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O Inverno Que Já Não Traz Geada

O Inverno Que Já Não Traz Geada

Meu pai nos levou ao mercado negro para escolher um par de gêmeos como nossos guarda-costas. Minha mana escolheu primeiro o irmão mais velho, alto e forte, e me deixou com o caçula, o "mudo" que mal respirava. Com pena dele, acabei deixando que ficasse ao meu lado. Ele não falava, então eu o levava para procurar médicos e remédios. Ele tinha uma mania séria de limpeza, então eu mantinha distância. Eu achava que ele só tinha passado por algum trauma para ficar daquele jeito. Até que os inimigos do meu pai sequestraram a mim e à minha mana. E ele me largou para trás, escolhendo sem hesitar morrer bloqueando a bala pela minha mana. Antes de morrer, ele falou pela primeira vez, com os olhos vermelhos, olhando para ela: — Finalmente você pode me ver. E, para mim, ele disse: — Na próxima vida... por favor, não me escolha. Só então percebi que ele não era mudo, nem tinha mania de limpeza. Esse "mudo" e essa "mania" eram só para mim e mais ninguém. Quando abri os olhos de novo, voltei ao dia em que fomos escolher os guarda-costas. Desta vez, fiz exatamente como ele queria.
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Ele Postou no Ins: 100 Curtidas e a Gente Termina

Ele Postou no Ins: 100 Curtidas e a Gente Termina

Rodrigo, com quem eu estava em guerra fria, postou no Instagram: "Os cem primeiros que curtirem recebem uma transferência de término" Em minutos, já eram noventa e nove curtidas e compartilhamentos. Eu sabia o que ele estava esperando. Que eu cedesse. Como nas dez vezes anteriores, que eu pedisse para ele apagar o post. Mas dessa vez, compartilhei e comentei. "Me inclui." Depois disso, bloqueei todas as formas de contato dele. Três dias depois, a irmã dele me mandou mensagem: "O espetáculo de formatura do meu irmão ainda tem um ingresso reservado para você. Ele disse que, se você for, ele te perdoa." Olhei para a passagem aérea sobre a mesa e respondi: "Não tenho tempo" Eu realmente não tenho tempo, porque fui aprovada no mestrado de uma universidade da capital e, naquela mesma noite, meu voo vai partir para a matrícula. A partir de agora, ficamos separados por milhares de quilômetros. E não vamos mais nos ver.
Short Story · Romance
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Além da Linha

Além da Linha

— Professor… Por favor. Eu vim pra aprender a dirigir. Não pra isso. Ela era casada. Ele era instrutor de direção e, para piorar, amigo do marido. Durante as aulas, cada erro no pedal virava um pretexto para se aproximar. Cada correção vinha acompanhada de um toque que ultrapassava o necessário. Presa dentro do carro da autoescola, sem ter para onde ir, ela sentia a linha entre o certo e o proibido se desfazer minuto a minuto. Naquele dia, uma escolha errada, de roupa, de silêncio, de confiança, fez tudo escapar do controle. O espaço apertado, a respiração próxima demais, a tensão que já não dava mais para disfarçar.
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A Mulher Casada em Êxtase na Academia

A Mulher Casada em Êxtase na Academia

— Hmm… Vai mais devagar… A ligação do meu marido ainda tá aberta. Eu estava apoiada no chão, com o quadril bem erguido. Seguia as instruções do meu marido enquanto mudava de posição, provocante e obediente a cada palavra dele. Do outro lado da linha, o personal trainer segurava firme a minha cintura. Deu um tapa forte no meu traseiro. Guiado pela voz do meu marido, ele avançou com um movimento seco e decidido.
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Com o Tempo, Tudo Se Cura

Com o Tempo, Tudo Se Cura

Eu concordei em me transferir de escola com Renan Braga, que sofria bullying, mas ele desistiu um dia antes de oficializarmos a matrícula. Seu amigo zombou dele. — Você é inacreditável, fingindo ser intimidado por tanto tempo só para se livrar da Clarinda. Mas vocês cresceram juntos, tem certeza de que quer deixá-la sozinha em uma escola estranha? — É apenas outra escola na mesma cidade, quão longe pode ser? — A voz de Renan era indiferente. — Estar com ela o tempo todo já estava me cansando. Um pouco de distância vai nos fazer bem. Naquele dia, fiquei parada do lado de fora da porta por um longo tempo e, no final, decidi ir embora. Só que no meu pedido de transferência, mudei a escola para aquela no exterior que meus pais queriam que eu frequentasse. Todos se esqueceram da diferença abismal entre a minha posição e a dele.
Short Story · Escola/Campo
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La Falsa Susurradora de Cadáveres

