เข้าสู่ระบบOi, meus queridos! E finalmente veio aí o reencontro que tanto esperamos! Depois de tanta tempestade, medo e tensão nos últimos capítulos, a Anna e o Matteo finalmente tiveram o momento a sós que tanto mereciam. O Matteo não brinca em serviço, né? Veio com o charme de sempre, o cuidado da massagem, as provocações... e não deu outra: as defesas da Anna caíram todas por terra! Mas, além de toda a química avassaladora, o que eu mais amei escrever foi a entrega e a reconexão emocional deles dois. Não se esqueçam de deixar a sua curtida e comentar muito — isso me motiva demais a continuar! O Capítulo 89 já está no forno. Vejo vocês no próximo capítulo.
MatteoPassamos no apartamento de Anna depois de deixarmos a agitação do casamento para trás. Assim que destrancamos a porta, ela largou a bolsa na mesinha de entrada, respirou fundo e me encarou com os braços cruzados, exigindo respostas antes mesmo de tirar os saltos. Mas eu fui mais rápido. Puxei uma mala de mão de rodinhas do closet, coloquei-a aberta sobre a cama e a desafiei a empacotar o essencial para um final de semana prolongado.O quarto logo virou o cenário de uma divertida guerra de nervos. Enquanto Anna separava as peças de roupa, ela me fuzilava com os olhos a cada minuto, tentando arrancar de mim qualquer pista sobre o nosso destino.— Matteo, se você não me disser para onde nós vamos, eu juro que vou colocar apenas roupas de frio extremo e biquínis na mesma mala, só para te fazer passar vergonha — ameaçou ela, erguendo um casaco pesado de lã e, logo em seguida, um maiô cavado.Dei uma risada baixa, encostado no batente da porta com os braços cruzados, sabendo apreciar
Matteo Assistir ao meu melhor amigo, Lorenzo, selar o seu destino diante do altar com a mulher que ele ama não fez nada além de acelerar algo que já queimava no meu peito há muito tempo. A certeza que eu sempre carreguei comigo desde que comecei namorar com Anna ganhou contornos definitivos ali, sob ele céu estrelado: eu também queria aquilo. Eu queria a Anna na minha vida para sempre, de cabeça erguida, perante a lei, a família e o mundo inteiro. Depois de tudo o que sobrevivemos juntos, eu sabia, com a força de um juramento sagrado, que não existia mais ninguém no universo para mim. Era ela. Sempre foi ela. Naquela noite, vestida com aquele modelo em verde-menta que desenhava perfeitamente as curvas do seu corpo e fazia os seus olhos brilharem sob as luzes de fada dos jardins, ela estava simplesmente de tirar o fôlego. Quando cruzamos o portal que dava acesso à recepção da festa, os meus olhos colaram nela e foi impossível me conter. Inclinei-me de leve para perto do seu ou
Anna O grande final de semana finalmente chegou, trazendo consigo aquela correria elétrica, barulhenta e deliciosamente caótica que antecede os momentos mais marcantes da nossa vida. Acordamos bem cedo na luxuosa casa nova da Samanta, localizada em um condomínio exclusivo, reunidas ali na sala enorme onde fizemos nossa festa do pijama — eu, Emma, Sofia, Giulia, Beth e Sam —, todas compartilhando o mesmo teto e a mesma ansiedade. A calmaria matinal durou exatamente até Sofia invadir o corredor com uma bandeja nas mãos e o clássico grito de comando que fez até os lustres vibrarem: — VAMOS! Vamos, meninas, de pé! O dia do casamento do século começou! Em questão de minutos, a imensa sala de estar da casa se transformou em um verdadeiro salão de beleza de luxo. Era um verdadeiro exército de maquiadores, cabeleireiros, estilistas e assistentes circulando com maletas, secadores zumbindo, pincéis para cá e para lá, e taças de espumante sendo distribuídas para acalmar os nervos. Enqu
Anna Três meses se passaram em um piscar de olhos, e a nossa rotina havia se transformado em um turbilhão absoluto de trabalho, preparativos e pura adrenalina. A minha agenda na agência estava completamente lotada de campanhas, reuniões corporativas e desfiles concorridos, exigindo o meu máximo em cada projeto. Mas, por mais intensa que estivesse a minha vida profissional, o verdadeiro epicentro da loucura do nosso grupo era, sem dúvida, o casamento de Samanta e Lorenzo, marcado para o próximo final de semana. Para piorar — ou para garantir que tudo saísse milimetricamente perfeito —, Sofia havia assumido o posto de um verdadeiro general de guerra. Ela tinha planilhas, cronogramas por segundos e listas intermináveis de exigências que faziam qualquer uma de nós suspirar de exaustão só de ouvir. Eu já não aguentava mais tanta pressão e cobrança em cima do nosso grupo de amigas, mas, no fundo, sabíamos que era o amor incondicional pela Samanta que movia toda aquela obsessão por per
Anna Assim que estacionei o meu carro na vaga privativa da garagem do meu prédio e desliguei o motor, peguei a bolsa e o celular. Antes mesmo que eu pudesse tatear a maçaneta da porta para descer, a silhueta alta e imponente de Matteo já se desenhava do lado de fora. Ele abriu a porta para mim com aquela presteza protetora que fazia parte da sua essência, estendendo a mão para me ajudar a sair. — Ainda bem que cheguei a tempo de te encontrar naquele bar, Anna. Aquela situação me deixou a ponto de cometer uma loucura — disse Matteo, a voz ainda carregada por um resquício da tensão daquele encontro. Dei de ombros, soltando uma risada leve enquanto ajeitava a alça da bolsa no ombro e me punha de pé diante dele. — Ah, Matteo, relaxa. Não foi nada demais, eu sei me defender e lidar com caras inconvenientes como aquele — brinquei, arqueando uma sobrancelha com um sorriso maroto nos lábios. — Mas confesso que ver o CEO mais gato da cidade todo corajoso e enciumado foi um espetáculo à
Anna A aproximação do desconhecido aconteceu com aquela audácia típica de quem acha que o mundo inteiro pertence à sua mesa de bar. Sem cerimônia alguma, o homem alto, usando uma camisa social desabotoada e um perfume amadeirado forte, parou de pé ao lado da nossa mesa, apoiando levemente as palmas das mãos na madeira e lançando um sorriso convencido. — Com licença, gatas... A noite está ótima, mas vi quatro mulheres lindas sentadas sozinhas. Vocês estão sozinhas por aqui? — disparou ele, ostentando um ar de total superioridade. Antes que qualquer uma de nós pudesse abrir a boca, Sofia assumiu a frente com a língua afiada que Deus lhe deu. Ela o fuzilou com um olhar clínico e cortante: — Não estamos sozinhas, estamos entre amigas tendo uma noite de garotas. E, para o seu azar, não estamos interessadas em companhia. Pode dar meia-volta. O rapaz não se intimidou nem um pouco com o fora. Pelo contrário, achou graça, soltando uma risada presunçosa enquanto gesticulava para a próp







