LOGIN"That's where you will stay till we get married." Xander began to explain, "You will have your chef and all." "I don't have a job." She began to speak, "And I didnt get an education-" "Shh." Xander grinned, placing his finger against her lips, "You do not have to worry about all that. You are mine. You are mine to take care of and you will never have to worry about anything in your life again, my love." ****** Lunaria’s life is upended when the charismatic and determined Xander Ashton barges into her world, claiming her as his wife instead of her glamorous sister, Sylvana St. Clair. In an instant, Lunaria becomes Madam Ashton. As Lunaria settles into her new life, she is caught between the man she fell for—charming, passionate, and protective—and the growing distance between them. Xander’s mother and sister make it clear they don’t accept her, and Xander himself seems to be changing in ways that confuse her. Still, Lunaria can’t shake the love she feels for him and the belief that deep down, he might be the man she needs. But when a mysterious new figure enters the scene, showering her with attention and love, Lunaria faces an impossible choice. Will Xander find his way back to her, or is the love she deserves waiting in the arms of someone else?
View MoreA dor rasgava meu corpo com força crescente, mas eu não podia me entregar a ela. Não agora. O reino estava sob ataque, e eu estava prestes a dar à luz. A coincidência — ou destino — dessa noite me causava calafrios. Sabia que o que estava acontecendo era mais do que uma invasão. Era o início da profecia.
A cada contração, sentia minha respiração falhar. O mundo ao redor parecia distorcer-se, as paredes do castelo tremiam, e o som metálico das espadas e gritos distantes penetrava pelos corredores. Apoiei-me no parapeito da janela e olhei para o céu. Lá estava ela, plena e cruelmente bela: a Lua Azul. Sua luz atravessava as cortinas como lâminas de gelo, cobrindo o chão dos meus aposentos com um brilho prateado. Era exatamente como o velho pergaminho dizia. Era esta noite. E meu bebê… o bebê que carregava em meu ventre, ainda desconhecido em sua essência, seria a chave de tudo. O vento frio entrava pelas frestas, cortando minha pele e fazendo meus pensamentos dançarem entre a dor e o medo. Eu sentia cada batida do meu coração como um tambor de guerra. E, em meio a tudo isso, uma sensação de dever me dominava: não podia fraquejar, não podia deixar que o pânico me dominasse. Não agora. A porta se escancarou com violência, interrompendo meus pensamentos. — Majestade! — Era Clara, minha dama de companhia, confidente e amiga mais leal. Seu rosto estava pálido, os olhos arregalados, mas ainda assim havia determinação em seu porte. Ela também tinha visto a Lua Azul, e compreendia seu significado. — Precisamos sair daqui, antes que cheguem até a senhora e o bebê — disse, já vindo me apoiar. — Onde está meu marido? — perguntei, esforçando-me para andar com ela. — O rei está na linha de frente com a tropa. Ordenou que a senhora fosse levada imediatamente ao abrigo. O feiticeiro já está esperando. Mas precisamos ser rápidas. Cada passo era um martírio. Meu corpo queimava, minhas pernas tremiam e minhas mãos se fechavam em punhos, tentando segurar a dor que parecia rasgar cada fibra de meu ser. Um estrondo sacudiu as paredes. Algo havia atingido o castelo. — Clara… nosso povo? — perguntei entre uma contração e outra, engolindo o medo que ameaçava sufocar minha voz. — Assim que o sino tocou, os guardas começaram a evacuação. A maioria já está nos abrigos, mas não posso garantir que todos chegaram a tempo — respondeu ela, descendo comigo mais um lance de escadas. Estávamos perto da cozinha real. Seguimos por um corredor escuro, as tochas tremeluzindo lançando sombras sinistras nas paredes. Quatro guardas nos esperavam. Três abriram a passagem secreta e entraram, formando um bloqueio protetor atrás de nós. O último permaneceu, vigilante, como uma estátua viva de ferro e sangue. Mas eu parei. O medo me travou por um segundo — não por mim, mas pelo rei. — Augusto… — disse ao guarda. — Vá até o rei. Diga a ele que precisa deixar o general no comando. Ele prometeu que estaria ao meu lado… e precisa estar aqui. — Minha voz falhou. As lágrimas desciam quentes pelas bochechas. — Soldado, isso é uma ordem da sua rainha. Vá agora mesmo! Ele hesitou por um instante, mas assentiu. Correu pelo mesmo corredor de onde viemos, e então, finalmente, entrei na câmara secreta. A porta de pedra se fechou com um baque surdo atrás de mim. Do outro lado, o silêncio. Senti o feitiço selando a entrada, como uma brisa mágica que arrepiava a pele. Olhei em volta. A sala era aconchegante, com mantas limpas, água fervida e um altar de runas brilhando com energia azulada. Cada símbolo pulsava suavemente, como se