เข้าสู่ระบบEle entrou em contato com os pais imediatamente.Helena e Felipe, que ainda estavam em casa pensando em como compensar Débora, ficaram em choque por muito tempo ao receber a notícia.Ao chegarem ao necrotério e verem Sullivan debruçado sobre o caixão de gelo, chorando copiosamente, os dois não conseguiram se conter; suas pernas cederam e ambos caíram de joelhos no chão.Helena desabou, com o rosto banhado em lágrimas.— Sullivan! Você não disse que Débora estava fingindo? Então por que ela está deitada aqui?— Devolva-me a minha Débora! Devolva a minha Débora!Sullivan permaneceu ajoelhado no chão, deixando que Helena o esmurrasse.Felipe, sempre tão calmo, também não resistiu e chorou em voz alta.— Ah, Débora! Papai sente muito!Eu estava bastante calma no céu, mas o choro dos três diante de mim era verdadeiramente angustiante.Minha alma não pôde deixar de estremecer.Eles não duvidavam de mim?Eu não era a pessoa que eles mais odiavam?A pessoa que eles mais amavam não era Patrícia
Sullivan chegou mais cedo, e as amigas de Débora ainda não haviam chegado.Ele olhava para o relógio a cada instante.Por que o assistente ainda não havia trazido Débora de volta?A cidade não era tão grande; o lógico seria que já tivessem retornado.Ele começou a ficar gradualmente ansioso.Até que a primeira garota chegou ao banquete.Era aquela garota que fazia vídeos curtos para a internet com Débora na época, Alice.No fundo, ele já não guardava ressentimentos de Débora, então sua atitude em relação a Alice também melhorou muito.— Você veio por algum motivo específico? Todo o prejuízo que causei daquela vez, eu a compensarei dez vezes mais.Eu, do céu, acenei com a cabeça.Pelo menos você ainda se lembra da sua promessa.Alice não respondeu, apenas entregou um pen drive para Sullivan.— Isto foi deixado comigo antes de Débora morrer. Ela... ela foi realmente digna de pena. Se você ainda considera Débora como sua irmã, eu imploro que vá ao necrotério liberar o corpo dela, para que
Ele designou o seu assistente para organizar uma festa de boas-vindas para Débora.Quando a acusou de ser uma herdeira falsa anteriormente, ele fez com que muitos amigos zombassem dela.Desta vez, a festa, naturalmente, também serviria para fazer todos saberem que Débora era a verdadeira herdeira biológica.Ele comprou pessoalmente alguns itens necessários para a festa, seguindo as preferências de Débora.Ele estava preparando uma surpresa para Débora.Além disso, ele desocupou o quarto de princesa que outrora pertencia exclusivamente a Débora.Ele limpou minuciosamente cada canto, restaurando o quarto à sua aparência original.Eu flutuava no ar, observando tudo em silêncio.Eu não imaginava que Sullivan ainda se importasse tanto comigo.Mas por que ele, por causa de Patrícia, me oprimiu em todos os aspectos, não confiou em mim e me encurralou em um beco sem saída?Eu não conseguia entender e também não queria mais pensar nessas coisas dolorosas.De repente, ele encontrou em uma caixa
Sullivan subitamente lembrou que Débora parecia ter usado o assunto de esclerose lateral amiotrófica na internet antes.O seu coração foi preenchido por uma ansiedade crescente, e ele dava zoom repetidamente nas fotos da tela do celular.Ele as examinou dezenas de vezes.No entanto, partes do corpo da pessoa na foto estavam borradas, e a carne do rosto já havia desaparecido completamente.Parecia não passar de um esqueleto.Ele não conseguia discernir quem era aquela pessoa diante dos seus olhos.Mas pensou melhor: poderia ser qualquer um, menos Débora.Ele conhecia Débora muito bem; ela era extremamente astuta. Enquanto houvesse um fio de esperança, faria de tudo para sobreviver.Sem contar que a esclerose lateral amiotrófica era uma doença tão rara e, sem histórico genético na família, como ela poderia ter desenvolvido isso tão facilmente?Nesse momento, os pais já haviam chegado em casa, após serem chamados por Sullivan.A casa vazia, somada à expressão grave de Sullivan, fez Helena
Eram os nossos pais, Helena e Felipe. Ao me verem, os sorrisos em seus rostos congelaram instantaneamente.Eles ficaram me encarando por um bom tempo, até terem certeza de que aquela mendiga, carregando uma grande sacola de recicláveis e completamente deslocada naquela mansão luxuosa, era eu.Helena teve os olhos marejados de imediato e perdeu o controle emocional mais uma vez:— O que você veio fazer na nossa casa? A minha Patrícia está quase morrendo de tanto ser torturada por você!— Saia daqui! Some daqui!Felipe amparava Helena e, com um olhar perfurante em minha direção, ordenou que eu saísse.Porém, eu continuava encarando fixamente Sullivan.Bastava que ele concordasse em deixar aquela garota em paz, e eu não ficaria ali nem mais um segundo.Após alguns segundos de impasse, Patrícia apareceu de repente, saindo do quarto, ainda com aquela sua aparência frágil e chorosa.— Mamãe, papai, eu não culpo a Débora. Pelo contrário, sempre me senti culpada em relação a ela. Se eu não tiv
A garota concordou imediatamente.Por fim, ela me perguntou com cuidado se eu permitia que a minha história fosse postada na internet.Ao olhar para o rosto pálido e esquelético e para as roupas esfarrapadas na tela, mal reconheci a mim mesma — eu, que antes adorava me arrumar.Um pensamento surgiu abruptamente em minha mente: quando eu morrer, quero estar bonita.Contei o dinheiro em minhas mãos; ainda faltava um pouco para comprar roupas decentes.Eu ainda conseguiria catar garrafas recicláveis para vender e conseguir algum dinheiro.Os músculos do meu corpo já estavam quase totalmente atrofiados, e eu realmente não conseguia andar.Só pude me arrastar até a entrada de um shopping e pedir a alguém que escrevesse algumas palavras em um pedaço de papelão para mim:[Poderia me dar a garrafa de plástico vazia que está na sua mão? Obrigada!]Havia muitas pessoas bondosas. Ao final do dia, a sacola à minha frente estava completamente cheia, e eu consegui vender tudo por um pouco de dinheir
A última gota de esperança havia se esvaído, e eu desci do ônibus em uma parada qualquer.Eu simplesmente não conseguia controlar os movimentos das minhas pernas e, por fim, caí de joelhos no chão com um baque surdo.Essa sensação de impotência era sufocante; eu me sentia uma inútil.As muitas emoçõ
Meus dedos não tinham força, e o dinheiro que eu não conseguia segurar direito foi levado por uma lufada de vento.Inconscientemente, arrastei as minhas duas pernas desobedientes e fui atrás do dinheiro como pude.Todas as pessoas ao redor olhavam para mim como se eu fosse um monstro.Mas eu não me