A Mulher Que Eu Não Quis
Não tinha a quem culpar e a minha vida simplesmente não fazia sentido.
4 anos haviam passado, eu continuei a mesma rapariga da última noite com Jorge e, embora nunca mais me tivesse tocado, ameaçava-me. A minha mãe descobriu quando deixei-lhe uma carta na mala após beber vinagre e 30 comprimidos diferentes, mas infelizmente ao invés da minha, a vida da minha mãe foi ceifada por Jorge que, deu-lhe diversos golpes na cabeça ao ser por ela confrontado e, ameaçou sair connosco de casa. Claro, ele saiu ileso pois alegou que ambos tiveram um acidente de mota e o facto de ter sido militar e conhecer algumas pessoas facilitou. Nunca teve qualquer investigação.
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