LOGIN+21 Conteúdo explícito, tabu e viciante. Você vai se arrepender. E ainda assim vai querer mais. Ela gemia, mesmo quando sabia que era errado. Ele apertava mais forte, puxava mais fundo e ela pedia mais. Em Tabu: Amarras & Pecados, te leva por caminhos onde o desejo tem gosto de pecado, cheiro de couro, som de correntes e o peso de nomes que não deveriam estar na sua cama. Aqui, o prazer é bruto, proibido, quente como ferro em brasa. São contos que misturam submissão e poder, sangue e luxúria, amarras físicas e emocionais, corpos que se reconhecem mesmo quando o mundo diz que não deveriam. Irmãos. Padrastos. Professores. Alunas. Cada história é um convite indecente e você vai aceitar. Esta coletânea não é para os fracos. É para quem goza com a consciência suja, o corpo marcado e a alma em chamas.
View MoreEra a primeira segunda-feira do semestre. A sala 106, ampla e envidraçada, já estava tomada por cadeiras ocupadas, cadernos abertos e olhos atentos quando a maçaneta girou com atraso. Um silêncio rápido e incômodo se espalhou, como se o tempo segurasse o fôlego por um instante.
Ela entrou com passos decididos, mas não apressados, como se o atraso fosse parte de um ritual. A saia preta colava-se às coxas a cada movimento, e a blusa branca estava levemente aberta no colo, não por distração, mas por escolha. Os olhos dela não buscaram desculpas, apenas encararam o professor, parado à frente do quadro, com a segurança de quem esperava por algo.
Ele levantou os olhos do livro que segurava.
— Nome? — perguntou, a voz baixa, cortante.
— Luna Andrade — respondeu, com um meio sorriso que não pedia perdão, apenas atenção.
Ele não sorriu de volta.
— Há regras nesta disciplina. A pontualidade é uma delas. A próxima vez custará presença.
Ela assentiu, e ao se virar para encontrar uma cadeira, ele notou o pescoço exposto, a nuca parcialmente visível sob os fios castanhos presos de maneira displicente. Não era uma aluna comum. Ele sentiu isso antes mesmo que ela se sentasse.
A aula prosseguiu. “Literatura e Corpo”, esse era o nome da matéria. Ele falava de Clarice Lispector com uma cadência que misturava filosofia e erotismo, como se cada frase tivesse uma segunda camada só audível para ouvidos atentos. Luna mantinha o queixo apoiado na mão, mas os olhos cravados nele. Não tomava nota. Apenas o absorvia.
Ao fim, ele anunciou a primeira atividade avaliativa:
— Redação. Tema livre. Quinze mil caracteres. Mas quero sentir o corpo em cada linha. Nada de dissertações frias. Quero que vocês se entreguem. — Ele pausou e completou: — Com palavras, ao menos por enquanto.
Alguns riram. Ela não. Sorriu, mas com a malícia de quem captava mais do que era dito.
A semana passou. Ele se lembrou dela com frequência estranha — não como aluna, mas como presença. Havia algo nos olhos dela que o desestabilizava. Confiança? Provocação? Ou aquela perigosa mistura das duas coisas?
Quando começou a corrigir as redações, uma noite depois da aula, não esperava o que viria ao abrir a dela.
A primeira linha já era um soco:
“A primeira vez que me senti nua, foi diante de um homem que não me tocou.”
Ele parou. Respirou fundo. Continuou.
“Foi o olhar. Ele atravessou minhas palavras e viu a carne nelas. Era um professor. A sala inteira desapareceu, menos ele. E eu, pulsando entre os parágrafos.”
O texto não usava nomes, mas era íntimo demais para ser genérico. Falava de desejo contido, de dedos que não se mexem, mas ameaçam. De vozes que ditam teoria enquanto a mente da aluna imagina comandos.
“Eu queria responder às perguntas com a boca ocupada de outra forma.”
Ele fechou os olhos. Aquilo era insolente, perigoso… e absurdamente bem escrito. Não era um texto vulgar — era um convite disfarçado de metáfora. Literário, sim. Mas molhado de intenções.
