เข้าสู่ระบบThe choice is bitter: kalayaan o legacy ng pamilya. Si Seraphina Elise Navarro, nag-iisang tagapagmana ng Navarro Company, ay nawalan ng lahat matapos malugi ang kanilang real estate empire dahil sa scam. Sa pag-asang mailigtas ang negosyo, lumapit sila sa VALECORP Industries, isang global powerhouse. Doon niya nakilala si Damien Alistair Vale, anak ng may-ari ng VALECORP—matalino, misteryoso, at may sariling layunin. Isang kasunduan ang naglapit sa kanila, pero isang damdamin ang unti-unting bubuo sa pagitan nila.
ดูเพิ่มเติมVALENTINA
Tinha acabado de entrar no apartamento que dividia com a minha amiga Isabela quando ouvi sua voz: — Mais forte… por… favor… meu amor! Estava rouca, entregue. E, com ela, gemidos baixos masculinos, ofegantes e intensos. O apartamento estava completamente escuro, mas um clarão vindo do meu quarto — e não do dela — foi o que me chamou atenção. Quando me aproximei, meu corpo inteiro gelou ao ouvir a voz da pessoa que estava com ela. — Você sempre gostou assim, não é, sua safada? — a voz grave, ofegante, acelerada, era de... Theo, o meu namorado. As chaves escorregaram da minha mão e caíram no chão com um tilintar metálico. Eles estavam tão ocupados que nem sequer ouviram. Apressada empurrei a porta. A imagem me acertou como um soco no estômago. Isabela montada em Theo. Nua. Cabelos loiros grudados na pele suada, olhos fechados, boca entreaberta. Theo debaixo dela, com as mãos apertando a cintura dela com força, o rosto contorcido de prazer. Na minha cama. Nos meus lençóis. Algo dentro de mim se partiu. — O que é isso? Minha voz saiu baixa, rouca, quase irreconhecível. Eles viraram o rosto ao mesmo tempo. O choque estampado nos olhos. Theo empurrou Isabela para o lado e se levantou depressa, nu. — Valentina… Não respondi. Meu olhar ia dele para ela, dela para ele. A humilhação subiu quente, sufocante. Três meses juntos. Três meses de carinho, de mãos dadas, de promessas. E nunca tínhamos chegado a isso. Isabela puxou o lençol para se cobrir. O cheiro de sexo no quarto era forte, enjoativo. O ar parecia denso, parado. — Na minha cama… — murmurei, mais para mim mesma. Theo deu um passo à frente, estendendo a mão. — Não é o que você está pensando… — Cala a boca. Minha voz saiu firme, apesar do tremor nas mãos. Isabela me encarava em silêncio. — Eu confiei em você — falei para ela, sentindo a garganta apertar. — Eu te contava tudo sobre nós dois. Ela não respondeu de imediato. Apenas segurou o lençol com mais força enquanto continuava a me encarar. Mas dessa vez, percebi um ar de deboche. Senti uma náusea subir, o peito pesado, um vazio se abrindo onde antes havia confiança. — Esperem que ambos entendam que isso acabou aqui! — disse, olhando para os dois. — Vou embora. E não quero ver nenhum de vocês nunca mais. — Valentina, espera… — Theo tentou, mas eu fui mais rápida em adverti-lo: — Não chega perto de mim. Ele parou. Peguei minha bolsa caída perto da porta e também meus projetos da faculdade. Mas quando olhei para o lado, vi o meu notebook sobre a escrivaninha, aberto. Me assustei. Afinal, dentro dele estavam todas as minhas ideias. — Por que meu notebook está assim, aberto? O que você fez? Confesso que não estava preparada para o que viria. — Valentina, eu… — Theo começou. — Não fala meu nome. Apenas responda a maldita pergunta! — cortei, a voz tremendo de raiva. Isabela deu um passo à frente. Então notei um sorriso frio surgir em seu rosto. — Sabe de uma coisa? Chega de teatro, Theo. Fala logo a verdade para ela de uma vez. — Como assim, que verdade? — perguntei, olhando para ele. Não foi preciso ele responder. Isabela fez questão de fazer isso da pior forma possível. — Acorda, garota! O Theo nunca gostou de você. O que ele queria, ele já conseguiu: o seu bendito projeto, aquele que estava aí. As palavras dela caíram como veneno. Senti o chão sumir. — O quê?! — Qual é, Valentina? Não me diga que nunca notou? — O quê, sua idiota? — Desde o começo. Você era só… útil enquanto terminava o bendito projeto. Olhei para ele, incrédula. Theo simplesmente cruzou os braços e sorriu com sarcasmo, dizendo: — Você realmente achou mesmo que um cara como eu ia querer algo sério com uma garota do interior, virgem, sem graça como você, Valentina? Eu só precisei aguentar três meses de mãozinhas dadas e beijinhos com uma nerd porque você tinha uma ideia boa pra caralho. E adivinha? Eu já patenteei. Lancei ontem como meu. Tá bombando nas redes. “Meu” novo aplicativo. Ele riu. Um riso baixo, cruel. — Olha pra você. Feia, simples, cheirando a pobreza. Achou mesmo que eu ia querer transar com você? Eu tinha a Isabela o tempo todo. Você serviu só pra isso. A humilhação queimou meu peito como ácido. Tudo o que eu havia construído, todas as noites acordada trabalhando na ideia, os sonhos que contei pra ele… roubados. Por ele. Pela minha “melhor amiga”. Perdi o controle. Avancei contra Theo, comecei a bater no peito dele com os punhos cerrados, com toda a força que me restava. — SEU LIXO! LADRÃO! DESGRAÇADO! Ele segurou meus pulsos, rindo ainda mais. — Olha pra você, garota. Você é simplesmente patética! Isabela assistia tudo com um sorrisinho satisfeito no canto da boca. A cobra finalmente mostrava as presas. — Você sempre foi ingênua demais, Valentina. Achou mesmo que alguém como você merecia ele? Acorda. