MasukLyra is a weak Omega who has been forced into exile by her Alpha mate after her true identity of being a generational maid and courtesan (the fore-women/ancestors of her lineage were known to be maids) was put out. Unknown to her, she was already carrying the heirs of the Howl Valley Pack and sons of the wicked Alpha Maverick. Lyra finds shelter at an all rogue pack where she is constantly tormented by the leader of the group, Alerik. After having her twin sons, Arik, the ruthless rogue leader keeps forcing himself on her until she escaped with her pubs and into the arms of Alpha Viking, an old warrior with nothing left to his name after losing his only son and heir to a pegan war. Following the death of Alpha Viking, Lyra becomes the Viking Alpha, bestowing all powers into her. Years later, Alpha Maverick would come back seeking for Lyra after hearing rumors of her being a Viking Lord, and to claim his sons. But with his new interference in their lives, and the truth between reality and myth blurs, one thing is clear: a new future is uncertain.
Lihat lebih banyakYaren despertou sentindo o cheiro de flores silvestres, sândalo, pinheiro e um aroma selvagem misturado ao seu.
Quando abriu os olhos, viu o rosto de um homem adormecido. Seus traços faciais eram marcantes e másculos, portador de uma beleza que parecia esculpida. Seu coração disparou, surpresa, e logo as lembranças da noite anterior inundaram sua mente. Ela entrando naquele bar com o grupo de turistas, o olhar dourado e penetrante daquele homem sobre ela, a aproximação dele, a conversa sobre o balcão, os olhares, os sorrisos... e então, os lábios dele encontrando os seus. Depois disso, apenas se lembrava dos dois corpos na cama, emaranhados, se entregando um ao outro; os gemidos, os suspiros, o suor das peles se fundindo em um só até a exaustão de seus corpos. Yaren sentiu o rosto corar ao se lembrar daquela noite. Incrédula, levou a mão até a boca, encarando o homem à sua frente com o coração acelerado. "Eu... Eu realmente passei a noite com um desconhecido?" Ela baixou o olhar, encontrando seu corpo nu por baixo do lençol junto ao corpo dele, e o peso de seu braço forte e musculado sobre sua cintura, mantendo-a por perto de forma possessiva. "Eu estou louca... Eu enlouqueci!" Yaren gritou para si mesma, e no mesmo instante, sentiu uma pontada em seu ombro. Ao levar a mão até o local, sentiu a pele ainda quente, com as marcas de uma mordida profunda. A imagem dele chegando ao ápice, soltando um rosnado rouco antes de cravar as presas nela, reivindicando-a como sua, brilhou em sua mente. O corpo dela congelou enquanto encarava novamente o rosto do homem ao seu lado. Ele era um Alfa, e a tinha marcado. "Não, não, não!" Yaren entrou em pânico enquanto a realidade a atingia. Ela era uma serva, uma escrava. Era propriedade da alcateia, sem direito de ter um companheiro e, muito menos, de ser marcada por um Alfa. O pânico se tornou físico; a respiração travou e o corpo gelou. Aquele tinha sido o maior erro de sua vida e, se descoberta, poderia lhe custar a própria vida. "Eu tenho que sair daqui." Com cuidado para não acordar o Alfa, Yaren saiu do aperto do braço dele, vestiu suas roupas rapidamente e olhou uma última vez para aquele homem. Em outra altura, em outra vida, queria continuar deitada naquela cama com ele, mas naquela realidade, ficar ali significaria sua morte. Ela baixou o olhar e saiu, fechando a porta e desejando nunca mais encontrar aquele homem. Assim que voltou à estalagem dos criados ao cair da noite, no pátio da mansão principal da alcateia, Yaren foi direto para seu quarto, garantindo que ninguém a via. Ela despiu-se e mergulhou na banheira, usando todas as suas ervas aromáticas numa tentativa de tirar de si o cheiro marcante e dominante daquele Alfa de sua pele. Mas, por mais que esfregasse, por mais que permanecesse na água, o cheiro não saía; parecia impregnado debaixo de sua pele. Seus dedos tocaram a marca que ainda doía, e sua mente a levou de volta à noite anterior: os braços fortes dele envolvendo seu corpo, o olhar intenso de puro desejo, a voz rouca e ofegante perto de seu ouvido enquanto ele a reivindicava com paixão repetidas vezes. "Você é minha... minha..." Yaren apertou a marca sob sua mão, deixando as lágrimas caírem. Não entendia como pôde ser tão imprudente, como se deixou levar por ele ao ponto de ir para a cama e deixar que ele a marcasse, com aquela marca em seu corpo. Sua vida estava arruinada. Ela voltou para o quarto com o olhar partido; o cheiro daquele Alfa era tão forte e intenso que qualquer um perceberia mesmo à distância. Era questão de horas até saberem que ela fora marcada. A porta do quarto foi aberta, tirando-a de seus devaneios. Yaren rapidamente secou as lágrimas e encarou sua mãe. — Onde você esteve o dia todo? Por que não atendeu minhas ligações? — perguntou a mulher, preocupada. Mas parou no terceiro passo, sentindo algo estranho no ar. — Que cheiro é esse? Isso é... o cheiro de um Alfa? A mulher se aproximou da filha e puxou a alça do roupão, revelando a marca ainda vermelha e brilhando em um tom dourado. O olhar abismado da mais velha caiu sobre a