Novels
Short Stories

Genres

All
Romance
Drama Realista
Lobisomen
Máfia
MM Romance
Vampiro
Mitologia
Fantasia
Escola/Campo
Imaginação
Reencarnação
atração irresistível
Mistério/Thriller
Mistério Folclórico
POV masculino

Characters

49
Parcial / Egoísta×
All
Parcial / Egoísta
Lúcido(a) e independente
Protagonista poderosa / Mulher forte
Máfia
Amante
Alpha
Hipócrita
Magnata poderoso
Amigos de infância
Homem cafajeste
Companheiro
Primeiro amor
Filha legítima e filha falsa
Duplo renascimento
Destruidora de lares
Frio(a) / Insensível
Luna
Amor exclusivo / Devotado
Excêntrico(a)
Vampiro
Canalha
Melhor amiga
Secretário(a)
POV masculino
Protagonista animal
Musa da escola
Médico(a)
Calculista
Psicopata
Várias identidades secretas
Sustentador(a) apaixonado(a)
Híbrido
Deus e Mortal
Substituta
Perito criminal
Cego(a) de amor
Piloto
Vizinho(a)
Advogado
Professor
Esposa Jovem
Íncubo
Elfo
Dragão
Mulher cafajeste
Babá / Ama de leite
Super-herói(a)
Influenciador(a) digital
Crianças
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Plot & Setting

52
All
Reconquistar a Esposa
Arrependimento
Contra-ataque
Família Arrependida
Traição
Vingança
Castigar canalhas
Contagem Regressiva
Karma
Casamento
Drama familiar
Crescimento feminino
Despertar
Fingir estar morto(a)
Gravidez
Reatar um relacionamento rompido
Sedução / Tentação
Família de origem
Flertes e insinuações
Divórcio conjunto entre amigas
Bullying
Amor proibido / Relações tabu
Amor mútuo e escondido
Diferença de idade
Escola/Campo
Redenção
Transmigração
Desafiar Destino
Casamento arranjado com amor depois
Ambiente de trabalho
Solidariedade feminina
Reconquistar o Marido
Transmissão ao vivo
Amor forçado
Voz interior / Leitura de pensamentos
Pegar no flagra
Casamento por substituição
Casamento conjunto entre amigas
Casamento por contrato
Aventura
Fugir do casamento
Conteúdo adulto
Maldição
Viagem no tempo
Crime
Romance fantástico
Encontro casual e quente
Poder especial
Superpoderes
Sistema
Aventura de uma noite
Investigação / Mistério
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Themes

21
Romance doloroso×
All
Romance doloroso
Reviravolta
História empolgante
Dramático e exagerado
Literatura sobre morte
Renascimento
Laços Familiares
Superação
Romance doce e amargo
Romance fofo
Obsessivo(a)
Múltiplas perspectivas e reviravoltas
Reconfortante
Cômico
Amor platônico
Inspirador
De tirar o fôlego
Bizarro
Doentio(a)
Olimpo
Empolgante
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Parcial / Egoísta Romance doloroso Short Stories & Novels

Discover a collection of engaging Parcial / Egoísta Romance doloroso short stories with compelling plots and immersive storytelling. Perfect for readers seeking one-hour short stories and quick, immersive reads online.
Adeus ao Triângulo Amoroso - undefined novels & stories
Nuvem Verde
Na véspera da viagem, Rafael me marcou no grupo do WhatsApp. "Dá uma olhada na sua passagem." Abri a reserva e vi que ela havia sido cancelada. O cancelamento tinha sido feito três dias antes. Antes que eu pudesse responder, várias mensagens apareceram no grupo. Camila: "Eu e o Rafael apostamos se você olharia a reserva antes da viagem. Eu apostei que não, mas ele mandou você conferir. Isso é trapaça!" Rafael: "Tanto faz. Você perdeu mesmo. Ela só percebeu agora. Compra outra passagem logo. Só não vamos conseguir sentar juntos." Eles estavam se divertindo muito. Como da última vez, quando apostaram quanto tempo eu levaria para perceber que nosso quarto duplo tinha virado um quarto compartilhado por três pessoas e que eu ficaria na cama dobrável. Ou da vez anterior, quando apostaram se eu perceberia que o único museu de arte do roteiro havia sido substituído por um escape room. Toda vez que eu dizia que aquilo me incomodava, eles respondiam a mesma coisa: — Como a gente ia saber que isso te incomodava se você não falava nada? Mas eles nunca perguntavam. Não comprei outra passagem. Abri outro aplicativo e procurei um voo para a Ilha Boreal. Veria a aurora boreal a quinze graus abaixo de zero. Talvez estar sozinha fosse exatamente o que eu precisava.
