MasukNo momento em que Luana Tavares perdeu o bebê, Henrique Ribeiro estava comemorando o retorno de Bianca Monteiro ao país. Três anos ao lado dele—cuidando, se dedicando, sendo parceira—no fim, pra ele, Luana era só uma empregada e cozinheira dentro de casa. Ela se cansou, perdeu a esperança, e decidiu se divorciar. No círculo deles, todo mundo sabia: Luana era famosa por ser igual chiclete, difícil de desgrudar. — Eu aposto que em um dia a Luana volta correndo. — Um dia? Meio dia já é máximo. — Disse Henrique. Assim que assinou o divórcio, Luana decidiu: nunca mais olhar pra trás. Se jogou na nova vida, correu atrás da carreira deixada de lado, se ocupou em conhecer gente nova. Dia após dia, Henrique já não via nem sombra dela em casa. Quando o desespero bateu, numa conferência, Henrique finalmente a viu—ela estava cercada de gente, diferente de antes. Ele foi direto: — Luana, até quando você vai continuar com essa palhaçada?! Dante Siqueira entrou na frente, empurrou Henrique com frieza: — Não encosta na sua cunhada. Henrique nunca amou Luana. E, quando finalmente aprendeu a amar, ela já não tinha mais espaço pra ele.
Lihat lebih banyakLeandro caiu na risada, se divertiu pra caramba, os ombros até tremiam.Embora ele só tivesse passado a se interessar por Lorena depois de dormir com ela, depois de conhecer melhor, ele percebeu que ela era ainda mais interessante.Lorena, tão jovem, tinha muita vivência, e escondia muito bem o que pensava. Ela sorria com simpatia pra todo mundo, mas ninguém sabia se ela falava com o coração. E ele também não entendia por que ela ficava presa a um noivo cafajeste e não largava.Lorena era o tipo de pessoa direta e cheia de ideias. No assunto da Luana com o Henrique, ela mostrava bem aquele ar de não aguentar ver alguém fazendo besteira. Mas, quando era o noivo dela, ela fazia uma coisa totalmente contra o senso comum.Leandro não entendia nada, e não conseguia sacar o que ela estava fazendo.Claro, uma coisa Leandro tinha certeza. Lorena não sentia nada por ele. Depois que ele deixou claro que queria ficar com ela, ela ficou ainda mais resistente.Era ele mesmo o coitado da história. Q
— Sr. Leandro, você não queria me contar as suas dificuldades recentes? Ficar falando esse monte de coisa nada a ver está até engraçado. — Lorena falou.— Eu só entrei na cabeça de um homem e falei o que veio. Se você quiser aceitar, aceita. Se não quiser, finge que eu não falei.Aquilo era sem vergonha num nível absurdo.Ele falava coisa que deixava a pessoa desconfortável, estragava o clima, e depois virava e dizia pra não levar a sério. Lorena teve vontade de dar um tapa nele.— Você está educado demais. Eu entendi o que você quis dizer. Homem tem ciúme, tem posse. Eu também tenho, como pessoa. Eu entendo que você falou no impulso. Só que você não conhece o meu noivo e não sabe como é a nossa relação.Ela continuou:— Ele fica tranquilo de eu te ver porque a gente fica tranquilo um com o outro. A gente sabe que, não importa o que aconteça, a gente volta um pro outro. Isso vem de confiança. Não é qualquer casal que tem isso.Lorena olhou pra estrada.— Então, Sr. Leandro, não precisa
— Pode. Mas eu preciso avisar o meu noivo. Dá pra esperar uns minutinhos? — Lorena sorriu, sem deixar falha nenhuma.O olhar do Leandro escureceu um pouco, mas o sorriso dele continuou.— Claro. Pra não dar mal-entendido.Lorena não respondeu. Só ficou olhando pra ele.Ela queria que ele se afastasse. Ali não dava pra ligar com ele tão perto.Leandro riu e deu alguns passos pra trás. Cruzou os braços no peito e ficou com aqueles olhos bonitos, olhando pra Lorena de vez em quando.Fazia tempo que eles não se viam, mas ela ainda era a mesma mulher fria da memória dele.O que ele tinha dito agora era meio verdade, meio mentira. A educação era mentira. Era só pra não assustar ela e fazer ela fugir. O que era verdade era que ele queria encontrar ela, jantar, conversar. Ele já tinha sido cuidadoso, tinha só puxado assunto, e mesmo assim ela já tinha que jogar o noivo na mesa?Não. Pera aí. Quase um ano. O noivo dela ainda não tinha morrido?Ele tinha ouvido que a filha já tinha dois anos. E
Lorena sabia o que o Leandro queria. Depois de uma vez em que eles acabaram indo pra cama, aquele playboy tinha decidido que queria ficar com ela, só pra se divertir.Ali não tinha verdade. Eles mal se cruzavam.Leandro não largava do pé dela, provavelmente, por puro ego. Aquela vontade de conquistar.Ele tinha interesse nela e queria ganhar.Lorena só gostava de um tipo, o irmão mais novo obediente. Leandro era bonito, tinha família, e agora eles já se conheciam um pouco. Mas ela não conseguia se interessar por alguém que não fazia o tipo dela. Não fazia. E pronto.Lorena não se forçava a fazer o que não queria, nem a aceitar gente que ela não queria por perto.Ela não era impulsiva como a Júlia, mas, dentro do que ela conseguia bancar e segurar sozinha, ela fazia as coisas do jeito dela.Por isso, ela quase nunca errava. E ainda vivia do jeito que queria, numa boa.O Leandro era um problema. Ele não devia nem ter aparecido na vida dela.Lorena segurou o volante e deu batidinhas leves
David já tinha certeza de que os dois estavam juntos. Só estava irritado demais, insistindo em ouvir da boca da própria irmã, como se isso pudesse servir de alívio.— Porra! — Ele xingou. — Como o Dante conseguiu agir tão rápido assim?!Dessa vez foi Luana quem ficou surpresa:— Que ação é essa?Dav
Da última vez que David tinha visto Dante, foi na casa da própria irmã, quando ele apareceu de cara lavada para jantar ali. Mas David tinha olhos, percebia que entre os dois não havia nada.Agora… já não tinha certeza!Ele saiu do carro no mesmo instante, furioso, e agarrou o pulso de Luana. Nesse m
Essas palavras, Luana disse baseando-se no fato de que ela e Dante já estavam juntos.Mas, de forma estranha, também pareciam descrever a relação que ela tinha com ele no momento.Dante gostava dela, e isso não era exatamente encontrar um companheiro de jornada?O que restava a Luana pensar era se a
Luana terminou de falar aquilo sem sentir nenhuma satisfação de vingança. Para ela, era apenas o que tinha que ser.Henrique queria reatar, queria que ela voltasse a ser a empregada dele dentro de casa. Só se tivesse enlouquecido aceitaria uma decisão dessas.O divórcio não tinha sido suficiente par






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