เข้าสู่ระบบDiana Prince.Eu passei a noite inteira acordada, não por causa dos tiros, nem por causa da emboscada, nem mesmo pela imagem daquela fotografia que mostrava que alguém vinha me observando havia muito mais tempo do que eu imaginava.Eu não conseguia dormir por causa de uma única palavra.Viva.Minha mãe estava viva.Depois de meses acreditando que Mônica Gallagher tinha desaparecido para sempre, depois de descobrir mensagens, transferências bancárias e documentos que provaram que ela havia participado da minha condenação...Agora eu sabia que ela estava viva.E precisava encontrá-la.Pete tinha sido contra.— Diana, pode ser uma armadilha.— Eu sei.— Eles podem estar usando sua mãe para chegar até você.— Eu sei.— Então você entende por que não pode simplesmente sair daqui.Olhei para ele.— Pete, eu passei anos sendo impedida de descobrir a verdade.Ele ficou em silêncio.— Agora que minha mãe está viva, eu não vou esperar outra pessoa decidir quando eu posso fazer perguntas.Pete r
Diana Prince. Flashback on: O primeiro tiro pareceu distante. Quase irreal. Um estampido seco no meio da estrada. Depois veio o segundo. Mais próximo. O vidro do carro explodiu ao nosso lado. — Abaixe-se! — Pete gritou. Ele me puxou pela cintura e me colocou atrás do veículo, meu coração disparava tão forte que eu mal conseguia ouvir qualquer outra coisa. Gritos. Portas batendo. Passos correndo pelo asfalto. Tiros. O rádio transmitia apenas estática. — Pete... — Fique atrás de mim. Ele segurava a arma com as duas mãos. Nunca tinha visto aquele olhar nele. Não era medo. Era concentração absoluta. — Quantos são? — Não sei. Outro disparo atingiu o capô. Pete se abaixou. — Eles estão usando supressores. — O que isso significa? — Que não querem que ninguém saiba de onde estão atirando. Ele olhou rapidamente para a estrada. — E sabem exatamente onde estamos. Meu estômago apertou. — Por causa do vazamento. — Sim. Então o rádio chiou. — Unidade três... estamo
A Emboscada.Diana Prince.A estrada estava silenciosa demais, depois da nossa conversa, eu tinha uma sensação estranha de paz, não porque os problemas tivessem desaparecido.Mas porque, pela primeira vez, Pete e eu havíamos falado sobre o futuro sem fingir que não existia um.Ele dirigia, eu observava a chuva fina escorrendo pelo vidro, o carro da equipe do FBI seguia atrás de nós.Tudo parecia sob controle, até Pete olhar para o retrovisor.— Alguma coisa errada.Franzi a testa.— O quê?— O segundo carro mudou de posição.Olhei para trás.O veículo do FBI estava alguns metros mais distante.— Talvez tenha sido o trânsito.— Não.A voz dele ficou séria.— Eles não fariam isso.Pegou o rádio.— Unidade dois, situação?Nenhuma resposta.Pete tentou novamente.— Unidade dois, responda.Silêncio.Meu coração começou a acelerar.— Pete...— Fique calma.Ele acelerou.— O que está acontecendo?— Perdi contato com a equipe.Olhei para trás novamente.O carro ainda estava lá.Mas havia algo
Diana Prince. A estrada parecia não ter fim. As árvores passavam pela janela como sombras compridas, enquanto o céu cinzento ameaçava chuva. O carro do FBI seguia alguns quilômetros atrás de nós, mantendo distância suficiente para não chamar atenção. Pete dirigia em silêncio. Eu observava a paisagem. Depois de tudo que havia acontecido nos últimos dias, aquele silêncio deveria ser confortável. Mas não era, havia perguntas demais dentro de mim, perguntas sobre Rebecca, sobre minha mãe, sobre Victor e sobre Gleen. Sobre a minha liberdade e, principalmente, sobre o que aconteceria quando tudo aquilo terminasse. Se terminasse. — Você já pensou no que vai fazer quando isso acabar? — perguntei. Pete manteve os olhos na estrada. — Com a investigação? — Com tudo. Ele demorou a responder. — Todo dia. Olhei para ele. — E? — E nunca consigo chegar a uma resposta. — Por quê? — Porque eu não sei onde você estará. Meu coração apertou. Fiquei olhando para ele. — Você está dizen
Diana Prince Na manhã seguinte, eu descobri que uma pessoa não precisava apontar uma arma para destruir sua vida.Às vezes, bastava um telefone.Uma assinatura.Um cheque.Ou alguém importante disposto a acreditar na mentira certa.O primeiro sinal veio às sete e quarenta e três da manhã.Meu telefone não parava de vibrar.Notificações.Mensagens.E-mails.Quando finalmente criei coragem para abrir uma delas, senti meu estômago afundar.“Diana Gallagher volta a ser investigada por possível violação da condicional.”Li a manchete duas vezes.Depois uma terceira.— Não...Pete apareceu atrás de mim.— O que aconteceu?Entreguei o telefone.Ele leu.Sua expressão endureceu.— Isso foi rápido demais.— Eles estão fazendo parecer que eu fui pega com drogas.— Não foram encontradas drogas com você.— Mas encontraram no meu carro.— E nós sabemos como chegaram lá.— O público não sabe.Pete ficou em silêncio.Essa era a questão.Não importava mais o que era verdade.Importava o que as pesso
Diana Prince. Eu ainda estava olhando para a fotografia de Pete quando ouvi três batidas na porta. Não eram fortes, eram precisas. Três batidas. Pete imediatamente guardou a arma. — Fique aqui. Meu coração disparou. Os agentes do lado de fora deveriam ter avisado antes de qualquer pessoa se aproximar, Pete abriu a porta apenas alguns centímetros. Um agente do FBI mostrou a identificação. — Precisamos falar com Diana. Pete abriu. O homem entrou com uma expressão séria. — O que aconteceu? — perguntei. Ele segurava um envelope plástico transparente. — Encontramos isso no seu carro. Meu corpo inteiro ficou tenso. — No meu carro? — Estava escondido embaixo do banco do motorista. Ele colocou o envelope sobre a mesa. Dentro havia um pequeno pacote. Pete ficou olhando. — Não toque. O agente abriu o envelope com luvas. Dentro havia um celular descartável. E um saquinho contendo comprimidos. Meu coração afundou. — Isso não é meu. — Sabemos. — Então por que está no me







