Logo na entrada, elas deram de cara com Nadja.Tatiane apertou de leve a mão de Bia e baixou os olhos para a filha.— Bia, dá oi para a tia Nadja.Bia ergueu o rostinho para Nadja e cumprimentou, obediente:— Oi, tia Nadja.Nadja se abaixou um pouco para ficar mais perto da altura da menina e sorriu.— Oi, Bia. Como você está linda!Bia abriu um sorriso, exibindo os dentinhos brancos.— A tia Nadja também é muito bonita.A resposta arrancou um sorriso ainda mais carinhoso de Nadja.Se até ela, que não tinha nenhum laço de sangue com Bia, achava impossível não se afeiçoar à menina, para os próprios pais devia ser ainda pior.Era quase difícil conciliar aquela garotinha meiga e adorável com Henrique, um homem tão frio, orgulhoso e pouco acostumado a ceder diante de quem quer que fosse.Nadja tirou da bolsa uma caixinha, abriu e a estendeu para Bia.Dentro havia um colar artesanal de inspiração vintage, trançado à mão, com um belo pingente de ágata azul.— É para você. Espero que goste.B
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