Meu Companheiro Faltou ao Chá Revelação, Então Fui Embora - undefined novels & stories
Threno
Ninguém apareceu no chá revelação do bebê. Nenhum familiar, nenhum amigo, e nem mesmo meu marido. Só ao entardecer vi uma publicação da minha mãe, Diane, nas redes sociais. [Parabéns à minha filha querida e ao meu genro pelo menininho! Vocês três vão formar a família mais feliz do mundo.] A foto mostrava um bolo de chá revelação com recheio num tom de azul vivo. Meu marido e minha irmã seguravam juntos a faca de cortar o bolo, com sorrisos que transbordavam felicidade. Logo abaixo, minha melhor amiga, Aisha, comentou: [Ron e Kelly nasceram um para o outro. Aproveitem a festa, pessoal. A gente vai cuidar para que a Sarah não vá atrás de vocês.] [Sarah continua lá sentada, feito uma idiota, esperando a gente aparecer na festinha ridícula do chá revelação dela. Nem imagina que Ron sempre foi apaixonado pela irmã dela.] Meu pai respondeu em seguida: [Exatamente. Se aquele canalha não tivesse enganado Kelly naquela época, Sarah teria tido alguma chance de se casar com Ron?] [Ron já fez um favor a ela ao lhe dar um filho. Se ela tivesse um pingo de bom senso, deixaria que ele seguisse em frente. Do jeito que se atira em cima dele, é a loba mais patética de toda a alcateia!] Li todos os comentários, um por um, escritos pelas pessoas que eu mais amava no mundo. Um frio se instalou no meu peito. Então, o bebê que eu acreditava ser fruto do nosso amor não passava de uma compensação pela traição dele. Naquela família, eu era a única estranha, a única que eles precisavam manter no escuro. Se era assim, eu não queria mais nada daquilo.
A Sétima Vez Que Meu Alfa Me Rejeitou, Eu Fui Embora - undefined novels & stories
Arya
Meu Alfa e eu formamos nosso vínculo sete vezes, e, nas sete vezes, ele me rejeitou por sua paixão de infância, Tamsin. Na primeira vez, Tamsin ficou doente e alegou que apenas o cheiro dele poderia acalmar sua loba. Na segunda, um ataque de pânico a deixou implorando para que ele não saísse de seu lado. Depois disso, sempre havia outra crise quando Tamsin retornava à alcateia e sempre outra desculpa para que ele me rejeitasse. Não importava o quanto eu chorasse ou quantas cenas fizesse, ele sempre voltava para mim no momento combinado, apenas para me rejeitar novamente. Mas, desta vez, quando soube que Tamsin estava voltando para a alcateia, fui eu quem tomou a iniciativa de falar sobre a rejeição. Como sempre, ele me disse quando voltaria a me marcar. O que ele não sabia era que, até lá, eu já teria deixado a alcateia para sempre.
Troca de Identidade: O Preço da Traição - undefined novels & stories
Justa
Sabendo que meu marido Otávio fingiu a própria morte para assumir a identidade do irmão gêmeo, eu escolhi não desmascará-lo e pedi ao comando militar que o desse como morto e o excluísse do Exército. Na vida passada, após a morte do irmão, Otávio abandonou a patente de comandante para viver como o irmão, apenas para não deixar a cunhada viúva. Quando o confrontei, ele negou tudo, protegeu a cunhada e me levou à ruína. Fui humilhada, expulsa de casa, perdi minha filha e morri no inverno. Ao abrir os olhos novamente, volto exatamente ao dia em que ele passou a fingir ser Fábio.
