เข้าสู่ระบบA mensagem chegou às 3:17 da manhã.
"Você sonhou comigo hoje?"
Ela acordou com o som da notificação, o celular iluminando seu quarto escuro. O coração disparou antes mesmo de ler. Não precisava checar o remetente. Ninguém mais mandava mensagens nesse horário. Ninguém mais falava com ela daquele jeito.
Ela digitou uma resposta antes que o sono a deixasse pensar direito.
"Sim."
Três pontinhos apareceram. Sumiram. Voltaram.
"O que eu fiz com você no sonho?"
Seus dedos congelaram sobre a tela. Porque ele sabia. Claro que sabia. No sonho, ele a tinha encurralado na sala de arquivos da biblioteca, a mão dele tapando sua boca enquanto a outra—
O celular vibrou novamente.
"Amanhã. Sala de arquivos. Meia-noite."
Ela não respondeu. Não precisava.
O dia seguinte passou em um borrão. Ela atravessou as aulas como um fantasma, a pele sensível onde ele a tinha marcado na véspera. Quando o professor de Literatura mencionou Crime e Castigo, ela quase derrubou a cadeira ao se levantar rápido demais.
Às 23:55, o campus já estava deserto.
A biblioteca fechava às 10, mas ele tinha deixado a porta dos fundos destrancada. Sempre deixava. Ela entrou em silêncio, o coração batendo tão forte que doía.
A sala de arquivos ficava no subsolo, um labirinto de estantes metálicas e pastas empoeiradas. A luz de emergência pintava tudo de vermelho-sangue.
Ele estava esperando no centro da sala, sentado em uma mesa de madeira escura, os óculos refletindo a luz fraca.
— Atrasada — ele disse, sem olhar para o relógio.
Ela parou a dois passos de distância.
— São exatamente meia-noite.
Ele finalmente ergueu os olhos, e o sorriso que fez a deixou sem ar.
— Tira a roupa.
Ela usava a saia como ele tinha pedido—preta, justa, com um zíper lateral. Suas mãos tremeram ao puxá-lo.
— Devagar — ele ordenou, tirando os óculos e limpando as lentes no tecido da camisa. — Quero ver você se arrastar.
Ela respirou fundo e obedeceu, deixando a saia escorregar pelos quadris até o chão. A calcinha era a mesma que ele tinha devolvido—a que ela tinha levado embora no bolso dele.
Ele observou cada movimento, os olhos escuros como facas.
— Agora a blusa.
Os botões demoraram mais do que deveriam. Quando o tecido caiu, ela ficou só de sutiã, a pele arrepiada no ar gelado do subsolo.
Ele se levantou então, fechando a distância entre eles em dois passos largos. Seus dedos traçaram a linha do sutiã, parando no meio dos seios.
— Você usou preto. Bom garota.
O elogio queimou mais que qualquer toque.
Ele girou ela de costas de um puxão brusco, pressionando seu torso contra a mesa. O metal gelado colou na sua pele nua.
— Conta até dez.
Ela engoliou.
— Um.
O primeiro tapa veio sem aviso—duro, preciso, na curva direita das suas nádegas. Ela gritou, os dedos se agarrando na beirada da mesa.
— Dois.
O segundo foi mais forte. Ela sentiu a pele esquentar, a dor deliciosa se espalhando.
Quando chegou em dez, suas pernas tremiam, e ela estava molhada demais para fingir que não queria mais.
Ele a virou de novo, os olhos escaneando seu rosto inchado de prazer.
— No sonho, eu te comi por trás — ele sussurrou, mão enroscando em seus cabelos. — Mas agora...
A mesa rangiu quando ele a sentou na beirada, abrindo suas pernas com os joelhos.
— Agora você vai me ver.
Ele entrou nela de um golpe só, e ela arqueou, os dedos dele marcando seus quadris. Cada movimento era calculado para doer—para deixar lembranças.
Quando ela começou a se contorcer, ele a puxou para a beirada da mesa, forçando-a a se ajoelhar no chão áspero.
— Abre.
Ela obedeceu, a língua estendida, e ele gemeu quando derramou-se nela, salgado e quente.
Ele a puxou de volta para cima, limpando sua boca com o polegar antes de beijá-la profundamente.
— Sua vez.
Seus dedos encontraram-na quente e pronta, e foi preciso apenas três toques para que ela caísse, abraçando-o como se ele fosse o único ponto sólido no universo.
Quando ele a ajudou a se vestir depois, suas mãos eram surpreendentemente gentis.
— Amanhã — ele disse, colocando os óculos de volta, já o professor perfeito de novo.
Ela sabia que não era um convite.
Era uma ordem.
E como sempre, ela já estava ansiosa para obedecer.
