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Roubaram o Intercâmbio da Minha Irmã, Eu Me Revelei

Roubaram o Intercâmbio da Minha Irmã, Eu Me Revelei

Eu estava no meio de uma conferência internacional quando o telefone da Helena tocou. Do outro lado da linha, ela chorava: — Mana, roubaram a minha vaga de intercâmbio... Fui direto para a escola. Encontrei minha irmã encurralada no canto do gabinete, com os olhos cheios de lágrimas. Uma garota de cabelo rosa, maquiagem carregada, apontava o dedo para ela com arrogância: — Vai competir comigo? Eu sou filha da Família Almeida de São Paulo! Meu pai acabou de doar um prédio inteiro de laboratórios para a escola! Quem é você na fila do pão? Até o professor Ricardo entrou na conversa: — Clara, a Cecília é filha da Família Almeida. Seja sensata e não traga problemas para todos nós. Eu já ia retrucar, mas o título "filha da Família Almeida" me fez parar. Família Almeida de São Paulo? Desde quando meu pai tinha outra filha além de mim e da Helena? Na hora liguei para ele e falei, com sorriso frio: — Pai, desde quando você tem outra filha fora do casamento?
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A Vingança Contra as Mães Ingratas

A Vingança Contra as Mães Ingratas

Eu fui linchada na internet pelas minhas próprias funcionárias que eram mães. Elas começaram a espalhar que a creche gratuita da empresa, feita especialmente para os filhos delas, era na verdade uma "prisão de crianças", um truque cruel para forçar horas extras. O que elas não sabiam era que aquela creche foi o meu projeto mais caro e mais amado: eu importei equipamentos de ponta, contratei professores de fora do país, montei uma estrutura em que cada criança custava, em média, oito mil reais por mês. Ainda assim, a internet inteira caiu matando em cima de mim, me chamando de palhaça, de hipócrita, de capitalista nojenta. Foi aí que eu perdi a paciência e soltei um comunicado interno para todos os funcionários: [Para atender ao desejo de autonomia das famílias na criação dos filhos, a empresa decidiu encerrar o serviço de creche gratuita. A partir de hoje, será substituído por um auxílio‑creche: funcionários que se encaixarem nos critérios receberão 200 reais por mês.] Bastou o aviso ser enviado para o caos começar. As mesmas mães que me xingavam estão agora em massa na porta da minha sala, implorando para eu não fechar a creche.
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Viuda Dos Veces: Renací Lejos de Él

Viuda Dos Veces: Renací Lejos de Él

Aunque sabía que mi esposo, Luis Ramírez, había fingido su muerte y estaba suplantando la identidad de su hermano gemelo menor, Martín Ramírez, no lo desenmascaré. En vez de eso, fui directamente ante la máxima autoridad militar de la región, Sergio Montoya, y le dije que Luis estaba muerto. Le pedí que lo dieran de baja del ejército y que le retiraran el grado. En mi vida pasada, Martín murió en un accidente. Y Luis, sin dudarlo, fingió su propia muerte y abandonó su puesto en el ejército para hacerse pasar por Martín, todo para que Gina Espíndola no quedara viuda. Yo lo reconocí al instante. Sabía que era Luis. Lo enfrenté y le exigí que me dijera por qué se estaba haciendo pasar por Martín. Pero lo negó hasta el final. Me hizo a un lado con frialdad: —Mayra, sé que estás hecha pedazos por la muerte de Luis, pero eso no te da derecho a venir a decir que yo soy él. Sostuvo a Gina, débil y frágil como si fuera de cristal, y a mí me empujó al río helado. Me lo dejó claro: que ni se me ocurriera hacerme ilusiones. Mi hija, Perla Ramírez, con apenas cinco años, lloraba y preguntaba: —¿Por qué papá ya no me quiere? Y por eso la encerraron en un cuarto oscuro "para que aprendiera". Tres días y tres noches sin probar bocado. La madre de Luis, Almeida Vargas, me colmó de insultos, diciendo que yo era una matamaridos, un mal augurio. Nos echó a Perla y a mí con lo puesto, sin un centavo. Y Luis todavía se encargó de esparcir el rumor por todas partes: que yo estaba loca, que Luis apenas acababa de morir y yo ya andaba obsesionada con Martín. Todos me despreciaron. Me señalaron. Me miraban con asco. Al final, abracé a Perla y morimos congeladas en la peor helada del invierno. *** Cuando abrí los ojos de nuevo, había vuelto al día en que Luis empezó a hacerse pasar por Martín.
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PERFECTLY IMPERFECT

