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A Libertação de Laura

A Libertação de Laura

Implorei ao meu marido trezentas e quatro vezes até que ele finalmente concordasse em me acompanhar para levar meu pai ao mar, em sua última jornada nesta vida. Mas, enquanto eu estava na praia e o calor do corpo do meu pai esvaía-se pouco a pouco na cadeira de rodas. Não vi nem sinal do meu marido. A amada dele publicou uma foto nas redes sociais. Era uma imagem dos dois olhando as nuvens nos vales. [Longe do mundo, basta ter você.] Meu dedo escorregou e acabei curtindo a foto. Imediatamente, recebi uma mensagem dele me questionando: — Quantas vezes já te disse para não incomodar a Rita? Se não consegue controlar as próprias mãos, nós vamos nos divorciar! Já nem me lembro de quantas vezes ele usou o divórcio para me ameaçar. Eu, Laura Souza, já estava farta de escutar aquilo. — Tudo bem, vamos nos divorciar.
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Grávida Sequestrada: A Escolha do Meu Marido

Grávida Sequestrada: A Escolha do Meu Marido

Grávida de nove meses, fui feita refém no último andar do prédio por Afonso, um ex-funcionário que guardava rancor por ter sido substituído pelo meu marido no trabalho. Ele me esfaqueou dezenas de vezes. Meu marido, José Rocha, capitão da equipe de resgate, direcionou todos os recursos para salvar sua primeira namorada, Cecília, que, em depressão, ameaçava incendiar seu apartamento alugado. Eu não pedi que ele viesse me salvar. Na vida passada, por ter ligado para ele pedindo socorro, José largou Cecília para me resgatar. Eu e o bebê sobrevivemos, mas Cecília morreu no incêndio que ela própria provocou. José, na aparência, não me culpou. Reservou uma suíte VIP na maternidade para mim. Mas, justamente no dia do parto, ele me amarrou e, diante de mim e do nosso bebê, desferiu dezenas de facadas! – Naquele dia, você e o sequestrador me enganaram juntos, não foi? Seus ferimentos eram superficiais! Você nunca ia morrer! – Já que você gosta tanto de ser esfaqueada, eu faço esse favor pra você! Quando abri os olhos novamente, voltei ao dia em que fui sequestrada. Desta vez, decidi deixá-lo ir salvar a primeira namorada.
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Renascida: A Vingança do Casamento

Renascida: A Vingança do Casamento

Quando a família Costa estava à beira da falência, os pais de Daniel Costa vieram implorar por um casamento arranjado. Meu pai, com pena de mim por ter amado Daniel durante dez anos, investiu bilhões para salvar a família Costa e me casou com ele. Na noite de núpcias, Daniel cobriu meus olhos com um véu vermelho e me tomou repetidamente na cama, sem piedade. Um mês depois, cheia de alegria, eu fui até ele com o teste de gravidez nas mãos, mas acabei ouvindo uma conversa entre ele e seus amigos no bar: — Vocês acham que o filho que a Iolanda Moreira está esperando é de qual homem, depois de ser fodida por mais de dez caras? Um dos amigos caiu na gargalhada: — Mestre Daniel, eu só fui três vezes. Não pode ser meu, né? — Eu aposto no Leo! — Outro disse. — Ele é insano na cama. Naquela noite, ele fez a Iolanda gritar de loucura. Aposto dez mil que é dele! Foi aí que eu entendi. Naquela noite de núpcias, quem tinha feito sexo comigo tantas vezes não era Daniel, mas seus mais de dez amigos. Desesperada, eu invadi o bar e o confrontei. Daniel, sem um pingo de remorso, respondeu: — Está chorando por quê? Se a sua família não tivesse usado a injeção de capital para me chantagear, forçando a Rebeca a ir embora, eu nunca teria feito isso com você. Vou te dizer uma coisa: no dia em que a Rebeca me perdoar, eu te deixo em paz. Arrasada, eu pedi o divórcio. Mas Daniel me ameaçou com o vídeo daquela noite em que eu fui abusada por seus amigos e me trancou no porão: — Não tenha pressa de ir embora. Eu e meus amigos ainda estamos apostando quem é o pai dessa criança que você está esperando! Oito meses depois, eu dei à luz no porão e morri junto com o bebê. Quando abri os olhos novamente, percebi que havia voltado no tempo, para o dia em que a família Costa implorava ao meu pai por uma injeção de capital e um casamento arranjado. Desta vez, no dia do meu casamento, foi Daniel quem chorou até os olhos ficarem vermelhos.
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Os Dez Anos em Nossa Cama

Os Dez Anos em Nossa Cama

— Não beija aí... Senhor... Meu marido tá me ligando... Eu atendi a ligação, vermelha de vergonha. Eu não deixei que o meu marido, do outro lado da linha, soubesse que, naquele exato momento, a cabeça de outro homem estava enfiada entre as pernas da esposa que ele tanto amava...
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Na Gaiola do Don

