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Las tarjetas del perdón se acabaron

Las tarjetas del perdón se acabaron

Diego Pinto organizó sesenta y seis viajes solo para pedirme matrimonio. Y fue recién en el intento número sesenta y siete que logró de verdad tocarme el corazón. El día después de la boda, le preparé sesenta y seis tarjetas de perdón. Teníamos un trato: cada vez que me hiciera enojar, podía usar una para ganarse mi perdón sin discusiones. Durante seis años de matrimonio, cada vez que me enojaba por su amiga de toda la vida, él venía y me pedía que le quitara una tarjeta. Pero cuando usó la tarjeta número 64, Diego se dio cuenta de que algo en mí ya había cambiado.
Short Story · Romance
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VIOLÉ

VIOLÉ

Mrdine_officiel
Né d'une famille modeste. Une famille chrétienne qui ne manquait jamais une seule occasion de loué et de prier son créateur... Yves est le fils aîné et tout allait bien pour lui quand il rencontra cette fille....
Urbain
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¿Cómo soy tan rico?

¿Cómo soy tan rico?

Ese día, mis padres y mi hermana, que estaban trabajando en el extranjero, de repente me dijeron que yo era un rico de segunda generación con billones de dólares en riqueza.Gerald Crawford: ¿Soy un rico de segunda generación?
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เมียมาเฟีย

เมียมาเฟีย

เมื่อเด็ก N ที่ถูกเรียกมาให้ดูแลเขา กลับกลายเป็นคนเดียวกันกับ ‘ลูกน้อง’ ที่ไนต์คลับ และเธอจะทำอย่างไร เมื่อผู้ชายที่ตัวเองเรียกว่า ‘เจ้านาย’ ต้องกลายมาเป็น…ผู้ชายคนแรกของเธอ
มาเฟีย
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Um Presente de Despedida da Morte

Um Presente de Despedida da Morte

Eu morri no meu aniversário, mas os meus pais e o meu marido não perceberam. Eles estavam ocupados demais, dedicando toda a atenção para planejar a festa de aniversário da minha irmã gêmea, Esme Shaw. Enquanto ela estava cercada por pessoas ajudando-a a escolher um vestido, eu fui amarrada e jogada no porão. Com a pouca força que me restava, forcei meus dedos quebrados a digitar o código—9395. Era um sinal que meu marido, Edwin Grant, e eu tínhamos combinado. Era uma forma direta de pedir ajuda em caso de perigo. Nunca pensei que um dia realmente precisaria dele. Mas quando enviei, ele não acreditou em mim. Sua resposta foi fria: "Claudia, está fazendo um espetáculo só porque não te levei pra comprar um vestido novo?" Você ainda pode usar o vestido do ano passado. Pare de arrumar confusão. Te vejo na festa mais tarde.” O que ele não sabia era que Esme já havia destruído aquele vestido em pedaços. Ele não tinha ideia de que eu parti logo após desligar. A celebração começou e eu não estava presente. Um alvoroço tomou conta da sala quando viram o presente que eu tinha preparado para a Esme com antecedência.
Short Story · Romance
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Quelqu’un qui t’aime comme au premier jour

Quelqu’un qui t’aime comme au premier jour

Cela fait bientôt six ans que Hugo Fontaine et moi sommes ensemble. « Hugo, je vais me marier. » Lui disais-je. Il a eu un sursaut, comme réveillé de ses rêveries, affichant un air gêné, « Tu sais, Iris, dans notre entreprise, on vit un moment crucial de financement. C'est pour ça que je n'ai vraiment pas le cœur pour ce genre de chose… » Je souriais calmement. Il n'a pas compris le sens de ma phrase – je vais me marier, mais pas avec lui…
Short Story · Romance
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L’union des jumeaux Alpha maudits

L’union des jumeaux Alpha maudits

Elle est née Oméga sans loup. Ils sont nés Alphas, condamnés à ne jamais connaître le plaisir. Mais le destin, conçu par la Déesse de la Lune, les unit. Lorsque Sélène est contrainte d'incarner son noble meilleur ami au Bal Royal, elle n'aurait jamais imaginé réveiller le lien d'union entre les deux Alphas les plus redoutés du monde, les jumeaux Nathan et Castiel. Mais leur lien n'est pas une bénédiction. C'est une guerre. Haïe pour sa faiblesse, emprisonnée pour sa tromperie et désirée par des loups qui ont juré de n'avoir besoin de personne, Sélène doit apprendre à vivre dans un monde rempli de dangers et de guerre, sous peine d'être détruite. Car son sang cache un secret. Un secret qui pourrait sauver ou condamner la race des loups-garous tout entière. Désirée par tous ceux qui convoitent son pouvoir, pourra-t-elle réveiller sa lignée cachée ou risquer sa vie, vouée à deux bêtes maudites ? Parviendra-t-elle à apprivoiser les bêtes qui la convoitent, ou leur malédiction les consumera-t-elle toutes ?
Loup-garou
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O Caixão que Ele Construiu por Amor