PERFECTLY IMPERFECT

We're all broken, all beautifully Imperfect. They say these would be the best days of our lives but does that mean it could be the worst too? For a typical Nigerian teenager, secondary school days, especially the senior years are supposed to be the best, endless fun, happy memories, hangouts, friendship and even first loves but for Kunmi, a girl who suffers extreme low self esteem due to bodyshaming, she just wants to remain unseen for the rest of her secondary school days. A friendship with the queen bee of her school leads her to other group of teenagers, especially Adam, the pretty boy with the golden smile and for the first time, she felt she could truly belong somewhere but then, all is not the what it seems with the group of teenagers as some of them have even bigger demons and secrets, secrets that'd mar them forever. Follow these teenagers on their journey to self love, self discovery admist secondary school drama, set ups, make ups and well, brain bursting twists.
Romance
104.5K viewsCompleted
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Love for Haphephobia

Love for Haphephobia

R nana
"Ya! Aku mencintai bintang. Putra anda. Tapi anda akan menikah dengan ibu saya, jadi saya tak berhak memupuk cinta ini lagi." Arkania Lintang Jagat membuat drama untuk menggagalkan pernikahan ke tiga ibunya. Namun, drama yang ia mulai justru menjeratnya dalam hubungan cinta yang rumit. Sang Ibu yang mengetahui putri semata wayangnya mengidap Haphephobia pun meminta sebuah pembuktian atas pernyataannya. Dengan nekatnya Lintang mengecup bibir Bintang di hadapan semua orang. Ishan, mantan kekasih yang dulu ia campakkan turut menyaksikan sandiwara yang Lintang buat. Melihat gadis yang masih bertahta di hatinya mengecup bibir sepupu sekaligus saudara angkatnya membuatnya bertekad untuk merebutnya kembali, walau kenyataannya Ishan pernah di campakkan.
Romansa
103.1K viewsOngoing
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Não Sou Guardiã do Meu Irmão

Não Sou Guardiã do Meu Irmão

Quando eu estava prestes a sair do restaurante do meu irmão, a gerente me parou. — Senhorita, desculpe, mas a senhora não pagou a conta. Olhei para o rosto desconhecido e pensei que ela provavelmente era nova e não me reconhecia, então expliquei educadamente: — Coloque na conta do dono. Ele me conhece. A gerente me lançou um olhar de desdém. — Senhorita, este é um restaurante três estrelas Michelin. Não deixamos qualquer um fazer fiado. Ela me entregou uma conta impressa. Dei uma olhada. Cinquenta mil dólares por uma refeição. Três mil pela manutenção da louça, cinco mil pela purificação exclusiva do ar, dez mil por uma taxa de serviço VIP de "práticas relaxantes" e uma porção de outras cobranças absurdas. Eu nem sabia que o restaurante do meu irmão era um golpe desses. Não pude deixar de rir, incrédula. — Eu sou a irmã do dono. Se houver algum problema, diga a ele para falar comigo em casa. Mas ela simplesmente não desistia. — Se não pode pagar, pare de fingir que pode. E não finja que conhece o senhor White também. Mandei uma mensagem rápida para minha secretária: [Diga ao meu irmão para demitir essa gerente ou eu retiro meu investimento.]
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El día que todo cambió: renacer antes del bungee

El día que todo cambió: renacer antes del bungee

Yo estaba embarazada de ocho meses. Pero cuando mi esposo, Mateo Díaz, me obligó a acompañar a su amiga de infancia, Clara Vegas, a hacer bungee, no me quejé ni protesté. Simplemente asentí. Todo porque, en mi vida pasada, Clara no estaba contenta. Para animarla, Mateo le ofreció cumplirle un deseo. Clara le confesó que su mayor anhelo era que alguien la acompañara a saltar en bungee. Mateo, que le tenía pánico a las alturas, inmediatamente me pidió que yo la acompañara. Me negué en el acto, alegando mi embarazo. Clara, al ser rechazada, se entristeció y terminó yendo a un bar para ahogar sus penas. Allí, alguien le puso algo en la bebida y fue violada. Después, devastada por el dolor, le dejó una nota de suicidio a Mateo: “Si ese día no hubiera ido al bar, ¿todo habría sido diferente?” Al leer la nota, Mateo me agarró del cuello: —¿Por qué no accediste a acompañar a Clara? ¿Acaso habrías muerto si lo hacías? Finalmente, Mateo me estranguló hasta la muerte, y el niño que llevaba en mi vientre se fue conmigo. Al abrir los ojos de nuevo, había vuelto al día en que Mateo me pidió que acompañara a Clara a hacer bungee...
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Mein Sohn ist nicht schuldig