O Dia Em Que Meu Filho Parou de Dizer "Papai" - undefined novels & stories
Morcego
Meu companheiro Alfa, Damon Ashford, perdeu o aniversário de seis anos do nosso filho Finn. Ele estava ocupado demais cuidando do filhote da sua irmã adotiva. Naquela noite, enquanto eu arrumava o quarto do Finn, encontrei uma gravação no lobo de brinquedo dele. Era um sussurro bem infantil. — Lobinho, o meu papai não tá aqui. Você fica e cresce comigo no lugar dele? No dia seguinte, na escola da alcateia, o instrutor perguntou sem malícia por que o pai do Finn não tinha aparecido para a cerimônia. Finn segurou o giz de cera com força e respondeu bem baixinho: — O papai tá ocupado. Ele é o Alfa da alcateia. — O tempo dele é do trabalho dele. É da tia Serena, porque ela precisa do cuidado dele. Mas não é meu. Os pais ao redor se entreolharam, sem saber o que dizer. Mas eu não senti nada. Apenas o estalo silencioso e definitivo da decepção. Um mês depois, o Damon finalmente se lembrou. Ele queria compensar o aniversário perdido. Ele entrou no quarto dos filhotes e viu o Finn separando cartões de identificação. Finn deslizou o cartão com o rosto do Damon no espaço de "Membros da Alcateia". Depois, deixou a coluna de "Família" totalmente vazia. Damon esticou a mão para pegar o cartão, mas Finn olhou para cima, com o olhar distante e frio. — Alfa Ashford. Por favor, não coloque o cartão no lugar errado. — Pai fica na família. O senhor só pertence à alcateia. O rosto de Damon perdeu a cor. Na mesma hora.
Partindo em Plena Floração - undefined novels & stories
Scarlett Flame
Após oito anos de casamento, finalmente engravidei do filho de Claude Frey. Essa é minha sexta tentativa de fertilização in vitro e também a última. O médico disse que meu corpo não suportaria passar por isso outra vez. Estou radiante, pronta para contar a ele a notícia. Mas, uma semana antes do nosso aniversário de casamento, recebo pelo correio uma foto anônima. Nela, Claude está abaixado, beijando a barriga grávida de outra mulher. Ela é a namorada de infância dele, aquela que a família viu crescer. Gentil, educada… o tipo de nora com que qualquer família sonha. O mais irônico é que todos já sabem da gravidez dela. Todos, menos eu. Sou apenas a piada no meio de todos eles. Então percebo que o casamento que venho sustentando, apesar de todas as dores e feridas, nunca passou de uma mentira cuidadosamente construída. Tudo bem. Eu não quero mais Claude. E nunca permitiria que meu filho nascesse em um mundo erguido sobre mentiras. Reservo minha passagem para ir embora no dia do nosso oitavo aniversário de casamento. Também seria o dia em que ele finalmente me levaria para ver o mar de rosas. Antes de nos casarmos, Claude prometeu criar um mar de flores só para mim. Mas, em vez disso, eu o encontro diante do jardim de rosas, beijando sua namorada de infância grávida. Depois que vou embora, ele começa a me procurar desesperadamente. — Não vai embora, por favor… — ele implora. — Eu estava errado. Por favor, não me deixa. Só então ele se lembra da promessa que me fez e planta as rosas mais bonitas do mundo naquele jardim. Mas eu já não preciso mais delas.
Depois do Último Pré-Natal, Desisti Dele - undefined novels & stories
Quinn Adora Coentro
Quando eu estava grávida de cinco meses, Dimitri Lemos tinha faltado a quatro consultas do meu pré-natal por causa da primeira namorada dele. Na minha quinta consulta do pré-natal, ele continuou me dando bolo. No celular, ele falou com uma voz fria, carregada de impaciência: — O bebê não é só meu. Você é a mãe. Qual é o problema em se esforçar um pouco mais? Por acaso ele vai morrer sem mim? Eu não disse nada e só fiquei olhando para ele no monitor do hospital, enquanto ele sorria com toda a doçura para Jane Brito. Eu só murmurei um "aham" bem fraco. Quando Dimitri percebeu que eu não estava bem e ainda tentou dizer alguma coisa, eu já tinha desligado o celular. Depois que a enfermeira terminou de comentar a notícia de que Dimitri tinha gasto uma fortuna para organizar um show de fogos de artifício para a primeira namorada dele, ela caminhou até mim: — Senhora, o exame de pré-natal é por aqui, por favor. Eu apenas balancei a cabeça e respondi com calma: — Não precisa. Por favor, marque para mim uma cirurgia de aborto para daqui a uma semana.
