LOGINDonny Wijaya, seorang Dokter umum di salah satu Rumah Sakit ternama di Jakarta. Kesibukannya membuat dirinya tak mengenal wanita mana pun selama lima tahun ini semenjak istrinya meninggal. Keinginan orang tuanya yang memang menginginkan Donny untuk membawa Ibu baru bagi Aliza pun tak digubrisnya. Bahkan anak semata wayangnya pun sempat mengajukan keinginan untuk mempunyai Ibu Baru. Hingga suatu ketika, Steffi Maharani, seorang perawat cantik bermata coklat dan sangat mirip dengan mendiang istrinya. Steffi mampu membuat hati dan pikiran Donny menjadi gamang. Akankah Donny akan meminta Steffi untuk menjadi Mama baru bagi Aliza dan berusaha mencintainya? Ataukah dia tetap setia dengan mendiang istrinya dengan tetap menjadi duda?
View MoreO sol ainda não despontava totalmente sobre a pequena cidade, e as ruas estreitas de paralelepipedos pareciam mergulhadas em um silêncio quase sagrado. Elara caminhava apressada, segurando uma pasta desgastada contra o peito. Cada passo sobre as pedras lembrava-lhe que a cidade era pequena demais para comportar seus sonhos enormes.
— Preciso chegar lá antes das nove (Elara) O vento soprava trazendo o cheiro da feira matinal. Frutas, pão fresco e café recém-passado misturavam-se ao aroma da terra molhada. Ela desviou de um grupo de crianças que corriam rindo e quase esbarrou em um homem alto, trajando um terno impecável, olhos escuros como a noite e expressão controlada, mas intensa. — Cuidado (Elara) Ele ergueu apenas um olhar rápido, medindo-a de cima a baixo, e seguiu em frente sem dizer uma palavra. A presença dele deixava o ar pesado, e mesmo sem entender, Elara sentiu algo como uma onda de comando invisível que parecia exigir respeito. — Quem é aquele...? (Elara) Não era apenas a imponência, mas o magnetismo silencioso que fazia as pessoas à sua volta parecerem irrelevantes. Ela sacudiu a cabeça, tentando se concentrar em seu objetivo. Precisava da entrevista de emprego, precisava provar que poderia conquistar algo maior que aquela cidade pequena e sufocante. Chegando à empresa Draven Corp, seu coração disparou. O prédio de vidro e aço refletia o céu de forma intimidante. A entrada principal, enorme, guardava o segredo de quem realmente comandava tudo ali. — Bom dia, posso ajudar? (Recepcionista) — Preciso falar com o senhor Kael Draven (Elara) O recepcionista ergueu uma sobrancelha, examinando-a de cima a baixo, provavelmente achando que ela não era o tipo de candidata que Kael contratava. — Tem entrevista marcada? (Recepcionista) — Tenho sim, às nove. Sou Elara Martins (Elara) Após alguns minutos de espera, ela foi conduzida à sala de entrevistas. A porta se abriu, revelando Kael Draven sentado atrás de uma mesa enorme. Ele não precisou dizer nada. A postura, o olhar penetrante e o ar de poder absoluto transmitiam tudo o que precisava ser dito. — Bom dia (Kael) — Sente-se (Kael) O silêncio se instalou enquanto ele folheava rapidamente o currículo dela. Elara sentiu cada segundo esticar-se como um fio invisível entre eles. — Vejo que você veio de uma cidade pequena. Por quê a Draven Corp? (Kael) — Porque... quero crescer. Aprender com os melhores. Acredito que posso contribuir de forma significativa (Elara) Kael ergueu o olhar, e por um instante o tempo pareceu parar. A determinação dela era clara, mas algo nele se mantinha inabalável, quase desafiador. — Interessante. Mas sua experiência é limitada. Como pretende lidar com desafios maiores do que já enfrentou? (Kael) Antes que ela pudesse responder, um pequeno acidente aconteceu. Uma caneta rolou da