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Recusei Ser Sua Segunda Escolha

Recusei Ser Sua Segunda Escolha

Faltava apenas um mês para o meu casamento quando descobri que meu noivo já planejava ter um filho com sua amada. Eu não aceitei aquilo, mas ele insistia nesse assunto todos os dias. Duas semanas antes da cerimônia, um exame de gravidez chegou até mim. Foi então percebi que a tal amada já estava grávida havia quase um mês. Meu consentimento nunca foi sequer considerado. Naquele instante, todos os anos do nosso relacionamento evaporaram como fumaça. Cancelei o casamento, apaguei todas as lembranças e, no mesmo dia em que deveria estar vestida de noiva, vesti meu jaleco e mergulhei de cabeça no laboratório. Dali para trás, eu não tinha mais a ver com ele!
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Deixei o Homem que Morreu por Mim

Deixei o Homem que Morreu por Mim

Desde a morte do primeiro amor de Luís Almeida, ele passou a me odiar por dez anos. Tentei agradá-lo de todas as formas, mas ele apenas zombava friamente: — Se você realmente quer me agradar, então morra. Aquilo doeu profundamente. Mas, quando um caminhão avançou na minha direção, foi ele quem se jogou na frente... e morreu sobre uma poça de sangue para me salvar. Antes de fechar os olhos, ele me lançou um olhar profundo e murmurou: — Teria sido melhor... se eu nunca tivesse te conhecido. No funeral, minha sogra estava inconsolável: — Eu devia ter deixado o Luís ficar com a Gabriela Nunes. Nunca deveria ter forçado esse casamento! Meu sogro me culpava com raiva: — O meu finho salvou sua vida três vezes! Um homem como ele... Por que não foi você quem morreu no lugar dele? Todos lamentavam o fato de ele ter se casado comigo. Até eu me arrependia. Fui expulsa do funeral, completamente atordoada. Três anos depois, uma máquina do tempo surgiu do nada — e eu voltei ao passado. Desta vez, escolhi cortar todos os laços com Luís... e realizar o desejo de todos.
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Grávida de Novo, Fiz o CEO Chorar por Mim

Grávida de Novo, Fiz o CEO Chorar por Mim

Durante três anos de casamento, o que Miguel Pereira mais soube fazer foi enfiar facas no coração de Elisa Soares. Mesmo com os sogros não gostando dela, com o orientador decepcionado, Elisa ainda quis usar o próprio coração para aquecer o marido. Só agora ela descobriu que a mulher que Miguel nunca esqueceu era justamente a noiva do próprio irmão. Que ironia. Ela quis ter um filho. Pelo menos assim poderia envelhecer ao lado de Miguel. Mas disseram a ela que não tinha esse direito. Mais irônico ainda. No dia do aniversário de casamento, Elisa escolheu ir embora de vez. Mergulhou na pesquisa, ganhou prêmios, levou reconhecimento para o país. Ela começou a brilhar. E homens excelentes, querendo se aproximar, não faltavam ao redor dela. Três anos depois, Elisa saiu da maternidade segurando a mão da criança. Miguel a interceptou como se tivesse perdido o controle. — Você estava grávida? Elisa sorriu e olhou para ele de cima. — Eu ter um filho tem alguma coisa a ver com o meu ex-marido?
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Votos ao Pôr do Sol

Votos ao Pôr do Sol

Três dias antes do meu casamento, descobri que Shane Dawson havia mudado o local da cerimônia da casa da vovó Mae, no Sul, para o Castillo de Sol, o castelo espanhol que Tania Collins — sua antiga paixão de infância — adorava. Eu o confrontei, mas acabei ouvindo ele reclamar ao amigo: — Graças a Deus a Tania tem bom gosto. Caso contrário, eu seria motivo de piada pelo resto da vida. O amigo retrucou: — Você não prometeu que faria a cerimônia na casa da avó dela? Não tem medo que ela fique brava e se recuse a se casar? Shane apenas riu, com frieza e deboche. — Os Quinn estão à beira da falência. Casar comigo é a única saída dela. Ela não pode arriscar. Já pedi ao cerimonialista para ligar para ela. Aposto que agora ela está correndo pra trocar o vôo. A vergonha e a raiva queimaram no meu peito. Mordi o lábio, e no fim, fui embora. Três dias depois, o casamento no castelo aconteceu como planejado, só que eu não mudei o vôo. Eu não apareci. Em vez disso, estava no velho pátio da vovó Mae, me casando com outro homem. Até hoje, o Shane não entende. Eu nunca quis me casar com ele em busca de alguma "rota de fuga". Eu quis me casar por um amor que durou dez anos. Mas quando o sonho acaba, é preciso coragem para escolher outro caminho.
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A 300ª Dívida que Escrevi