Mentiras Sob o Luar - undefined novels & stories
Ding
Fui eu quem partiu o coração de Kane Blackwood. Ele era o herdeiro Alfa, meu namorado desde a infância, e eu o afastei com tanta força que ele acabou indo para a Fortaleza do Norte. Ele permaneceu lá por sete anos. Agora ele estava de volta. Trouxe outra mulher consigo, e os dois realizariam a cerimônia de união aqui, na nossa alcateia. Na mesma semana, a bruxa da alcateia me disse que eu tinha apenas mais três meses de vida. Quando minha mãe me empurrou na cadeira de rodas para que eu o visse, os lábios de Kane se curvaram naquele sorriso cruel e debochado de que eu me lembrava tão bem. Seus olhos escuros me percorreram da cabeça aos pés, observando a cadeira de rodas, meus braços magros e meu rosto pálido. — Ora, ora. — Sua voz era baixa e cortante. — Sete anos se passaram e você está um desastre. Nem consegue mais andar? Puxei a manga para baixo, escondendo as cicatrizes — as marcas prateadas deixadas por anos de tratamentos fracassados. Mantive a voz firme. — Eu caí. Quebrei alguma coisa. Não foi nada. Ele soltou uma risada breve e fria. — Claro. Enfim, minha cerimônia de união está chegando. Você deveria ser a dama de honra da Vivra. Sorri de volta. Ao longo dos anos, eu havia aprendido a sorrir mesmo sentindo dor. — Desculpe, mas vou partir em breve. Para um lugar bem distante. Então dei um leve tapinha na mão da minha mãe. Ela não disse uma palavra. Apenas apertou as manoplas da cadeira e começou a me empurrar de volta para casa. Eu não olhei para trás.
Eu Morri no Dia em que Ele Ganhou o Campeonato - undefined novels & stories
Bagel
Meu namorado, Julian, é um grande mestre de xadrez, um gênio. Aos dezesseis anos, ele se tornou o grande mestre mais jovem da história da América do Norte. Eu lhe dei dez anos da minha vida, mas casamento nunca esteve nos planos dele. Mas quando ele atingiu o ápice de sua carreira e venceu o Grand Slam, ele ainda se recusou a quebrar o pacto que havia feito com sua família sobre sua carreira. — De acordo com o meu plano, não estou considerando casamento ou qualquer outra forma de compromisso de longo prazo até que todos os meus objetivos sejam alcançados. Eu não discuti com ele. Fiz as malas dele silenciosamente para o Campeonato Mundial e lhe desejei o melhor. Ele não fazia ideia de que, no exato momento em que erguia o troféu diante dos olhos do mundo inteiro, eu mal conseguia me manter de pé para assinar um termo de consentimento para a eutanásia.
A Escolha da Donna - undefined novels & stories
Null
Meu marido, Dante, era o Don mais intocável da família Vance em Nova York. Ele tinha uma regra inquebrável: Depois das nove da noite, quando estivesse fora cuidando dos assuntos da família, não atendia a nenhuma ligação. Eu entendia sua dedicação à família e, durante cinco anos, fiz o possível para nunca incomodá-lo, até a noite passada, quando dirigia sozinha perto das docas e caí direto numa emboscada preparada por homens armados de uma família rival. Em pânico, liguei para Dante e implorei que viesse me salvar. O telefone chamou pelo que pareceu uma eternidade. Quando finalmente atendeu, ele disse com uma voz fria: — Nora, somos casados há muito tempo. Como Donna da família Vance, você já deveria conhecer as regras. Então, ele desligou. Naquela noite, escapei por um triz daquela chuva de balas. Passei a noite internada no hospital. No entanto, quando voltei para casa na manhã seguinte, só recebi um olhar de reprovação. Dante me acusou de ter atrapalhado uma negociação crucial envolvendo um carregamento da família e de ter enviado um falso pedido de socorro. Eu sabia o quanto ele trabalhava, por isso engoli toda a minha mágoa. Só que, mais tarde, precisei usar o computador dele e acabei vendo seu histórico de chamadas. As ligações de um mesmo contato apareciam ali quase todas as noites, sempre depois das nove, e aquele padrão se repetia havia cinco anos inteiros. Eu conhecia aquele número. Era da Alexa, a Capitã da família Vance. A mulher que, durante todos aqueles anos, todos na família consideravam a única realmente digna de estar ao lado de Dante. Naquele instante, toda a dor que eu vinha reprimindo transbordou de uma só vez. Depois de me acalmar, peguei o celular e encontrei o convite para uma exposição internacional de arte que recebi alguns dias antes. Então, cliquei em Aceitar. Em três dias, eu desapareceria do mundo dele para sempre.
