เข้าสู่ระบบO convite chegou através do meu contato na Hartwell, enfiado num e-mail sobre um detalhe de contrato não relacionado, quase uma reflexão tardia.*Também.....o Gala do Fundo Infantil Whitmore é neste sábado. Vários dos nossos clientes principais estarão lá, e seria uma boa oportunidade para você ser vista enquanto estiver na cidade. Reservamos uma mesa e adoraríamos que você se juntasse, mais um, ou mais se quiser trazer a família.*Li duas vezes na minha mesa na suíte do hotel, algo frio se movendo por mim antes mesmo de processar por completo o porquê.O Gala Whitmore. Eu conhecia aquele nome. Conhecia há anos, muito antes de deixar esta cidade, na época em que era simplesmente um de uma dúzia de eventos de caridade que os Cranes frequentavam a cada temporada, o tipo de coisa que Jason costumava mencionar de passagem do jeito que outras pessoas mencionavam consultas no dentista, obrigatório e sem nada de especial.Fiquei com o e-mail por um longo tempo, meu café esfriando ao meu lado
A sala de conferências ficava no trigésimo segundo andar de um prédio em que Daxton não entrara até aquela manhã, de paredes de vidro, uma vista que fazia a cidade inteira parecer manejável, ordenada, nada como a coisa emaranhada e respirante que realmente era.Ele chegou dez minutos adiantado, do jeito que sempre fazia, a pasta do laptop no ombro, uma pasta de anotações que revisara no voo ainda fresca na mente. Este era o negócio dele, a expansão da empresa dele, uma parceria de logística e infraestrutura que nada tinha a ver com o trabalho de contrato de Serenity a alguns quarteirões dali. Prédio diferente. Firma completamente diferente.Ficou junto à janela por um momento antes que qualquer outra pessoa chegasse, olhando o horizonte, e se permitiu sentir, brevemente, a satisfação particular de ter construído algo real o bastante para precisar de uma sala como aquela. Muitos anos atrás ele conduzia reuniões a partir de uma mesa compartilhada num espaço de co-working, dividindo uma
O avião pousou um pouco depois das duas da tarde. Senti as rodas tocarem o chão com um solavanco que passou direto pelo meu peito.Rowan ficara grudado na janela durante toda a descida, falando animadamente sobre tudo o que conseguia ver. Era o tipo de comentário ininterrupto que só uma criança de cinco anos conseguia manter.“Olha como os carros são pequenos! Olha, mamãe! Parecem brinquedos.”“Eu vejo,” eu disse, olhando o horizonte de prédios abaixo de nós. A vista era familiar, mas mesmo depois de cinco anos ainda apertava meu estômago.Daxton estendeu a mão e apertou suavemente meu joelho.“Você está bem?” perguntou em voz baixa.“Estou bem,” eu disse, e quis dizer isso, em grande parte.Passamos pelo terminal sem nenhum problema. Rowan estava cheio de excitação, maravilhado com as multidões enormes, o barulho e o tamanho de tudo. Esta era a mesma cidade que um dia me engolira por completo, mas agora, pelos olhos do meu filho, parecia nada mais do que um lugar cheio de maravilha.
O telefone tocou duas vezes antes que ele atendesse.“Sra. Crane.” A voz de Aldric Voss carregava a usual neutralidade cuidadosa, um homem que construíra uma carreira inteira em nunca soar surpreso com qualquer coisa que um cliente lhe pedisse.“Você disse que algo mais direto era possível,” disse Cordelia, pulando qualquer saudação própria. “Quero entender exatamente o que isso significa antes de decidir qualquer coisa.”“Pode significar várias coisas,” disse Aldric. “Por enquanto, simplesmente significa manter um olhar atento sobre ela enquanto estiver na cidade.....saber aonde ela vai, com quem se encontra e quanto tempo permanece. Também pode significar organizar secretamente um encontro com alguém, quer ela saiba disso ou não.”“Não quero nenhum contato,” disse Cordelia. “Ainda não. Quero informação primeiro. Preciso saber o que ela está fazendo na minha cidade, com quem está trabalhando e se há alguma chance de ela acabar perto da minha família, mesmo que nenhum de nós pretenda
Cordelia leu o e-mail pela terceira vez antes de pousar o telefone.A irmã da sua nora foi confirmada num voo para Nova York na semana que vem. A frase ficava ali na tela com o peso particular e clínico de algo que fora inevitável por muito tempo e simplesmente, finalmente, chegara.Ela se levantou e atravessou até a gaveta trancada no escritório, aquela que não abria há meses, e ficou ali com a mão repousando sobre o puxador de latão por um longo momento antes de realmente girar a pequena chave.A fotografia estava exatamente onde ela a deixara. Uma mulher atravessando a rua com um menino pequeno no colo, os dois rindo de algo fora do enquadramento. O menino crescera, ela sabia, nos anos desde que aquela foto fora tirada. Ele teria seis anos agora, não o bebê capturado ali, o rosto dele sem dúvida afiado em algo ainda mais inconfundivelmente familiar.Ela sentou-se com a fotografia no colo e permitiu-se, pela primeira vez em cinco anos, realmente pensar no que pretendia fazer com ela
Cinco anos era muito tempo para guardar um segredo, mesmo para uma mulher que construíra a vida inteira em torno da disciplina da paciência.Cordelia sentava-se em frente a Sloane na longa mesa de jantar, a equipe já tendo recolhido mais um jantar quieto e forçado, e estudava a nora por cima da borda da taça de vinho.Sloane parecia mais magra do que costumava, o tipo particular de magreza que vinha da exaustão e não da vaidade, olheiras que aprendera a disfarçar com maestria sob maquiagem cuidadosa, embora nada escondesse por completo a qualidade oca que se instalara nela ao longo dos anos.“Como foi a consulta,” perguntou Cordelia, a mesma pergunta que fazia, de uma forma ou de outra, há cinco anos.“Igual a todas as outras,” disse Sloane, sem mais se dar ao trabalho de disfarçar a exaustão na voz, não com Cordelia, não depois de tanto tempo. “Eles não sabem o porquê. Já fizeram todos os exames. Não há nada de errado, tecnicamente. Simplesmente não acontece.”“Os médicos dizem isso,