filha, que apenas baixou o olhar, deixando as lágrimas caírem. — Me desculpe, mamãe — foi tudo o que conseguiu dizer em meio ao choro. — Você... Você foi marcada por um Alfa? Como pôde deixar algo assim acontecer? Você se entregou a um Alfa e permitiu que ele te marcasse?! Você é uma escrava, Yaren! Você pertence aos Morgan! Eles vão te matar se virem isso. Uma escrava marcada por um Alfa é uma sentença de morte! Yaren desabou em lágrimas, pedindo desculpas inúmeras vezes, a culpa e o arrependimento tomando conta dela, pois sabia que o castigo não seria somente para ela, mas também cairia sobre sua mãe por não tê-la ensinado direito. — Mãe, me desculpe, por favor, me perdoe— A mulher olhou para sua filha e suspirou. — Não saia desse quarto até eu voltar, não deixe ninguém ver ou cheirar você!— Yaren assentiu e ficou sentada na cama com o olhar baixo, apertando o ombro. Uma sensação estranha percorreu seu corpo, uma vontade de correr até aquele Alfa, se jogar nos braços dele e pedir sua ajuda e proteção. Era o vínculo que tinham selado se manifestando; ela já estava se tornando dependente dele e desejando estar ao lado dele. A porta do quarto voltou a abrir e a mãe entrou, carregando dois frascos de cerâmica com líquidos estranhos. — Beba isto — Yaren olhou para o líquido azul e encarou sua mãe, confusa. — Se esse Alfa conseguiu marcar você em uma noite apenas, deve ser um Alfa poderoso, e não duvido que a semente dele já esteja se desenvolvendo em seu ventre. Você é uma mestiça; carregar o filhote de um Alfa será visto como traição à alcateia, então, beba isso— Instintivamente, Yaren levou a mão até seu ventre, imaginando a possibilidade de ter um filhote ali, e hesitou, num instinto protetor automático. A mulher olhou para a filha e aproximou o frasco dela. — Yaren, Beba! ou você quer passar pela mesma vida miserável que eu passei?— Yaren voltou a levantar o olhar para a mãe, lembrando-se de sua história de dor e sofrimento enquanto ainda a carregava no ventre, até ser comprada como escrava. Não queria passar por aquilo, e não podia permitir que uma criança inocente passasse por aquilo. Com a mão trêmula, ela alcançou o frasco e bebeu todo o líquido amargo até o fim. A mulher voltou a se aproximar da filha com o outro frasco que continha um líquido verde doentio e borbulhante. — Esta é uma poção capaz de remover a marca de um Alfa e cortar o vínculo. No mesmo instante, a marca em seu ombro pareceu queimar e pulsar, como se soubesse o que estava para acontecer e tentasse lutar contra o rompimento. — Esta é a única forma de você sobreviver. Essa marca deve sair de você. Morda isso. Yaren mordeu o couro com toda a força e fechou os olhos. O líquido foi derramado sobre sua pele. No local onde os dentes dele haviam reivindicado sua alma horas atrás, o mundo pareceu desaparecer em uma névoa de dor e agonia. Não era apenas uma queimadura física; era como se algo estivesse sendo arrancado de dentro dela, um laço invisível, ainda recente, sendo destruído à força, estraçalhando a conexão que se formava, quebrando o laço como uma corda esticada até o limite. O cheiro dele desapareceu de seu corpo gradualmente, substituído pelo cheiro de carne queimada. Yaren cravou os dedos no lençol, engolindo o grito preso em sua garganta, que parecia vir de dentro de sua alma. Ela caiu de joelhos no chão, incapaz de suportar a sensação de ter sido esvaziada e queimada por dentro. A mãe olhou para a filha jogada no chão, gemendo de dor, e sentiu seu coração apertar, mas sabia que fazia o certo; aquilo era necessário para garantir a sobrevivência dela. Yaren permaneceu deitada no chão frio, encarando o vazio enquanto as lágrimas rolaram em seu rosto. As memórias quentes da noite anterior se dissipavam como fumaça, dando lugar a um vazio frio e escuro. O toque dele, os beijos, o rosto... tudo foi ficando mais distante, até a escuridão finalmente a envolver. . . . — Alfa Theron — O Beta chamou, entrando no escritório, e olhou para figura imponente do Alfa parado de frente para Vidraça, encarando a penumbra da floresta sobre a luz do luar. — Você a encontrou? — perguntou sem se virar, com o tom carregado de urgência e impaciência. — Não, Alfa. Procurei em todas as alcateias da região, mas nenhuma mulher corresponde à descrição que o Alfa deu. O punho do Alfa atingiu o vidro reforçado, estilhaçando-o no mesmo instante. Ele se virou, e seus olhos dourados ganharam uma coloração alaranjada, sombria e perigosa. Sua voz soou como um trovão, fazendo as paredes do escritório vibrarem. — Encontre-a! Ela é a minha companheira! O meu lobo está enlouquecendo, e sinto o sangue dela chamando pelo meu! Mesmo que precise revirar cada palácio e cada favela deste mundo, encontre-a e traga-a para mim! — S-Sim, Alfa — o Beta se curvou e saiu apressado. Kallian caminhou pelo cômodo, o peito subindo e descendo com uma fúria impaciente e possessiva. Seu lobo arranhava o interior de sua mente, exigindo a fêmea que lhe pertencia de volta. — Eu preciso encontrá-la... — rosnou para o vazio, as garras cravando na madeira da mesa. — Eu preciso encontrá-la e trazê-la para o meu lado. Custe o que custar!Chapter 210 LyraUgh. My