A Luna Recuperou o Que Lhe Pertencia - undefined novels & stories
Morcego
Eu estava grávida de sete meses quando, por acaso, ouvi uma conversa entre meu companheiro, o Alfa Kane Frost, e Ethan Roberts, o Beta da alcateia. — Este filhote também vai ficar com Vivian? A voz de Ethan estava carregada de fúria. — Você vai mesmo entregar o filhote de Elena só para pagar uma dívida por ela ter salvado a sua vida? Kane permaneceu em silêncio por um longo instante antes de responder: — Vivian salvou minha vida. Sete anos atrás, aquela adaga de prata deveria ter atingido meu coração, mas ela recebeu o golpe em meu lugar. O veneno da prata que permaneceu no corpo dela destruiu seu útero, e agora Vivian nunca poderá ter um filhote. O único desejo dela é manter o filhote de Elena ao seu lado. Ethan desferiu um soco contra a parede. — Mas ela já recebeu dois filhotes! — Este será o último. — Declarou Kane. Sua voz saiu rouca, mas não havia qualquer hesitação nela. — Vivian me prometeu que, depois de receber este filhote, deixará o território da Alcateia Lua Prateada. Quando tudo isso acabar, Elena e eu teremos outro filhote. Passarei o resto da minha vida amando-a e compensando-a por tudo, assim como farei com os filhotes que ainda tivermos juntos. Meu estômago se revirou, e quase vomitei ali mesmo. Ao longo daqueles três anos, engravidei duas vezes. Nas duas ocasiões, depois da cirurgia, Kane me abraçou e disse que o filhote parou de respirar antes mesmo de nascer. Chorei até não ter mais lágrimas por aquelas duas pequenas almas que nunca chegaram a ver a luz do dia. Todas as noites, apertava suas roupinhas minúsculas contra o peito, incapaz de me desapegar delas. Somente naquele instante compreendi: eles nunca morreram, estavam vivos. Kane os roubou de mim e os entregou a outra pessoa. As lágrimas escorreram quentes pelo meu rosto e pareciam não ter fim. Passei a mão com delicadeza pela barriga já grande. — Desta vez, meu bebê, a mamãe vai levar você para longe daqui.
Depois da Centésima Pulseira, Decidi me Divorciar - undefined novels & stories
Eloy Guedes
Cada vez que meu marido traía, ele me dava uma pulseira. Em quatro anos de casamento, juntei noventa e nove pulseiras, perdoando-o noventa e nove vezes. Desta vez, ele viajou a trabalho por três dias e, ao voltar, trouxe uma Pulseira de Jade Imperial avaliada em dezenas de milhões. Eu sabia que estava na hora de pedir o divórcio.
Nós Não Chegamos ao Oitavo Ano - undefined novels & stories
Ana Bela
Na noite em que Gael Loureiro, um dos homens mais poderosos da Cidade Zair, rompeu de vez com a namorada após uma discussão, ele me escolheu por acaso em uma boate, onde eu trabalhava servindo bebidas. Ele me deu uma mansão, joias e um cartão de crédito sem limite. Assim, eu, uma garota pobre que mal conseguia pagar o tratamento da minha mãe, me tornei a invejada Sra. Loureiro. Todos diziam que Gael havia se casado comigo apenas porque meus olhos e meu rosto lembravam um pouco os daquela mulher. No começo, eu também só queria retribuir a bondade dele. Mas, ao longo de sete anos, aprendi a me portar em eventos sociais, a cuidar da casa e estive ao lado de Gael durante os momentos mais difíceis de sua luta pelo poder. Sem perceber, acabei me apaixonando de verdade. Depois, a primeira namorada dele voltou ao país. Gael não se divorciou de mim. Ela entrou na Loureiro Participações e se tornou sua assistente de maior confiança. Eu permaneci na família Loureiro como sua esposa legítima. Ele era capaz de deixar nosso aniversário de casamento para depois por causa dela, mas também aparecia pessoalmente para me defender quando alguém me humilhava sem piedade. Por isso, eu acreditava que os sete anos que havíamos passado juntos acabariam falando mais alto do que aquele amor juvenil que os dois tinham vivido. Até a noite do nosso sétimo aniversário de casamento. Um incêndio começou de repente no hotel. Gael tomou nos braços aquela mulher, que havia sofrido apenas ferimentos leves, e me deixou para trás, grávida, em meio à fumaça sufocante. Quando acordei, meu filho já não estava mais dentro do meu ventre. O médico disse que eu jamais poderia ter outro filho pelo resto da vida. Diante de Gael, que agora se arrependia tarde demais e me olhava com os olhos vermelhos, percebi de repente que aqueles sete anos de casamento não haviam passado de uma farsa. Ele havia me tirado da miséria uma vez, mas, no fim, foi ele mesmo quem me condenou às chamas. Agora, meu filho se fora para sempre. Eu já não lhe devia mais nada. A dívida de gratidão que tinha com ele estava finalmente quitada. Então, tirei a aliança do dedo, assinei o acordo de divórcio e deixei Zair em silêncio. Daquele momento em diante, a esposa de Gael Loureiro "morreu" naquele incêndio. A mulher que sobreviveu não tinha mais nada a ver com ele.