A 300ª Dívida que Escrevi

Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas. Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta. Até que sofri um acidente de carro... Na hora de pagar a cirurgia, ainda me faltavam três mil no cartão. Sem saída, fui implorar ajuda aos meus pais. Mas eles apenas sorriram friamente: — Júlia Monforte, você já tem dezoito anos. Não temos mais obrigação nenhuma com você. Escreva uma nova dívida! Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida. Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva. Na foto, ela estava em um cruzeiro internacional, celebrando seu aniversário de dezoito anos como uma princesa, cercada de gente a bajulando. O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati. Até meu amigo de infância... olhava para ela com olhos cheios de amor. Ela agradecia: "Obrigada às pessoas que eu mais amo, por me darem o melhor que eu poderia ter." E eu, segurando aquela dívida toda amassada nas mãos, simplesmente sorri. Depois que eu quitar essa dívida... uma coisa é certa — não preciso mais de uma família assim.
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Não Serei Mais a Esposa Secreta do Don

Não Serei Mais a Esposa Secreta do Don

Eu me casei com Don Matteo em segredo. Toda vez que ele ia para a cama com sua paixão de infância, ele me prometia um casamento de verdade, diante das Cinco Famílias. Por cinco anos, Matteo me fez noventa e nove promessas. E ele me deixou no altar noventa e nove vezes. Na primeira vez, o gato premiado de Cecilia morreu. Para consolá-la, ele adiou nosso casamento por três meses. Eu fiquei sozinha no altar, com os olhos vermelhos, tentando acalmar os anciãos da família. Na segunda vez, Cecilia fez um escândalo em um cassino e quebrou um vaso antigo avaliado em cem milhões de dólares. Ele desviou o jato particular que nos levaria para o casamento e passou a noite inteira resolvendo a confusão que ela tinha armado. E todas as vezes, bem antes do nosso casamento, seu amor de infância enfrentava algum tipo de emergência. Eu chorava. Eu gritava. Cheguei até a colocar uma arma na cabeça dele. Mas Matteo apenas me encostava contra a parede e me calava com um beijo frio e firme. — Ela é só um caso. Você é a Sra. Falcone. Tenha um pouco de classe. Depois da nonagésima nona vez, eu cansei. Empurrei os papéis sobre a mesa. A tinta ainda estava fresca, com o selo da família Falcone carimbado na base. — Nosso casamento e nossa aliança acabaram.
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Defendendo a Ex que Matou sua Mãe

Defendendo a Ex que Matou sua Mãe

Minha sogra sofreu um acidente de carro e foi levada para a sala de emergência. Liguei mais de vinte vezes para meu marido advogado até que ele finalmente atendeu. — O que você está aprontando de novo? Mirella teve um problema, estou ajudando aqui, para de me incomodar à toa. Segurei minha mágoa e contei que sua mãe sofrera um acidente, pedindo que transferisse cem mil reais. Mas ele, acreditando nas palavras de Mirella, respondeu com grosseria: — O que o acidente da sua mãe tem a ver comigo? Nem pense em tirar dinheiro de mim para ajudar sua família. Não me incomode, estou ocupado. A ligação foi abruptamente encerrada. A sogra não resistiu e veio a falecer. Três dias depois, na audiência, vi meu marido advogado defendendo com eloquência a ex-namorada, acusada de dirigir embriagada. Ele alegou falta de provas e conseguiu que Mirella fosse absolvida. Desolada, após a audiência, pedi o divórcio. Ele entrou em pânico. — Minha mãe sempre te tratou tão bem, se você se divorciar de mim, ela vai ficar arrasada! Ri friamente, jogando na cara dele o comprovante do hospital e o atestado de óbito. Idiota, ele ainda não sabia que já não tinha mais mãe.
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Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Depois de ser empurrada escada abaixo pela queridinha do meu marido, morri de parto no canto da escada do hospital particular da família Moreira. Antes de morrer, meu filho de seis anos chorou, implorando para que seu pai me salvasse. Na primeira vez, Davi Moreira apenas riu com desprezo: — Sua mãe ficou esperta, hein? Usando a criança para bancar a coitadinha e me enganar. E, dito isso, afastou a mão do menino sem nenhuma piedade e foi embora. Na segunda vez, meu filho disse que eu não parava de sangrar. Davi respondeu com impaciência no rosto: — Que exagero... Foi só um aborto espontâneo. Nada demais. Ela que gosta de drama! Depois de expulsar o menino, ele ainda ordenou aos médicos que nnguém deve cuidar de mim. — A culpa é minha por tê-la mimado demais. Sem sofrer, ela nunca vai aprender. Na última vez, meu filho se ajoelhou diante da amante dele, batendo a cabeça no chão, suplicando por mim. Davi explodiu de raiva e mandou os seguranças jogarem o menino, todo machucado, para fora do quarto, enquanto todos riam dele. — Se ousar incomodar a recuperação da Marina mais uma vez, mando sua mãe embora da família Moreira e você nunca mais vai vê-la! Meu filho rastejou até mim, deixando um rastro de sangue no chão. Dessa vez, você conseguiu. Nossos corpos estão frios. Nunca mais nos verá nesta vida.
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Amor em Cinzas, Promessas Queimadas

