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Ela Importa, Eu Saio

Ela Importa, Eu Saio

Duas semanas antes do casamento, Theo Salles de repente adiou a cerimônia de novo. — A Suzana disse que nesse dia vai inaugurar sua primeira exposição. — Explicou ele. — Ela vai estar sozinha na abertura, tenho medo que ela não consiga segurar a pressão. Com certeza vai precisar de alguém ao lado. — Continuou. — Nós não precisamos dessa formalidade. Casar hoje ou amanhã, qual é a diferença? Mas essa já era a terceira vez que ele adiava nosso casamento por causa da Suzana Lima. Na primeira vez, ele disse que Suzana tinha saído de uma cirurgia e sentia falta da comida da terra natal. Então, sem hesitar, ele foi para o exterior cuidar dela por dois meses. Na segunda vez, ele disse que Suzana ia se isolar nas montanhas para pintar em busca de inspiração. Ficou preocupado achando que não era seguro ela ir sozinha, por isso, foi junto. Esta é a terceira vez. Desliguei o telefone e olhei para Léo Duarte, meu amigo de infância, sentado preguiçosamente à minha frente. A bengala na sua mão, incrustada de esmeraldas, batia ritmicamente no chão de mármore. Você ainda quer uma esposa? — Perguntei. No dia do meu casamento, Suzana, sorridente e encantadora, ergueu sua taça esperando que um homem brindasse com ela. Mas esse homem, de olhos vermelhos, estava assistindo ao vivo o casamento do herdeiro do maior grupo imobiliário do país, o Grupo Duarte.
Short Story · Romance
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Sua Companheira Rejeitada por Doze Anos - Minha Escapatória Final

Sua Companheira Rejeitada por Doze Anos - Minha Escapatória Final

Eu carreguei o filhote do meu companheiro destinado. O filhote do Alfa Seth. Mas por doze anos, ele se recusou a me aceitar. Eu era seu segredo. Sua curandeira pessoal. Nada mais. Ele nunca sequer permitiu que nosso filho, Leo, o chamasse de "pai". Tudo porque ele odiava que o destino tivesse escolhido uma companheira "impura" como eu. Ele alegou que eu o drogara, que eu o prendi com uma criança. Ele faltou ao Primeiro Uivo de nosso filho por causa de outra mulher. Uma Beta poderosa chamada Sarah. Aquilo foi a gota d'água. Eu o rejeitei. Peguei nosso filho e fugi. Dizem que o orgulhoso Alfa enlouqueceu. Que a dor da rejeição o destruiu, e que ele nos caçou como um louco. Mas não há volta. Não há perdão.
Short Story · Lobisomen
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Quem Sorriu No Fim Foi Quem Você Feriu

Quem Sorriu No Fim Foi Quem Você Feriu

A viúva do melhor amigo do meu marido postou nas redes sociais uma foto do ultrassom da gravidez. [Obrigada pelo seu esperma que me permitiu ter meu próprio bebê.] Quando vi o nome do meu marido, Gustavo, preenchendo o campo "pai" no exame, comentei apenas com um ponto de interrogação. Gustavo me ligou na mesma hora, gritando furioso comigo: — Ela é uma viúva que vive sozinha e só quer ter uma criança para fazer companhia, você não tem nem um pingo de compaixão? Além disso, Valentino era meu amigo, e agora que morreu tenho a obrigação de cuidar da mulher dele. Isso se chama lealdade, entende? Semanas depois, a viúva do amigo dele exibiu fotos de um apartamento luxuoso em Leblon. [Ainda bem que você está comigo, me fazendo sentir de novo o verdadeiro aconchego de um lar.] Na foto, Gustavo aparecia ocupado na cozinha, e naquele momento soube que aquele casamento precisava chegar ao fim.
Short Story · Romance
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Traída no Altar: A Noiva Que Virou Donna

Traída no Altar: A Noiva Que Virou Donna

No dia do meu casamento, fui traída diante do altar. Ryder Conti, meu noivo e herdeiro da máfia, não apenas cancelou nosso casamento, ele entrou na igreja de braços dados com outra mulher. Atrás dos portões de ferro, ele olhou para mim com um meio sorriso e disse: — Emilia, os Conti precisam de um herdeiro. A Carmela está esperando um filho dos Rossi. Quando eu garantir meu lugar na Família com a ajuda deles, vou me divorciar dela. Você continuará sendo minha mulher. Todos achavam que eu esperaria. Que obedeceria. Afinal, eu havia passado dez anos amando aquele homem mais do que a mim mesma — rompi com minha família, sacrifiquei tudo por ele. Mas naquela mesma noite, embarquei num jatinho rumo à Sicília para aceitar um casamento arranjado com o Padrinho da família Vettori. E desapareci do mundo de Ryder Conti. Três anos depois, retornei a Nova York, ao lado do meu marido e do nosso filho, para acertar as contas com um traidor da Família. Voltei para resolver uma traição na Família. Zayn teve um imprevisto, então mandou um dos capangas dele me buscar. Só não esperava reencontrar o homem que um dia destruiu meu coração. Com aquele velho sorriso arrogante, Ryder disse: — Acabou a farra? Que bom que voltou. O filho da Carmela precisa de uma cozinheira. Pode começar hoje. Cozinheira? Eu sou a Donna mais temida do submundo, e ele ousa me chamar de cozinheira?
Short Story · Máfia
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Deixei Meu Namorado e Ele se Arrependeu