respirasse junto comigo. Era um refúgio, mas também um palco de destino. — Majestade — disse uma voz familiar —, podemos começar? Mesmo agora, ele mantinha aquele tom debochado, mas havia uma gravidade que não podia ser ignorada. Lá estava ele: o feiticeiro. Alto, vestindo mantos negros com detalhes em azul profundo. Seus olhos tinham o mesmo brilho travesso de quando éramos crianças, mas agora havia uma intensidade que me gelava a espinha. Meu irmão. Sempre soubera, mas sempre esquivei-me de confrontar essa verdade até que a profecia exigisse. — Vamos lá, irmãzinha — disse ele com um sorriso sereno, caminhando até mim com as mãos erguidas em preparo. — Eu disse que seria na Lua Azul. A dor veio com força dobrada. Agarrei uma das mantas e cerrei os dentes, tentando não gritar. Clara segurava minha outra mão, firme, me lembrando que ainda havia quem lutasse ao meu lado. Cada gemido, cada respiração ofegante parecia ecoar pelas paredes mágicas da câmara. — Respire, Majestade — instruiu meu irmão, enquanto movia as mãos sobre o altar, traçando símbolos que brilhavam intensamente. — O bebê sente cada emoção sua. Ele — ou ela — precisa nascer protegido, mesmo que o mundo esteja desmoronando lá fora. As palavras dele misturavam-se com a dor. Era um equilíbrio delicado: a força da magia e a força do meu corpo. A cada contração, sentia o peso do destino pressionando meus ombros, mas também uma estranha clareza. Este não era apenas um nascimento. Era o nascimento de esperança, de promessa. Enquanto isso, o som do castelo em guerra chegava atenuado pelas paredes encantadas, mas ainda perceptível: o metal chocando-se, ordens gritando, cavalos relinchando. Meu coração se partia ao imaginar Augusto lutando, preocupado comigo e com o bebê, incapaz de estar presente neste momento crítico. — Clara, você sempre disse que me protegeria — murmurei entre uma dor intensa, apertando sua mão. — E sempre farei, Majestade. Até o fim — respondeu ela, firme, com uma determinação que me deu forças. Meu irmão começou a entoar cânticos antigos, palavras que pareciam não pertencer a nenhum idioma conhecido, mas que ressoavam no ar como cordas invisíveis. Cada som parecia atravessar minha carne e alcançar o bebê, aquecendo-o, protegendo-o. A luz azul da Lua penetrava pela pequena janela da câmara, refletindo nas runas, criando padrões sobre meu corpo que pareciam dançar junto com os latidos do meu coração. — Está quase — disse ele, a voz firme. — Lembre-se, a Lua Azul marca este momento. A criança é a chave. Tudo depende dela. As contrações aumentavam em intensidade, mas eu comecei a perceber algo estranho: não era apenas dor. Era uma sensação de poder, de pertencimento a algo maior. Como se a profecia não fosse apenas sobre medo ou perda, mas também sobre força e renascimento. Cada respiração parecia carregar energia, cada batida do coração, coragem. Em meio ao esforço, Clara começou a cantar suavemente. Uma canção antiga, passada pelas gerações, que falava de esperança e coragem. Cada palavra dela parecia acalmar minha mente, dando ritmo à dor, fazendo-a suportável, quase transformando-a em força. Meu irmão, concentrado, guiava cada movimento, cada respiração. Suas mãos brilhavam com magia, formando barreiras invisíveis, dissipando sombras, protegendo o bebê de qualquer influência externa. O suor escorria por minha testa, misturando-se à luz azul que banhava a câmara. Cada segundo parecia uma eternidade, cada instante, uma eternidade de esperança e medo entrelaçados. E então, senti o primeiro choro. Um som frágil, mas cheio de vida. O feiticeiro sorriu, Clara soluçou de alívio, e eu, apesar da exaustão, tremendo e coberta de suor, encarei o bebê colocado sobre meu peito. Um momento de silêncio absoluto nos envolveu. Eu olhei para ele — ou seria ela? — e meu coração quase parou quando percebi: era uma menina. O mundo pareceu prender a respiração junto comigo. A Lua Azul iluminava seu rosto pequeno e perfeito, e cada feição parecia carregar a promessa de algo maior. Eu tocava sua mãozinha, sentindo a vida pulsando nela, e a compreensão me atingiu como um raio: a profecia falava de uma filha, e não de um filho. Todo o peso daquilo caiu sobre meus ombros, misturado à alegria e ao medo. — Ela… é uma menina — sussurrei, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto. — Minha filha. Clara sorriu, segurando minha mão com força, como se dissesse que tudo ficaria bem. O feiticeiro colocou uma mão sobre a menina e outra sobre meu ombro. Uma onda de energia percorreu a sala, e senti algo mudar. A sensação de medo, que me dominara por toda a noite, começou a se dissipar. A filha estava protegida, e, de alguma forma, havia esperança. — A profecia começou — disse meu irmão, sua voz séria agora. — Mas isso é só o começo. O mundo lá fora ainda precisa de nós, e