Amor em Cinzas, Promessas Queimadas

Após o incêndio, não o impedi de entrar nas chamas para salvar a "sobrinha". Assisti, impotente, enquanto o fogo o devorava diante dos meus olhos. Na vida passada, no dia do nosso casamento, um incêndio devastou o hotel. Nós escapamos a tempo, mas a sobrinha sem laços de sangue com ele ficou presa entre as chamas. Desesperado para a resgatar, ele tentou correr de volta. Eu o segurei com todas as forças. Quando o fogo enfim se apagou, nada restou dela além de cinzas. Ele dizia não me culpar. Mas, três anos depois, no aniversário do nosso casamento, levou a mim e ao nosso filho para mergulhar. Nas profundezas, com um olhar cheio de rancor, arrancou nossos tubos de oxigênio. — Você me impediu de salvar Mafalda. Agora, pagará com a sua vida. Chorei, supliquei, dizendo que nosso filho era inocente. Ele, porém, virou as costas sem olhar para trás. Eu e meu filho morremos sufocados. Somente depois da morte compreendi: ele sempre amara aquela sobrinha perdida nas chamas e a sua raiva contra mim queimava tão fundo quanto o fogo que a levou. Quando abri os olhos novamente estava de volta ao dia do incêndio.
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Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Gêmeos do Silêncio: Minha Dor, Sua Indiferença

Grávida de nove meses, vi a amada do meu marido se mudar para a nossa casa com uma desculpa qualquer. Ela fingia sofrimento sempre que me via, e ele me acusava de exibir a barriga só para provocá-la. — A Rafa já sofre demais! E você ainda exibe essa barriga enorme só pra machucar! Só vai aprender se eu te der uma lição. — Rosnou ele, com frieza. Sem hesitar, mandou me trancar no sótão e proibiu qualquer um de me trazer comida. Supliquei, dizendo que os gêmeos estavam grandes, que o médico havia pedido minha internação urgente, pois o parto podia acontecer a qualquer momento. Mas ele apenas riu como se eu estivesse contando alguma piada tola. — Ainda faltam três dias pro parto. Não inventa desculpa para escapar! Vai pro sótão pensar bem no que você fez! Isso é o mínimo, depois do que fez com a Rafa! — Ele insistiu, ignorando completamente a minha dor. No sótão escuro, gritei até minhas unhas se quebrarem na porta. No silêncio sufocante, as contrações rasgavam meu corpo, cada onda de dor parecia não ter fim. Coberta de sangue, exausta e ainda presa, percebi que meu filho não sobreviveria. Três dias depois, enquanto tentava tomar um mingau, meu marido, já incomodado, comentou com desprezo: — Manda a Joyce descer para me preparar o mingau, e depois vá pedir desculpas à Rafa. Se ela pedir de um jeito decente, pode até levar ela pro hospital na hora de parir. Mas ninguém respondeu, pois o sangue já escorria do sótão, degrau por degrau, inundando a casa num silêncio mais aterrador que qualquer grito.
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