Filter By
Updating status
AllOngoingCompleted
Sort By
AllPopularRecommendationRatesUpdated
A Irmã de Consideração do Meu Noivo Roubou Meu Vestido

A Irmã de Consideração do Meu Noivo Roubou Meu Vestido

Cresci fora do país. Com medo de eu arrumar um genro estrangeiro, a minha mãe resolveu me arranjar um noivo bonito e talentoso em São Paulo, e me chamou de volta para o noivado. Quando fui à Boutique de Luxo escolher meu vestido de noivado, eu me encantei por um vestido longo tom creme, tomara que caia. Quando me preparei para experimentá-lo, uma mulher olhou de soslaio para o vestido em minhas mãos e disse à atendente: — Esse modelo é bem diferente, deixa eu experimentar. A atendente, com ação brusca, arrancou o vestido das minhas mãos. Eu, indignada, disse: — Cada coisa tem sua ordem! Eu vi esse vestido primeiro, vocês ainda têm noção de justiça? Mas ela me olhou com desprezo e respondeu: — Esse vestido custa 188 mil. Você, uma pobretona, consegue pagar isso? — Eu sou irmã de consideração de Eduardo Monteiro, presidente do Grupo Monteiro. Em São Paulo, quem decide o que é “justo” é só a Família Monteiro! Que coincidência! Eduardo Monteiro é meu noivo. Imediatamente liguei para Eduardo: — Sua irmã de consideração acabou de roubar meu vestido de noivado. Como você vai resolver isso?
Read
Add to library
Eu Me Matei, Mas Não Morri

Eu Me Matei, Mas Não Morri

Depois de passar dez anos correndo atrás do meu amor não correspondido, Edward Lightwood finalmente me aceitou como sua companheira de sangue. Mas, no dia em que faríamos nosso juramento eterno, seu primeiro amor, Beth — do clã aliado — foi assassinada por um grupo de caçadores de vampiros. Ele me culpou pela morte dela. E passou a me torturar todos os dias. Me expôs ao sol eterno, cravou estacas de madeira no meu corpo — sempre calculando para não me matar — e depois me trancou no porão. Exausta e com o coração em pedaços, eu peguei uma estaca de carvalho… E a cravei no meu próprio peito, bem na frente dele. Eu me matei. Mas… não morri. Renasci no dia em que confessei meus sentimentos para Edward. Mas desta vez… Eu não vou cometer o mesmo erro. Vou ficar o mais longe possível dele.
Short Story · Vampiro
1.2K viewsCompleted
Read
Add to library
Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

Preço do Arrependimento: Oito Caudas Partidas

No concurso de poções, minha irmã adotiva, Célia, tornou-se famosa graças à poção que roubou de mim. Eu jamais poderia imaginar que aquela competição serviria para escolher a esposa do jovem senhor da Tribo Serpente, um homem cruel, feio e naturalmente estéril. Naquela mesma noite, a Tribo Serpente enviou uma carta de casamento, exigindo que a criadora da poção se tornasse esposa do jovem senhor. Ao saber disso, meu noivo entrou em pânico e imediatamente consumou o Pacto de Almas com Célia. Depois de consumado o ato, Célia veio, rebolando a cintura, exibir para mim o Pacto em forma de Lobo em suas costas. — Agora o seu noivo é meu, irmãzinha. E agora, o que você vai fazer? Faltam só três dias para você completar vinte e cinco anos. Se ninguém se casar com você, será sorteada para aqueles Bestiais mais velhos e violentos, que batem nas esposas! Ela se enganou. Eu ainda tinha outra escolha. Procurei meus pais, que estavam na sala tentando resolver as confusões deixadas por Célia. — Se ela não vai se casar com o jovem senhor da Tribo Serpente, eu me caso!
Short Story · Fantasia
10.5K viewsCompleted
Read
Add to library
Renascida: A Vingança do Casamento

