เข้าสู่ระบบAaron Duckworth.
Ajusto a gravata borboleta ao meu gosto, minha cabeça trabalha em mil possibilidades que erros que Sabrina possa cometer em somente uma noite e como posso evitá-los.-Armado?-Não, Gustavo. Você está me vigiando?Afivelo o cinto ao som das risadas extremamente escandalosa do meu suposto primo do outro lado da linha telefônica.-Não! Aliás, minha querida amiga já está pronta? Sabia que nas baladas...-Te perguntei alguma coisa?- O interrompo e o mesmo se cala. -Não quero detalhes do histórico dela, o seu passo não importa e a de quem ousar a tocar no assunto novamente.Até porque eu já sei.Eu sei dos históricos da loira em relação à baladas, fetas privadas, saidinhas e muito mais. Nao que ninguém me lembre de nada.Finalizo meu cabelo os penteando para trás com ajuda de um gel fixador.Por falar em pentear, aquela garota não me devolveu a escova.Sabrina...-Gustavo?-Você quem manda patrão.-Mande aquela mulher rebelde vim aqui, agora.Fixo o meu olhar no espelho a minha frente, não consigo evitar que um maldito sorriso perverso escape.-Ela dorme quase ao seu lado.- ele fala como se fosse algo importante, e eu ligo?-É uma ordem.Pego o aparelho e desligo o pondo encima da bancada.Garota insolente.{.....}Sabrina Becker.Finalizo o batom vinho não conseguindo conter o sorriso e a felicidade de crescia em mim.Eu estou perfeita.-Garota, tu é gata! Não é atoa que Deus fez duas.Dou de ombros portando um imenso sorriso, isso me causará rugas.Meu celular toca em alguma parte do quarto me fazendo sair do banheiro às pressas e ir em busca do aparelho perdido que insisti em tocar.Modo avião urgente.Retiro a almofada branca de cima da cama a jogando no chão. Para a minha surpresa, olha ele lá.-Senhora Duckworth! Saiba que eu fiz reverência aqui.-Acho bom mesmo.- brinco e logo escuto sua risada. -O que quer? Ainda falta alguns minutos para...-Aaron exigiu sua presença, no quarto de vocês.-No quarto dele.- O corrijo. -Ele não poderia simplesmente me chamar?!-Concordo. Isso vai mudar gatinha, enfim o recado está dado, até breve meu amor.Ele desliga o telefone o que me faz encarar o aparelho com o cenho franzido.-Que diabos ele estava falando?-Sussurro para mim mesmo.Gustavo é louco, não sei por que ainda dou ouvidos.Resolvo deixar essas paranóias de lado e caminho até a saída do meu querido quarto.O barulho dos meus saltos 15 é a única coisa audível no momento, tá! Eu escuto o meu coração batendo com força e a adrenalina sendo injetada em minhas veias.Por que eu tô assim mesmo?Dou três toques seguidos na porta até que ela se abre lentamente, seguro a respiração ao arregalar os olhos.-O que houve?- pelos menos, tento falar tranquila. -Saco! Vai me escravizar agora?Aaron sorrir apoiando seu cotovelo sobre o batente da porta fazendo seus músculos dobrarem o tamanho.Céus!Seus olhos não desviam dos meus nem por um segundo, isso é constrangedor! Eu devo está igual à um pimentão.Aí meu senhor.Acho que minha pressão caiu...-Está linda, senhora Duckworth.- ele sussurra voltando a sua posição normal.O analiso de cima abaixo e cruzo os braços a cima dós seios a espera de uma explicação.-Você tá bem? O que quer Aaron?Ele faz berço e ergue os braços e assenti.-Preciso de um curativo e de que me ajude a se vestir.-Eu não sou...- Logo ele me interrompeu.-Porra! Deixa de ser teimosa, só obedeça uma vez na vida sem reclamar garota.Apenas revirei os olhos e ele me deu as costas e começou a andar, o seguir mas para minha surpresa ele parou de andar a minha frente o que fez meu corpo se chocar contra suas costas.Ele virou-se de forma brusca e agarrou meus pulsos segurando abaixo da minha barriga.Ele encarou minhas íris, seus olhos percorriam por todo meu rosto, seu aperto estava se intensificando me fazendo soltar um gemido baixo.-Você tá me machucando seu idiota.-Disse mas ao que parece, entrou por um ouvido e saiu pelo o outro. -Aaron!Seus olhos continha um brilho esquésito aos poucos sua expressão nada agradável foi suavizando, então ele soltou meu braço.Massageei meus pulsos então ele se virou de costas para mim.