เข้าสู่ระบบMaya serviu café na xícara de Emir. Os dois ficaram conversando e evitaram falar da confusão na feira.Assim que ele terminou o café e comeu o pãozinho, Maya perguntou:— Quer levar alguns?— Imagina, não precisa.— Bem, então, quando tiver vontade de tomar um café, ligue e posso preparar.— Faria isso?— Por que não faria?Emir olhou para Maya, em seus olhos, e se lembrou do episódio mais cedo, quando ela parecia tão assustada e vulnerável em meio ao tumulto. Ali, com os filhos, parecia uma mulher forte, mas era frágil e delicada. Tudo o que fazia era para sobreviver e protegê-los.— Dê-me seu telefone — Emir pediu.Maya ditou número por número. Ele anotou e mandou uma mensagem para ela com o número de seu assistente também.— Meu telefone e o do meu assistente. Qualquer coisa que você precisar, que as crianças precisarem, por favor, me procure. Ficarei muito chateado se você não me comunicar.— O senhor é muito ocupado.— Não estarei para você e sua família.Maya sentiu as bochechas
Julien mal havia cumprimentado Amy e já apontava, entusiasmada, para o outro lado da propriedade.— Meu pai fez uma casa na árvore!— Uma casa na árvore?— É enorme. Tem uma escada e uma janela. Venha ver!As duas dispararam pelo gramado.— Não subam sozinhas! — gritou a mãe de Julien.— É segura — disse o pai de Julien, observando as duas com orgulho do próprio trabalho.— Está bem! — responderam as duas sem parar.Richard fechou o porta-malas e encontrou Irina sorrindo.— O que foi?— Nada.Ele pegou a bolsa de Ethan e caminhou ao lado dela em direção à casa.Não demorou muito para Amy reaparecer. Veio correndo, com Julien logo atrás, e parou diante do pai.— Papai!Richard já conhecia aquele tom.— Diga.— Eu quero uma casa na árvore.— Imaginei.— Igual à de Julien.— Claro. Podemos fazer uma juntos.Amy arregalou os olhos.— Nós dois?— Nós dois.— Você sabe fazer uma casa na árvore?Richard ficou em silêncio.Irina levou a mão à boca para esconder o sorriso.— Eu sei construir h
Maya, sentindo-se estranha, secou as lágrimas. O perfume de Emir estava no lenço. Depois de enxugar os olhos, apertou-o entre os dedos, sem jeito, na dúvida se deveria devolvê-lo ou não.— Está tudo bem? — perguntou Emir, quebrando o silêncio.Maya levantou os olhos e encontrou os dele.— Estou, sim.— Vou levar você até meu escritório. Você se acalma e depois a levaremos para casa.— Não precisa.— Se chegar assim, as crianças irão se preocupar.Maya pensou por alguns segundos.— Está bem.Pouco depois, entraram no estacionamento vazio de um grande prédio. O carro parou, Emir desceu e estendeu a mão para ela, mas Maya recusou, descendo sozinha. Os três entraram no elevador, enquanto os seguranças chegaram logo depois.Assim que saiu do elevador, Emir olhou para o assistente.— Traga chá e algo para a senhora Maya comer.— Não quero incomodar — ela se apressou em dizer.— Não é incômodo.Emir abriu a porta para ela, que passou por ele, deixando no ar seu suave perfume de toranja e bau
Próximo à entrada, viu as pessoas começarem a entrar. Algumas sorriram e acenaram para ele. Emir retribuiu aos primeiros acenos, mas logo eram tantos que passou apenas a assentir enquanto seguia.Entre os seguranças, observava as coisas ao redor até chegar à ala mais antiga. Um velho feirante o chamou.Emir parou e seguiu na direção dele, afastando um dos seguranças.O homem simples estendeu a mão. O assistente se moveu, mas Emir o impediu e apertou a mão do feirante.Feliz, o homem lhe entregou uma sacola com mangas.O assistente estendeu a mão para recebê-la, mas Emir o impediu novamente. Pegou a sacola e só então a entregou ao assistente para carregá-la.— Alá o abençoe.Emir seguiu adiante, levando consigo as mangas.Os dois continuaram. Aos poucos, as pessoas foram se aglomerando. Algumas o reconheciam e tiravam fotos à distância, outras acenavam, e ele continuava assentindo. Havia também quem passasse por ele como se fosse uma pessoa qualquer.Foi então que percebeu uma mulher u
Youssef correspondeu ao beijo de Amine, e as coisas começaram a ficar mais quentes entre os dois.Ele a levantou nos braços sem que ela o soltasse e caminhou até o sofá da sala. Sobre ela, tocava sua cintura enquanto se livrava das peças que o impediam de amá-la por completo.Um apito veio da cozinha. Era o timer do forno.— Espere aqui. Não saia — disse ele, ofegante.Em poucos minutos, voltou e a tomou nos braços novamente.Naquela noite, na casa de Maya, o jantar estava animado. Enquanto comiam, os filhos contavam tudo o que haviam aprendido, e ela os ouvia com os olhos úmidos. Não imaginava que ficariam tão felizes. Tinham reclamado por não estarem com os amigos, mas conversaram com eles por telefone e ainda conseguiram se encontrar no fim da tarde, no quintal.No palácio, Emir também jantava com os filhos. Eles contavam sobre o dia, e ele interagia, não apenas ouvia ou fingia ouvir.Latifa e Soraya estavam sentadas, caladas. Em momento algum interagiam com os filhos, e não era po
Samir mudou de assunto com o pai, que conversou com o filho, feliz por tê-lo ali, sem saber que Samir estava atento a cada palavra dele, inclusive à forma como tratava alguns assuntos.Depois que deixou a casa do pai, Samir voltou ao escritório. Perto do almoço, recebeu uma mensagem de Ada. A professora estava ajudando-a a lidar com o celular.“Por que não convida Youssef e Amine para almoçar conosco?”Samir sorriu ao receber a mensagem e respondeu, digitando também:“Vou perguntar a Youssef e retorno.”Samir ligou para Youssef, que demorou um pouco para atender.— O que estava fazendo?— Reunião. O que há de urgente?— Minha mulher quer que você e a sua venham almoçar conosco.— Tudo bem. Eu e Amine íamos almoçar fora, mas acredito que ela vai preferir almoçar com vocês.— Pergunte a ela. Vou avisar Ada.Alguns minutos depois, Samir recebeu a mensagem de Youssef confirmando o almoço. Quase no mesmo instante, Ada recebeu a mensagem de Samir, sorriu, feliz, e apressou os passos em dire