Renascida: A Vingança do Casamento

Quando a família Costa estava à beira da falência, os pais de Daniel Costa vieram implorar por um casamento arranjado. Meu pai, com pena de mim por ter amado Daniel durante dez anos, investiu bilhões para salvar a família Costa e me casou com ele. Na noite de núpcias, Daniel cobriu meus olhos com um véu vermelho e me tomou repetidamente na cama, sem piedade. Um mês depois, cheia de alegria, eu fui até ele com o teste de gravidez nas mãos, mas acabei ouvindo uma conversa entre ele e seus amigos no bar: — Vocês acham que o filho que a Iolanda Moreira está esperando é de qual homem, depois de ser fodida por mais de dez caras? Um dos amigos caiu na gargalhada: — Mestre Daniel, eu só fui três vezes. Não pode ser meu, né? — Eu aposto no Leo! — Outro disse. — Ele é insano na cama. Naquela noite, ele fez a Iolanda gritar de loucura. Aposto dez mil que é dele! Foi aí que eu entendi. Naquela noite de núpcias, quem tinha feito sexo comigo tantas vezes não era Daniel, mas seus mais de dez amigos. Desesperada, eu invadi o bar e o confrontei. Daniel, sem um pingo de remorso, respondeu: — Está chorando por quê? Se a sua família não tivesse usado a injeção de capital para me chantagear, forçando a Rebeca a ir embora, eu nunca teria feito isso com você. Vou te dizer uma coisa: no dia em que a Rebeca me perdoar, eu te deixo em paz. Arrasada, eu pedi o divórcio. Mas Daniel me ameaçou com o vídeo daquela noite em que eu fui abusada por seus amigos e me trancou no porão: — Não tenha pressa de ir embora. Eu e meus amigos ainda estamos apostando quem é o pai dessa criança que você está esperando! Oito meses depois, eu dei à luz no porão e morri junto com o bebê. Quando abri os olhos novamente, percebi que havia voltado no tempo, para o dia em que a família Costa implorava ao meu pai por uma injeção de capital e um casamento arranjado. Desta vez, no dia do meu casamento, foi Daniel quem chorou até os olhos ficarem vermelhos.
Short Story · Romance
5.7K viewsCompleted
Read
Add to library
Programa de Reprodução Humana do CEO Alfa

Programa de Reprodução Humana do CEO Alfa

O CEO bilionário Killian Blackwood estava em busca dos genes perfeitos. Ele ofereceu uma recompensa gigantesca por uma barriga de aluguel. Dez bilhões de dólares por um bebê. Mas as 77 mulheres antes de mim haviam todas desaparecido. Afogada em dívidas, eu não tive escolha. Cerrei os dentes e me tornei a número 78. Carreguei o filho dele por dez meses. Dei à luz. E não desapareci. Mas quando estendi a mão para o meu bebê, pronta para receber meus dez bilhões de dólares, explodi em lágrimas de terror. Meu recém-nascido não era humano. Era uma ninhada de três filhotes de lobo.
Short Story · Lobisomen
3.4K viewsCompleted
Read
Add to library
Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Grávida de nove meses, vi a amada do meu marido se mudar para a nossa casa com uma desculpa qualquer. Ela fingia sofrimento sempre que me via, e ele me acusava de exibir a barriga só para provocá-la. — A Rafa já sofre demais! E você ainda exibe essa barriga enorme só pra machucar! Só vai aprender se eu te der uma lição. — Rosnou ele, com frieza. Sem hesitar, mandou me trancar no sótão e proibiu qualquer um de me trazer comida. Supliquei, dizendo que os gêmeos estavam grandes, que o médico havia pedido minha internação urgente, pois o parto podia acontecer a qualquer momento. Mas ele apenas riu como se eu estivesse contando alguma piada tola. — Ainda faltam três dias pro parto. Não inventa desculpa para escapar! Vai pro sótão pensar bem no que você fez! Isso é o mínimo, depois do que fez com a Rafa! — Ele insistiu, ignorando completamente a minha dor. No sótão escuro, gritei até minhas unhas se quebrarem na porta. No silêncio sufocante, as contrações rasgavam meu corpo, cada onda de dor parecia não ter fim. Coberta de sangue, exausta e ainda presa, percebi que meu filho não sobreviveria. Três dias depois, enquanto tentava tomar um mingau, meu marido, já incomodado, comentou com desprezo: — Manda a Joyce descer para me preparar o mingau, e depois vá pedir desculpas à Rafa. Se ela pedir de um jeito decente, pode até levar ela pro hospital na hora de parir. Mas ninguém respondeu, pois o sangue já escorria do sótão, degrau por degrau, inundando a casa num silêncio mais aterrador que qualquer grito.
Short Story · Romance
6.1K viewsCompleted
Read
Add to library
A Troca Com a Deusa da Lua

A Troca Com a Deusa da Lua

Para salvar os três homens mais importantes da minha vida, fiz um acordo com a Deusa da Lua. Trocar minha vida pela deles. Se eu pudesse fazer qualquer um deles me amar de verdade em cinco anos, eu teria o direito de viver. Mas no último dia da contagem regressiva, todos os três ainda tinham sentimentos negativos por mim. De acordo com as regras, eu havia falhado. Minha vida estava prestes a ser apagada. — Deusa da Lua, eu poderia enviar uma última mensagem? Uma tentativa final? Talvez por pena, ela me concedeu esta última chance. Esta mensagem era meu tiro final. Eu apertei o botão de voz em nosso bate-papo em grupo, lutando para manter minha voz firme. — Vocês poderiam me amar só um pouquinho? Eu realmente vou morrer. Após um momento de silêncio, veio o riso impiedoso deles. — Você fará qualquer coisa para competir com Lidia por atenção, não fará? — Pare com as mentiras. Isso só faz com que te odiemos mais. — Se você está tão desesperada para morrer, então faça isso de uma vez. Missão falhada. Eu lhes dei exatamente o que queriam. Mas quando eu estava prestes a morrer, todos eles surtaram.
Short Story · Lobisomen
2.8K viewsCompleted
Read
Add to library
Quando Meu Amor Centenário Virou Cinzas

