แชร์

Capítulo 9

ผู้เขียน: Dynha Henry
last update วันที่เผยแพร่: 2025-01-10 08:14:13

No Brasil Paulina pôde ver Sofia totalmente desequilibrada, por ser obrigada a deixar a casa onde moravam. Paulina tentava evita a todo custo que Eduarda visse as cenas que a mãe fazia, mas era dificil evitar todas, pois Sofia não se importava da filha estar por perto, e costumava bradar que Henrique era o culpado por tudo aquilo que estava lhe acontecendo, e nessa hora as palavras chulas não faltavam.

Um dia Sofia gritou com Eduarda, e quando Paulina tentou afastar uma criança assustada de perto da mãe, ouviu dela uma pergunta que lhe cortou o coração.

— O papai não gosta mais de mim? — Essa foi a pergunta que Eduarda fez a mãe que sem nenhuma compaixão responde da pior maneira.

— Ele nunca gostou de você, garota. Nunca! — Essa foi a resposta que ela ouviu da própria mãe, que parecia não se importar de entristecer a filha.

— Mentira!

— Criança boba...

— Vêm Eduarda, vamos para o seu quarto.

— Ela precisa saber a verdade — Sofia se aproxima de Paulina a fuzilado com os olhos — Você as vezes parece esquecer que é apenas a babá de Eduarda e não a mãe, então pare com essa mania de super proteger essa menina, ela já tem idade para saber que se Henrique gostasse um pouquinho dela, ele não nos expulsaria de casa.

— Senhora, ela é apenas uma criança.

— Não estou te pedindo opinião, saiba que se ele não for pagar o seu salário, terá que trabalhar de graça, aí sim eu quero ver você continuar dando uma de super protetora. Ah! Isso eu quero ver.

Paulina prefere não responder, não valeria a pena discutir com alguém que não tinha nenhum senso de responsabilidade, que se quer tinha o cuidado de proteger a filha de traumas futuros. Ela se afasta levando Eduarda em seus braços, prefere fugir a ter que continuar ouvindo absurdos de uma pessoa totalmente descontrolada.

Na mesma semana elas se mudaram para o sul, Paulina não sabia o motivo da escolha do lugar, mas havia gostado da decisão pois, sempre gostou do clima mais frio, e na época em que se mudaram era o início da primavera e o clima estava perfeito.

Eduarda logo se adaptou a nova residência, elas foram morar em um apartamento, e Eduarda não tinha quintal para brincar e nem piscina, mas Paulina a levava para brincar no playground do prédio e Eduarda se divertia com as outras crianças. Na escola ela também estava se adaptando, e tudo estava muito calmo, mas isso só trazia preocupação para Paulina, por ver que as coisas se acalmaram muito rápido.

Um dia elas receberam a visita de Sandra, a mãe de Sofia, que foi conhecer a neta e se emocionou ao vê-la. Paulina nem sabia que Sofia tinha mãe, pois desde que começou a trabalhar na casa nunca ouviu o nome de Sandra, era como se ela não existisse, mas soube o motivo ao ver a simplicidade da mulher.

Ao ouvir a discussão entre mãe e filha, soube que Sofia havia ligado para a mãe pedindo ajuda, mas Sandra se negou a entregar a ela as suas economias, ao invés disso pediu para levar Eduarda com ela.

Paulina sentiu um aperto no peito, ao pensar na possibilidade de Eduarda ir com a avó. Sabia que talvez fosse o melhor para ela, Sofia nunca foi mãe e nunca seria. Depois que elas se mudaram Sofia passou a ficar ainda mais distante de Eduarda, costumava sair e passar noites fora, sem nunca perguntar se Paulina queria uma noite de folga.

Teria chegado o momento de se separar de Eduarda? Se pergunta, mas ao ver a atitude de Sofia de expulsar a própria mãe do apartamento, soube que poucas eram as chances daquela mulher ganhar a guarda da neta. Mas as coisas só se complicavam, e Paulina não sabia quando aquela criança teria paz.

Quando o tal Sebastian foi no apartamento, agiu como se estivesse em casa, com total liberdade que lhe foi dada por Sofia, que parecia idolatra-lo. Ele comprimenta Eduarda lhe entregando um urso de pelúcia e uma pulseira de ouro, que foi colocada em seu braço. Eduarda agradece o presente, o chamando de pai, e isso faz o casal feliz e Paulina preocupada, por não conseguir ver em nenhum dos dois algo que transmitisse confiança.

