Sem Toque, Um Amor Desperdiçado
Ele gemia de dor, segurando a cabeça machucada enquanto juntava as mãos em um gesto de súplica, implorando por misericórdia.
Heitor, com a expressão sombria, puxou as mãos do homem que protegiam sua cabeça. Ele apontou o pé da cadeira para a têmpora do invasor e perguntou, com uma voz fria e autoritária:
— Qual é o seu nome?
O homem tremia incontrolavelmente, movendo os lábios rachados e grossos, mas o que saiu de sua boca foi um idioma desconhecido. Ele sequer falava português.