o destino desta menina será determinante. A dor ainda persistia, mas agora misturada com uma sensação de vitória e alívio. Eu havia sobrevivido, nossa filha havia nascido, e mesmo sob o caos e a guerra, havia magia, amor e coragem suficientes para enfrentar o que viesse. Naquele instante, sob a luz da Lua Azul, percebi que o nascimento de nossa filha não era apenas um ato de sobrevivência, mas um símbolo de resistência. O destino, mesmo cruel, poderia ser enfrentado. E eu, mãe e rainha, sabia que lutaria por ela até o último suspiro. E assim, enquanto o mundo desmoronava lá fora, na câmara secreta do castelo, a profecia se cumpria, selando o início de uma história que mudaria para sempre o destino do reino, da menina, e de todos aqueles que ousassem enfrentar a escuridão.Marco walked away from her, as fast as he could with hands stuck in his pockets, fingers curling in them as he felt his heart rhythm increasing more than usual. The sight of those sad brown eyes stuck with him, the softness of her voice, her inviting beauty, and the way she smiled. It was all embedded in his head. But it was wrong, too wrong. He couldn't desire another man's wife. He shook his head, a bitter laugh coming from him as he brought his hand out of his pocket, the silver band glinting almost mocking him at the way he felt at the moment. The band was a reminder of why he should tame himself and ignore the fire kindling, started by the woman he had saved from falling but he couldn't help himself. She's married, he reminded himself, and on the other hand, you have got a lot going on. He gazed at the band again, a small smile coming to his face, a reminder of his purpose here. He wasn't here to be besotted by a woman. He had loyalty to prove and faithfulness to uphold.
I am married. The words echoed in Lunaria's head causing the warmth she felt from the man to evaporate quickly and she hurriedly pushed against him in an attempt to get off. He released his hold and she slid away from him standing to her feet immediately, her palms smoothing awkwardly over her gown, her eyes darting in all directions apart from him but she could see from her peripheral vision that he had risen, standing up with his palms brushing across his trousers. "Are you alright?" The strange man asked, his voice cascading over her causing a certain coolness and she forced herself to look up at him even with the dimness provided by the night sky. She could see those electrifying blue eyes beneath the mask he wore, she sensed a vague familiarity but she couldn't quite make out his face. She hadn’t met much people in her life. "I am fine." She whispered slowly taking steps back and he gently walked towards her, "I am sorry." "You shouldn't be. You only tripped." "Right." Sh
Lunaria looked down at her chapped fingers, she could hear the laughter coming from downstairs while she was huddled in the bedroom under the pretense that she needed some time alone as she had a headache. Xander had flown in hours ago, she had gone with his mother and sister to welcome him at the airport. She had carefully orchestrated how she wanted to tell him the situation about home as she knew she couldn't die in silence but to her surprise, her mother and sister-in-law were Oscar-worthy actresses. If one were to see them at the airport, they would think that Lunaria was a lovely family member of theirs. The way they talked softly to her, and treated her nicely was something that shocked Lunaria to the core. Xander loved the state in which he met his family, seeing that his mother and sister had warmed up to his wife made him elated and Lunaria noticed this, she couldn't ruin it all by telling him what had occurred while he was away. Madam Ashton and Claire had made it a g
Madam Ashton's words bore venom, her stares as well as Claire's stares towards Lunaria were laced with hate bearing worse malice than she had ever seen. Its okay Lunaria, they are just meeting you. You need to show them you are worth it. She smiled softly at them, trying to push out the words of her mother in law, "I understand the mistake ma'am." she bowed a little, "My apologies for not living up to your expectations but I am Xander's wife. He explained why you both couldn't make it to the wedding." They both stared at her, saying nothing but with gazes that spoke volumes. "I anticipated your coming today mother, sister." Lunaria widened her smile, "I even cooked. You must be famished, I would l-" "Enough!" Claire was the one who barked this time, "Shut the hell up, acting like you are the lady of the house!" "Oh Xander." Madam Ashton took in a deep sigh like she was about to faint, "I asked for a daughter in law and he brought some horrible creature, did he push aside the lov






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