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Injustiça Desmascarada: A Revolta de Sílvia Simões

Injustiça Desmascarada: A Revolta de Sílvia Simões

Depois que tranquei a faculdade, meus pais não me pressionaram. Mas a amiga de infância do meu namorado, que sempre cultivou a imagem de ser uma pessoa superinteligente, me ligou. Eu estava ocupada aproveitando a vida no interior, cultivando uma horta, nadando no riacho, sem tempo algum para programar. Na vida passada, ela entregou, um dia antes de mim, um projeto de programação idêntico ao meu. Todos me insultaram, dizendo que eu era desavergonhada, acusando-me de plágio e fraude. Tentei me explicar, mas ninguém acreditou em mim. Depois, ela ainda fez lives, caluniando-me na internet, dizendo que eu praticava bullying no campus. Atacaram minha família nas redes sociais de maneira enlouquecida, meus pais, tentando fugir de perseguidores extremistas, acabaram sofrendo um acidente de carro e faleceram. Não suportando o golpe, saltei de um prédio alto, morta sem poder descansar em paz. Até o último instante, enquanto minha consciência se dissipava, eu não conseguia entender o que havia acontecido. Era claramente o fruto do meu próprio esforço, por que alguém conseguiu publicar antes de mim? Quando abri os olhos novamente, eu, Sílvia Simões, voltei para o dia anterior ao incidente do plágio.
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Amor Expirado

Amor Expirado

No dia do meu casamento, a melhor amiga de infância do meu noivo apareceu na cerimônia usando um vestido de noiva idêntico ao meu, feito sob medida. Eles estavam juntos na entrada, recebendo os convidados como se fossem os donos da festa. Sorri e comentei com leveza: — Vocês realmente nasceram um para o outro. Ela saiu às pressas, visivelmente envergonhada e furiosa. Já ele, diante de todos, me acusou de ser mesquinha e dramática. No fim da festa, ele foi com ela para o destino que tínhamos reservado para a nossa lua de mel. Não fiz escândalo. Apenas peguei o telefone e liguei para o advogado.
Short Story · Romance
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Meu Amor, Teu Desdém.

Meu Amor, Teu Desdém.

— Malu, eu te amarei para sempre! — Eduardo rugiu em desespero com a voz carregada de desejo. No instante em que estavam prestes a alcançar o clímax, o celular dele começou a vibrar insistentemente. Em um momento como aquele, é claro que ele não deu importância. Mas logo a tela se acendeu e, no momento, que ele reconheceu o nome escrito na notificação, seus movimentos pararam de repente. Maria Luíza ouviu-o atender: — Alô? — Edu, você sabia que a Jordana... — No silêncio da noite, a voz do outro lado soou nítida. — Fale mais baixo, o momento não é conveniente. — Eduardo interrompeu em árabe, num tom contido. — O resultado dos exames saiu. — Do outro lado, a pessoa também passou a falar árabe, mas a voz continuava alta. — Jordana está com câncer terminal, e só tem um mês de vida! Ela quer ser sua esposa. Você pode realizar o último desejo dela antes que ela morra? — O quê? — O rosto de Eduardo mudou drasticamente. — Espera por mim! — Malu, surgiu uma urgência. — Ele se voltou para Maria após desligar o telefone. — Eu preciso sair um instante. Fique em casa descansando, eu volto logo. Sem esperar pela resposta dela, Eduardo levantou-se, lavou-se rapidamente, trocou de roupa e saiu sem olhar para trás. Logo em seguida, o celular de Maria vibrou. A tela iluminada mostrava a mensagem de Jordana Torres: [Maria, você perdeu. Eu já te disse antes que o Eduardo é meu.] E logo acima, tinha uma mensagem enviada por ela três dias antes: [Se eu tivesse câncer, você acha que Eduardo te deixaria para vir atrás de mim? Eu aposto que sim.] O olhar de Maria ergueu-se lentamente desviando a tela do celular até a porta do quarto, ainda aberta. Eduardo não sabia, mas ela já dominava o idioma árabe há tempos, e tinha entendido cada palavra daquela conversa. Depois de muito tempo em silêncio, um sorriso amargo se desenhou em seu rosto. — É... eu perdi...
Short Story · Romance
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Veneno Silencioso

Veneno Silencioso

No quinto ano de casamento, Virgínia Prado reclamou que o suplemento de vitamina C que o marido havia comprado era amargo demais. Ela decidiu levar o frasco ao hospital. O médico, após examinar o conteúdo, ergueu os olhos e disse que aquilo não era vitamina C. — Doutor, pode repetir o que disse? — Perguntou Virgínia. — Repetir quantas vezes não vai mudar nada. — Respondeu o médico, apontando para o frasco. — Isto aqui é mifepristona. Se for ingerido em excesso, não só causa infertilidade, como também prejudica seriamente o corpo. Virgínia sentiu a garganta apertar, como se algo a estivesse sufocando. A mão dela que segurava o frasco ficou pálida de tanto que ela o apertava. — Isso é impossível. Foi o meu marido que preparou isso para mim. Ele se chama Marcus Mello. Ele também é médico aqui no hospital. O médico ergueu a cabeça e olhou para Virgínia com um olhar estranho, carregado de algo difícil de decifrar. Por fim, ele sorriu de forma enigmática e disse: — Senhora, é melhor você procurar o setor de psiquiatria. Todos aqui conhecem a esposa do Dr. Marcus. Há dois meses ela deu à luz. Não perca seu tempo, querida. Você não tem chance.
Short Story · Romance
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Depois da Minha Morte, Meu Irmão Finalmente Se Arrependeu

Depois da Minha Morte, Meu Irmão Finalmente Se Arrependeu

Quando eu estava sendo despedaçada viva, usei minhas últimas forças para ligar para o meu irmão. No instante em que minha consciência quase se apagava, ele atendeu o telefone, mas sua voz estava cheia de impaciência: — De novo? O que foi agora? — Mano… me salva… Antes que eu terminasse a frase, ele me interrompeu friamente: — Você arranja problema todo dia? No fim do mês é a festa de formatura da Marina. Se você não aparecer, eu mesmo te mato! E desligou sem hesitar. A dor me consumiu até eu fechar os olhos para sempre. As lágrimas ainda escorriam pelo canto do meu rosto. Mano, você não precisa me matar. Eu já estou morta.
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Meu Noivo Deu os Rins para Minha Irmã e Eu Morri

Meu Noivo Deu os Rins para Minha Irmã e Eu Morri

Minha irmã e eu éramos gêmeas. Nascemos do mesmo ventre… E fomos marcadas pela mesma sentença: uma grave doença nos rins. Depois de anos esperando por um milagre, dois rins compatíveis finalmente surgiram. A chance de salvar duas vidas. Mas, diante do meu noivo, ela chorou, implorou e pediu os dois só pra ela. Eu me recusei. Como resposta, ele me trancou em casa. E ela recebeu ambos os rins. Ele segurou meu queixo, os olhos frios como navalha: — Você não fica doente há tanto tempo quanto sua irmã. Ela só quer viver como uma pessoa normal. Por que está sendo tão egoísta? Espera o próximo rim, não pode? Mas o que ele não sabia… É que eu não teria tempo. Porque eu… Já estava morrendo.
Short Story · Romance
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Último Desejo: Todos Nós Juntos

Último Desejo: Todos Nós Juntos

No dia em que minha irmã gêmea, Alexia Cavanaugh, e eu completamos vinte e dois anos, eu desmaiei e descobri que tinha câncer em estágio terminal. Ignorando a recomendação do médico para ser internada, saí do hospital. