A Posse do Mafioso
A lâmina fina e afiada cortou o ar e depois a carne do seu braço esquerdo, rasgando a manga da camisa e deixando um talho vermelho e profundo.
— AAH! Maledetta cagna infernale! (Maldita cadela dos infernos!) — ele gritou, um som de animal ferido, recuando e segurando o braço que jorrava sangue.
Ergui-me, vacilando por um segundo, mas firmei os pés no chão úmido. A dor, o medo, o nojo – tudo se fundiu em uma única e fria coluna de determinação.