เข้าสู่ระบบSaat Arman sedang tadarusan di Mushola, Wenny--istrinya malah diarak keliling kampung dengan tuduhan selingkuh. Arman yang kalab, langsung menjatuhkan talaknya malam itu juga. Walau Wenny sudah memohon dan mengatakan semua hanya fitnah, tapi Arman tetap tak percaya. Apa yang terjadi sebenarnya? Simak kisahnya!
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Nove antes.
Meu estômago está embrulhado, minhas mãos suadas e estou falhando na missão de não chorar em público. Este é o meu primeiro dia no ensino médio e me esforcei para que fosse diferente dos outros anos, mas fui ingênua e estou pagando pelo meu erro. Os olhos ávidos dos meus colegas vagueiam por toda sala até chegarem em mim, eles estão sendo sutis, tomando cuidado em camuflar a maldade e preconceito em seus olhares e expressões, porém, vacilam ao não se preocuparem em disfarçar os risinhos e cochichos.
Posso ouvir cada piadinha.
Mamãe estava certa ao falar que meu cabelo seria apenas mais um atrativo para o bullying, eu deveria tê-la ouvido quando disse que ser gorda já era ruim o suficiente, eu teria que colaborar ou as pessoas teriam motivos para rir de mim. O pintei de rosa na tentativa de parecer diferente, descolada, mas me sinto com uma aberração.
Deslizo mais em meu assento, tentando me esconder dos olhares debochados. Mantenho minha cabeça abaixada, evitando contado direto com qualquer um deles, porque assim é mais seguro. Contenho a vontade de levantar e sair correndo, porém não posso fraquejar logo no início do ano, minha experiência me ensinou que ações assim só pioram a situação.
Então, engulo tudo calada.
Ouvi falar que o ensino médio era horrível por vários motivos, mas imaginei que a convivência com crianças mais velhas seria melhor pela maturidade, doce engano. Eles não ficam rindo e apontando, inventando apelidos infantis, fazem muito pior, te menosprezam apenas com o olhar.
— Olha o cabelo dela. — Uma menina fala, não se preocupando em camuflar seu tom de aversão.
Alguém rir.
— Ela parece a junção de um boto rosa com baleia. — O cometário maldoso desencadeia uma série de risadas altas, fazendo com que eu me encolha ainda mais no assento.
Meus olhos queimam para expulsar as lágrimas que se formam, mas me recuso a chorar.
Eu não vou chorar.
Eu não vou chorar.
— Eu acho que ela comeu o boto. — Um menino comenta, causando uma nova explosão de risada nos demais e travo na cadeira, sentindo minha pele queimar pela humilhação.
Levanto as vistas para observá-lo, ele está apenas duas cadeiras de mim, rindo junto do pequeno grupo de seis pessoas. Ele é alto e moreno, mas não deve ter mais de quinze anos como eu. Seu olhar vira para minha direção no momento que estou fazendo uma análise detalhada de sua aparência, um som de surpresa deixa minha boca quando as íris prateadas me encaram intimidante, para minha surpresa ele não desvia o olhar do meu, fazendo meu coração acelerar caloroso.
— Edu, você me ouviu? — A menina ao seu lado pergunta, chamando sua atenção pra ela.
Então, ele desvia, mas não antes de me dá um sorriso de lado, piscando junto. Pisco várias vezes em seguida, tentando entender o que acabou de acontecer.
— Tem alguém sentado aqui? — Uma voz feminina pergunta, então olho para o lado e vejo que está se direcionando a mim.
A olho intrigada, ela é a primeira que trocou qualquer palavra comigo até agora.
— Não... — Sussurro.
Ela sorrir simpática, parecendo agradecida, então se senta ao meu lado sem cerimônia.
— Qual o seu nome? — Pergunta, demonstrando um real interesse ao me olhar.
Me mantenho em silêncio alguns segundos, tentando decifrar o motivo pelo qual ela está falando comigo. Desço meus olhos por seu corpo magro, esguio como mamãe gostaria que o meu fosse. Os cabelos cor de mel são longos e chegam quase ao meio de sua cintura, o rosto pequeno e oval lhe traz uma imagem de nobreza. Ela é perfeita demais para falar comigo.
— Desculpe, deixa eu me apresentar primeiro, me chamo Alice. — Fala, estendendo sua mão para que eu pegue.
Crispo o cenho, ainda não entendendo sua atitude.
— Nelly... meu nome é Nelly. — Digo, pegando em sua mão.
