lua, eu poderia enviar uma última mensagem? Uma tentativa final? Talvez por pena, ela me concedeu esta última chance. Esta mensagem era meu tiro final. Eu apertei o botão de voz em nosso bate-papo em grupo, lutando para manter minha voz firme. — Vocês poderiam me amar só um pouquinho? Eu realmente vou morrer. Após um momento de silêncio, veio o riso impiedoso deles. — Você fará qualquer coisa para competir com Lidia por atenção, não fará? — Pare com as mentiras. Isso só faz com que te odiemos mais. — Se você está tão desesperada para morrer, então faça isso de uma vez. Missão falhada. Eu lhes dei exatamente o que queriam. Mas quando eu estava prestes a morrer, todos eles surtaram.
Sob a Lua, Só Restou a Mágoa - undefined novels & stories
Rosa Carmesim
— A imperatriz quer outro filho. Afonso Alencar disse enquanto desatava a camisola de Cecília Vasconcelos: — Já que você engravida com facilidade, tenha mais um. Nove meses depois, Cecília deu à luz uma menina. Assim que a parteira cortou o cordão umbilical, levou a bebê às pressas, sem sequer deixá-la tocar no embrulho. Era a segunda vez. Todos no palácio diziam que, se a imperatriz não tivesse perdido a capacidade de ter filhos por causa dos ferimentos sofridos ao acompanhar Sua Majestade em batalha, nenhuma outra mulher teria entrado no harém. Cecília, filha legítima do chanceler imperial, não passava de alguém que tinha surgido na hora certa, um ventre usado para garantir a continuidade da linhagem imperial.
Meu Marido Virou Pai do Filho da Ex - undefined novels & stories
Hortelã Hidropônica
Meu marido, Filipe, alegou que precisava resolver assuntos da empresa e desistiu de acompanhar nossa filha na viagem de estudos do feriado de maio. Ainda pediu que nós duas também não participássemos. Ao ver a decepção da minha filha, decidi levar ela sozinha. Assim que entramos na escola, demos de cara com Filipe no palco, sentado ao lado de Marina e do filho dela, os três parecendo uma família de comercial. Com o microfone, Filipe falava sobre como ter uma família feliz e uma carreira de sucesso. De vez em quando, trocava sorrisos cúmplices com Marina. O público aplaudia, e ele parecia cada vez mais satisfeito. Até o menino ao lado exibia um ar de superioridade. Quando chegou a hora das perguntas, agarrei o microfone e soltei: — Sr. Filipe, desde quando você tem um filho? Sua esposa sabe?
O Preço da Traição: A Maré que Traz a Vingança - undefined novels & stories
Soldador do Atlântico
Ao saber que eu estava grávida, o amor inesquecível do meu marido me empurrou de propósito do convés de um cruzeiro. Não gritei por socorro. Em silêncio, agarrei a minha sogra, que também caíra na água, e juntas lutamos para sobreviver. Na vida passada, clamei desesperada no meio do mar. Meu marido desceu imediatamente com homens para salvar a mim e à sua mãe. A amante, porém, manchada de sangue, atraiu tubarões e acabou devorada. Após a morte dela, ele declarou que, por ter me empurrado, ela não merecia viver e passou a me tratar com devoção. Mas, quando meu filho nasceu, foi ele quem pegou o retrato daquela mulher e esmagou a criança com ele. Rugiu ele: — Você me fez perder o amor da minha vida. Agora vai provar o mesmo gosto da perda! Lutei até o fim e o arrastei comigo para a morte. Quando abri os olhos novamente... eu estava de volta àquele mesmo mar.
