로그인Vivienne mal havia se afastado de Serena quando seus passos congelaram. A apenas alguns metros de distância, Leo estava encostado despreocupadamente em seu carro preto, com as mãos casualmente enfiadas nos bolsos, como se estivesse esperando por ela.Seus olhos se arregalaram de surpresa. Seu coração falhou uma batida. Ela não esperava vê-lo ali, não depois do encontro tenso que acabara de ter com Serena. E, pela forma como o olhar dele passou por cima de seu ombro, ficou claro que ele também havia visto Serena.— Por que você ainda está parada aí? —perguntou Leo, com a voz calma, mas carregada de curiosidade. Ele arqueou levemente uma sobrancelha antes que seus olhos atentos se movessem para trás dela, pousando sobre Serena, que permanecia imóvel, olhando para os dois.Vivienne engoliu em seco e caminhou rapidamente até ele.— Você não me disse que viria —disse baixinho, sua voz misturando alívio e nervosismo. Um pensamento atravessou sua mente... e se Serena não a tivesse parado alg
O expediente de Vivienne finalmente havia terminado. Ela saiu do hospital, cansada após um longo dia de trabalho, perguntando-se se deveria ligar para Leo para vê-lo ou simplesmente ir para casa descansar.Mas ela mal havia dado alguns passos para fora quando viu alguém parado ali, como se estivesse esperando por ela. Seus passos diminuíram, e uma expressão de desagrado surgiu em seu rosto.— Eu estava esperando por você —disse Serena seriamente. Seu rosto não demonstrava nenhum sorriso.— Por que estava me esperando? —perguntou Vivienne no mesmo tom frio. Ela não ficou nada feliz em vê-la.— Quero que nós conversemos —disse Serena com firmeza, cruzando os braços sobre o peito. Sua voz carregava um tom dominante.— Está bem —respondeu Vivienne simplesmente, com a voz no mesmo tom de Serena.Serena piscou, um pouco surpresa. Aquela não era a Vivienne que ela conhecia. A Vivienne que conhecia sempre fora calma, tímida, fácil de intimidar. Mas a mulher diante dela parecia diferente. As r
— Saia deste quarto! —o velho Martin Rowland gritou furioso enquanto lançava sua bengala pelo cômodo.A bengala passou perigosamente perto, mas Reuben conseguiu desviar a tempo. Seu maxilar se contraiu, e seu peito subia e descia pesadamente enquanto soltava um suspiro.— Vovô, por favor, acalme-se —disse Reuben com a voz cansada. Sua paciência estava se esgotando.Já haviam se passado dois dias desde a reunião do conselho, na qual Denovon os havia superado completamente, e, mesmo assim, seu avô ainda não havia se acalmado. Sua raiva só aumentava, e a maior parte dela era direcionada a ele—Reuben.— Não me diga para me acalmar! —o velho Martin rugiu, com um berro que fez o cômodo estremecer. Seu rosto enrugado estava contorcido pela amargura e pela humilhação.— Você fez com que eu fosse humilhado por aquele garoto, aquele garoto que é mais novo do que você!Reuben cerrou os punhos. Seu sangue ferveu instantaneamente ao ouvir aquelas palavras.— Como pode dizer isso, vovô? —Reuben reba
Evelyn suspirou pelo que pareceu ser a centésima vez ao sair de casa. O peso em seu peito não havia diminuído desde aquele terrível dia em que encontrou o homem armado. Já haviam se passado dias, mas a lembrança permanecia presa a ela como uma sombra que se recusava a ir embora. Cada pequeno som a assustava, cada olhar por cima do ombro fazia seu coração disparar.Ela caminhava de cabeça baixa, com os braços cruzados firmemente, como se estivesse abraçando a si mesma. O medo ainda estava vivo dentro dela. O que mais a atormentava era o silêncio de George. Desde aquele dia, ele não havia entrado em contato. Ele sempre fora a única constante em sua vida, a pessoa em quem ela se apoiava quando o mundo ficava pesado demais. Mas, ultimamente, ela sentia que estava carregando todo o fardo sozinha.Seus passos lentos a levaram até o ponto de ônibus. Ela estava tão perdida em seus pensamentos que quase não percebeu um carro familiar estacionado ali perto. Ela parou por um instante, piscando p
— Você não pode fazer isso, Denovon! — a voz do Sr. Nathan tremia enquanto ele falava. Suas mãos tremiam como se estivessem segurando um peso invisível. Seu rosto havia perdido toda a cor, e seus olhos estavam arregalados de incredulidade. Ele estava completamente chocado com o que estava acontecendo bem diante dele.Ele havia se esquecido completamente das cláusulas do regulamento quando Reuben o procurou pela primeira vez para comprar as ações. Naquela época, a ganância o cegou. Reuben lhe prometeu riqueza, lucros em dobro e influência. Ele pensou que era uma oportunidade de subir mais alto, de finalmente ter uma voz maior na Rowland Corporation.Mas agora, aquelas promessas pareciam uma armadilha. As palavras suaves de Reuben o haviam levado diretamente para o fogo.— Você não tem esse poder! — a voz do Sr. Joe David trovejou pela sala de reuniões. Seus punhos bateram contra a mesa de madeira polida enquanto ele se levantava. Seu rosto estava pálido, as veias saltavam em sua têmpor
Um enorme sorriso surgiu no rosto de Denovon quando os dois homens entraram na sala de reuniões. Finalmente, pensou ele. Estava esperando por esse momento há dias e, quando a notícia do prédio desabado se espalhou ontem e os acionistas convocaram essa reunião de emergência, ele soube que isso aconteceria. Seu suposto tio-avô apareceria. Seu avô já havia lhe contado tudo. — Quem são vocês dois? — exigiu um dos acionistas, fazendo a mesma pergunta que passava pela mente de todos. — Eu sou Martin Rowland, e este é meu neto, Reuben Rowland — apresentou-se o homem mais velho, enquanto Reuben o conduzia até um assento. Murmúrios surgiram imediatamente. — Martin? — o Sr. Michael exclamou, com o choque estampado no rosto. Ele conhecia aquele nome. — É bom que você ainda se lembre de mim, Michael — disse o velho Martin com um sorriso. Seu rosto enrugado brilhava de orgulho enquanto olhava ao redor da sala, até que seu olhar finalmente parou em Denovon, que estava sentado calmamente na cade
A viagem de carro decorreu em silêncio. Emily e Denovon estavam sentados no banco de trás, ambos a olhar pela janela enquanto o motorista fazia curvas suaves pelas ruas da cidade. Não havia qualquer constrangimento — apenas silêncio, daquele tipo que não precisava de ser preenchido com palavras.
Quando Emily entrou no restaurante, ouvia-se ao fundo o som suave de música clássica. Os seus olhos percorreram o local e foi então que o viu. Um homem alto estava de pé junto à grande janela, com uma mão no bolso e a outra a segurar um telefone junto ao ouvido. Vestia um fato escuro que lhe ass
Dito isto, virou-se e subiu as escadas. As pernas pesavam-lhe, mas estava decidida. Entrou no seu quarto — o mesmo quarto onde chorara, sonhara e trabalhara arduamente. Sem perder tempo, pegou numa mala e começou a fazer as malas. Apenas a roupa de que precisava, os seus documentos e o pouco din
Bip... bip... bip... Os olhos de Emily Carter abriram-se lentamente ao som de um bip constante. Ela olhou para o teto branco e liso. Estava num hospital. A sua mão desceu até à barriga. Parecia lisa — já não havia barriga de grávida. Lembrou-se de ter dado à luz há pouco. O seu coração come