Ela assente, sorrindo pra mim. Abre a boca para falar algo, mas sua atenção recai na direção da entrada, suas pupilas se dilatam e um burburinho começa.
Olho na mesma direção que ela olha e quase perco o fôlego quando o vejo, todo de terno e gravata, parado bem no meio da porta.
Ele parece um Deus grego de tão bonito, tirado dos meus livros favoritos.
— Bom dia, classe C. — Sua voz sai rouca, aveludada e todo mundo se silencia para observá—lo adentrar a grande sala.
Ele se encaminha sem pressa para a única mesa presente no recinto, deixando claro o que já imaginávamos, ele é o novo professor de história que a diretora informou que chegaria hoje.
Ele põe sua bolsa de lado sobre o metal da mesa sem muita formalidade, mesmo sendo observado por todos os trinta alunos presentes.
— Vamos começar as apresentações. Eu vou chamar pelo nome de vocês seguindo a ordem alfabética, na sua vez, cada um vai se apresentar e dizer o que espera das nossas aulas esse ano.
A turma faz algazarra, soltando gritinhos de protestos.
— Aqui todo mundo já se conhece. — Alguém afirma, mas o homem nos encara irredutível.
Por dentro estou me tremendo toda, odiando sua ideia. Sempre fui ruim com interações, a exposição me deixa nervosa e insegura. Sou um alvo fácil para os mais diversos comentários preconceituosos.
— Serei o primeiro. — O homem fala, seguindo para o centro do lugar.
Aproveito que todos estão distraídos e passo meus olhos sobre meus colegas, traçando seus perfis e não me surpreendo ao encontrar algumas garotas na mesma situação que eu, estupefata pela beleza madura do homem.
— Me chamo David Bragança, serei o melhor professor que vocês já tiveram o prazer de conhecer. — Suas palavras causam euforia, fazendo com uivos e assovios tomem conta do ambiente.
Então, as apresentações se iniciam. Ele vai chamando nome por nome até chegar minha vez, o constrangimento me invade quando sua boca diz meu nome repetidamente pela segunda vez e eu continuo o encarando em silêncio.
Começo a hiper ventilar, sentindo minhas mãos geladas e minha boca secar.
— Senhorita Leitão, é a sua vez. — Sua voz sai seca e direta, mas ainda atenciosa e risos explodem por toda a sala.
Meus olhos voltam a lacrimejar.
O homem encara o bando de adolescentes como se fossem habitantes de outro planeta, franzindo a testa com indignação e raiva.
— Leitão, combina com ela. — Carlota, a mesma garota que comentou sobre meu cabelo mais cedo volta a falar, rindo do seu próprio comentário.
Ameaço levantar da cadeira, sufocando com o choro preso, mas Alice me prende pelo ombro, dando a entender que não me deixará partir. Olho com desespero em sua direção, implorando para que me liberte de seu aperto e encontro suas íris pretas como carvão ressentidas, cheias de raiva.
— Não fuja, isso é tudo que eles querem. — Diz, apontando na direção do pequeno grupo na qual o tal Eduardo parece fazer parte com a cabeça.
Não saio, mas sinto a água salgada inundar minha visão.
— Contei alguma piada? — O sr. Bragança volta a falar, parecendo verdadeiramente irritado, apesar de usar um tom frio para falar.
Aos poucos os burburinhos e risos se dissipam, embora eu mantenha minha cabeça abaixada para evitar contato.
— Nelly? — A voz aveludada pronúncia meu nome, arrastando a primeira sílaba por tempo demais. Pressiono minhas unhas contra minha palma.
Não o respondo, ele insiste mais uma vez e então ergue meu rosto pelo queixo.
— Você pode se apresentar? — Pergunta baixo, olhando—me com atenção.
— Não...— Sussurro.
Ele assente, não insistindo e volta para seu lugar perto da mesa.
— Bem, quero apresentar pra vocês quem provavelmente será uma das minhas melhores alunas, Nelly Álvares Leitão. Seu currículo é impressionante, querida.
Ele pisca pra mim quando pronuncia o final.
Meu peito se enche de emoção, asas de borboletas causando reboliço no meu estômago, ele está me defendendo.
Ele me defendeu!
