Rejeitada pelos Quatro Alfas: A Ruína dos Predestinados

Rejeitada pelos Quatro Alfas: A Ruína dos Predestinados

last updateปรับปรุงล่าสุด : 2026-09-03
โดย:  Nanda Érica อัปเดตเมื่อครู่นี้
ภาษา: Portuguese
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Na noite em que deveria encontrar seu lugar no mundo, Skyla foi rejeitada pelos quatro herdeiros mais implacáveis do continente. Aos dezesseis anos, considerada uma órfã sem loba e forçada a esconder a própria origem, ela foi humilhada publicamente diante das dezesseis grandes casas por Oliver, Ethan, Alexander e Kaelen. Condenada à morte pela família que a acolheu, restou a ela apenas fugir para a floresta. A fuga, no entanto, terminou na emboscada mais cruel da sua vida. Por cinco anos, Skyla viveu o inferno. Acorrentada nos subterrâneos de um mercado clandestino de criaturas, ela suportou fome, sangue e violência, aprendendo na dor que compaixão era a fraqueza que quase a destruiu. Mas a sobrevivente substituiu a garota indefesa. Aos vinte e um anos, exposta como a joia principal de um leilão de elite, o sangue adormecido da sua loba finalmente desperta. O aroma proibido incendeia o lugar e arrasta para o pátio os mesmos quatro Alfas que a descartaram no passado. Tomados pelo choque de uma ligação que não podem quebrar e pelo cheiro de uma fêmea que não deveriam desejar, eles não pretendem deixá-la escapar uma segunda vez. Eles acham que podem quebrar o espírito da fêmea que abandonaram para morrer. Só não esperavam que a loba que retornou do cativeiro não nasceu para obedecer a nenhum homem. “Uma promessa traída torna-se maldição, E o sangue esquecido trará a destruição. A loba rejeitada pelos quatro predestinados Despertará das cinzas para dominá-los.” [Dark Romance | Harém Reverso | Rejeição & Vingança | Shifters | +18]

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บทที่ 1

CAP. 1 - PRÓLOGO — O MASSACRE DA MEIA-NOITE

PRÓLOGO — O MASSACRE DA MEIA-NOITE

**** Dezesseis anos atrás ****

A Aurora Boreal dançava sobre Yukon.

Faixas verdes e azuladas atravessavam o céu escuro, refletindo nas montanhas cobertas de neve e nos pinheiros congelados que cercavam o vale. O ar da madrugada era tão gelado que a madeira das cabanas estalava sob o frio.

Dentro das pequenas construções rústicas, a Matilha do Sol da Meia-Noite dormia.

Homens, mulheres e jovens descansavam após o término da estação de caça. Isolados no extremo norte, guardavam a linhagem sagrada da Lua havia gerações inteiras. Ninguém esperava o perigo. Ninguém imaginava que, além da cortina densa das árvores, quatro exércitos observavam o acampamento em silêncio.

As quatro grandes matilhas do sul não tinham viajado até o gelo por terras ou riquezas comuns. A terra no sul estava morrendo. Secas extremas rachavam os vales, os rios secavam e as crias de lobos nasciam cada vez mais fracas. A culpa tinha recaído sobre a Meia-Noite: os líderes do sul acusavam a linhagem prateada de usar rituais proibidos e sugar a energia vital da terra para manter sua bênção divina intacta.

Para salvar o mundo, diziam eles, aquela linhagem precisava ser extinta até o último membro.

Os invasores se dividiram com precisão militar. A Matilha da Lua Cheia bloqueou a saída leste; a da Lua Nova fechou a passagem do desfiladeiro; a da Lua Minguante cercou a encosta rochosa e a dos Lobos Crescentes formou a linha de contenção traseira, cortando qualquer rota de fuga.

A Matilha do Sol da Meia-Noite estava cercada.

O primeiro rosnado começou baixo na garganta de um lobo negro. Outro respondeu ao lado. Em segundos, dezenas de mandíbulas vibraram ao mesmo tempo.

Dentro da primeira cabana, uma mulher abriu os olhos assustada.

— INVASORES!

Portas foram arrebentadas e telhados cederam sob o peso das feras. Gritos rasgaram a madrugada. Homens e mulheres foram atacados antes de conseguir a transformação; famílias descalças tentavam correr pela neve puxando as crias nos braços, mas os invasores derrubavam quem tentava fugir.

No centro da praça, a porta da cabana principal foi arrancada das dobradiças.

Benny saiu.

O Alfa da Matilha do Sol da Meia-Noite encarou o fogo, os corpos caídos e os invasores que destruíam seu povo.

A transformação de Benny veio com a força de uma detonação. A coluna curvou para a frente, músculos volumosos rasgaram a roupa e os ossos se reorganizaram em estalos secos. Em três segundos, ergueu-se um lobo imenso de pelagem inteiramente prateada.