Sofia sorri ao ouvir Eduarda chamando aquele homem de pai, e talvez para demostrar estar feliz, ela o abraça e em seguida o beija sem se importar com a presença de Eduarda ali, era como se os dois estivessem sozinhos.

Paulina fica sem graça, com a demonstração afetuosa do casal e prefere se retirar, descendo com Eduarda para o playground. Sua atitude agrada a eles e Paulina só volta para o apartamento depois de ter certeza que o mais novo pai de Eduarda havia ido embora.

Paulina nunca imaginou acompanhar de perto uma situação como aquela, Eduarda tinha pai e mãe, mas era como se fosse uma criança órfã, ela não recebia carinho e nem atenção, era como se as pessoas se esquecessem que estavam lidando com uma criança. Sabia que não poderia protegê-la para toda a vida e queria muito que um milagre acontecesse na vida daquela criança e ela pudesse ter um lugar para chamar de lar, convivendo com pessoas que a amasse de verdade.

Ela olha Eduarda brincando com um sorriso inocente e lhe sorri, recebendo de volta um aceno infantil. Eduarda era uma criança adorável, e como Henrique lhe disse um dia, ela não recebia os pais que tinham, ela merecia pelo menos que o pai fosse diferente, já que a mãe parecia ser um caso perdido.

อ่านหนังสือเล่มนี้ต่อได้ฟรี
สแกนรหัสเพื่อดาวน์โหลดแอป

บทล่าสุด

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 130

    Eduarda estava em seu quarto com a mãe e com a irmã Isabella. — Mamãe, me ajuda a escolher a minha roupa — Eduarda pede aflita, com várias roupas sobre a cama — Quero estar muito bonita nesse evento. — Você já é bonita, é impossível ficar mais — Isabella comenta, ela não havia nascido com os olhos verdes do pai apenas os seus cabelos eram negros e espessos como os dele. Soltos criavam ondas que emolduravam o seu bonito rosto, ela se parecia com a mãe. Quanto a Eduarda, parecia ter ficado ainda mais bonita depois de adulta, os seus cabelos loiros, longos e ondulados, e os seus olhos verdes como duas esmeraldas, chamava a atenção de qualquer um, tamanha a sua beleza. Arthur era a cópia do pai, até a estatura, mesmo ainda estando na adolescência, já era mais alto do que muitos jovens da sua idade. — Obrigada irmãzinha, mas acredito que eu posso ficar mais bonita — Comenta rindo, colocando um vestido a frente do seu corpo. — Lembre-se você escreve para crianças, por isso é melh

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 129

    PASSAGEM DO TEMPO Aos vinte e dois anos Eduarda havia se tornado uma escritora de livros infantis, desde quando ganhou o concurso literário na escola, decidiu ser escritora e conseguiu realizar o seu sonho de menina. Começou a escrever contando primeiro as histórias que o pai lhe contava, isso foi por querer homenagear o pai, por isso o título do seu primeiro livro foi Histórias contadas por meu querido papai. Com a ajuda do avô o livro havia sido impresso e quando ela presenteou o pai o fez se emocionar, pelas lembranças que aquele livro lhe trouxera. Não havia como ele não se recordar de quando as inventou, Eduarda sendo uma criança de cinco anos, acreditava nas histórias que ele lhe contava e isso o fazia ver a inocência de uma criança, o fazendo amar a cada dia mais a sua filha. Erick ao ver o talento da filha, decidiu patrocina-la e para surpresa de todos, o livro foi sucesso em venda, esgotando todos na primeira tiragem. A única história que não estava inclusa no primeiro l