Wanita yang Diarak Keliling Kampung itu, Istriku Part 38 : Tamat Sekarang ini, Fatur dan juga Wenny sudah berada di dalam kamar. Khairy sendiri sudah terlelap telah memakan brownis bawaan Arman. Arman pun sudah pulang dari setengah jam yang lalu. Wenny masih tetap melanjutkan acara diamnya. Dirinya kesal sekaligus tidak suka dengan keputusan Fatur, suaminya. Yang dengan begitu mudahnya mengizinkan Arman, mantan suaminya untuk membawa Khairy bermain. "Sayang!" panggil Fatur, tetapi diabaikan oleh Wenny. Wenny masih diam di tempatnya, hanya melirik Fatur dari pantulan cermin di depannya tanpa menyahuti ucapannya. "Sayang, kamu kenapa, sih?" tanya Fatur yang akhirnya berjalan mendekat ke tempat Wenny berada. Masih tidak mendapatkan respons dari istrinya, Fatur dengan sengaja memeluk Wenny dari arah belakang. Tak menghiraukan penolakan Wenny, Fatur tetap berada di tempatnya, bahkan kini memeluk Wenny lebih erat lagi. "Lepas, Mas!" pinta Wenny pada akhirnya. Dirinya risi karena F
Wanita yang Diarak Keliling Kampung itu, IstrikuPart 37 : BerdamaiPagi ini, Arman sudah rapi dengan pakaian santainya. Kemeja lengan pendek berwarna navy dan juga celana jin berwarna hitam. Rambutnya pun sudah disisir rapi. Tangannya terulur untuk mengambil kunci mobil di gantungan kamar. Serina yang baru saja keluar dari kamar mandi dan melihat suaminya sudah rapi, mengernyit heran. "Mau ke mana, Bang?" tanya Serina sambil berjalan mendekati Arman yang sudah berdiri di depan pintu. Arman menoleh sekilas ke arah Serina dan menjawab, "Mau ke rumah Wenny." "Ngapain, Bang?" Serina kembali bertanya karena Arman memang jarang ke rumah Wenny sekali pun itu untuk mengunjungi Khairy, putranya. "Mau jenguk Khairy," jawabnya singkat. Serina mengangguk paham, dan berbalik kembali berjalan ke arah meja riasnya. Meraih sisir dan menyisir rambutnya. "Tumben!" gumamnya pelan, bahkan terkesan berbisik. Hingga, Arman tidak mendengarnya. "Tunggu dulu, Bang!" Serina menghentikan langkah suamin
Wanita yang Diarak Keliling Kampung itu, IstrikuPart 36 : SepiSeorang perempuan muda yang tengah duduk di bangku yang ada di taman itu sedang gelisah. Itu dapat terlihat dari raut wajahnya yang terlihat tidak bersemangat dan juga dirinya yang sepertinya tengah melamun. Sejenak wanita muda itu mengembuskan napas, pikirannya benar-benar buntu. Dan semua pikiran negatif memenuhi kepalanya. Rasa takut dan juga khawatir mendominasi hatinya. Ada ruang yang terasa kosong di hatinya. "Serina!" panggil seorang wanita yang menggunakan celana jin dan juga kemeja hitam kotak-kotak.Sementara itu, wanita yang merasa namanya dipanggil pun menoleh. Wanita berkemeja kotak-kotak itu pun menghampiri temannya yang sedang duduk melamun di bangku taman itu. Ya, wanita yang sedang duduk melamun di bangku taman itu adalah Serina, istri Arman yang dinikahinya hampir dua tahun ini. "Melati?" tanya Serina dengan tidak begitu yakin. Bukan karena apa, tapi Serina takut salah menebak. Karena jika dilihat w
Wanita yang Diarak Keliling Kampung itu, IstrikuPart 35 : KlinikTak terasa waktu begitu cepat berlalu, baru kemarin rasanya Wenny melahirkan, menimang dan juga mengurus Khairy, kini putranya itu sudah berusia dua tahun.Wenny tidak menyangka jika dirinya bisa bertahan sampai di titik ini. Kemarin, rasa takut menyelimutinya karena Arman, mantan suaminya yang menginginkan hak asuh putranya. Namun, kini dirinya bisa membersamai dan juga menemani putranya sampai sekarang. Dirinya juga sangat bersyukur akan kehadiran Fatur dalam hidupnya. Fatur begitu mengerti dan juga menyayangi Khairy sebagaimana putranya sendiri. Tak pernah abaikan selalu memperhatikan dirinya dan Khairy. "Mas, ayo bangun dulu!" pekik Wenny tepat di telinga Fatur. Saat ini keduanya sedang berada di kamar dengan Fatur yang masih terlelap. Setelah salat subuh tadi, Fatur memang kembali tidur, Fatur bilang dirinya masih mengantuk. Wenny pun memakluminya karena memang Fatur baru menyelesaikan pekerjaan kantornya pukul du












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