Mein Sohn ist nicht schuldig

Ich war genau auf eine einzige Party in meiner neuen, wohlhabenden Nachbarschaft gegangen. Danach verklagte mich meine Nachbarin Brenda. Vor Gericht hielt sie ihre Tochter Tiffany im Arm – voller blauer Flecken, gezeichnet und übel zugerichtet. Sie beschuldigte meinen Sohn, sie vergewaltigt zu haben. Mitten in der Anhörung zog Tiffany ihren Kragen herunter. Rote Striemen legten sich wie ein Ring um ihren Hals. „Er hat versucht, mir die Hose runterzureißen“, schluchzte sie. „Er wollte sich an mir vergreifen. Ich habe mich gewehrt. Also hat er mich geschlagen. Er hat mein Gesicht ruiniert!“ Draußen vor dem Gerichtsgebäude hielten Demonstranten Schilder hoch und beschimpften meinen Sohn als Abschaum – ein verzogenes, reiches Bengel. Im Internet ging ein gephotoshoptes Trauerbild von mir viral. Darunter stand: Die unfähige Mutter soll zusammen mit ihrem Sohn sterben. Der Aktienkurs meines Unternehmens stürzte ab. Aber ich saß einfach nur da. Steinern. Ausdruckslos. Dann verlangte ich, dass man meinen Sohn Cooper hereinbringen solle. Die Türen des Gerichtssaals öffneten sich. Cooper trat ein. Alle erstarrten.
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Mein Tod treibt meine drei Brüder in den Wahnsinn

Mein Tod treibt meine drei Brüder in den Wahnsinn

Meine Stiefschwester schob mir die Schuld für ihre Allergie in die Schuhe. Also sperrten mich meine drei Brüder in einen engen, stickigen Keller und verriegelten die Tür mit einer Kette. Ich schlug mit aller Kraft gegen die Kellertür und flehte sie an, mich rauszulassen. Der älteste Bruder, ein erfolgreicher Geschäftsmann, funkelte mich nur kalt an, bevor er ging: „Du schikanierst Lilli sonst schon genug! Und lässt du sie noch absichtlich Meeresfrüchte essen, obwohl du genau weißt, dass sie allergisch ist? Willst du sie umbringen? Denk hier drinnen gut darüber nach, was du getan hast! ” Der zweite Bruder, inzwischen ein berühmter Sänger, und der dritte, ein genialer Maler, spotteten nur: „So böse wie du bist, tust du auch noch so, als wärst du unschuldig. Bleib schön hier drin und leid ein bisschen! “ Dann nahmen sie die zitternde Lilli in den Arm und fuhren mit ihr ins Krankenhaus. Die Luft wurde immer knapper, jeder Atemzug tat weh. Ich spüre, wie mir langsam schwarz vor Augen wird. Irgendwann blieb mir keine Luft mehr – und ich starb dort unten. Drei Tage später kamen meine Brüder mit Lilli aus dem Krankenhaus zurück. Da dachten sie plötzlich wieder an mich. Aber da war ich längst tot–erstickt in diesem engen Keller.
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La Falsa Susurradora de Cadáveres

La Falsa Susurradora de Cadáveres

Tras presentar mi solicitud para dejar el cargo de jefa de Medicina Forense y pedir el traslado a un puesto administrativo, en la comisaría a todos se les iluminó la cara. Sonrisas por todas partes. Aprobación unánime. Solo Olivia Montoya, la nueva forense… la "mejor amiga de la infancia" de mi novio, se vino abajo. La que se hace llamar la "Susurradora de Cadáveres". Entró hecha una fiera, me agarró con fuerza de la bata y, con los ojos enrojecidos, soltó: —Aunque tu técnica ya está pasada de moda, de verdad espero que te quedes. ¡Que sigas dándoles voz a las víctimas! Le aparté la mano con frialdad, recogí mis cosas y me di la vuelta para irme. Porque en mi vida pasada, ella se presentaba igual: decía que podía oír los susurros de los muertos y saber lo que habían vivido antes de morir. Yo me mataba trabajando: autopsia tras autopsia, revisando una y otra vez, redactando informes de autopsia con cada detalle. Ella, en cambio, solo necesitaba echarle un vistazo al cadáver… y podía recitar mi informe palabra por palabra, sin equivocarse ni una coma. Las familias de las víctimas la veneraban como si fuera un milagro andante. A mí me miraban con desprecio. Decían que yo profanaba al difunto, que no lo respetaba. No lo acepté. Me negué a rendirme. Me dejaba la vida en cada autopsia… pero ella siempre se me adelantaba, escupiendo toda la verdad como si ya la tuviera en la palma de la mano. Hasta que una familia, llevada al límite, me odió por ultrajar a su difunto. Me secuestraron. Me descuartizaron. Y me abandonaron en un baldío. Cuando volví a abrir los ojos… Había renacido justo el día en que Olivia anunció, por primera vez, que era la "Susurradora de Cadáveres".
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