เข้าสู่ระบบ— Dr. , o senhor é um especialista em análise de água, mas vamos falar sobre o procedimento de coleta para uso judicial. Existe uma regra muito rígida sobre quem toca no material, desde a coleta até o laboratório. Correto?
— Absolutamente — respondeu o Dr. Ferries.— Ok. Então, a amostra deve ser selada imediatamente, rotulada e entregue ao laboratório dentro de, no máximo, quatro horas, mantida a uma temperatura apropriada. Além disso, a pessoa que coletou não pode ser aAquele abraço final selou a minha despedida da minha vida real, da paz e da liberdade. No dia seguinte, eu cruzaria as portas daquela cobertura não como uma mulher livre, mas como a prisioneira e a esposa de Dominic Stone.Embora eu tenha conseguido inventar a história perfeita para acalmar a Charlie, eu sabia que minha melhor amiga continuava com um pé atrás. Ela podia ter aceitado a minha decisão por respeito, mas o olhar desconfiado dela ao me ver colocar as roupas na mala dizia tudo. Ainda assim, passamos o sábado juntas entre risadas nostálgicas e o aperto invisível daquela despedida disfarçada.No domingo à tarde, o toque sutil da campainha anunciou que o motorista de Dominic havia chegado. O carro de luxo esperava na rua, e o trajeto até a imponente cobertura no topo do edifício foi feito em um silêncio sepulcral que parecia antecipar o peso dos meus próximos dois anos.Quando subi pelo elevador privativo e bati à porta, fui recebida por uma senhora, de cabelos grisalhos perfei
Estela Anderson Fechei a porta do apartamento com um clique suave, encostando as costas nela como se a própria madeira fosse a única coisa que me impedia de desabar. O ar faltou nos meus pulmões enquanto meu cérebro tentava, em vão, rebobinar as últimas horas e aceitar a armadilha intransponível em que eu havia caído. “Como fui tão estúpida a ponto de assinar sem ler?” — Amiga, e aí? O que eles queriam com você? Algum problema de última hora com o caso? — a voz de Charlie ecoou vinda da cozinha, logo seguida pelo som de passos apressados. Endireitei os ombros, forçando minhas pernas a funcionarem, e caminhei até a sala. — Não, com o caso está tudo certo. O processo foi encerrado. A questão é outra — respondi, tentando manter a voz firme. Charlie parou no meio do caminho, os olhos analíticos examinando o meu rosto. Ela franziu o cenho. — O que é então? Por qu
“Estela Anderson” No instante seguinte, ele agiu com uma rapidez brutal. Dominic se inclinou e pressionou sua boca contra a minha em um beijo forte e violento. Não havia um pingo de paixão ali, era a pura e crua afirmação de domínio. Ao mesmo tempo, ele soltou as mãos da parede e segurou meus braços, apertando-os contra a parede, prensando meu corpo inteiro contra a superfície. O ato foi rápido, forçado e autoritário, uma declaração física incontestável de que eu já era, de fato, sua prisioneira. O perfume amadeirado dele invadiu meus sentidos de forma sufocante, e o choque daquela invasão me deixou momentaneamente paralisada. Ele se afastou apenas o suficiente para quebrar o contato dos lábios, mas manteve a pressão pesada de seu corpo contra o meu e meus braços rigidamente presos. Ele desviou os olhos apenas para fixar o ol
Estela olhou ao redor, os olhos correndo pelas paredes de vidro do escritório buscando desesperadamente uma rota de fuga para aquele pesadelo que ela mesma ajudou a desenhar com sua assinatura imprudente. — Por que você não contrata uma profissional então?! — disparou ela, o peito subindo e descendo com força. — Uma atriz, uma modelo, sei lá! Ofereça um bom pagamento e elas vão aceitar na hora! Não é infinitamente mais fácil do que obrigar uma mulher a se casar com você?! Sorri. Um sorriso fatal, carregado de todo o peso do meu ego e da certeza absoluta do meu controle. — Mas aí, qual seria a graça? — disse eu, finalmente me levantando da cadeira e contornando a mesa com passos lentos na direção dela. — Tê-la na minha vida, na minha cama, carregando o meu sobrenome e me devendo absolutamente tudo... Isso não tem preço. “É o triunfo perfeito.” Tomada por uma fúria ardente que parecia emanar de cada poro do seu corpo, vi as lágrimas de raiva transbordarem dos olhos dela. Em um ataqu
“Dominic Stone” — Isso... isso é uma certidão de casamento e um contrato matrimonial... — a voz dela falha, um sussurro preso na garganta. Ela ergue os olhos para mim, em puro choque. — Você... Eu posso anular isso agora mesmo, posso pedir o divórcio! Solto uma risada baixa, encostando as costas na cadeira e cruzando os dedos sobre o abdômen. A ingenuidade dela me diverte. — Você pode tentar, é claro — digo, com desdém. — Mas é aí que entra o segundo envelope. Pego o outro envelope pardo e o jogo sobre o documento de casamento. — Abra. Com as mãos tremendo visivelmente, Estela puxa as folhas do segundo contrato. À medida que lê as cláusulas de penalidade, o acordo de cessão de direitos e a dívida astronômica que recairá sobre ela caso quebre o compromisso matrimonial antes do prazo de dois anos, o pânico absoluto se instala em suas feições. — Um contrato de mu-lta de sepa-ração — ela gagueja, a voz completamente desestruturada. — Se eu pedir o divórcio antes de dois an
“Dominic Stone” Apertei o pulso de Estela com a firmeza necessária para mantê-la no lugar, sentindo sob a ponta dos meus dedos o ritmo acelerado de sua pulsação. Ela tentou puxar o braço, erguendo o queixo e me encarando com aquela petulância que começava a testar os meus limites. ”Como essa mulher pode ser tão idiota com esse falso orgulho? A ponto de achar que tinha o luxo de recusar uma oferta dessas?” A audácia dela ao virar as costas para mim e caminhar em direção à porta fez meu sangue ferver. Estela é uma advogada eficiente, sim, mas ela não é ninguém para me desafiar dessa forma. Ela deveria estar de joelhos, agradecendo pela chance de ouro que eu estava jogando em seu colo. “Ninguém diz não a Dominic Stone.” “Ninguém.” Ver sua recusa não me fez recuar, pelo contrário, apenas selou o destino dela. A ambição de Estela tinha um limite claro: ela estav







