Tomada pelo mafioso
— Eu estava, eu estou tentando.
— Poque não a tem, ela é uma mulher distante, impossível para você e com certeza se voltar pra você irá lhe matar na primeira oportunidade. — Negou sentado na cama. — Ela não é assim, Diana é meio louca, mas é pura, é doce... — Ri alto, — Pura fazendo sacanagem daquele jeito com um homem casado.— Afirmou me olhando. — Sim, apesar de tudo que eu fiz com ela, ainda é pura Blanka é doce não perdeu seu olhar meigo, mesmo quando havia motivos para odiar o mundo, sempre estava ali com um sorriso na boca, fosse pra aprontar ou não, apenas uma música animada a fazia cantarolar. — O jeito dele me descrever sobre ela apenas me irritava mais.