eyes flickered open, and everything was hazy. Like I’d slammed back one too much alcohol the night before, except I couldn’t even recall having a good time. My brain felt wrapped in cotton, all the edges dulled. I tried to sit up, but I couldn’t.My hands weren’t having it. Something cold and hard bit into my wrists. Metal. Chains? I jerked my arms, half-expecting it to be some nightmare, but all I got was the sound of metal clinking and my heart suddenly trying to punch its way out of my chest. I glanced down, and saw the chains ran all the way to my ankles. This wasn’t just a weird dream, I was actually in bound.The panic finally kicked in. Who put me here? What exactly did I do to deserve this? I yanked at the chains with as much strength as I could muster, but it was certain to me that there was zero chance those things would budge.I took deep breath and tried looking around. The room was as gloomy as a forgotten underground cell, shadows were everyw
Chapter 117Jamica.The sun was almost setting, still halfway on its journey to the west.It’s receding golden light made everything just kind of glowed. I wandered down this twisty old road, gravel crunching under my boots, birds yelling at each other in the trees, wind doing its dramatic howl thing through the leaves. It was real peaceful, Well, as peaceful as you can get when you’re skulking around in a cloak like some discount Grim Reaper.Honestly, no one was giving me the time of day. People glanced at me, then looked away so fast you'd think I was contagious. Guess that’s what happens when you’re rocking a mysterious-hooded-stranger vibe. It’s the cloak, really. Makes me invisible, which is exactly what I was going for. The last thing I needed was some nosy villager grilling me about why I looked like their Alpha.Although some of them might be able to differentiate due to my hair color, but regardless I wasn’t in the mood for the first degree curios glance.Anyway, back to
Chapter 118Jamica.I couldn’t speak, neither could I respond to the question that was asked, “Who’s there?” My hands was clasped over my as I moved towards the direction I had come with.I’m pretty sure they knew someone was eavesdropping.That’s if they don’t already know I was the one.Lyra might not have mastered my scent but Maverick definitely has.If I was feeling heavy and nervous before then this was a buster.What did I just overhear?So Lyra wasn’t who she was claiming to be?I just knew something was weird about her when my inner wolf didn’t warm up to her.I didn’t feel the instant spark and connection.So she was just playing me and acting like she really cared.How could she say that about me?The simple answer laid thick in my head.She’s still in love with Maverick…that snake.I couldn’t even string my thoughts together, neither could I do that with my bearing.I just kept tripping over my own damn feet.The ground was coming at me like it had a personal vendetta. W
Chapter 119Jamica.“But how can you know all that about her and still have me come here?” I asked Maverick with disbelief…Not towards him, but my so called sister and her sick intentions.“I’m sorry Jamica, but I just wanted you to be happy.She’s your sister and I couldn’t deny you the privilege of meeting her.”I sighed and leaned down my head feeling a headache creep in.Is this what I get for wanting a family?So Lyra was never really over Maverick and the only reason why she had desperately been searching for me was because she wanted Maverick all to herself.How diabolic could she be?“Let’s leave here then, we have no business been here again and I as much don’t want to have anything to do with her again.Let’s go back home.”I sounded desperate as I looked pleadingly into Maverick’s eyes.His eyes clouded with emotions and at that moment, I could see his pure love for me.If I had doubts about him before, what I heard today and how he has refused Lyra because of me has cleare
Chapter 111Lyra.“Our Alpha here is doing all she can to protect our clan, the least we can do is to support her and not challenge her,”The old man whose name was Elder Olaf spoke with much authority despite his shaky voice.With a wave of my hand, I signaled to Thane to put down his swords.As h
Chapter 109 Thane.“Lyra, I got here as fast as I could,” I said as she pulled off .Perhaps she thought I was gone, perhaps she doesn’t want to see me again.“You’re not answering my question?” She retorted throwing up her hands like a little kid making a tantrum.There were few glances shot at
Chapter 104 Thane.“You dare to question my authority?” I barked at Thorfin who was staring intensively at me, stone faced.The atmosphere was tense. I was trying to suppress all my pent up emotions but my anger was simmering to the surface.“I’m not trying to question your authority, I’m merely i
Chapter 102 Jamica.“You love me?” I asked more for a confirmation that I heard him correctly than for an answer. He sat down next to me as he had just stood up to put on a shirt. “Yes Jamica,” his hand wrapped around me and I subconsciously inhaled him in. “I love you, I have always loved you.






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