A 300ª Dívida que Escrevi - undefined novels & stories
Na Medida Certa
Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas. Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta. Até que sofri um acidente de carro... Na hora de pagar a cirurgia, ainda me faltavam três mil no cartão. Sem saída, fui implorar ajuda aos meus pais. Mas eles apenas sorriram friamente: — Júlia Monforte, você já tem dezoito anos. Não temos mais obrigação nenhuma com você. Escreva uma nova dívida! Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida. Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva. Na foto, ela estava em um cruzeiro internacional, celebrando seu aniversário de dezoito anos como uma princesa, cercada de gente a bajulando. O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati. Até meu amigo de infância... olhava para ela com olhos cheios de amor. Ela agradecia: "Obrigada às pessoas que eu mais amo, por me darem o melhor que eu poderia ter." E eu, segurando aquela dívida toda amassada nas mãos, simplesmente sorri. Depois que eu quitar essa dívida... uma coisa é certa — não preciso mais de uma família assim.
Ela Afundou com o Amor - undefined novels & stories
Nove em Chamas
Agatha Diniz era apenas uma bolsista pobre, apadrinhada por Manfredo Borges. Mas ela buscava mais do que caridade — ela queria adrenalina. Mergulhou com um grupo de homens no mar e, entre beijos e toques, começou a sangrar. A corrente arrastou o sangue e um tubarão apareceu. Fui eu quem a salvei, arriscando a vida para tirá-la da água. Disse apenas que ela devia procurar um médico. Ela sorriu, concordou, e, no minuto seguinte, correu até Manfredo, chorando, dizendo que eu havia manchado sua honra. Na fúria, ele me jogou viva dentro de um tubarão gigante ainda consciente. Enquanto eu gritava e socava o ventre da criatura, pescadores horrorizados imploravam: — Senhor, por favor! A sua esposa vai morrer! Ele apenas riu, abraçado à garota: — Dizem que dá pra viver um mês dentro de um peixe. Ela não ama tanto os tubarões? Que vire parte da pesquisa. Na escuridão, com o corpo preso e a alma dilacerada, acariciei minha barriga. Sussurrei ao meu bebê: — Filho, a mamãe não vai conseguir te proteger. Um mês depois, Manfredo voltou. Mas encontrou, na areia… apenas um esqueleto, embranquecido pelo sal e pelo tempo.
Morte Desprezada, Arrependimento Tardio - undefined novels & stories
Marcelo Barros
No terceiro dia após a minha morte, meu noivo recebeu uma ligação do necrotério. Com impaciência, ele disse: — Morreu, morreu. Me avisem só na hora do enterro. O policial, sem alternativa, ligou para a segunda pessoa na lista de emergência — meu amigo de infância. Ele riu friamente, sem se importar: — Morreu mesmo? Mas nem seria meu papel cuidar disso, pode cremar logo, as cinzas tanto faz. Até que meu corpo foi exposto na internet. De uma noite para outra, meu noivo e meu amigo de infância ficaram de cabelos brancos.
A Amante Favorita do Don Desapareceu - undefined novels & stories
Melissa Z
Sou a melhor falsificadora de arte e especialista em inteligência de Chicago. E me apaixonei pelo homem que comandava tudo: Don Vincenzo Russo. Por dez anos, fui o seu segredo, sua arma e sua mulher. Construí o império dele nas sombras. Achei que ganharia um anel. Afinal, todas as noites em que ele estava nesta cidade, ele se enterrava em mim, tomando o seu prazer. Sussurrava que eu era dele, que ninguém mais o fazia sentir tão bem. Mas desta vez, depois que acabou comigo, ele anunciou que iria se casar com a princesa da Bratva russa, Katerina Petrov. Foi aí que eu entendi. Eu não era a mulher dele. Eu era apenas um corpo. Por uma aliança, por ela, ele me sacrificou. Ele me deixou para morrer. Então destruí cada pedaço da vida que ele me deu. Fiz uma ligação para o meu pai, na Itália. E depois… desapareci. Mas quando o Don que dominava Chicago não conseguiu encontrar o seu brinquedo favorito… ele enlouqueceu.