Ele terminou de ler com a mão tensa segurando a caneta, as coxas rígidas sob a mesa. Sentiu-se exposto. Vigiado. Desafiado.
Corrigiu o texto com poucas anotações técnicas. Não havia o que corrigir. Mas, ao final da página, hesitou por segundos antes de escrever com a própria letra:
“Você tem talento. Mas precisa aprender a ser mais... disciplinada.”
Assinou as iniciais ao lado. Queria que ela soubesse que ele tinha lido até o fim. E que estava respondendo.
Na aula seguinte, Luna chegou no horário. Mesma segurança. Mesma postura de quem sabia exatamente o efeito que causava. Ele entregava os textos corrigidos. Quando estendeu o dela, seus dedos tocaram os dela por uma fração de segundo a mais do que o necessário.
Ela não agradeceu. Apenas olhou para o envelope com as folhas grampeadas e, mais tarde, sentada ao fundo da sala, deslizou o polegar até o canto inferior da última página. Ali, encontrou a anotação.
Leu. Sorriu. Depois lambeu o canto dos lábios como se tivesse provado algo doce e proibido.
Naquela noite, ele não dormiu cedo.
Se serviu de uísque, sentou-se na poltrona do escritório, e releu a redação. Cada linha agora carregava um peso novo — ele sentia que ela tinha escrito para ele, como uma oferenda, um código, uma confissão camuflada. E ele tinha respondido.
Se ela fosse só mais uma aluna tentando seduzir com vulgaridade, teria reprovado. Mas ela tinha jogado com inteligência. Com sensualidade literária. E isso o desarmava mais do que qualquer decote.
Seu telefone vibrou.
Notificação no e-mail acadêmico:
“Sobre a redação — Luna Andrade.”Ele hesitou antes de abrir. E então, clicou.
“Professor, agradeço pelas correções. Mas ainda não entendi direito o que quis dizer com ‘disciplina’.
Deveria vir com uma demonstração prática?”Cordialmente,
Luna.Ele leu. Depois leu de novo. Depois olhou para a tela por longos minutos, com o copo entre os dedos e o coração batendo mais rápido do que era permitido.
Ela estava com uma camisa social levemente aberta e uma saia justa demais para uma terça-feira. Quando ele entrou na sala, seus olhos encontraram os dela antes de qualquer outro aluno.
Ela segurava uma caneta entre os lábios. Não como distração. Mas como aviso.
Quando ele pediu que lessem um trecho de Bataille em voz alta, ela se ofereceu. E leu com voz pausada, sem vergonha alguma nas palavras:
“Não há prazer sem excesso, sem transgressão. O erotismo é a aprovação da vida até na morte.”
Silêncio. Alguns alunos riram de nervoso. Ele não. Ele apenas a encarou — olhos nos olhos — e respondeu:
— Ótima escolha, senhorita Andrade. Parece que você já entendeu a essência do curso.
Ela sorriu.
Mas ele sentiu. A tensão agora tinha vida própria. E não era só ele quem a alimentava. Ela também jogava. Talvez com mais coragem.
Na saída, ela passou perto dele no corredor, sozinha. Parou ao lado, perto demais.
— Acha que estou progredindo na disciplina, professor?
Ele respirou fundo.
— Está. Mas ainda há muito o que aprender.
Ela inclinou a cabeça, olhos nos dele:
— Gosto de aprender com quem sabe ensinar… na prática.
E saiu. Passos leves. Cabelos soltos. Como se deixasse atrás de si uma trilha de pólvora prestes a pegar fogo.
Ele não se moveu por alguns segundos.
Mas soube, ali, que a primeira linha daquela história já tinha sido escrita.
E que os próximos capítulos seriam perigosamente deliciosos.