mesa, derrubando papéis e causando um barulho que fez o coração dela disparar. Kael apenas observou, sem mover um músculo, mas seus olhos dourados não perderam nenhum detalhe da reação dela. — Parece que precisamos trabalhar seu controle sob pressão (Kael) — Sim... claro (Elara) O tom dele não era ríspido, mas a autoridade natural dele parecia pesar sobre cada palavra, cada gesto. Elara percebeu que aquela entrevista não seria apenas sobre sua competência, mas sobre sua capacidade de resistir à pressão e impressionar alguém que dominava tudo ao seu redor. Após a entrevista, Kael se levantou abruptamente, sinalizando o fim da conversa. Ela quase esperava um comentário sobre a confusão dos papéis, mas nada veio. Apenas o olhar frio e calculista dele que parecia avaliar cada detalhe da postura dela. — Você será contatada em breve (Kael) Elara assentiu, tentando esconder a frustração e o nervosismo. Ao sair, esbarrou novamente nele, desta vez no saguão da empresa. — Senhor... Draven? (Elara) Kael apenas lançou um olhar rápido e seguiu em frente, sem dizer uma palavra. Ela sentiuum calor subir ao rosto, não de vergonha, mas da estranha intensidade que emanava dele, algo que ela não conseguia entender nem controlar. — Quem é esse homem? (Elara) Determinada a conseguir a vaga, Elara não desistiria. Procurou todas as oportunidades dentro da empresa, estudou a fundo cada área que pudesse se encaixar e, finalmente, conseguiu uma segunda chance. Mas sabia que, para impressionar Kael Draven, precisaria não apenas de talento, mas de coragem, inteligência e... algo mais que ela ainda não compreendia totalmente. Enquanto isso, Kael retornava ao seu escritório no último andar do prédio, onde seu secretário pessoal, Arthur, já o aguardava. O homem de cabelos castanhos curtos, sorriso fácil e jeito brincalhão, parecia o único capaz de provocar uma reação genuína em Kael fora do ambiente profissional. — Bom dia, patrão. Tentou assustar alguém hoje? (Arthur) — Não me provoque, Arthur (Kael) — Ah, vamos, até você está sorrindo por dentro (Arthur) Kael revirou os olhos, mas não pôde evitar um leve sorriso. A relação entre eles era quase como a de irmãos: competitiva, provocativa, mas carregada de confiança e lealdade. Enquanto isso, Elara voltava para casa, determinada. A pequena cidade já parecia mais apertada que antes, mas algo em seu coração dizia que aquele encontro não havia sido casual. Kael Draven não era apenas poderoso; ele era um Alfa, alguém acostumado a ter controle absoluto. E ela, simples do interior, teria que provar que podia lidar com alguém que dominava tudo e todos ao seu redor. — Não sei por que ele me observa tanto... ou se me observa... mas não vou desistir (Elara) Ela não tinha ideia de que aquele primeiro encontro, rápido e silencioso, seria apenas o início de uma ligação intensa, repleta de desafios, tensão e descobertas. E, sem perceber, seu destino acabava de se cruzar com o do homem que controlava não apenas empresas, mas também corações e vontades. A noite caiu sobre a cidade, e Kael, sozinho em seu escritório, olhava para a cidade iluminada. Cada decisão, cada movimento, cada pessoa sob seu comando era cuidadosamente calculada. Mas aquela mulher... aquela mulher simples e determinada, que havia cruzado seu caminho pela primeira vez de forma tão inesperada, não saía de seus pensamentos. — Arthur... prepare a agenda para amanhã. Quero uma lista completa de possíveis candidatos para as vagas abertas (Kael) — Já está quase pronta. Mas acho que você não está mais interessado em