-Não revire os olhos para mim, Sabrina.- ele diz baixo em tom rígido.Analiso meus pulsos enfrente ao meu rosto, isso ficará vermelho...E também não irá ficar assim.-Vai se ferrar.- digo mentalmente.Ele vai até o banheiro logo voltando com uma pequena caixinha branca com o símbolo +Ele se põe a minha frente me estendendo a caixa.-Só preciso que limpe, o ferimento está quase cicatrizado.-Quase não é certeza, Duckworth.[...]Em uma distração ao ajudar Aaron a vestir o smoking."Sim! Ele praticamente está me escravizando"Notei que tinha algumas marcas em suas costas. Cheguei a questionar mas fui ignorada por esse pedaço de cavalo em forma se gente bonita.Aaron Levi Duckworth é um verdadeiro pecado, músculos, fios negros assim como os olhos.Mas tem um caráter péssimo do que adianta ser um deus grego e ser um tremendo ignorante?-E o Gustavo?-Irá no carro dele.Ele b**e a porta do veículo com força me fazendo estremecer no banco, bufo em protesto.-Ignorante.- resmunguei.-O que disse gatinha?- ele me olha de relance e o dou um sorriso irônico.-Esqueci de por os brincos.Ele olha para minhas orelhas e volto a atenção para a fonte ao meu lado.Havia retocado o batom aproveitando para soltar meus cabelos já que o senhor mandão os bagunçou de propósito.Ele disse que fica melhor solto! Bom, eu não iria gastar 2:00 para refazer um penteado.Não que eu aceite opinião de homens vulgo Aaron, mas não tive opção.-Seu cabelo realmente fica melhor solto.- ele fala sério logo dando a partida.Vem cá, pedi a opinião dele?-Prometa que irá se comportar, sim?-ele me olha de relance e assinto sem desviar a atenção da estrada. -Boa garota.Sou pega de surpresa quando sua mão desliza pelo meu braço, seus dedos circulam meu pulso que é puxado gentilmente até os seus lábios que tocam suavemente a minha pele.-Desculpa por mais cedo...- ele desvia a atenção rapidamente da estrada encarando meus olhos. -Não irá se repetir novamente. Nunca machucaria você, Becker.Ó observei com os olhos cerrados, isso é normal?-Apenas seja obediente e não revire os olhos para mim.Por coincidência ou não, Gustavo se recuperou da bala que atingiu seu peito a três meses atrás, mas infelizmente Verônica escapou, Venture ficou arrasado ao descobrir que a filha estava envolvida em todo esse esquema e que isso a levaria à morte.A vida tinha que continuar, a prova disso? Ester, depois que soube da morte do marido que foi acusado de traição. Ela tomou uma decisão em relávamos a sua vida, iria aproveitar o pingo de vontade da vida que existia em si para conhecer o mundo. Em 3 meses a mulher viajou por toda Europa.As Ferrari? Assim que Kelly soube que Gustavo havia levado um tiro, automaticamente se desesperou e acreditem, assim que Gustavo chegou na Alemanha ela o pediu em casamento. O mais engraçado foi a reação do Duckworth que estava totalmente confuso.-Eu que não deveria ter pedindo você em casamento, Becker?- Ainda confuso, ele questionou.Se ajeitou confortavelmente na cama do hospital sustentando seu melhor sorriso.-Em que época você vive, Gustavo?- Kelly o
Aaron Duckworth.-Fala Elisa.-Eu não acredito que você sequestrou o meu irmão, Duckworth!- Grita exasperada. -Cara! O meu irmão.- Repete.Não contive o sorriso ao imaginar a cara de desespero do Valentin ao ser jogado dentro de um carro escuro recebendo um capuz da mesma cor que impedisse sua visão.Por outro lado eu estava aliviado, tudo isso havia acabado ou aparentemente havia acabado.As palavras daquele homem não havia saido da minha cabeça."Ainda não acabou, Duckworth"Sabrina está em casa! É isso que importa.Ultrapasso o sinal vermelho desviando com sucesso de uma motocicleta.-Ouviu o que eu disse Aaron?-Claro! Eu precisava de um médico para ela.-O meu irmão Aaron?- desdenhou. -Ele estava trêmulo seu louco.Contenho a risada perversa, já tive vontade de fazer coisa bem pior do que um simples e falso sequestro.Um suporte médico muito bem organizado pelo meu pai foi montado em meu quarto para dar suporte a minha loira caso ela precisasse de algo.E eu precisava de um médic
