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Luz da Primavera

Luz da Primavera

Sempre que alguém em Marisola elogiava aquela mulher, considerada a beleza do século, todos riam em uníssono: — Ela não é só bonita, é generosa! Já criou dois filhos do marido e da amante! Então, quando eu falei em me divorciar, ninguém deu a mínima. Rafael Monteiro nem pestanejou e me atirou um cheque sem cerimônia: — Não faça drama, vá e compre duas bolsas. O filho mais velho estava vidrado no videogame: — Não incomode o meu pai. Se quer ir embora, vá logo, o que está esperando? O filho mais novo ligou direto para a mãe biológica: — Aquela velha bruxa parece que vai sair de casa. Mãe, se prepare! Até os empregados balançavam a cabeça, tentando me convencer a não insistir. Mas diante de todas as dúvidas e críticas, eu não senti nem tristeza nem raiva. Apenas disquei com calma o número que sabia de cor e salteado. — Sra. Isabela, chegou o momento do nosso acordo de dez anos. Já paguei a dívida pela vida da minha irmã.
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Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer

— Abre um pouco mais, Eva, Eva... Isso... assim mesmo. Meu corpo inteiro parecia derreter sobre a maca de exames. Meus dedos agarravam os lençóis com uma força involuntária. A voz atrás de mim era grave e contida... Cada palavra dele fazia meu corpo vibrar e minhas orelhas arderem. A posição do exame era vergonhosa demais. Meus quadris eram obrigados a se erguerem, altos demais, numa postura que parecia pura rendição. — Doutor... eu... ah... não consigo abrir mais... — Murmurei, mordendo o lábio inferior, a voz tremendo de propósito. Através da barra metálica da maca, vi meu reflexo: cabelos bagunçados colados à face corada, os olhos úmidos, turvos, brilhando com um desejo confuso.
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Já Que Você Não Me Quer, Então Isso É Um Adeus

Já Que Você Não Me Quer, Então Isso É Um Adeus

A nona cerimônia de vínculo entre mim e o Rei Alfa, Thorne Ravencrest, finalmente chegou. Ainda assim, mais uma vez, falhei em me tornar sua Rainha Luna. Não porque ele tivesse quebrado sua promessa… mas porque eu não era qualificada o suficiente. Os anciãos deixaram isso absolutamente claro: toda Rainha Luna reconhecida pela Deusa da Lua ao longo da história deve cultivar 365 Flores do Luar usando sua própria essência de sangue. Mas todos os anos, na véspera da cerimônia, por mais cuidadosa que eu fosse, sempre faltava uma flor. Este ano, quase me esgotei completamente e, por pouco, consegui cultivar a quantidade exata. Eufórica, fui procurar Thorne, querendo fazer uma surpresa. Pela porta entreaberta do salão do trono, ouvi seu Beta dizer: — Rei Alfa, Sera está esperando por você há oito anos. Você realmente nunca vai se vincular a ela? Thorne balançou a cabeça. — Eu prometi à Willow que este ano também não podemos nos vincular. Seu Beta hesitou. — E se Sera realmente conseguir cultivar flores suficientes? Thorne ficou em silêncio por um momento, então bateu palmas. Um lobo das sombras apareceu e se fundiu à escuridão. Pouco depois, o lobo retornou com uma Flor do Luar presa entre os dentes. Thorne a rasgou em pedaços e soltou um suspiro. — Sera tem sangue de sobra. Esqueça um ano. Ela poderia continuar cultivando por mais dez anos e ainda ficaria bem. — Mas Willow foi envenenada com acônito. Eu sou tudo o que resta para ela… e ela quer que eu fique ao seu lado em seus últimos dias. — Eu não consigo recusar Willow. Isso significa que Sera terá que esperar um pouco mais. Mordi o lábio com força, mal conseguindo acreditar no que estava ouvindo. Então… as Flores do Luar que desapareciam misteriosamente todos os anos… eram todas destruídas por ele. Ser uma Rainha Luna sempre foi meu sonho desde criança. Mas, se ele nunca teve a intenção de se vincular a mim… Então era hora de eu deixá-lo.
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Abandonada 52 Vezes, Até Que Eu Desisti