Benny soltou um rugido estrondoso que fez a neve despencar dos galhos altos.

Ele partiu para cima.

Com dois golpes brutais, ele quebrou a espinha dos primeiros lobos que tentaram barrar sua passagem e arremessou um terceiro contra as toras em chamas, abrindo caminho para alcançar a cabana dos fundos onde estava sua companheira.

Os quatro líderes invasores fecharam o cerco.

Dois saltaram pelas laterais, cravando as garras nas costelas do Alfa prateado, enquanto o líder negro golpeava pela frente. Benny perdeu a tração no gelo e tombou de lado sob o peso somado dos adversários. Ele ainda tentou morder, lutou para forçar as patas contra o chão, mas a hemorragia cobriu a neve.

Quatro contra um. O Alfa da Meia-Noite cedeu com o peito colado no gelo.

A transformação recuou.

A pelagem sumiu, os ossos encolheram e Benny ficou de joelhos na neve fria, o peito subindo e descendo em respirações curtas e dolorosas.

Do outro lado da praça, sua fêmea era segurada por dois guerreiros. Ela estava no oitavo mês de gravidez, com a barriga avantajada sob o vestido rasgado e os cabelos prateados desgrenhados pelo vento.

— Benny! — ela gritou, tentando se soltar.

Um dos líderes invasores deu um passo à frente, com a adaga de caça em punho.

— Renda-se, Benny — a voz do homem ecoou fria. — Pare de resistir. Se você se entregar de vez, poupamos a fêmea e a criança.

Benny ergueu o rosto machucado, encarando os invasores.

— Poupe as duas — a voz dele saiu rouca, entrecortada pelo sangue. — Elas não têm ligação com a liderança. O bebê nem sequer nasceu. Prometam pela honra de suas alcateias.

— Nós prometemos — o homem respondeu sem vacilar.

Benny olhou para a companheira uma última vez. Ela chorava, balançando a cabeça em negação.

— A Lua é testemunha — Benny sussurrou. — Vocês vão pagar por cada gota de sangue se quebrarem essa palavra.

— Chega de conversa — o líder rosnou.

A lâmina desceu rápida e profunda na garganta de Benny.

— NÃO! BENNY! — a mulher berrou, caindo de joelhos enquanto o sangue do companheiro manchava o chão de vermelho vivo.

Ela tentou rastejar até o corpo dele, mas os guardas a puxaram pelos braços. O líder limpou o fio da adaga na roupa e encarou-a com desprezo.

— A linhagem precisa acabar esta noite — ele ordenou. — Tragam a corda.

— Vocês prometeram! — ela gritou, se debatendo com unhas e dentes. — Vocês prometeram poupar meu filho! Seus covardes! A Lua vai cobrar isso de vocês! Aquele que tirou a vida da Lua vai curvar a espinha diante dela!

Os homens ignoraram as palavras. Jogaram uma corda grossa sobre o galho mais resistente do pinheiro central, passaram o laço pelo pescoço da Luna e a suspenderam sem hesitar.

O corpo dela subiu, debatendo-se no ar gelado até o movimento parar por completo.

Os líderes deram as costas e se afastaram para conferir os espólios e queimar os restos das cabanas. A ordem era clara: deixar o corpo da Luna pendurado na árvore como aviso e queimar todo o resto até virar cinza.

O tempo passou no vale destruído.

O fogo consumia as toras de madeira. O vento soprava cinzas sobre a neve manchada de vermelho.

Um servo que passava perto do pinheiro central recolhendo armas e peles parou os passos.

Ele ouviu um som fraco e abafado.

Um choro agudo cortou o silêncio do vale.

O homem olhou para cima. O corpo da Luna continuava imóvel, suspenso pela corda no galho. Mas, no chão de neve logo abaixo dos pés descalços da mulher morta, o líquido amniótico e o sangue fresco tinham derretido a crosta de gelo.

O choque da morte tinha rompido a bolsa e forçado o parto.

O bebê estava ali, deitado sobre a neve, chorando e ainda preso pelo cordão umbilical à mãe enforcada.

O servo arregalou os olhos.

— Pelos deuses...

Ele caiu de joelhos na neve fria. Tirou uma pequena faca do cinto, cortou o cordão umbilical e pegou a recém-nascida nos braços. A pele da menina estava gelada, mas o coração batia forte.

Ao afastar o pano em que a envolveu, a luz verde da Aurora Boreal iluminou o topo da cabeça da criança: fios prateados, brilhantes como metal polido, já despontavam na raiz.

O homem empalideceu. Se qualquer Alfa visse aquele cabelo, a menina seria morta na mesma hora.