A luz do corredor a cegou quando saiu do subsolo. Seus passos ecoavam no silêncio do campus, cada batida de seus saltos no asfalto parecia marcar o ritmo acelerado do seu coração. A saia agora estava levemente amarrotada, e o zíper puxado até o fim – como se quisesse esconder o que acontecera lá embaixo.
Mas ela sabia que nada poderia esconder.
O ar da noite estava fresco, contrastando com o calor que ainda queimava sob sua pele. Ela levou os dedos ao pescoço, onde os lábios dele haviam deixado marcas que certamente escureceriam até o amanhã.
"Você vai usar um lenço no pescoço amanhã."
A ordem não tinha sido dita em voz alta, mas ela sabia que era o que ele esperava. Assim como sabia que, se não usasse, ele notaria. E então…
Um sorriso involuntário curvou seus lábios.
E então ele puniria.
O celular vibrou no bolso, e ela não precisou olhar para saber o que estava escrito.
"Quero ver as marcas amanhã."
Ela parou no meio do caminho, os dedos tremendo levemente ao digitar:
"Você vai."
Os três pontinhos apareceram e desapareceram. Ele não responderia mais. Nunca respondia depois que ela obedecia.
O apartamento dela ficava a quinze minutos do campus, um estúdio pequeno e silencioso, onde nada interrompia seus pensamentos – ou a ausência deles. Ela trancou a porta atrás de si, deixando a bolsa cair no chão antes de se encostar na parede.
A respiração ainda estava acelerada.
Fechou os olhos e reviu cada momento: as mãos dele prendendo seus pulsos, a mesa fria contra sua pele nua, a voz rouca sussurrando ordens que ela seguiria sem hesitar.
Quando abriu os olhos novamente, seu reflexo no espelho a encarou – cabelos desalinhados, lábios inchados, olhos escuros de desejo ainda não saciado.
Ela deslizou as mãos pela saia, sentindo o leve tremor nas coxas.
"Amanhã."
A palavra ecoou em sua mente como uma promessa.
Mas o que ele planejava? Sala de aula? Biblioteca? O escritório dele, depois que todos fossem embora?
O celular vibrou novamente.
Dessa vez, era uma foto.
Apenas uma imagem escura, indistinta… até ela perceber o que era.
O chão do subsolo.
Onde ele a tinha feito ajoelhar.
Onde ela tinha engolido ele inteiro.
E então, uma mensagem:
"Você deixou suas meias lá. Vai ter que voltar para buscar."
Ela olhou para os próprios pés – descalços agora, as meias pretas realmente faltando.
Quando ele as tinha tirado?
O coração acelerou novamente.
Ele sempre fazia isso. Sempre a deixava com algo faltando, algo que a faria voltar. Um livro esquecido. Uma peça de roupa. Um pedaço de si mesma.
Ela respondeu antes que pudesse pensar melhor:
"Quando?"
A resposta foi imediata.
"Quando eu quiser."
Ela soltou um arzinho tremido, os dedos apertando o tecido da saia.
Porque ela sabia o que isso significava.
Ele não a chamaria amanhã.
Ou depois.
Ele a faria esperar.
Até que a saudade doesse demais.
Até que ela implorasse.
E então, só então…
Ele a deixaria voltar.
Ele não parou quando ela gozou. Tirou o pau brilhando de creme, virou-a de bruços com brutalidade e ergueu a bunda dela. Deu três tapas fortes, deixando a pele branca das nádegas vermelha e ardida. Depois enfiou novamente, agora por trás, ainda mais fundo.— Diz de novo.— Essa buceta é sua… só sua, Rafe… por favor… mais devagar…— Mais devagar uma merda.Ele segurou os quadris largos dela com força bruta, dedos afundando na carne, e começou a arrombar com estocadas curtas e violentas, batendo o osso pélvico contra a bunda dela. O quarto cheirava a sexo, suor e o incenso que ainda impregnava o véu dela.Raffaele pegou o crucifixo do terço e, sem tirar o pau de dentro dela, pressionou o metal frio contra o cuzinho franzido.— Hoje eu vou marcar tudo. Cada buraco. Cada pedaço de pele.Ele cuspiu no crucifixo e começou a enfiar devagar enquanto continuava fodendo a buceta. Clara soluçava de prazer e dor misturados.— Não… os dois ao mesmo tempo… eu vou rasgar…— Você aguenta. Você aguent
A chegada do padre Lucas ao convento foi anunciada durante o café da manhã com uma voz doce demais para o gosto de Raffaele.— Irmãs, recebam com alegria o padre Lucas Almeida, enviado pela diocese para nos auxiliar nas missas, nos retiros espirituais e na confissão das noviças. Ele é jovem, mas já possui grande reputação de piedade e sabedoria — anunciou a madre superiora, sorrindo.Clara estava sentada na ponta da longa mesa do refeitório, o véu branco impecável, as mãos cruzadas sobre o hábito preto. Ela sentiu o olhar de Raffaele queimando-a do outro lado do salão antes mesmo de levantar os olhos. Ele estava disfarçado de jardineiro, como sempre, os braços musculosos sujos de terra, a barba bem aparada. Mas o maxilar travado e os olhos escuros diziam tudo.Padre Lucas era tudo que Raffaele não era em aparência. Tinha uns 28 anos, rosto limpo, traços suaves e ao mesmo tempo masculinos, cabelos castanhos ondulados e um sorriso que parecia iluminar o refeitório. Alto, mas não imponen
