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Dr. Lucas, Sua Esposa Disse Que Não te Quer Mais

Dr. Lucas, Sua Esposa Disse Que Não te Quer Mais

Valentina Paiva suportou um casamento por contrato durante cinco anos. Mesmo sabendo que Lucas Montenegro, o renomado e poderoso advogado, mantinha uma amante delicada e charmosa fora do casamento, ela escolheu o silêncio e a resignação. Até o dia em que descobriu que o filho que criou como seu era, na verdade, fruto do relacionamento de Lucas com a amante. Foi então que Valentina percebeu que seu casamento nunca passou de uma grande mentira. A amante, agindo como se fosse a verdadeira esposa, apareceu com o contrato de divórcio redigido por Lucas, exigindo que Valentina assinasse. Naquele mesmo dia, Valentina descobriu que estava grávida. Se o homem estava corrompido, ela não o queria mais. Se o filho não era dela, ele deveria voltar para quem realmente o merecia. Decidida a cortar qualquer laço emocional, Valentina renasceu. Ela mostrou ao mundo sua força, brilhou sozinha e reconstruiu sua vida do zero. Os parentes que a desprezaram? Agora imploravam por sua atenção. Os ricos que zombaram dela? Disputavam sua aprovação com fortunas. O filho que foi ensinado a odiá-la? Voltou chorando, chamando-a de mãe. … Certa noite, o celular de Valentina tocou. Do outro lado da linha, ela ouviu a voz rouca e embriagada de Lucas: — Valentina, você não pode aceitar o pedido de casamento dele. Eu nunca assinei o divórcio.
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A Principessa Sem Memória que Renunciou ao Anel de Donna

A Principessa Sem Memória que Renunciou ao Anel de Donna

No submundo de Corvona, existe uma regra não dita. Quando um Don mantém uma nova mulher ao seu lado por três meses consecutivos, a Donna deve, pessoalmente, remover o anel de sinete que simboliza seu poder e colocá-lo no dedo da nova mulher diante de toda a família. Quando meu marido, Luca, o Don da família Bellini, anunciou que levaria Mia sozinha em uma viagem de negócios de três meses, todo o submundo de Corvona esperou que eu tivesse um colapso. Eu estava com Luca Bellini há sete anos. Eu o seguia por toda parte, recusando-me a sair do seu lado. Eu até acordava no meio da noite para tocá-lo, precisando saber que ele estava ali para me sentir segura. Todos estavam cientes do meu apego e apostavam que eu nunca o deixaria ir. Mas quando Mia estendeu a mão para mim, com a voz transbordando falsidade, não derramei uma única lágrima. Calmamente, removi o anel de sinete gravado com o brasão da família e o deslizei pelo anelar dela. — Elara, você finalmente aprendeu o seu lugar. — Luca, recostado na cadeira de couro na cabeceira da mesa, girou o uísque em seu copo, a satisfação brilhando em seus olhos azuis frios. Baixei o olhar para o meu dedo nu, sem dizer nada em resposta. O que Luca não sabia era que, um mês atrás, eu havia recuperado todos os sete anos de minhas memórias perdidas. Eu não era nenhuma órfã de rua, mas a Principessa há muito perdida da família Rossi, a mais poderosa das famílias do Velho Mundo. Em três dias, o comboio armado do meu irmão entraria em Corvona para me levar de volta para casa.
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Retorno à Noite Trágica: A Luta pela Verdade

Retorno à Noite Trágica: A Luta pela Verdade

Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava. Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada. Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível. Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim. Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado. Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão. Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou. Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria. Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo. Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
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Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
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Eles Chamavam Isso de Justiça

