2009 foi o ano de 'Up - Altas Aventuras' brilhar no Oscar, e não foi à toa. A Pixar mandou muito bem com essa mistura de fantasia e emoção. Meu primo de 8 anos adora as cenas de ação, enquanto minha avó chorou no início do filme. Isso mostra como a animação consegue unir gerações. A casa voando com balões virou um símbolo do poder da imaginação.
2026-04-24 08:52:24
14
Thomas
Fã de romances
Economista
Lembro como se fosse hoje quando 'Up - Altas Aventuras' ganhou o Oscar de Melhor Filme de Animação em 2010. Aquele filme me marcou profundamente, não só pela animação impecável da Pixar, mas pela maneira como conseguiu contar uma história tão emocionante e universal em poucos minutos. A sequência da vida do Carl e Ellie é uma das coisas mais lindas já feitas no cinema, e arrancou lágrimas até do mais durão.
O que mais me surpreende é como 'Up' equilibra humor, aventura e drama sem perder o ritmo. Russel, Dug e Kevin são personagens que ficam na memória, e a mensagem sobre seguir em frente mesmo após a perda é incrivelmente poderosa. Dá pra ver porque o filme foi premiado: ele transcende a categoria de animação e se torna uma obra-prima cinematográfica. Até hoje, quando ouço a trilha sonora, fico arrepiado.
2026-04-26 10:34:39
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O Cachorro ou o Nosso Filho?
Anônimo
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Eu me chamo Ângela Guedes.
No dia do quinto aniversário do meu filho, nós três fomos assistir a uma chuva de meteoros. No meio do passeio, meu marido atendeu um telefonema e partiu às pressas.
No meio da noite, meu filho teve uma crise de asma, e o único remédio estava no carro do meu marido.
Eu corria desesperada pelo campo deserto, segurando meu filho nos braços, ligando repetidamente para meu marido, mas recebi apenas uma mensagem fria: [Tenho uma emergência, não perturbe.]
No dia seguinte, finalmente consegui falar com ele, mas quem atendeu foi a primeira namorada dele.
— O meu cachorrinho morreu repentinamente ontem à noite. O Fidel ficou com medo de que eu ficasse muito triste e passou a noite comigo. Ele acabou de pegar no sono. Se tiver algo a dizer, pode falar para mim.
Passei a mão pelo rostinho do meu filho, gelado, e senti o mundo desabar em silêncio.
— Diga a ele que quero o divórcio.
Me casei com Sérgio, o filho mais velho da família Lima, um renomado obstetra. Minha melhor amiga, Vanessa, se casou com Valentino, o filho mais novo, que era presidente de uma grande farmacêutica.
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Vanessa me levou ao hospital, onde sofri uma embolia amniótica. Nenhum médico sabia o que fazer, e quando pedi ajuda ao Sérgio, ele respondeu com desprezo:
— Só porque faltei no seu aniversário, já vem se fazer de vítima e inventar mentira? O cachorro da Alícia vai parir, preciso estar presente e não tenho tempo para drama!
Vanessa me operou e salvou minha vida, mas meu filho foi para a UTI. Ela ligou para Valentino pedindo um remédio especial, e ele respondeu:
— O cachorro da Alícia tá mal depois do parto, estou aqui fazendo caldo para ele. Sério, vocês duas são iguais e sempre arrumaram confusão. Acham que só existo para lidar com crise de ciúmes.
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Quando finalmente falamos do divórcio para Sérgio e Valentino, eles entraram em pânico.
O dom de ouro é capaz de transformar seus pensamentos em realidade, ou seja, ele pode realizar todos os seus desejos. Porém, para consegui-lo você deve ser a pessoa mais amada por um dos cinco portadores existentes no universo, e esse portador deve morrer. Emi Sanada é uma jovem depressiva que recebeu o dom de ouro após a morte de seu ex-namorado Norio Shinohara. Mesmo podendo realizar todos os seus desejos, ela não pode trazer Norio de volta, então ela decide se vingar de quem o matou. O misterioso Ryo Takashi lhe informou que a assassina de Norio é sua colega de classe, Miu Furukawa, que também possui o dom. Emi decide Miu a qualquer custo, mas a chegada de seu ex-cunhado, Shoutaro Shinohara faz ela mudar de ideia. Ele decide ajuda-la a investigar melhor. Além de Miu, existem muitos outros suspeitos, como a misteriosa Ayumi Tadashi, que ninguém sabe de onde veio nem como recebeu o dom, Tomoya Mayama, o melhor amigo de Norio e pretendente de Miu, Erio Kogane o protetor do dom, e o próprio Ryo Takashi. Muitas coisas estão má explicadas nessa história, Emi e Shoutaro precisam entender o que aconteceu, e quem sabe, encontrar uma forma de trazer Norio de volta.