Na Gaiola do Don

Quando Antonio percebeu que eu já fazia uma semana sem pedir dinheiro, pareceu satisfeito. O grande Don da máfia, sempre tão distante, chegou até a me mandar uma mensagem: — Cara mia, finalmente você aprendeu a ser uma esposa digna de um Don. — Já mandei entregar a medicação especial da sua mãe esta semana. Se continuar obediente e não for gananciosa, posso lhe dar tudo. Ele só não sabia de uma coisa: no exato momento em que li aquela mensagem, eu estava imprimindo os papéis do divórcio. Vestida com um vestido de três anos atrás. Ninguém acreditaria que a glamourosa esposa do Don, invejada por todos, precisava pedir dinheiro à consigliera dele, Elena, até para comprar absorventes. Até para sair de casa, eu tinha que pedir autorização com três dias de antecedência. Antonio chamava aquilo de proteção. — Lá fora é perigoso demais, cara mia. Você só precisa ficar em casa e me obedecer. Mas, uma semana antes, minha mãe estava morrendo, e eu implorei a Elena que me deixasse sair sem passar por autorização. Ela me fez esperar cinco dias inteiros. Quando finalmente me deixaram sair, minha mãe já tinha dado o último suspiro. Medicação especial? Não importava mais. Minha mãe estava morta. Sem ela, eles perderam a única arma que tinham contra mim. E eu nunca mais vou me ajoelhar.
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Sete Vezes sem Aparecer e Uma Despedida

Sete Vezes sem Aparecer e Uma Despedida

Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam. Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir. Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início. Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente. Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos. Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros. Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver. Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho. Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei. Não queria mais viver assim. Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
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Ele Pensou Que Eu Estava Finalmente Aprendendo. Já Estava Indo Embora.

Ele Pensou Que Eu Estava Finalmente Aprendendo. Já Estava Indo Embora.

Quando Adriano Morelli percebeu que eu não havia enviado um único pedido doméstico em três dias, ele mesmo me ligou pela primeira vez em meses. — Serafina — disse ele, com a voz suave e paciente — a clínica foi liberada. Seu arquivo voltou para a prioridade. Viu? Quando você para de dificultar as coisas e aprende como esta família funciona, eu garanto que cuidem de você. Ele sempre parecia mais gentil quando estava me lembrando de quem detinha o poder. O que ele não sabia era que, no momento em que o nome dele iluminou a tela do meu celular, os papéis do divórcio já estavam redigidos. De fora, eu tinha tudo o que uma mulher poderia desejar: uma cobertura vigiada, um motorista à disposição, roupas de grife e o sobrenome de um dos homens mais temidos da cidade. Mas quase nada daquilo era meu. Os cartões eram monitorados. O dinheiro em espécie precisava ser aprovado. Os funcionários seguiam as ordens de Viviana Costa antes mesmo de me ouvirem. Até o orçamento do guarda-roupa, minha agenda e o acesso ao escritório da família passavam pelas mãos dela. Adriano chamava isso de conveniência. Três dias atrás, fui levada às pressas para uma clínica particular, com sangue encharcando meu vestido, enquanto um médico me dizia que ainda havia uma chance de salvar o bebê se o depósito de emergência fosse pago imediatamente. Liguei para Adriano até minhas mãos tremerem. Viviana atrasou a transferência. Primeiro, não havia autorização direta. Depois, o valor era alto demais. Então, Adriano estava em uma reunião e não podia ser perturbado por algo que talvez não fosse sério. Quando o dinheiro finalmente caiu, era tarde demais. O bebê se fora. Eu havia permanecido com Adriano por dois motivos: eu o amava e acreditava que, quando realmente importasse, ele me escolheria. Eu estava errada sobre ambos. Nosso filho morreu primeiro. Meu casamento morreu com ele.
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Depois da Minha Morte, Meu Irmão Finalmente Se Arrependeu

Depois da Minha Morte, Meu Irmão Finalmente Se Arrependeu

Quando eu estava sendo despedaçada viva, usei minhas últimas forças para ligar para o meu irmão. No instante em que minha consciência quase se apagava, ele atendeu o telefone, mas sua voz estava cheia de impaciência: — De novo? O que foi agora? — Mano… me salva… Antes que eu terminasse a frase, ele me interrompeu friamente: — Você arranja problema todo dia? No fim do mês é a festa de formatura da Marina. Se você não aparecer, eu mesmo te mato! E desligou sem hesitar. A dor me consumiu até eu fechar os olhos para sempre. As lágrimas ainda escorriam pelo canto do meu rosto. Mano, você não precisa me matar. Eu já estou morta.
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Amor Falso, Herança Verdadeira

Amor Falso, Herança Verdadeira

Depois de dois anos de casamento, Ayla Alencar descobre que o certificado que guardava como um tesouro era falso. Ao tentar confrontar o marido, Gustavo Siqueira, ela ouve a verdade que destrói seu mundo: o homem que a amava há seis anos já era casado, há cinco, com a própria professora dele. Ayla não era esposa: era apenas a fachada perfeita, a mulher acusada de não poder ter filhos, usada para cuidar do filho que, na verdade, era fruto da traição deles. Engolindo o nojo e a dor, Ayla liga para o advogado responsável por sua herança: — Solteira. Sem filhos. Todo o patrimônio é meu. Ela desaparece da vida dos Siqueira sem olhar para trás. Gustavo acredita que, sozinha e sem apoio, ela voltará de joelhos. Mas o destino guarda um golpe de cena: um dia, ele vê o rosto de Ayla estampado em todos os jornais — agora é a noiva mais cobiçada do país. Sob as luzes, Ayla surge radiante ao lado de um homem poderoso, herdeira de uma fortuna inimaginável e o mundo inteiro a observa, entre inveja e admiração.
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Fatima Teixeira
O autor cria muita expectativa, e depois nos leitor vai se perdendo o foco na história. Essa Carolina só é pura maldade e agora aparece um Parente fugitivo que é um assassino em série que é mercenário. Aila e o Daniel não tem paz com esses golpistas da família do pai.
Kelly Donato
a história era boa, mas começou a ficar só enrolação, cansativa e desmotivadora. Além disso, em respeito ao leitor deveriam.informar na sinopse quantos capítulos são. enfim, não indico e a princípio pensei em fazer doação, mas com esse desrespeito desisti.
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Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela

No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
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