Morremos no Parto e Ele Só Pensava na Cunhada e no Bebê Dela - undefined novels & stories
Yogurt Monster
No dia em que a cunhada do meu marido, que morava sozinha, entrou em trabalho de parto, o meu marido me arrastou à força para o hospital para induzirem o meu parto, mesmo eu ainda estando só com sete meses de gestação. Ele me trancou na sala de parto, com a expressão tensa, e falou, desesperado: — Agatha Braga, o bebê que a Daise Diniz carrega tem uma doença raríssima. Se nascer assim, vai morrer logo que vier ao mundo. O médico disse que precisa do sangue do cordão umbilical e de células‑tronco especiais colhidas durante o parto pra salvar a vida dele! Meu irmão já morreu, eu tenho a obrigação de cuidar dela e da criança! Quando a agulha de dez centímetros para induzir o parto entrou no meu corpo, as contrações me rasgaram por dentro de um jeito que eu comecei a suar frio. No meio daquela dor, eu encarei o rosto dele e questionei, quase sem fôlego: — Eliel Paiva, a gravidez da Daise sempre correu bem. Como é que, de uma hora pra outra, o bebê dela tem uma doença tão rara? Eu é que precisei segurar a gravidez o tempo todo, e mesmo assim você quer que o nosso filho nasça antes da hora. Isso não é só acabar com a vida dele, é acabar com a minha também! Eliel franziu a testa, me segurou com força e me prendeu na cama do hospital: — Agatha, o médico já explicou. É só fazer o nosso filho nascer dois meses antes. Não vai acontecer nada com ele! Quando ele ouviu os gritos de dor da Daise na sala ao lado, pareceu se lembrar de alguma coisa. Me lançou um olhar cheio de desconfiança e disse: — Não vai me dizer que, só porque eu vivo cuidando da Daise, você quer aproveitar essa chance pra se livrar dela, né? Eu já te falei que só cuido dela por causa do meu irmão. Como é que você consegue ser tão cruel? Eu senti o sangue escorrendo por baixo de mim e comecei a chorar de desespero. Agarrei o pulso dele com o pouco de força que me restava e supliquei, com a voz quebrada, que, se ele poupasse o meu filho, eu aceitava o divórcio e deixava os dois livres pra ficarem juntos. Eliel me lançou um olhar impaciente, gelado, e respondeu: — Você está delirando. Eu sou o pai do nosso bebê. Como é que eu ia querer fazer mal pra ele? Quando o sangue do cordão umbilical do meu bebê e as minhas células‑tronco foram usados no bebê da Daise e o médico anunciou que mãe e filho estavam fora de perigo, só então o Eliel se lembrou de que também tinha uma esposa e uma criança esperando por ele em outra sala. Mas, quando ele empurrou a porta do meu quarto, não foi o choro do nosso bebê que encontrou. Sobre a cama, esperavam apenas dois pedaços de papel: as duas certidões de óbito: a minha e a do meu filho.