Ele a virou de bruços sobre a mesa. Os seios pesados foram esmagados contra a madeira fria. A bunda redonda e branca empinou, o buraco da buceta piscando, molhado, e o cuzinho franzido logo acima. Raffaele puxou o rosário que estava no pescoço dela, usando as contas como rédea. A cabeça dela foi puxada para trás, o véu quase saindo.— Agora você vai rezar o terço inteiro. Cada Ave-Maria. Cada mistério. Enquanto eu te fodo como um animal. Se errar, eu paro e te faço chupar o crucifixo até engasgar.Clara começou, a voz trêmula, já rouca:— Ave Maria, cheia de graça… o Senhor é convosco…Raffaele cuspiu na palma da mão, passou no pau grosso e empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios inchados e ele meteu até o fundo de uma única estocada violenta. A mesa rangeu alto. Clara gritou, interrompendo a oração.— Continua! — rosnou ele, puxando o rosário com mais força, começando a meter em um ritmo brutal, profundo, as bolas pesadas batendo contra o clitóris dela a cada estocada.— … bendita
A madrugada já avançava quando Raffaele decidiu que a capela não era mais suficiente.O relógio antigo no corredor marcava quase três da manhã. O silêncio do convento era tão profundo que cada passo parecia uma profanação por si só. Raffaele, com seus quase dois metros de altura, corpo musculoso marcado por tatuagens que ele escondia sob roupas civis durante o dia, segurava o véu branco de Clara como se fosse uma coleira de cachorro. O tecido fino esticava contra o pescoço dela, forçando-a a manter a cabeça baixa enquanto tropeçava atrás dele pelos corredores frios de pedra.Clara tremia. Não era só de medo. O corpo dela carregava as marcas dos últimos nove dias de pecado. A buceta ainda inchada e sensível dos encontros anteriores latejava a cada passo. As coxas grossas e macias estavam cobertas de chupões roxos, mordidas e hematomas na forma dos dedos dele. Os mamilos, escondidos agora sob o hábito preto, ardiam. A boca ainda tinha o gosto salgado e amargo da porra que ele havia obri
O orgasmo dela veio como um tsunami. As pernas tremeram violentamente. A buceta apertou o pau dele em espasmos fortes, squirting um pouco de líquido quente que escorreu pelas coxas dele e pingou no chão de madeira do confessionário.— Eu sou… a puta… de Raffaele Moretti! — ela gritou, a voz falhando, rouca, completamente quebrada. — Eu sou a puta dele! Eu sou a puta dele!Raffaele não parou. Ele continuou metendo através do orgasmo dela, prolongando-o até ela estar chorando de tanto prazer, o corpo mole, sustentado apenas pelas mãos dele no véu e pelo pau enterrado fundo dentro dela.— Isso, porra… aperta assim… ordenha meu caralho, sua santa safada.Ele puxou o véu com força, forçando a cabeça dela para trás enquanto acelerava as estocadas, fodendo-a com violência animalesca. O confessionário inteiro rangia. As velas tremiam com o impacto.Depois de longos minutos de estocadas brutais, ele rosnou no ouvido dela:— Agora você vai receber sua penitência. Vou encher essa bucetinha de po
A capela estava envolta em um silêncio tão denso que parecia capaz de sufocar. Apenas o crepitar suave das velas e o vento uivando contra as vitrais antigas quebravam a quietude. Irmã Clara estava de joelhos no lado dos penitentes do confessionário, as mãos trêmulas unidas em oração, o véu branco caindo sobre os ombros como um manto de culpa que já não conseguia esconder nada.Seus lábios se moviam quase sem som.— Perdoai-me, Pai… porque eu pequei… Eu pequei tanto…As palavras saíam rasgadas. Como confessar o que realmente acontecia dentro dela? Como admitir que, nos últimos dias, o corpo que ela havia consagrado a Deus agora se molhava só de ouvir os passos daquele homem? Raffaele Moretti havia transformado o convento em seu bordel particular. E o pior não era o que ele fazia com ela. Era o quanto ela precisava que ele fizesse.Sua buceta ainda latejava da foda violenta da noite anterior, no altar. Ainda sentia o gozo dele escorrendo lentamente por dentro das coxas, mesmo depois de