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 128

    Eduarda parecia ansiosa para contar o tal segredo ao avô e depois de olhar para os lados, como se fosse para ver se alguém os escutava, ela sussurra com medo de mais alguém escutar. — Estou escrevendo um livro para o papai. — E seu pai ainda não sabe? — João pergunta, também olhando a sua volta de forma engraçada. — Não, vovô — Ela sorri com o jeito que o avô pergunta é olha para os lados — Eu vou contar quando estiver todo pronto.— Faça isso, eu tenho certeza que o deixará muito feliz. O avô a abraça, vendo e ouvindo o carinho que ela demonstrava ao falar do pai, assim como pelas histórias criadas por ele. — Esse será o nosso segredo, mas agora eu quero ser o primeiro a saber quando estiver finalizado. — Eu prometo vovô, o senhor será o primeiro a saber. Para Paulina a mudança dos pais foi uma surpresa que a deixou muito feliz, além de ter os pais por perto, tinha a mãe que lhe ajudava com os seus menores, já que Eduarda já era totalmente independente, e sempre quando ela

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 127

    Sandra se tornou a melhor amiga de Martina. Martina era aquela que a visitava apenas para tomarem um café juntas e passarem uma tarde agradável conversando sobre assuntos banais. Algumas vezes Sandra dizia para ela encontrar um companheiro, mas ela apenas ria, dizendo não sentir falta de um homem ao seu lado pois, era feliz com a vida que tinha, e pretendia continuar sendo feliz com a família que Deus tinha dado a ela, mas Sandra acreditava que ela um dia encontraria uma pessoa especial como ela encontrou. — Um dia você encontrará alguém que lhe faça sorrir pensando nele – Sandra dizia a amiga. — Acho muito difícil isso acontecer, já estou muito velha para sonhar com um príncipe encantado. — Sei que um dia me contará empolgada que encontrou um grande amor. — Vamos fazer assim, se isso acontecer, você será a primeiro a saber, mas só irei te contar quando realmente houver a possibilidade de eu me envolver — Assim Martina havia lhe dito, nitidamente achando pouco provável disso acont

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 126

    Martina estava em uma viagem, era a primeira viagem de cruzeiro que ela fazia, foi um presente de Erick e Paulina por ser um sonho que ela tinha, mas pensou que não realizaria. Ela estava fazendo a viagem sozinha, mas isso não foi motivo para ela dizer estar se sentindo só no navio pois, havia feito amizade e estava se divertindo mais do que havia imaginado. Já estava há alguns dias longe de casa e sentia saudade de suas crianças, que a chamavam de vovó, a enchendo de alegria. Paulina, para ela, era a mãe que toda a criança merecia ter, atenciosa, carinhosa e que educava os seus filhos para se tornarem pessoas boas e responsáveis. Conseguia dar conta de tudo, mesmo sem babá, e Martina as vezes se perguntava como ela conseguia, e o mais importante, Paulina nunca demonstrava cansaço ou má vontade, tudo que fazia, fazia com satisfação, monstrando o quanto era feliz em sua tarefa de ser mãe. Quanto a Erick ela não havia se enganado, ele era o pai que sabia falar sério, que conseguia

  • A encantadora babá da minha filha   Capítulo 125

    Gonçalo encerra a ligação e volta a se sentar, pensando em como seria aguentar mais uma gravidez de Giulia, com seus choros incessantes, seus desejos estranhos e sua carência permanente. E ainda tinham Eleonora que lhes sugava as energias e o deixava esgotado com suas manias e birras. Soltando o ar desanimado ele volta fazer o que estava fazsndo antes, o melhor era mergulhar no trabalho Sempre quis ter filhos, mas para ele Eleonora já era o suficiente, nunca teve o sonho de ter um filho homem para ser o seu sucessor, ele acreditava que sendo homem ou mulher, seria capaz de assumir o seu lugar no futuro, bastava estar preparado para isso. Ele pensa em Paulina, com o seu jeito manso e calmo de ser, lhe provou que a mulher é as vezes mais forte que o homem e muito mais determinada. Ela havia lhe mostrado isso, alcançando o que sempre desejou, e mesmo com três filhos continuava sendo uma mulher independente e empoderada, tinha o seu próprio consultório e continuava fazendo as suas obra

บทอื่นๆ
สำรวจและอ่านนวนิยายดีๆ ได้ฟรี
เข้าถึงนวนิยายดีๆ จำนวนมากได้ฟรีบนแอป GoodNovel ดาวน์โหลดหนังสือที่คุณชอบและอ่านได้ทุกที่ทุกเวลา
อ่านหนังสือฟรีบนแอป
สแกนรหัสเพื่ออ่านบนแอป
DMCA.com Protection Status