A Aposta Perdida da Esposa Humana do Vampiro - undefined novels & stories
Bagel
No nosso quinto aniversário de casamento, aninhei-me nos braços do meu marido vampiro, Alaric, e ofereci meu pescoço aos seus beijos demorados. Minha respiração falhou enquanto eu tateava o bolso em busca do cristal do teste de gravidez. Ele emitia um brilho tênue, revelando um resultado claramente positivo. Eu pretendia anunciar a gravidez como a última surpresa daquela noite: teríamos nosso próprio filho meio-vampiro. Roman, o homem de confiança de Alaric, abriu um sorriso malicioso e perguntou na antiga língua dos vampiros: — Vossa Alteza, e quanto à sua amiga de infância, a bela Elise, de sangue puro? Ela o satisfaz? A risada zombeteira de Alaric vibrou contra meu peito, fazendo um arrepio gelado percorrer minha espinha. Ele respondeu na mesma língua ancestral: — Ela é como fogo: selvagem e escaldante. Quanto mais forte eu a mordo, mais doce é a rendição dela. A ponta de seu dedo ainda percorria as marcas de mordida no meu pescoço, mas seu olhar estava distante. — Só trate de manter isso em segredo. Eu estaria acabado se minha querida esposa descobrisse. Os membros do clã riram baixo e ergueram seus cálices cheios de sangue, jurando guardar segredo. O calor que corria pelo meu sangue se transformou em gelo. Eles se esqueceram de um detalhe: eu descendia de uma nobre linhagem humana que se unia aos vampiros pelo casamento havia gerações e, por isso, dominava perfeitamente a língua ancestral deles. Obriguei-me a manter a calma e sustentei no rosto o sorriso impecável de anfitriã, mas a mão que apertava minha taça começou a tremer. Alaric provavelmente achava que, se eu descobrisse, choraria e exigiria saber por que ele me tratava daquela maneira, como nas outras vezes. Mas ele não sabia que, dessa vez, tudo era diferente. O contrato de casamento já não tinha validade. Enviei uma mensagem ao meu pai: [Pai, perdi a aposta. Estou voltando para casa para assumir o patrimônio da família.]
A Mentira Perfeita do Meu Alfa - undefined novels & stories
Bagel
Todas as cerimônias para selar meu vínculo com o Alfa Alexander acabavam se transformando em um pesadelo. Na primeira, envenenaram meu vinho cerimonial com acônito. Tive convulsões e tossi sangue diante de toda a alcateia Lua Crescente. Na segunda, uma lâmina de prata escondida atravessou meu abdômen de um lado ao outro. Desabei sobre o altar e passei três semanas em coma. Na terceira, alguém me empurrou do alto da torre. Depois da queda, minha loba interior nunca mais despertou. Por trás de todos esses acidentes estava Ruby, a irmã adotiva de Alexander. Sempre que eu o confrontava aos prantos, Alexander me puxava para os braços e enxugava minhas lágrimas. — Evie, minha querida. Ruby perdeu a razão por causa de um veneno raro quando salvou minha vida. Agora, a mente dela é como a de uma filhote. Por favor, faça isso por mim. Trate ela como uma criança e esqueça isso. — Sussurrava ele com ternura. Desta vez, durante nossa quarta cerimônia, Ruby atraiu um lobo renegado para o território. A explosão fez o salão inteiro ser engolido pelas chamas. Eu me joguei sobre Alexander, o derrubando no chão e o protegi das chamas impregnadas de prata. Meu corpo inteiro acabou queimado e mutilado. No entanto, quando recobrei a consciência, o ouvi dando ordens ao curandeiro da alcateia do lado de fora do quarto. — Aumente a dose dos supressores. Use as ervas mais baratas e não permita que os ferimentos cicatrizem rápido demais. O curandeiro paralisou por um instante. — Mas ela ficou gravemente ferida ao salvá-lo, Alfa. A voz de Alexander soou incrivelmente fria, quase irreconhecível. — A dor dela não chega nem perto do que Ruby enfrentou. Ele fez uma breve pausa antes de continuar: — Fui eu quem ensinou todos esses truques a Ruby. A explosão não foi exceção. Ela aprende rápido. Por fim, descobri a verdade: o Alfa que eu mais amava estava por trás de todo o sofrimento que suportei ao longo dos anos. Jurei à Deusa da Lua que jamais permitiria que ele voltasse a ver meu rosto.
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