Deixei Meu Namorado e Ele se Arrependeu

Namorei por dez anos, e só então Rafael Loureiro, meu namorado, topou casar comigo. Mas, na sessão de fotos do casamento, o fotógrafo pediu uns beijos. Ele fez cara feia, soltou um papo de "nojo", me empurrou e vazou sozinho. Fiquei lá, morrendo de vergonha, pedindo desculpas à equipe. Era um dia de neve, e era difícil conseguir um táxi. Caminhei com dificuldade pela neve, passo a passo, de volta para casa. Foi então que, ao entrar na nossa casa de noivos, flagrei Rafael abraçando sua ‘amada perfeita’, Gabriela Nunes, e a beijando com tanta paixão que pareciam incapazes de se separar. — Gabi, basta uma palavra sua e eu fujo do casamento agora mesmo! Anos de paixão viraram piada ali mesmo. Depois de chorar horrores, decidi fugir do casamento antes de Rafael. Depois, a galera da elite só falava nisso: o playboy da família Loureiro rodando o mundo atrás da ex-noiva, implorando pra ela voltar.
Short Story · Romance
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Flores Murcham sob a Lua, Espinhos Florescem na Escuridão

Flores Murcham sob a Lua, Espinhos Florescem na Escuridão

Na véspera do meu noivado, uma notícia bombástica explodiu nas redes sociais: a sugar baby do meu noivo tinha acabado de dar à luz. O escândalo estava em todo lugar. Antes mesmo que eu pudesse confrontar Thiago Monteiro, ele se antecipou a explicar com a calma de quem não devia nada: — Isso não passa de um acidente. Concentre-se no jantar de noivado. Além disso, seu pai está em estado terminal. Cancelar essa união agora não seria vantajoso para nossas famílias. Naquela noite, Thiago sequer apareceu no jantar. Em vez disso, postou no Instagram uma foto do recém-nascido. — Tenho cuidado do bebê, então não tenho tempo para você. Na minha família, há gerações só nasce um herdeiro por vez. Essa criança é muito importante. — Disse ele, limpando a boca do bebê com delicadeza, sem culpa. — Mas fique tranquila. Quando o bebê completar um mês, mando para a Inglaterra. Em ocasiões importantes, você pode aparecer como mãe dele. O título de Sra. Monteiro será sempre seu. Fixei o olhar na aliança idêntica à minha, agora um símbolo vazio. Soltei uma risada amarga: — Thiago, é melhor cancelarmos o noivado. Ele riu, carregado de desdém: — Vai causar tudo isso por bobagem? Pare de agir como criança. Sem hesitar, encerrei a videochamada e disquei o número particular de Henrique Monteiro, pai dele. — Ouvi dizer que procura uma nova esposa. Que tal considerar a mim? — Perguntei, acariciando meu ventre com um sorriso irônico. — Tenho fertilidade invejável. Quantos filhos quiser, posso dar. "A família Monteiro sempre teve tão poucos herdeiros que chega a ser melancólico. Acho que está na hora de eu garantir que Thiago ganhe mais alguns irmãos para animar as coisas."
Short Story · Romance
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A Filha Que Eles Gostariam Que Nunca Tivesse Nascido