Depois de Escapar da Família, Escolhi Espalhar Minhas Cinzas no Mar - undefined novels & stories
Bagel
A 99ª vez que meu noivo, Draven, desligou na minha cara, eu me arrastei até a igreja da família, com meu diagnóstico de doença renal terminal agarrado na mão. — Padre, desejo renunciar à família Rocci e romper meu noivado com Draven Frost. As palavras mal haviam saído dos meus lábios quando meus pais irromperam ali com minha irmã adotiva, Bianca. Meu pai, o consigliere da família, não hesitou. Ele me deu um tapa no rosto, ali mesmo, na frente do padre. — Seu noivo é um capo respeitado no nosso mundo, e você escolhe insultá-lo assim! — Você está arrastando o nome da nossa família pela lama diante de toda a organização! Minha mãe arrancou o diagnóstico da minha mão, zombando após um breve olhar. — Fingindo estar doente para chamar atenção de novo, é isso? O que você quer desta vez? Minha irmã adotiva, Bianca, segurou nos braços deles, sua voz embargando com lágrimas. — Desculpa, irmã. Você pode ficar no meu lugar no baile. Por favor, só pare de causar problemas para a mamãe e o papai! Eu limpei o sangue que escorria do meu nariz e repeti calmamente minhas palavras ao padre. — Eu não sou mais uma filha da família Rocci. Não sou digna de uma aliança com os Frost. — Estarei morta em três dias. Quero que este noivado seja rompido antes disso.
Enquanto Eu Estava Grávida, Ele Me Tornou Sua Amante Secreta - undefined novels & stories
Ramo Sul
Estou grávida de oito meses. Meu marido, policial federal, finalmente conseguiu arranjar tempo para me acompanhar ao hospital pela primeira vez para uma consulta de pré-natal. Assim que entramos no hospital, o telefone via satélite criptografado dele começou a tocar de forma insistente. O nome do contato apareceu na tela por apenas um instante. Sempre tão calmo e controlado, ele claramente se desestabilizou naquele segundo. — Amor, alerta máximo. Um criminoso internacional procurado acabou de entrar no país... Preciso ir agora. Desculpa. Ele falava às pressas, com um tom firme que não admitia recusa. Antes mesmo de terminar a frase, saiu apressado. Fiquei parada, vendo sua caminhonete se afastar em alta velocidade. A guia do pré-natal em minhas mãos já estava amassada, marcada pelas unhas, até rasgada sem que eu percebesse. Com a barriga pesada, parei um táxi na beira da rua e disse rapidamente: — Senhor, siga aquele carro. "Criminoso internacional procurado? Essa desculpa era simplesmente ridícula." Nem mesmo a agência de inteligência onde meu pai trabalha havia recebido qualquer notificação. Ele não passa de um policial federal da linha de frente, responsável por dar apoio às operações. Como poderia, de repente, surgir uma missão tão urgente assim? Eu queria mesmo era saber que "superior" estava tão apressado para lhe dar essa ordem.
Sob a Lua, Só Restou a Mágoa - undefined novels & stories
Rosa Carmesim
— A imperatriz quer outro filho. Afonso Alencar disse enquanto desatava a camisola de Cecília Vasconcelos: — Já que você engravida com facilidade, tenha mais um. Nove meses depois, Cecília deu à luz uma menina. Assim que a parteira cortou o cordão umbilical, levou a bebê às pressas, sem sequer deixá-la tocar no embrulho. Era a segunda vez. Todos no palácio diziam que, se a imperatriz não tivesse perdido a capacidade de ter filhos por causa dos ferimentos sofridos ao acompanhar Sua Majestade em batalha, nenhuma outra mulher teria entrado no harém. Cecília, filha legítima do chanceler imperial, não passava de alguém que tinha surgido na hora certa, um ventre usado para garantir a continuidade da linhagem imperial.
Ele Assinou Nosso Divórcio Sem Nem Olhar - undefined novels & stories
Sea One
Dante Valieri, o advogado da máfia mais disputado de Nova York, acabava de assinar o próprio nome nos meus papéis do divórcio. Mas ele não fazia a menor ideia disso. Porque, enquanto assinava, seus olhos não saíram de Camille nem por um segundo. Assim que Camille entrou, Dante erguera o olhar. Ele a acompanhou com os olhos até vê-la desaparecer no lounge. Só então, finalmente voltou a atenção para mim. — O que eu acabei de assinar? — Ele perguntou. — Nada importante. Você nunca checa as coisas que eu lhe entrego mesmo. — Respondi. Ele já caminhava em direção ao lounge. — Da próxima vez, mande direto para o meu celular. Não precisa vir pessoalmente. Quando fechou a porta atrás de si, o ouvi falando com Camille: — Você chegou tão cedo. Fiquei preocupado de não conseguir ver você. E, daquele jeito, fui deixada do outro lado da porta. "Você não perderá mais nada, Dante." Em dez dias, eu voltaria para casa. Depois disso, ninguém mais interromperá vocês dois.