O Caixão que Ele Construiu por Amor

Sou uma lobisomem, grávida de oito meses do filho híbrido do meu companheiro vampiro. Quando as contrações começaram, meu companheiro vampiro, Justin, me trancou dentro de um caixão de gelo talhado com runas destinadas a impedir o parto. Eu gritei. Eu implorei. Ele apenas disse: — Espere. Mas tudo aquilo era por causa da sua paixão de infância, Isolde. A vampira de sangue puro havia usado magia negra de sangue para conceber o herdeiro puro de Justin sem sequer ter relações com ele. Uma antiga profecia assombrava o clã. O primeiro filho vampiro nascido em mil anos receberia a bênção suprema do Progenitor. Ele purificaria a linhagem. Quebraria uma maldição que vinha sendo carregada por gerações. — Essa honra pertence ao filho de Isolde — disse Justin, com a voz fria como gelo. — Você já tem o meu amor, Gracie. Este caixão só garante que você dê à luz depois dela. A dor das contrações rasgava meu corpo. Implorei para que ele me levasse ao Santuário da Fonte de Sangue. Justin se inclinou. Seus dedos gelados agarraram meu queixo. Seus lábios ficaram tão próximos dos meus que seu sussurro soou como uma ameaça. — Pare com essa encenação. Eu deveria ter percebido antes. Você nunca me amou. Era uma excluída no mundo dos lobisomens. Só queria meu poder e meu título. — Está tão desesperada que arriscaria a vida do nosso filho com seus truques selvagens de loba só para arruinar a bênção de um sangue-puro... Você é venenosa. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu tremia, minha voz se partindo. — O bebê está vindo... eu não consigo impedir. Por favor... faço um juramento de sangue! Eu não me importo com a bênção. Eu só quero você! Ele soltou um riso de desprezo, embora um traço de mágoa traída atravessasse seus olhos. — Se você me amasse, não teria corrido para minha mãe. Não teria envenenado a mente dela contra Isolde. — Voltarei depois que ela receber a bênção. Afinal, a criança que você carrega também é minha. Ele ficou de guarda do lado de fora do santuário onde o ritual de Isolde acontecia. Não pensou mais em mim. Não até ver o halo da bênção coroar Isolde. Então ordenou ao seu servo de sangue que me libertasse. Mas a voz do servo tremia de terror. — Meu senhor... senhora Gracie e a criança... os sinais de vida... desapareceram. Naquele instante, o mundo de Justin se despedaçou.
Short Story · Vampiro
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Não Sou Guardiã do Meu Irmão

Não Sou Guardiã do Meu Irmão

Quando eu estava prestes a sair do restaurante do meu irmão, a gerente me parou. — Senhorita, desculpe, mas a senhora não pagou a conta. Olhei para o rosto desconhecido e pensei que ela provavelmente era nova e não me reconhecia, então expliquei educadamente: — Coloque na conta do dono. Ele me conhece. A gerente me lançou um olhar de desdém. — Senhorita, este é um restaurante três estrelas Michelin. Não deixamos qualquer um fazer fiado. Ela me entregou uma conta impressa. Dei uma olhada. Cinquenta mil dólares por uma refeição. Três mil pela manutenção da louça, cinco mil pela purificação exclusiva do ar, dez mil por uma taxa de serviço VIP de "práticas relaxantes" e uma porção de outras cobranças absurdas. Eu nem sabia que o restaurante do meu irmão era um golpe desses. Não pude deixar de rir, incrédula. — Eu sou a irmã do dono. Se houver algum problema, diga a ele para falar comigo em casa. Mas ela simplesmente não desistia. — Se não pode pagar, pare de fingir que pode. E não finja que conhece o senhor White também. Mandei uma mensagem rápida para minha secretária: [Diga ao meu irmão para demitir essa gerente ou eu retiro meu investimento.]
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Living Among Wolves

Living Among Wolves

Westbridge Academy is not a schoo‌l for humans, It is where alphas a‌re t‍r⁠aine⁠d, blo‍od‍line‌s ar‌e sharp⁠ened, and monsters learn to rule. Isla V⁠ale knows this⁠ better than anyo⁠ne but she disgu‌ised as “Eli,” a quiet scholarship boy e‌nrolled in an elite advance‍d‍ science program, Isla hides among werewolves, shifters, and oth⁠er supernatu‌ral elite‌s, m⁠asking her scen⁠t, her body, a⁠n‍d her fear every single day. Living in the dorm make things worse and one mi⁠stake could mean exposure. One‍ slip could mean death but West‍bridge is ruled by ins⁠tin‌cts no one ca‌n‌ fully control. Kiera‌n Blackthorne the academy’s golde‍n alph‍a heir i‍s everything Isla‍ should⁠ avoid dominant, teasing, danger‌ousl⁠y perceptive⁠. From‌ the⁠ momen‍t they meet, his atte‌nti‌on lingers too long, his ins⁠t‌i‌ncts pulling him toward someone he shouldn’t want. Then there is Fin‌n Ashcroft, a calm a‍nd observant b‍eta with a reputati⁠on on the⁠ b‌ask⁠etball co⁠urt, notices what ot‌hers miss. He becomes Isla’s anchor, h‍er protect‍or and possibly the first to s‍uspect that “Eli” is hiding m‍ore t⁠han j‍ust secrets‌. As ri⁠valries‍ ign⁠it⁠e, rumors spread, and wol⁠f instincts sharpen, Isla is pulled in‍to a vola‍tile triangle of attra‌ction, j‍ealo‌usy, and dange‌r. Every⁠ close call brings her nea⁠re⁠r to discovery and every heart⁠beat risks awakening i‌nstinct‍s that cou‌ld expose her human⁠ity.‌ Whe⁠n the truth finally comes out t‍o the worst⁠ p‌o‌ssible people Westbridge erupts. Because humans were n‍ever meant to l⁠ive among w‍olves an‌d wolves do not for⁠give deception eas‍ily.
Werewolf
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