Eles Chamavam Isso de Justiça

Quando voltei para a família Costello como a filha há muito tempo perdida, eu estava vestida com as roupas usadas da minha irmã adotiva, e o motorista da família veio apenas para ela. Ainda assim, eles se sentiam culpados em relação à filha que criaram na minha ausência. Então, quando o governo lançou o Sistema de Justiça, eles registraram a família inteira antes que eu pudesse piscar. Meu pai suspirou aliviado. — Com esse sistema impondo igualdade absoluta, Brittany nunca mais terá que sofrer. Minha mãe segurou minha mão, sua voz não deixando espaço para discussões. — Você voltou para casa e roubou tudo o que pertencia a ela. Isso não é justo com a Brittany. Meu irmão não se deu ao trabalho de esconder seu desprezo. — Eu só reconheço uma irmã. Você já conseguiu mais do que merece. Não abuse da sorte. Eu comia as sobras enquanto ela tinha chefs particulares. Eu suava em um closet enquanto ela dormia em uma suíte projetada sob medida. Eu quase ri. Quando o sistema entrou em vigor, foram eles que desmoronaram.
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A Amante do Don, Minha Paciente

A Amante do Don, Minha Paciente

Eu estava casada havia cinco anos com Matteo, o Don da família Lamberti. Ninguém sabia que eu era sua esposa. Eu não queria os privilégios. Nem os holofotes. Então permaneci invisível. Nós estávamos apaixonados. Ainda parecia que estávamos namorando todos os dias. Então meu primeiro dia no novo hospital destruiu tudo. — Dra. Accardi, você não vai acreditar nisso. — Uma colega se inclinou, sorrindo. — Adivinha quem é o marido daquela nova paciente? Matteo, o maldito Matteo Lamberti. Eu congelei. Se ela era a esposa dele… então quem era eu? Ela estava grávida. Carregando o futuro herdeiro da família Lamberti. Então o que isso fazia do bebê dentro de mim? Eu me controlei. Fiz o exame. Interpretei o papel da médica calma e competente. Ninguém viu o pânico me dilacerando por dentro. Eu disse a mim mesma que era apenas fofoca. Mentiras. Tinha que ser. Então ouvi Matteo chamá-la de "minha princesa". Aquilo foi o fim. Ele tinha uma nova "princesa". E eu precisava deixá-lo ir.
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A Gota d’Água

A Gota d’Água

Enquanto o Alfa Leon dançava com sua assistente na pista, eu bebia vinho com os clientes. Para não ofender ninguém, deixei que um cliente bêbado roçasse a mão fria em minha coxa. Mesmo assim, Leon nem sequer olhou para mim. Toda a atenção dele estava voltada para a assistente. Ele a ajudava a afastar alguns fios soltos da testa e perguntava, com voz suave, se ela estava com fome. Quando o banquete terminou, a assistente reclamou que estava entediada, e Leon imediatamente a levou embora, me deixando sozinha para lidar com a próxima rodada de brindes. — A jovem loba anda muito ocupada com o trabalho ultimamente. Só vou levá-la para relaxar um pouco. — Você não gosta de bares, então não nos siga. — Além disso, não vou voltar esta noite. Vamos adiar a marcação de amanhã para outro dia. Nós estávamos juntos há cinco anos. Embora ele tivesse me dado o título de Luna, ainda não havia me marcado. Essa foi a nonagésima nona vez que Leon Gray cancelou por decisão própria a minha marcação. Então, apenas assenti. Já que ele estava sempre tão ocupado, talvez essa marcação realmente não fosse necessária.
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Perfeição Imperfeita