Na manhã seguinte, Martin acordou com o pau duro novamente. Eram quase dez horas. Ele tinha dormido pouco. Passara boa parte da madrugada limpando a parede do quarto que estava completamente lambuzada de porra seca. Mesmo assim, o cheiro de esperma ainda pairava no ar. Ele olhou para o gesso e sorriu feito um tarado. Tinha gozado pra caralho pensando naquela vizinha bunduda.Tomou um café preto forte na varanda, só de bermuda, coçando o saco distraidamente. Não conseguia parar de pensar nela. Naquela boca de puta. Naqueles peitos pesados. Naquela bundona que balançava quando ela andava. E principalmente nos gemidos que ouviu através da parede fina. O jeito que ela gritou “me fode, Martin” enquanto se dedava.Ele estava quase decidindo pular o muro e ir até lá quando ouviu o barulho de saltos no quintal ao lado.Três batidas firmes na porta da frente.Martin abriu sem camisa, bermuda baixa, exibindo o V do abdômen e o volume já crescente entre as pernas. E o que ele viu quase fez seu q
Eram exatamente duas e dezessete da manhã quando o silêncio da casa de Martin foi quebrado.Ele ainda estava acordado, virando de um lado para o outro na cama king size, completamente pelado. O ar-condicionado lutava contra o calor mineiro abafado daquela noite, mas o verdadeiro problema não era a temperatura. Era ela. Sabrina. Aquela bundona safada que tinha se mudado para o lado da casa dele há menos de vinte e quatro horas.Desde que a ajudara com a mudança, Martin não conseguia tirar aquela visão da cabeça. O short jeans ridiculamente curto. A calcinha fio-dental preta desaparecendo entre as bandas grossas e suadas daquela bunda. Os peitos pesados balançando dentro da blusa fina. O sorriso de puta quando ela disse “se o moço for forte… pode vir”.O pau dele estava duro de novo. Latejando. Já tinha batido uma punheta mais cedo no banho pensando nela, mas não adiantou. Agora, deitado no escuro, ele segurava a rola grossa com a mão direita, esfregando devagar, imaginando como seria e
Martin estava largado na varanda de casa, na cadeira de plástico velha que rangia a cada movimento, tomando café preto puro e fumando o terceiro cigarro da manhã. Eram quase dez horas e o sol de Nova Lima já castigava forte. Ele vestia apenas uma bermuda surrada de nylon, sem cueca, com o saco folgado descansando contra a cadeira quente. Aos 34 anos, Martin tinha o corpo marcado por academia antiga e cerveja boa. Alto, ombros largos, braços grossos e uma mente que nunca desligava do sexo.Ele vivia sozinho naquela casa há quase quatro anos. Vizinhança tranquila, muro baixo separando as propriedades, o tipo de lugar onde todo mundo via tudo, mas fingia que não. Martin gostava assim. Gostava de observar.Foi quando o caminhão de mudança parou na casa ao lado que o dia mudou completamente.A porta do carro abriu e ela desceu.— Puta que pariu… — Martin murmurou baixinho, quase deixando o café cair.Sabrina era uma puta ambulante de 29 anos. O corpo dela parecia ter sido feito para provoc
Adnam meteu fundo uma última vez, o corpo inteiro tensionado como um arco. Seu pau latejava violentamente dentro da buceta encharcada de Karsu, e então ele gozou rugindo como um animal. Jatos grossos, quentes e abundantes de porra jorraram direto contra o fundo do útero dela, enchendo-a até transbordar. O sêmen branco e viscoso escapava ao redor do pau grosso, escorrendo pela bunda arrebitada, pingando no sofá da sala que já estava completamente destruído de fluidos dos últimos dois dias.Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes, pele colada em pele. Adnam ainda profundamente enterrado dentro dela, pulsando os últimos resquícios de porra. O peito dele subia e descia contra as costas dela. Karsu tremia levemente, os espasmos do orgasmo ainda percorrendo seu corpo, a buceta contraindo ritmicamente ao redor do pau do padrasto como se quisesse ordenhar até a última gota.Por longos minutos nenhum dos dois falou. Apenas respiravam o cheiro de sexo que impregnava toda a casa. O cheiro dele






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