candidatos... (Arthur) — Eu... não estou interessado em distrações (Kael) Mas mesmo enquanto dizia isso, algo em seu instinto de Alfa alertava que Elara não seria apenas mais uma presença passageira. Ela despertava algo nele que ele não podia controlar, e isso o incomodava mais do que qualquer concorrente, qualquer negociação ou crise empresarial. E assim, o destino começava a tecer os fios invisíveis entre o Alfa mais poderoso e a garota simples do interior, marcando o início de uma história que mudaria a vida de ambos para sempre.Donny segera berjalan menuju ruangan pribadinya. Pemuda itu berjalan dengan tetap berpikir kenapa sampai ada wanita yang sangat mirip dengan istrinya. Juno pun masih mengikuti langkah kaki Donny hingga masuk ke dalam ruangan pemuda itu. Donny menoleh ke arah Juno dan menautkan alisnya.“Kenapa kau mengikutiku?” tanya Donny.“Memangnya tidak boleh?” balas Juno bertanya kembali.“Ini jam kerja, Juno,” ucap Donny sedikit geram.“Kerjaanku sudah selesai, nanti tinggal cek-cek lagi saja. Aku mau bicara dulu denganmu,” sahut Juno.“Mau bicara tentang apa?” tanya Donny.“Steffi,” jawab Juno singkat.“Kenapa dengan Steffi?”“Ah, ayo kita bahas di dalam ruanganmu. Kenapa kita malah mengobrol di depan pintu seperti ini,” ucap Juno yang langsung menerobos masuk ke dalam ruangan. Donny hanya mengernyitkan dahinya lalu berjalan masuk dan duduk di kursinya. Sedangkan Juno duduk di sofa samping meja kerja Donny. Donny menatap sebentar berkas yang sudah tersedia di meja.Ada catatan memo kecil yang t
Saat Donny mulai melajukan mobilnya tiba-tiba terdengar dering ponselnya berbunyi. Donny melirik ke arah ponselnya yang dia letakkan di samping kemudi. Tertera nama Juno di sana, teman satu profesi dengannya sebagai dokter umum. Dan Juno bisa dibilang juga adalah tangan kanan Donny andai pemuda itu ada urusan yang mendesak. Donny menepikan mobilnya lalu meraih benda pipih itu dan menerima telepon dari Juno. Donny menempelkan ponselnya di telinga sebelah kirinya. Donny memang mempunyai kebiasaan andai ada yang menelepon sebiasa mungkin pemuda itu mencari tempat untuk mobilnya berhenti. Takut nanti seandainya dia tidak fokus dalam berkendara. “Halo, Jun. Ada apa?” tanya Donny langsung pada inti. “Kau sedang di mana?” tanya balik Juno dari seberang sana. “Aku masih di lingkungan sekolah Aliza, baru saja selesai mengantarnya ke sekolah,” jawab Donny. “Oh gitu, cepat balik ke rumah sakit ya,” ucap Juno. “Kenapa?” “Sudah, cepat balik ke rumah sakit dulu.” “Memangnya kenapa sih, ada
Sepulang dari rumah Sinta, kini Retha duduk termenung sendirian di kamarnya. Dia memikirkan nasib putranya di masa depan. Akankah Donny bisa melewati semuanya, sedangkan wanita paruh baya itu tahu bawa anaknya benar-benar cinta mati dengan istrinya. Retha menarik napas panjang dan menghubungi suaminya via telepon lalu mengabarkan bahwa anaknya mulai terketuk hati untuk menggendong bayinya.“Halo, Ma. Ada apa?” tanya Hendra di seberang sana.“Ada kabar baik, Pa.”“Kabar baik apa?”“Donny sekarang sudah bisa mengikhlaskan kepergian Aisyah dan mulai menerima keberadaan anaknya, Pa.”“Alhamdulillah, syukurlah kalau begitu, Ma.”Lalu pasangan yang sudah menikah hampir 27 tahun itu mengobrol sebentar sebelum akhirnya panggilan telepon dimatikan oleh Retha. Wanita itu paham bahwa suaminya sedang bekerja di kantor.****Semakin lama kehidupan keluarga Donny berubah, mereka masih tetap mengingat Aisyah sebagai gadis kesayangan. Namun mereka sudah bisa mengikhlaskan kepergian gadis cantik beram






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