Abandonada 52 Vezes, Até Que Eu Desisti

Namoramos por cinco anos. Nesse tempo, meu noivo — um advogado — cancelou nosso casamento 52 vezes. Na primeira, a estagiária dele errou um documento. Ele voltou ao escritório às pressas e me deixou esperando sozinha na praia o dia inteiro. Na segunda, durante a cerimônia, soube que a estagiária estava sendo humilhada por outro advogado. Ele foi ajudar ela, e eu fiquei sendo alvo de piadas entre os convidados. Depois disso, sempre havia algum problema com ela que o fazia me abandonar de novo. Até que me cansei. No dia em que saí da cidade, ele me procurou desesperado. Mas eu já tinha ido embora.
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Eu Cuspo no Seu Pedido de Desculpas

Eu Cuspo no Seu Pedido de Desculpas

Na véspera do meu casamento, meu futuro marido, Osvaldo Xavier, virou para mim e disse: — Vamos adiar a cerimônia por uma semana. Eu preciso viajar a trabalho. Quando encarei o jeito frio dele, não consegui evitar que a mensagem que a assistente tinha enviado na noite anterior voltasse à minha cabeça: [O Sr. Osvaldo quer fazer uma viagem de volta ao mundo comigo antes do casamento. A senhora não vai se importar com isso, vai?] Eu aceitei o que ele pediu e, em silêncio, cancelei o casamento. No dia seguinte, Osvaldo e Jéssica Arantes se beijaram apaixonadamente aos pés da Torre Eiffel. Eu fui sozinha ao hospital e fiz um aborto. No terceiro dia, Osvaldo e Jéssica se entregaram um ao outro diante das janelas de vidro da Haifa Tower. Eu contei tudo para a mãe do Osvaldo e disse que, daquele dia em diante, não ia mais ver o filho dela.
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Por Um Manga Eu Cancelei Um Pedido de 1 Bilhão do Meu Namorado

Por Um Manga Eu Cancelei Um Pedido de 1 Bilhão do Meu Namorado

Quando eu tinha sete anos, o papai trouxe pra casa uma mulher bonita. Ela me deu uma caixa de mangas. Naquele dia, enquanto eu comia as mangas toda feliz, a mamãe assinou o acordo de divórcio e se jogou do prédio. Desde então, manga virou o meu pesadelo. Por isso, no dia do meu casamento, eu disse pro meu marido, Ivan Ribeiro: — Se algum dia quiser se divorciar de mim, basta me dar uma manga. Ele me abraçou em silêncio. Desde então, manga também virou o tabu dele. No quinto ano de casamento, na véspera de Natal, a amiguinha de infância dele, Rafaela Lima, deixou uma manga em cima da mesa do escritório. No mesmo dia, Ivan anunciou o fim da amizade com Rafaela e a demitiu da empresa. Naquele momento, eu achei que ele era o homem da minha vida. Mas meio ano depois, voltei do exterior com um contrato de um bilhão fechado. Na festa de comemoração, Ivan me entregou um copo de bebida. Depois de meio copo, Rafaela, a mulher que ele havia expulsado da empresa, apareceu atrás de mim, sorrindo: — Tá gostoso o suco de manga? Olhei pro meu marido, incrédula, enquanto Ivan tentava segurar o riso: — Não fica brava, a Rafaela insistiu pra eu fazer uma brincadeira com você. — Eu nem te dei uma manga de verdade, só um suco de manga. — Mas olha, acho que ela tem razão, o seu problema com manga é exagero! — Você estava bebendo toda animada agora há pouco! De cara fechada, levantei a mão e joguei o resto do suco no rosto dele. Depois, virei as costas e fui embora. Algumas coisas nunca são brincadeira. Manga não é. E o meu pedido de divórcio também não.
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O Alfa Que Tomou Meu Coração

