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Ya que No me Quieres, Entonces Adiós

Ya que No me Quieres, Entonces Adiós

La novena ceremonia de unión entre el Rey Alfa, Thorne Ravencrest, y yo, finalmente ha llegado. Sin embargo, una vez más, no logré convertirme en su Reina Luna. No porque él rompiera su promesa, sino porque no estoy lo suficientemente calificada. Los Ancianos dejaron muy claro que, cada Reina Luna reconocida por la Diosa de la Luna, a lo largo de la historia debe cultivar 365 Flores de Luz de Luna, utilizando su propia esencia de sangre. Pero cada año, en la víspera de la ceremonia, sin importar cuánto cuidado tenga, siempre falta una flor. Este año, casi me desangré por completo y apenas logré cultivar el número correcto. Extasiada, voy a buscar a Thorne, queriendo sorprenderlo. A través de la puerta entreabierta de la sala del trono, escucho a su Beta decirle: —Rey Alfa, Sera lo ha estado esperando por ocho años. ¿Alguna vez se unirá a ella? Thorne sacude la cabeza. —Le prometí a Willow que este año tampoco podemos unirnos. Su Beta vacila. —¿Y si Sera realmente logra cultivar suficientes Flores de Luz de Luna? Thorne se queda en silencio por un momento y luego aplaude. Un lobo de las sombras aparece y se funde en la oscuridad. Poco después, el lobo regresa con una Flor de Luz de Luna entre sus mandíbulas. Él desgarra la flor hasta hacerla trizas y deja escapar un suspiro. —Sera tiene sangre de sobra. Olvida un año; ella podría seguir cultivando flores por otros diez años y estar bien. Pero Willow ha sido envenenada con acónito. Soy todo lo que le queda, y ella me quiere a su lado en sus últimos días. No soporto rechazar a Willow, lo que significa que Sera simplemente tendrá que esperar un poco más. Me muerdo el labio con fuerza, apenas capaz de creer lo que escucho. Así que las Flores de Luz de Luna que desaparecían misteriosamente siempre fueron destruidas por él. Convertirme en Reina Luna ha sido mi sueño desde la infancia. Pero si él nunca tuvo la intención de unirse a mí, entonces es hora de que lo deje.
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Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
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