Perfeição Imperfeita

Antónia Rosa
O terceiro filho da chave dos dois mundos, irá nascer para desbloquear um dos pilares do universo e fazer a substituição do representante, será o guerreiro mais perfeito do universo, será a criatura mais perfeitamente feita para o seu destino. A sua metade será a mistura perfeita de uma fada e um bruxo e juntos iram trilhar o destino deles. o terceiro filho da chave dos dois mundos só conseguirá cumprir o seu destino assim que encontrar a sua companheira. Klaus Vodmont, terceiro filho de Sky e Kayvrel Vodmont. Ele irá mostrar que até à perfeição é imperfeita. Quem é Klaus Vodmont? Tenha a certeza que essa pergunta é feita por diversos seres de todo o universo. Ele é considerado o Vodmont mais complexo. Ele é tão diferente e ao mesmo tempo igual aos outros. Ele é perfeito e imperfeito ao mesmo tempo. Ele é uma confusão de bom e mau. Ele é pode ser um Anjo como pode ser um Demónio. Ele pode ser o seu sorriso, como pode ser suas lágrimas. Ele pode te abraçar e no segundo seguinte te enforcar. Ele é inconstante... Ninguém sabe o que esperar dele, ninguém sabe porra nenhuma sobre ele. Ele é um completo mistério... Ele é incompreensível... A pergunta é Você está disposto a desvenda-lo? Você está disposto a comprender Klaus Vodmont? Klaus não é para qualquer um... Só os fortes vão aguentar...
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A Donna Traída

A Donna Traída

No dia do meu exame pré-natal, descobri que meu marido, o Don, havia marcado uma cirurgia de aborto para mim em vez de um pacote de cuidados pós-parto. Achei que ele tivesse feito o pedido errado e estava prestes a provocá-lo sobre isso, mas Vincenzo falou em um tom frio. — Eu não marquei errado. Preciso te contar uma coisa. — Tenho outra mulher. Ela é uma boa garota. Não quer um título nem tomar o seu lugar como Donna. — Mas ela engravidou recentemente. Já a fiz sofrer o bastante. Não posso deixar o filho dela sofrer também. Preciso dar a essa criança o sobrenome da família Moretti. Fiquei imóvel sobre a maca de exame, minha voz tremendo incontrolavelmente. — Então por que você abortou o meu filho? Ele limpou o gel do ultrassom da minha barriga e sorriu. — Eu só quero que você adote o filho da Giuliana. Estou interrompendo a sua gravidez porque tenho medo de que você favoreça seu próprio filho e trate a criança dela de forma diferente. Ele me entregou o termo de consentimento, calmo e sereno. — Prometo que você sempre será a Donna. Ninguém jamais tomará o seu lugar. Eu o encarei por um longo momento antes de ser levada para a sala de cirurgia. — Deixa pra lá. — Vincenzo Moretti, você vai se arrepender disso todos os dias pelo resto da sua vida. Ele não sabia, mas eu era a única mulher no mundo capaz de lhe dar um filho.
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Adeus, Meu Marido de Mentira

Adeus, Meu Marido de Mentira

Meu amigo de infância prometeu que assim que terminássemos a faculdade, iríamos nos casar. Mas no dia da formatura, perante todos, ele se ajoelhou não para mim, mas para Ana, aquela falsa herdeira. Para o mundo, Ricardo era o herdeiro zen do círculo social, um homem que, mesmo tendo conquistado a mulher de seus sonhos, não hesitou em exibir sua paixão por mim após o pedido de casamento. Durante cinco anos de um casamento em que fui tratada como uma rainha, recebendo todo o carinho e atenção possíveis, me deixei enganar acreditando nesse conto de fadas. Até que um dia, por acaso, ouvi uma conversa entre Ricardo e um amigo dele: — Ricardo, agora que a Aninha virou celebridade, você ainda vai continuar fingindo para Júlia? — Não consegui casar com a Aninha, então tanto faz. Pelo menos, estando comigo, ela não atrapalha a felicidade da Aninha. Quando descobri todos os escritos deixados por ele, cada um deles tinha o nome da Ana. “Que Ana se liberte do que a prende, que ela encontre paz... Que seus desejos se realizem, que ela nunca sofra por amor. Ana, talvez não tenhamos destino juntos nesta vida, mas tomara que, em outra, eu possa segurar sua mão.” Cinco anos vivendo uma ilusão, e então acordei. Decidi assumir uma nova identidade e, para romper de vez, planejei meu próprio desaparecimento no mar. A partir de agora, mesmo que o destino insista, minha história e a dele não vão mais se cruzar. Não nesta vida, nem na próxima.
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