Sou uma sacerdotisa mortal, mas uma maldição mortal do Tártaro está me consumindo.
A única cura é uma Maçã de Ouro do Olimpo, que floresce uma vez por século para purificar uma alma. No entanto, meu companheiro de alma — Zale, filho de Poseidon — roubou a minha maçã. Ele a deu para minha irmã, Melora, apenas para curar uma queimadura mágica superficial.
Abandonei meus últimos tratamentos no Templo de Apolo. Em vez disso, bebi um frasco de veneno do Lete, misturado com águas do Estige. Ele silencia qualquer dor. O preço? Em três dias, minha alma virará cinzas. Sem vida após a morte, sem reencarnação.
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Conduzi meu filho, Philon, na direção de Melora e disse para que a chamasse de "mãe". Ele comemorou e se jogou nos braços dela, exclamando que as canções de ninar dela eram mais doces.
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Mas não consigo parar de me perguntar... quando eu desaparecer na poeira estelar para sempre, será que eles vão ao menos se lembrar de mim?
Enquanto crescia, minha irmã mais nova, Nina, sempre foi a pessoa que minha família mais amou.
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Na noite em que ele me pediu em casamento, segurou minha mão e disse que me amaria pelo resto da vida. Pela primeira vez, pensei: "Finalmente alguém me escolheu."
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Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
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Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
O último filme de animação a ganhar o Oscar foi 'Guillermo del Toro''s Pinocchio'. A obra do diretor mexicano conseguiu capturar a essência sombria e poética do conto original, misturando stop-motion com uma narrativa emocionante sobre humanidade e redenção. Acho fascinante como del Toro consegue transformar histórias conhecidas em algo completamente novo, dando camadas de profundidade que ressoam tanto com crianças quanto adultos.
Quando assisti, fiquei impressionado com os detalhes da animação. Cada movimento dos personagens parece vivo, e a trilha sonora complementa perfeitamente o clima melancólico. Diferente das adaptações mais açucaradas, essa versão não tem medo de explorar temas difíceis, como perda e identidade. É o tipo de filme que fica na sua cabeça por dias, te fazendo refletir sobre o que realmente nos torna humanos.
O filme que levou o Oscar de Melhor Animação este ano foi 'The Boy and the Heron', do Hayao Miyazaki. A obra é uma jornada surreal e emocional, repleta daquela magia característica do Studio Ghibli, misturando elementos autobiográficos do diretor com uma narrativa que desafia a linearidade. A animação em si é deslumbrante, com paisagens que parecem respirar e personagens que carregam camadas de significado. Acho que o Oscar reconheceu não só a técnica impecável, mas também a forma como o filme lida com temas universais, como luto e crescimento, de maneira poética e não óbvia.
Além disso, há um respeito enorme pela maturidade do público infantil — algo raro hoje em dia. Miyazaki nunca subestima crianças, e 'The Boy and the Heron' é cheio de momentos que exigem reflexão, sem respostas fáceis. Acho que o Academy valorizou essa audácia, especialmente num mercado dominado por animações mais comerciais. E, claro, há o fator 'legado': Miyazaki já é um ícone, e este suposto 'último filme' dele ressoou como uma despedida magistral.
A década de 2000 a 2010 foi uma era dourada para a animação, com filmes que marcaram gerações. 'Spirited Away' do Studio Ghibli é uma obra-prima que transcende culturas, com sua narrativa surreal e personagens cativantes. A jornada de Chihiro através do mundo dos espíritos é repleta de simbolismos sobre crescimento e identidade. Outro que me emociona até hoje é 'Wall-E', da Pixar. A forma como ele consegue transmitir uma mensagem profunda sobre consumo e humanidade quase sem diálogos é genial.
E não posso deixar de mencionar 'Up: Altas Aventuras'. Aquela sequência inicial com Carl e Ellie é uma das cenas mais poderosas já feitas em animação. Filmes como 'Coraline' e 'A Noiva Cadáver' também trouxeram uma escuridão encantadora, provando que animação não é só para crianças. A criatividade visual e as histórias únicas dessa época ainda inspiram muitos artistas hoje.