La Falsa Susurradora de Cadáveres

Tras presentar mi solicitud para dejar el cargo de jefa de Medicina Forense y pedir el traslado a un puesto administrativo, en la comisaría a todos se les iluminó la cara. Sonrisas por todas partes. Aprobación unánime. Solo Olivia Montoya, la nueva forense… la "mejor amiga de la infancia" de mi novio, se vino abajo. La que se hace llamar la "Susurradora de Cadáveres". Entró hecha una fiera, me agarró con fuerza de la bata y, con los ojos enrojecidos, soltó: —Aunque tu técnica ya está pasada de moda, de verdad espero que te quedes. ¡Que sigas dándoles voz a las víctimas! Le aparté la mano con frialdad, recogí mis cosas y me di la vuelta para irme. Porque en mi vida pasada, ella se presentaba igual: decía que podía oír los susurros de los muertos y saber lo que habían vivido antes de morir. Yo me mataba trabajando: autopsia tras autopsia, revisando una y otra vez, redactando informes de autopsia con cada detalle. Ella, en cambio, solo necesitaba echarle un vistazo al cadáver… y podía recitar mi informe palabra por palabra, sin equivocarse ni una coma. Las familias de las víctimas la veneraban como si fuera un milagro andante. A mí me miraban con desprecio. Decían que yo profanaba al difunto, que no lo respetaba. No lo acepté. Me negué a rendirme. Me dejaba la vida en cada autopsia… pero ella siempre se me adelantaba, escupiendo toda la verdad como si ya la tuviera en la palma de la mano. Hasta que una familia, llevada al límite, me odió por ultrajar a su difunto. Me secuestraron. Me descuartizaron. Y me abandonaron en un baldío. Cuando volví a abrir los ojos… Había renacido justo el día en que Olivia anunció, por primera vez, que era la "Susurradora de Cadáveres".
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A Todos, Meu Adeus

A Todos, Meu Adeus

Era meu aniversário. Eu achei que ele fosse me levar à praia para ver os fogos de artifício, mas ele levou outra mulher e a filha dela. — A Bruna tem uma filha, não é fácil para ela. Seja compreensível. Ela não conhece o caminho e tem muita bagagem. Vou levá-las ao hotel primeiro. — Ele falou isso com a maior leveza, como se estivesse explicando algo trivial. Era justamente essa leveza que fazia até mesmo a minha raiva parecer exagerada. Ele colocou as duas no carro, colocou pessoalmente o cinto de segurança da criança e, sorrindo para mim, disse: — Eu já volto, não fica imaginando coisa. Fiquei parada à beira da estrada, vendo eles partirem como se fossem uma família de verdade. A noite caiu, e a brisa do mar estava gelada. Eu ainda estava esperando, até que um vídeo da Bruna apareceu na minha tela. Ele estava abraçando a filha dela, na praia, assistindo à queima de fogos. Aquela cena era a surpresa que eu mesma tinha preparado para o meu aniversário. Nos comentários, só tinha: [São perfeitos juntos, uma família tão feliz] Alguém perguntou por que ele não tinha ido me buscar. Ele sorriu e respondeu: [A Camila tem bom temperamento, ela não vai se irritar] Naquele instante, meu bolo virou uma poça de glacê derretido. No fundo, ele nunca foi verdadeiramente cruel, ele só me tinha por garantida, como se eu o fosse esperar para sempre. Mas ser ignorada com delicadeza por tanto tempo esfriou meu coração. As ondas quebravam na costa, uma após a outra, e com elas se quebravam também as minhas últimas ilusões. Desta vez, eu não vou mais esperar ele voltar.
Short Story · Romance
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Tras la Traición, Le Arrebaté Todo

Tras la Traición, Le Arrebaté Todo

En el mundo empresarial, todos sabían que Camila López era la pieza clave de Carlos Sánchez. Mientras Camila estuviera presente, no había negocio que el Grupo Sánchez no pudiera cerrar. Y Carlos la amaba hasta los huesos. Si Camila lo pidiera, él daría todo por ella, incluso la vida. Hubo un tiempo en que Camila también lo creyó. En el Triángulo Dorado, por el Grupo Sánchez, no dudó en apuntarse un arma y disparar cinco veces contra sí misma. En México, bebió con proveedores hasta escupir sangre. Cada vez, creyó que Carlos la estaría esperando al volver. Hasta que descubrió la mirada que él clavaba en su joven guardaespaldas, una mirada tan densa y llena de pasión. Se justificaba con la compasión, pero sus miradas delataban otro sentimiento.
Short Story · Romance
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Cuando el amor se pone el Sol

Cuando el amor se pone el Sol

Lucas Solís y yo éramos conocidos en la capital como la pareja más conflictiva. Él me despreciaba por considerarme una mujer sin escrúpulos que lo había obligado a casarse conmigo a toda costa. Yo lo odiaba porque cada noche le guardaba fidelidad a Claudia, mientras que a mí me trataba con una frialdad glacial. Durante ocho años de matrimonio, lo que más me decía fue que me fuera. Cuando llegó la inundación, Lucas, que siempre me había dirigido palabras crueles, me cedió el último lugar en el bote salvavidas. Me gritó: —¡No mires atrás, vete rápido! Elisa, ya no te debo nada. En la próxima vida, solo quiero estar con Claudia. Intenté salvarlo, pero me sujetaron con fuerza. Finalmente, solo pude ver cómo las aguas se lo tragaban. El equipo de rescate llegó tarde. Su cuerpo, ya hinchado y descompuesto por el agua, aún apretaba con fuerza el amuleto de Claudia, imposible de soltar. Más tarde, vendí todas mis propiedades para donarlas a la zona afectada y salté al vacío para seguirlo a la tumba. Al abrir los ojos, me encontré de vuelta en la noche en que drogaron a Lucas.
Short Story · Romance
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O Destino se Findou, o Amor se Desfez

O Destino se Findou, o Amor se Desfez

A amiga de infância do meu marido engravidou. Eu também. Para proteger a reputação dela, ele inventou que o filho dela era dele. E o meu... Era um bastardo, fruto de uma escapada. Quando entrei em pânico e o confrontei, ele só disse na maior frieza: — Paula Sousa é de uma família supertradicional. — Ela não aguenta fofoca assim. Naquele dia, olhei para o homem que amei por sete anos. Eu decidi que não o amaria mais.
Short Story · Romance
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