(Narrador em terceira pessoa)No momento em que Daise e o bebê dela ficaram fora de perigo, os nervos de Eliel finalmente afrouxaram. Quando a médica veio parabenizar e colocou o filho de Daise nos braços dele, Eliel sentiu, sem motivo aparente, um aperto estranho no peito.Ele, de repente, se lembrou de que Agatha também tinha acabado de dar à luz, e que ele ainda não tinha sequer olhado para o próprio filho. Ele saiu correndo pelo corredor até o quarto onde Agatha tinha ficado internada, mas, ao abrir a porta, ele descobriu que ela não estava lá. O bebê prematuro também tinha sumido sem deixar rastro.— Onde está a Agatha? — Eliel agarrou uma enfermeira que passava pelo corredor. O olhar dele estava injetado de sangue, e a voz dele saiu totalmente descompassada. — A mulher que tinha acabado de ter bebê aqui... e a criança dela... para onde levaram os dois?A enfermeira estremeceu com a maneira agressiva como ele falou, mas, no fundo dos olhos, ela deixou escapar um traço de desprezo:
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