Dimitri voltou para a mansão sustentando o semblante frustrado, alisa os fios loiros para trás enquanto sobe as escadas silenciosamente."-05"Elisa havia feito Clara desmaiar, disse que a levaria para um galpão, talvez Aaron ainda quisesse falar com ela.Vozes masculinas são ouvidas ao lado oposto do corredor, o fazendo se questionar. Curioso, ele segue as vozes, seja lá quem for, parecia estar bastante irritado pelo tom.A porta estava aberta, inclinou-se um pouco a cabeça enxergando o interior do escritório vendo o homem de frente para Jhonson.-Que diabos...- Resmungou baixo ao se afastar silenciosamente.Isso não seria possível! Ou seria?Se afastou indo em direção ao quarto em que a loira está, dessa vez a porta não estava trancada.Ele abriu com cautela enfiando a cabeça pela brecha da porta.Ela ainda estava apagada.Ele entra fechando a porta por atrás de si, caminha cautelosamente até a loira analisando rapidamente seu corpo a barriga dela já era notável.-Então você está gr
No escritório, Aaron conversa com Dimitri tranquilamente.Se passava das 02:15 da madrugada, Gustavo já havia se retirado junto com Elisa e Diogo para uma verificação rápida de alguns objetos...-Como ela está?- questiona meio receoso sem deixar transparecer mas no fundo, havia medo e ansiedade pela a resposta do Venture.Dimitri desvia o olhar rapidamente, procurava as respostas certas que até então não vinham ó obrigando a falar a verdade.-Sabrina está sendo mantida em um quarto com acesso à banheiro, closet e uma grande cama.- diz transparecendo insegurança. -Ela sente sua falta, Aaron.Aaron estreita os olhos em desconfiança, isso não é normal. Desde quando sequestrados possuem mordomia?-Está perplexo, Dimitri.- indagou. -Sabe que isso não é normal, o que está acontecendo com a Becker?- Aaron manteve o olhar firme sobre o loiro que suspira.-Sabrina está sendo torturada psicologicamente.- Diz com pesar. -Eu não pude fazer nada... Aaron ajeita a postura na poltrona de couro já s
Aaron Duckworth-Não demore muito, Duckworth.Eu não aceito receber ordens! E ter que fingir esse momento da "fragilidade" não combina nem um pouco comigo.-Estou chegando.- Tento responder o mais calmo possível escondendo meu fingimento. Eu estou a ponto de mandá-lo se foder.Elisa desliga finalmente desliga o telefone.A confissão do Venture também me intriga, saber que só participou de todo esse esquema por conta da Verônica é algo estranho, já que há relatos de que os dois não se davam muito bem mas mantinham as aparências pelo o nome da família.Passo a marcha do veículo para a quinta recebendo o olhar mortal da Elisa.-Se não se incomodar, gostaria de que diminuísse a velocidade, Duckworth.- Diz tranquila porém seus olhos castanhos demonstram outra coisa. -Admiro que ainda não tenha morrido.-Treino! Dirijo desde os 13 anos.- ela me olha incrédula. -Treinamentos para fugas em alta velocidade, adrenalina pura, é divertido.Diminuir a velocidade observando de canto seu corpo relax
Sabrina Becker.Abro os olhos rapidamente, eu ainda não me acostumei e nem vou.É difícil você acordar em seu "quarto" ao mesmo que não é o bendito quarto do Duckworth.Isso está me deixando atormentada, acho que se eu estivesse em um galpão talvez o choque séria menor do que acordar no quarto em que eu normalmente durmo só que sem a presença do meu marido.Olha o que você tá pensando Sabrina.Coitado...Eu não imagino como ele possa está psicologicamente. A complexidade disso tudo é surreal.Primeiro: Meu sequestro foi no dia do aniversário do Aaron.Segundo: Era pra ser uma bela comemoração ao revelar o sexo das nossas filhas.Terceiro: Ele receberia a notícia de que séria pai.Tudo aconteceu ao contrário.Nada foi como eu planejei.Aaron deve estar desesperado.-Sabrina?Retiro de imediato o lençol que me conbria até o topo da cabeça, estreito os olhos com o cenho fechado ergo o tronco analisando o quarto.Não é possível.Eu tinha certeza! Eu escutei sua voz ou eu tô ficando maluc