O Alfa Que Tomou Meu Coração

A primeira vez que meu amigo de infância, Natan Santos, despertou como lobisomem, nossos amigos me chamaram para ajudá-lo a passar pelo cio. Mas Natan apenas balançou a cabeça. — Eu realmente não quero que ela consiga isso tão facilmente. O amor dos lobisomens é leal acima de tudo, e a primeira pessoa que eu marcar se torna minha companheira para a vida inteira. Quando a Isabela aparecer, eu não vou ceder, nem se ela implorar para me ajudar. Ele esperou e esperou, mas eu nunca apareci. Natan não sabia que o segurança do irmão dele, Luan, já havia lotado meu celular de mensagens. — Srta. Isabela, o Sr. Teodoro já a reivindicou como companheira. Por favor, pode vir e dar um beijo nele? Acontece que eu havia caído enquanto esquiava e morrido cinco anos antes. O irmão dele, Teodoro, me marcou e me deu metade da própria vida, me puxando de volta das garras da morte. Naquela noite, envolvi meus braços ao redor do pescoço de Teodoro e o provoquei: — Teo, para de se segurar. Me conta… há quantos anos você está secretamente apaixonado por mim?
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Promessas na Lama

Promessas na Lama

O meu irmão e meu melhor amigo de infância se apaixonaram, ao mesmo tempo, pela órfã que estava prestes a se casar no meu lugar. Um deles esqueceu todas as promessas que fez de ficar ao meu lado, o outro virou as costas para mim, só pra agradar a Isabela, quando ela finalmente descobriu a verdade. No dia do meu aniversário, juntos, eles me empurraram escada abaixo. De coração partido, liguei para o homem com quem deveria me casar por interesse e aceitei o casamento. Cinco dias depois, deixei a família Ribeiro para sempre. Mas, depois que fui embora, os dois acabaram se arrependendo.
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Amor, Dor e um Coração Trocado

Amor, Dor e um Coração Trocado

Minha filha estava gravemente doente e precisava urgentemente de uma enorme quantia para o tratamento. Meu marido simplesmente desistiu de salvá-la, virando as costas para nós e se entregando a um romance tórrido com sua primeira paixão, Francisca Esteves. No auge do meu desespero, meu primeiro amor, Bernardo Barros, depositou cinco milhões na minha conta e permaneceu ao meu lado, cuidando da minha filha com dedicação. Mas, no final, ela não conseguiu escapar das garras da morte. Seis anos se passaram. Eu, Carla Vargas e Bernardo tivemos nosso próprio filho. Fui sozinha ao hospital para um exame pré-natal quando, sem querer, ouvi uma conversa entre Bernardo e o médico: — Diretor Barros, o senhor e a Sra. Vargas já têm um filho agora. E se o que aconteceu no passado for descoberto? — Naquela época, a Francisca estava em estado crítico. Usei alguns meios para transplantar o coração da criança para a Francisca porque era inevitável. Além do mais, agora que a Carla está grávida novamente, ela deveria deixar o passado para trás. Só então eu entendi: o diagnóstico da minha filha foi errado de propósito. O coração dela foi roubado por Bernardo para ser transplantado em Francisca.
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Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Abortei o Filho Que Assistiu Minha Morte na Vida Passada

Pouco antes do casamento, descobri que estava grávida de dois meses. Meu noivo, Diogo Bragança, com o hálito de quem havia bebido, pousou a mão na minha barriga, murmurou em tom de brincadeira: — Francisca, acho que ainda não estou pronto pra ser pai. Vamos... deixar esse bebê pra depois? Respondi com o coração vazio: — Tudo bem. Na vida passada, insisti em ter esse filho. Na mesma época, Antonella Coutinho sofreu um aborto e perdeu a chance de engravidar. Diogo me culpou por isso e, depois do casamento, foi frio comigo até o fim. O filho que carreguei com dor e quase à custa da minha vida, Lenor Bragança, mais tarde passou a chamar Antonella de “mamãe” aos gritos. No dia em que sofri um acidente e perdi muito sangue, pai e filho passaram por mim sem sequer olhar para trás. Eles tinham pressa. Antonella estava em trabalho de parto. Lá em cima, eu morria, esvaída em sangue. Lá embaixo, eles comemoravam o nascimento de uma nova vida, balançando bastões de luz. Desta vez, não vou mais me abandonar por ninguém. Disquei para o diretor do instituto: — Quero me juntar à expedição na Antártida.
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