A Filha Que Eles Gostariam Que Nunca Tivesse Nascido

Antes de completar dezoito anos, eu era a adorada princesa da família Moretti. Tudo mudou no meu décimo oitavo aniversário, quando meu pai trouxe para casa uma garota órfã chamada Carina. — Ela precisa de um lar. — Disse meu pai. — Você cuidará dela, como uma irmã. A partir daquele momento, nada foi igual. Meu irmão, que antes me adorava, tornou-se frio e distante. E meu noivo... o amor dele por mim parecia se reduzir pela metade da noite para o dia. A família elogiava Carina por ser dócil e obediente, chamando-a de uma filha muito melhor do que eu, sua própria carne e sangue. Depois de muito ser deixada de lado por Carina, finalmente desabei e segurei a manga do meu pai. — O sangue não significa nada? — Perguntei. A fúria do meu pai se acendeu. Ele abrigou Carina em lágrimas atrás dele, e diante de toda a família, deu-me um tapa no rosto. — Seu desperdício egoísta. Eu devia nunca ter tido você. — Você traz vergonha a esta família. — A voz do meu irmão Marco soou fria como uma lâmina. — Saia. E meu noivo, Vincent, olhou para mim com desapontamento: — Se ao menos eu estivesse noivo da Carina desde o início. Eles achavam que eu me curvaria aos pés deles, como sempre fizera. Mas não disse uma palavra; apenas fui até o cofre da família, retirei os documentos oficiais e risquei meu nome com um único traço. Tirei o anel de noivado do dedo e o coloquei sobre a mesa. Dei a Carina tudo aquilo que eles achavam que eu não merecia. Afinal, eu tinha apenas mais vinte e quatro horas de vida. Mas eles não faziam ideia, naquele momento, de que — em meio às ruínas da família Moretti — um dia se ajoelhariam na chuva implorando pelo meu retorno.
Short Story · Máfia
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Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches

Tabú: Amarras e Pecados - Fetiches

Conteúdo adulto. Explícito. Provocante. Entre o prazer e o perigo, não há regras, apenas limites a serem testados. Neste segundo volume da série Tabu, o desejo veste novas formas e o corpo se torna território de entrega, dominação e segredos inconfessáveis. Cada conto mergulha em um universo diferente, luxúria à meia-luz, submissões consentidas, fantasias que queimam na pele e jogos que desafiam moral, poder e prazer. Homens e mulheres se despem não só das roupas, mas das máscaras. Amarras, vendados, ordens sussurradas e gemidos proibidos, nada aqui é inocente. Em “Amarras & Pecados”, o fetiche é rei, e o pecado, convite. Prepare-se para perder o fôlego, cruzar fronteiras e descobrir o lado mais cru e irresistível do desejo humano. Tabu: Fetiches - Volume 2 não é apenas uma leitura. É uma rendição.
Romance
614 viewsOngoing
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Amor em Cinzas, Promessas Queimadas

Amor em Cinzas, Promessas Queimadas

Após o incêndio, não o impedi de entrar nas chamas para salvar a "sobrinha". Assisti, impotente, enquanto o fogo o devorava diante dos meus olhos. Na vida passada, no dia do nosso casamento, um incêndio devastou o hotel. Nós escapamos a tempo, mas a sobrinha sem laços de sangue com ele ficou presa entre as chamas. Desesperado para a resgatar, ele tentou correr de volta. Eu o segurei com todas as forças. Quando o fogo enfim se apagou, nada restou dela além de cinzas. Ele dizia não me culpar. Mas, três anos depois, no aniversário do nosso casamento, levou a mim e ao nosso filho para mergulhar. Nas profundezas, com um olhar cheio de rancor, arrancou nossos tubos de oxigênio. — Você me impediu de salvar Mafalda. Agora, pagará com a sua vida. Chorei, supliquei, dizendo que nosso filho era inocente. Ele, porém, virou as costas sem olhar para trás. Eu e meu filho morremos sufocados. Somente depois da morte compreendi: ele sempre amara aquela sobrinha perdida nas chamas e a sua raiva contra mim queimava tão fundo quanto o fogo que a levou. Quando abri os olhos novamente estava de volta ao dia do incêndio.
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Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

Renasci no Dia em que a Mulher que Meu Marido Amava Morreu

No momento do terremoto, meu marido, capitão da equipe de resgate, me deixou para trás e correu para salvar a mulher que amava, Luna Soares. Eu não o impedi. Apenas deixei que ele fosse. Tudo porque, na minha vida passada, diante da mesma escolha, ele me resgatou primeiro, eu, grávida de oito meses. E Luna, por causa do atraso no socorro, foi soterrada nos escombros durante uma réplica e morreu asfixiada. Mais tarde, no dia em que fui dar à luz, ele me levou até o túmulo dela. Assistiu friamente enquanto eu desabava no chão de tanta dor, implorando ajuda. — Talita, está doendo? A dor que a Luna sentiu debaixo dos escombros foi mil vezes pior! Olhei, incrédula, para o homem enlouquecido à minha frente. — No dia do terremoto você estava numa zona segura! Se não tivesse usado a gravidez como chantagem, Luna teria tido a chance de ser salva! — Todo o sofrimento da Luna… eu quero que você sinta com seu próprio corpo! Ele me forçou a ajoelhar e bater a cabeça diante da foto da Luna, enquanto o sangue escorria por entre minhas pernas. Acabei morrendo de hemorragia durante o parto. Quando abri os olhos novamente, era o mesmo dia do terremoto. Desta vez, nem eu nem meu filho vamos esperar por ele.
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