Ele Pensou Que Eu Estava Finalmente Aprendendo. Já Estava Indo Embora. - undefined novels & stories
Eternity
Quando Adriano Morelli percebeu que eu não havia enviado um único pedido doméstico em três dias, ele mesmo me ligou pela primeira vez em meses. — Serafina — disse ele, com a voz suave e paciente — a clínica foi liberada. Seu arquivo voltou para a prioridade. Viu? Quando você para de dificultar as coisas e aprende como esta família funciona, eu garanto que cuidem de você. Ele sempre parecia mais gentil quando estava me lembrando de quem detinha o poder. O que ele não sabia era que, no momento em que o nome dele iluminou a tela do meu celular, os papéis do divórcio já estavam redigidos. De fora, eu tinha tudo o que uma mulher poderia desejar: uma cobertura vigiada, um motorista à disposição, roupas de grife e o sobrenome de um dos homens mais temidos da cidade. Mas quase nada daquilo era meu. Os cartões eram monitorados. O dinheiro em espécie precisava ser aprovado. Os funcionários seguiam as ordens de Viviana Costa antes mesmo de me ouvirem. Até o orçamento do guarda-roupa, minha agenda e o acesso ao escritório da família passavam pelas mãos dela. Adriano chamava isso de conveniência. Três dias atrás, fui levada às pressas para uma clínica particular, com sangue encharcando meu vestido, enquanto um médico me dizia que ainda havia uma chance de salvar o bebê se o depósito de emergência fosse pago imediatamente. Liguei para Adriano até minhas mãos tremerem. Viviana atrasou a transferência. Primeiro, não havia autorização direta. Depois, o valor era alto demais. Então, Adriano estava em uma reunião e não podia ser perturbado por algo que talvez não fosse sério. Quando o dinheiro finalmente caiu, era tarde demais. O bebê se fora. Eu havia permanecido com Adriano por dois motivos: eu o amava e acreditava que, quando realmente importasse, ele me escolheria. Eu estava errada sobre ambos. Nosso filho morreu primeiro. Meu casamento morreu com ele.
Adeus ao Amor de Cinco Anos - undefined novels & stories
Washing Wheat
Eu desisti do imóvel que havíamos comprado juntos para morar depois do casamento. — Vocês já pagaram a entrada. Não vai esperar seu noivo voltar para assinar o contrato? — O corretor ficou surpreso. — Não vou mais esperar. Ele vai esquiar com o primeiro amor dele. — Eu sorri e coloquei as chaves na mesa. Estávamos juntos há cinco anos, e todos os invernos ele ia para Nipônia. Dizia que era viagem a trabalho, mas nas fotos que publicava nas redes sociais sempre aparecia o pico nevado do Monte Fuyama. Quando perguntei quando ele me levaria para nossa lua de mel, ele disse: — Da próxima vez. Até que, ontem, encontrei a antiga câmera digital que ele havia deixado em casa. Dentro dela, havia centenas de fotos. A mesma mulher. O mesmo ângulo. O mesmo cenário. Flores de cerejeira, neve branca, Monte Fuyama. A única vez em que viajei para longe com ele foi até a cidade vizinha, para vermos a casa onde moraríamos depois do casamento. — Nós dois não precisamos dessas coisas superficiais. — Ele segurou minha mão e disse. — Viver uma vida tranquila e simples é mais importante do que qualquer outra coisa. Olhando para a casa que eu mesma havia decorado e reformado, de repente desabei em lágrimas. — Ainda quer desistir da casa? — O corretor, com todo o cuidado, estendeu-me a caneta. — Quero. — Sorri enquanto enxugava as lágrimas. Meu pedido de demissão já havia sido aprovado. Aquela seria minha última noite naquela cidade. O Monte Fuyama não viria até mim, mas eu podia ir para longe.
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