Meu amigo me ligou desesperado porque esqueceu de gravar aquele filme que ele queria ver, então fui dar uma olhada na programação. Às 14h, o Canal Vivo passa 'O Rei Leão', a versão live-action que divide opiniões. Pessoalmente, acho a animação original insuperável, mas a fotografia desse remake é de cair o queixo – dá pra passar horas discutindo os prós e contras.
Logo depois, às 16h30, a HBO exibe 'Shazam!', um dos meus favoritos do universo DC. Tem um humor que lembra os filmes dos anos 80, com aquela vibe de aventura despretensiosa. Se você tiver companhia em casa, vale a sessão pipoca. A cena do protagonista testando os poderes pela primeira vez nunca falha em me arrancar risadas.
2026-03-19 12:29:59
6
Vanessa
Leitor atento
Freelancer
Acabei de descobrir que o SBT vai reprisar 'E.T. - O Extraterrestre' às 15h, e confesso que fiquei com um nó na garganta. Lembro de assistir escondido debaixo do edredom quando era criança, com o coração batendo forte durante a cena dos cientistas invadindo a casa. É um daqueles filmes que ganham camadas conforme a gente cresce.
Enquanto isso, o GloboFilm exibe 'As Crônicas de Spiderwick' às 14h45. A adaptação da série literária tem um charme fantástico meio esquecido, cheio de criaturas mágicas e aquela atmosfera de descoberta que faz a gente querer explorar o quintal atrás de fadas. Fica a dica pra quem tem filhos pequenos em casa.
2026-03-19 20:03:19
6
Griffin
Grande leitor
Massagista
Olhando o guia da TV, o Canal Brasil traz uma pérola às 13h: 'O Pagador de Promessas', adaptação da obra de Dias Gomes. É cinema nacional daqueles que te prende do início ao fim, com diáculos afiados e uma crítica social que continua atual. A cena do burro na igreja é simplesmente icônica.
Mais tarde, às 17h, a TCM apresenta 'Casablanca' em versão restaurada. Não importa quantas vezes eu veja, sempre descubro novos detalhes naquela fotografia em preto e branco. A linha 'A gente sempre terá Paris' nunca falha em arrancar um suspiro.
2026-03-22 22:40:00
15
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O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado
Mangonel
10
4.0K
No cinema particular, mal iluminado, o meu padrasto tinha me levado para ver um filme adulto, dizendo que era o meu presente de maioridade. Ao ver na tela o homem e a mulher se amando com tanto prazer, eu sentia o meu corpo inteiro coçar por dentro.
Eu não conseguia evitar apertar bem as minhas pernas úmidas, tentando resistir àquela corrente elétrica de formigamento entre as coxas.
Quando meu padrasto me viu com o rosto todo corado, ele veio para entre as minhas pernas e arrancou de uma vez só a minha calcinha.
— Filha, vou te ensinar como se tornar uma mulher de verdade, você vai obedecer direitinho, não vai?
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Júlia Nogueira jamais imaginou que um dia acabaria se envolvendo daquele jeito com um desconhecido dentro de um avião.
Assim que encontrou uma brecha, fugiu sem olhar para trás. Mas mal havia desembarcado quando foi pressionada pelo próprio pai a seduzir o temido Dr. Montenegro.
Antes mesmo de colocar qualquer plano em prática, Júlia descobriu que o tal Dr. Montenegro era justamente o namorado de sua melhor amiga.
No avião, Leonardo Montenegro transou com uma desconhecida e, desde então, não conseguiu tirá-la da cabeça.
Depois de muito esforço, finalmente encontrou a mulher que procurava. Mas, ao vê-la, teve a estranha sensação de que algo não batia.
Curiosamente, a "babá" que sua avó havia enfiado dentro de sua casa parecia muito mais interessante.
Ela morria de medo dele, mas ainda assim não se esquecia do motivo pelo qual estava ali: aproximar-se dele e seduzi-lo.
Leonardo detestava mulheres que não sabiam o próprio lugar.
Estava prestes a expulsá-la de sua vida...
Mas, quando ele teve uma crise, foi ela quem passou a noite inteira ao seu lado, cuidando dele.
E, quando ele caiu em uma armadilha, foi ela quem se colocou à sua frente.
Depois de tantas voltas, a mulher que ele tanto procurava estivera ao seu lado o tempo todo.
Quando Leonardo finalmente decidiu revelar a verdade, sua babá já era disputada demais, e ele ainda teria que esperar sua vez.
Tudo bem.
A mulher que ele queria, ele conquistaria.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Cara, hoje de tarde tá rolando uma sessão daqueles clássicos que todo mundo ama. O canal X tá passando 'O Poderoso Chefão' e eu tô aqui me perguntando como ainda consigo me surpreender com as cenas mesmo depois de tantas vezes assistindo. A fotografia, o diálogo, tudo é impecável.
Enquanto isso, no canal Y, tem uma comédia romântica mais leve, algo tipo 'Como Se Fosse a Primeira Vez'. Pra quem quer algo menos intenso, é uma ótima pedida. Acho que o legal da TV aberta é essa variedade, né? Tem hora que a gente quer drama, tem hora que quer rir sem pensar muito.
Meu dia sempre fica mais animado quando descubro o filme da Sessão da Tarde! Hoje, segundo minha pesquisa, estão exibindo 'O Rei Leão', aquele clássico da Disney que emociona gerações. A história do Simba, desde a infância até sua jornada para assumir o trono, é simplesmente atemporal.
Lembro de assistir quando criança e chorar com a cena do Mufasa... e mesmo hoje, adulto, ainda arrepio com a trilha sonora. A animação dos anos 90 tem um charme que os CGI modernos não substituem. Se puder, vale até ligar a TV só para a cena do Hakuna Matata!
Hoje deu uma vontade imensa de dar uma pausa no trabalho e ligar a TV, e a Sessão da Tarde está exibindo 'O Rei Leão', a versão animada de 1994. É um daqueles clássicos que nunca envelhecem, sabe? A trilha sonora, a animação tradicional, a jornada de Simba... tudo parece ganhar vida de um jeito diferente quando assistimos anos depois. Me peguei cantarolando 'Hakuna Matata' enquanto fazia café, e isso diz muito sobre o poder desse filme.
Lembro da primeira vez que vi 'O Rei Leão' no cinema, com meus pais. A cena do Mufasa ainda me arrepia, e a filosofia por trás da história — sobre responsabilidade e legado — é algo que carrego até hoje. Se você tiver tempo, vale a pena revisitar ou apresentar para alguém que nunca viu. É uma experiência que une gerações, e a Sessão da Tarde sempre acerta ao resgatar essas pérolas.