Quando Meu Amor Centenário Virou Cinzas

Estou prestes a firmar um vínculo de sangue com outro lorde vampiro. Mas meu parceiro de um século, Kaelan, não faz ideia. Ele está ocupado demais se aproximando da nova assistente humana dele, Sylvia. Eles passam noites inteiras no escritório, sob o pretexto de "pesquisar sangue sintético". Ele até transformou o nosso aniversário de cem anos na festa de aniversário dela. Diante de todos, Kaelan apresentou a ela um bolo Floresta Negra decorado com Sinos de Prata. Eles riam, passando glacê um no outro. Até esqueceram que aquelas flores são um veneno mortal para mim. Meu poder se despedaçou. A agonia me rasgou por dentro enquanto sombras se agitavam, incontroláveis. Os guardas da minha família tiveram que arrastar meu corpo convulsionando para longe. E, enquanto eu me recuperava sozinha no caixão frio e escuro, Kaelan ainda estava na festa, se banhando nos aplausos para ele e Sylvia. O sangue em minhas veias virou gelo. Um século de amor e esperanças virou cinzas. Naquele momento, eu aceitei o acordo da minha família. Sem hesitar. Uma união com o lorde do Trono de Obsidiana — um vampiro que dizem ser a própria encarnação do poder.
Short Story · Vampiro
1.6K viewsCompleted
Read
Add to library
Gravidez vs. Bomba: Vendo Ele Enlouquecer

Gravidez vs. Bomba: Vendo Ele Enlouquecer

Giorgo era o Don da família Romero Ele foi emboscado por um lunático suicida que tinha bombas presas ao próprio corpo. Naquele momento, meu marido, Fábio Lopez, já havia levado seus homens para um desfile de moda ao lado de seu primeiro amor, Reina Digiorno, com a intenção de protegê-la durante o evento. Em vez de apertar o botão de sinal no anel que eu usava, eu me lancei contra Giorgo, mesmo estando com a gravidez bastante avançada. Foi assim que consegui usar meu próprio corpo para protegê-lo da explosão. Na minha vida anterior, eu havia apertado o botão. Fábio abandonou Reina às pressas e foi correndo ao local do atentado para salvar a vida de Giorgo. Graças a essa contribuição, ele foi promovido ao cargo de sottocapo. Mas Reina enlouqueceu de raiva por Fábio tê-la deixado antes do fim do evento. Movida apenas pelo ressentimento, ela atravessou a rodovia de forma imprudente e acabou sendo atropelada, morrendo no local. Embora Fábio não tivesse dito uma única palavra, ele escolheu me enviar para uma casa de leilões subterrânea exatamente no dia em que eu entrei em trabalho de parto. — O Don tinha vários soldados para protegê-lo! Por que você me obrigou a voltar naquele momento? — Ele me encarou com frieza, e sua voz estava carregada de desprezo. — Não foi só porque você queria a glória de ser a esposa do sottocapo? Se não fosse por você, Reina não teria morrido! — Ele continuou, sem qualquer piedade, os olhos cheios de ódio. — Você vai sofrer mil vezes mais do que ela sofreu! Eu só pude assistir enquanto os convidados faziam lances, um por um, pelos meus órgãos. Nem mesmo o cordão umbilical do meu recém-nascido foi poupado do leilão. No fim, eu morri de uma infecção causada durante a remoção dos meus órgãos. Quando abri os olhos novamente, eu já havia retornado ao dia em que Giorgo foi emboscado.
Short Story · Máfia
2.2K viewsCompleted
Read
Add to library
Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

No momento do terremoto, meu marido, capitão da equipe de resgate, me deixou para trás e correu para salvar a mulher que amava, Luna Soares. Eu não o impedi. Apenas deixei que ele fosse. Tudo porque, na minha vida passada, diante da mesma escolha, ele me resgatou primeiro, eu, grávida de oito meses. E Luna, por causa do atraso no socorro, foi soterrada nos escombros durante uma réplica e morreu asfixiada. Mais tarde, no dia em que fui dar à luz, ele me levou até o túmulo dela. Assistiu friamente enquanto eu desabava no chão de tanta dor, implorando ajuda. — Talita, está doendo? A dor que a Luna sentiu debaixo dos escombros foi mil vezes pior! Olhei, incrédula, para o homem enlouquecido à minha frente. — No dia do terremoto você estava numa zona segura! Se não tivesse usado a gravidez como chantagem, Luna teria tido a chance de ser salva! — Todo o sofrimento da Luna… eu quero que você sinta com seu próprio corpo! Ele me forçou a ajoelhar e bater a cabeça diante da foto da Luna, enquanto o sangue escorria por entre minhas pernas. Acabei morrendo de hemorragia durante o parto. Quando abri os olhos novamente, era o mesmo dia do terremoto. Desta vez, nem eu nem meu filho vamos esperar por ele.
Read
Add to library
PREV
1
...
2728293031
...
43
SCAN CODE TO READ ON APP
DMCA.com Protection Status