Virgem para o mafioso
O sangue espirrou, quente e espesso, pintando a parede de vermelho.
Puxei Sofia das garras dele, seu corpo pequeno e trêmulo em meus braços. Ela cheirava a baunilha e morango e a medo. Tirei do bolso meu anel, um soco inglês de aço frio, e parti para cima de Abdias. Queria sangue. Ele havia mexido com minha menina, e pagaria o preço. Ele tentou revidar, um golpe desajeitado que eu desviei com facilidade. Soquei seu rosto sem piedade, sentindo o impacto dos meus punhos, o som dos ossos quebrando sob a força do meu golpe. O cheiro metálico de sangue, o som de ossos triturados, a sensação de poder absoluto… se tinha algo que eu dominava, era a arte de socar. Não à toa fui campeão mundial de box