Com as mãos trêmulas pelo choque, o servo pegou a lâmina da faca e passou rente ao couro cabeludo do bebê, raspando toda a penugem prateada até deixar a pele nua e avermelhada por arranhões superficiais. Depois, envolveu a criança em uma pele grossa e escura de cervo, escondendo tudo, e correu em direção à tenda onde os líderes se reuniam.

— Senhores! — o servo entrou afobado, estendendo o embrulho.

Os quatro líderes se viraram.

Cassian Rivers, o Alfa da Matilha dos Lobos Crescentes, franziu o cenho ao ver o volume nos braços do homem:

— O que é isso?

— Um bebê, senhor — o servo respondeu de cabeça baixa. — Encontrei a criança caída perto das pedras do perímetro. É uma menina. A mãe deve ter morrido no ataque.

Damian Drake, líder da Matilha da Lua Nova, deu um passo à frente com a adaga ainda manchada em punho:

— Mate essa cria de uma vez. Nada deste vale pode sair vivo.

— Matar um recém-nascido traz maldição sobre as alcateias — o servo insistiu, olhando diretamente para Cassian. — A lei ancestral pune quem derrama sangue de filhotes de peito. Senhor Rivers... sua irmã não consegue ter filhos há anos no vale de Kelowna. Ela vive doente de tristeza. Entregue a menina a ela. Se sobreviveu a essa noite, é porque estava destinada a viver.

Os líderes se entreolharam.

Magnus Cross, comandante da Matilha da Lua Minguante, cruzou os braços maciços:

— Pode ser sangue podre. Se essa bastarda crescer e se tornar um perigo, a culpa cairá sobre as quatro matilhas.

Cassian deu um passo à frente e pegou o embrulho nos braços. Olhou para o rosto pequeno e para a cabeça raspada, sem sinal algum de linhagem nobre.

— Minha irmã criará essa menina sob as minhas regras e sob o meu teto — Cassian afirmou com autoridade. — Ela nunca será uma ameaça para a aliança. E se um dia ela demonstrar qualquer sinal de traição, eu mesmo quebro o pescoço dela com as minhas próprias mãos. Vocês têm a minha palavra de Alfa.

Os outros três assentiram, aceitando a garantia.

Cassian caminhou até a mesa improvisada no centro da tenda e olhou para os outros três líderes:

— Para selar a nossa vitória sobre este mal e garantir que a terra volte a florescer, firmaremos um pacto irrevogável. Nós, os Quatro Alfas Supremos, governaremos este continente como soberanos absolutos, mantendo as dezesseis matilhas menores e seus Alfas de sangue sob a nossa autoridade.

Victor Vance, líder da Matilha da Lua Cheia, colocou sua adaga sobre a madeira:

— Quatro tronos supremos.

Damian Drake, líder da Matilha da Lua Nova, pôs sua lâmina ao lado:

— Quatro grandes territórios.

Magnus Cross, comandante da Matilha da Lua Minguante, completou:

— Dezesseis casas nobres curvadas ao nosso comando.

Cassian cruzou sua própria adaga sobre as outras:

— E uma Cerimônia da Escolha a cada ano, rodiziando entre as nossas sedes. Nossos herdeiros e os Alfas de sangue escolherão suas Lunas e firmarão alianças matrimoniais apenas entre as nossas linhagens, mantendo as matilhas unidas contra qualquer ameaça que tente se erguer.

As lâminas se tocaram sobre a madeira, selando o juramento irrevogável.

Cassian deixou o acampamento carregando o embrulho de peles contra o peito.

Atrás dele, a Matilha do Sol da Meia-Noite ardia até virar cinzas no chão congelado de Yukon. A neve voltou a cair pesada, cobrindo as pegadas, as poças de sangue e os corpos deixados para trás.

NENHUM DOS QUATRO LÍDERES DESCONFIAVA QUE A ÚLTIMA HERDEIRA DA LUA RESPIRAVA, VIVA E SALVA, NOS BRAÇOS DE UM DOS PRÓPRIOS HOMENS QUE ACABARAM DE JURAR SUA DESTRUIÇÃO.

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BEM-VINDOS! 🖤

Essa é a minha PRIMEIRA HISTÓRIA DE LOBOS. 🐺📖

Avisos rápidos:

Apenas o PRÓLOGO É EM 3ª PESSOA para contextualizar os acontecimentos do passado. ⏳

A HISTÓRIA É TODA EM 1ª PESSOA. 🔥

O universo tem bruxas, vampiros e outras criaturas. Se vocês gostarem, TEREMOS EXPANSÃO DESSE UNIVERSO em novos livros. 🔮✨

MUITO OBRIGADA pelo apoio! 💬❤️

BOA LEITURA! 🐺👑

— Nanda Érica ✍️🖤

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