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas eu não sentia mais vergonha. Só ódio puro, cru. Peguei o vaso que estava na mesa e joguei na direção dos dois. Eles se afastaram. Enfiei minhas roupas, o notebook e os projetos em uma mala e sai daquele maldito quarto às pressas. — Vocês dois se merecem — cuspi, parando na porta. — Dois vermes. Um dia vocês vão cair. E eu vou estar bem perto pra rir de vocês. Eu juro! Saí batendo a porta com tanta força que o barulho ecoou pelo corredor inteiro. Desci pela escada de emergência, degrau por degrau, as lágrimas vindo quentes e silenciosas. Eu tinha perdido quase tudo. Mas ainda tinha três coisas que eles não conseguiram roubar: minha dignidade, minha raiva e minha vontade de vencer. E elas iam me fazer forte.=Sera’s POV=Hindi ko alam kung anong mas nakakakaba—ang kalaban sa korte, o ang press.Pero ngayong papunta kami sa unang public launch ng joint project ng ValeCorp at Navarro, ang kaba sa dibdib ko ay parang halong takot at pananabik. Para akong bumalik sa unang araw ko sa boardroom. Only this time, I wasn’t just proving something to them…Pinapatunayan ko rin 'to sa sarili ko.“Nervous?” Damien asked, looking at me from the passenger seat habang binabaybay namin ang daan papunta sa event venue.Huminga ako nang malalim. “Hindi naman. Pero parang may bumibilis lang sa tibok ng puso ko.”He chuckled. “That’s called adrenaline. It means you still care.”“Hindi ba pwedeng relax lang? Kahit ngayon lang?” I mumbled, checking my notes for the fifth time.“You’re going to do great,” he said calmly. “You always do. You just don’t see it as clearly as I do.”Tumingin ako sa kaniya. He is wearing a navy suit na bagay na bagay sa kaniya—crisp, powerful, composed. At ako? Naka-modern Filipinian
=Damien’s POV=There was something different about the way she kissed me this time.Not just desire—but certainty. No hesitation, no second-guessing. Just need. Just us.She was still on top of me, her hands braced against my chest, her body warm and slick with the aftermath of the first wave of pleasure. But neither of us was ready to let go yet.And I could feel it—she wasn’t.“Damien…” she whispered, her voice barely a breath, like my name had become a prayer.“Yes, love?” I murmured, one hand sliding slowly up her spine.Her lips brushed against mine again, deeper now. “I want more.”My hands found her hips again, gripping her firmly. “Then let me give it to you.”I sat up, one arm curling around her back as I shifted us—gently, but with purpose—laying her down onto the pillows. Her breath hit
=Sera’s POV=The wind outside whispered through the open glass doors, carrying with it the scent of salt, earth, and something warmer—like the memory of all the words we never had to say aloud.I sat on the edge of the bed, brushing my fingers across the old leather journal resting in my lap. The pages were frayed, soft from time, but inside were entries I never showed anyone. Letters I had written but never sent—some to my father, some to myself, and more recently… some to Damien.I flipped to the one that mattered most.Dear Damien,I don’t know when I started looking at you and thinking—maybe, just maybe, this doesn’t have to end in ruins. Maybe love doesn’t need a rescue mission. Maybe it just needs a little truth.I’m terrified of this feeling. But I want it anyway.Sera.I traced the last line with my fingers and then closed the journal.Behind me, I felt the shift of air, the soft creak of the wooden floor. Damien.“I didn’t know you kept a journal,” he murmured, his voice low,
=Damien’s POV=There are moments the world doesn’t need to witness.Moments that exist in silence—in the soft tangle of limbs, the curve of her breath, the weight of knowing someone chose to stay.And right now, in this golden hush between midnight and dawn, Seraphina lay beside me.Asleep.Peaceful.Beautiful in the kind of way that didn’t need fixing, only witnessing.Her cheek rested against my chest, one arm draped across my ribs, her legs tangled with mine beneath the thin linen sheet. Her warmth anchored me, and for the first time in years—maybe ever—I didn’t feel the need to be anywhere else.I brushed my fingers slowly through her hair, tracing the strands that fanned across my chest like silk. She stirred, but didn’t wake—just shifted closer, as if her body already knew mine by instinct.I remembered every second of last night.The way her lips trembled when she told me she wasn’t afraid anymore.The way she bared not just her body, but her soul.The way we made love not as p
=Sera’s POV=May mga pangalan na binura ng kahapon.At may mga pangalang kailangang itayo muli—mas matatag, mas totoo.✴✴✴One week later in Navarro Headquarters... “Ma’am Sera, the new signage has arrived,” sabi ng receptionist habang inaabot sa akin ang mga design drafts ng bagong company logo.
=Sera’s POV=Croatia greeted us with gray skies and a biting chill that clung to the air like suspicion. Nasa loob kami ng isang black SUV, speeding through the winding roads outside Dubrovnik, papunta sa lokasyon ng safehouse. I held the dossier tighter in my lap—Julian’s travel history, the prope
=Sera's POV=Hindi ako mapakali buong gabi. Damien was already asleep beside me, his breathing deep and even. Pero ang diwa ko gising na gising.Dahil hindi ako makatulog, I opened my phone again—rereading the thread of messages Alvarez had forwarded just hour
=Sera’s POV=Akala ko pagkatapos ng video statement, babalik na ang lahat sa normal.But normal didn’t really exist anymore.Hindi na ako ’yung Seraphina na pilit lang sumusunod sa legacy ng Navarro. I wasn’t just the girl in a contrac












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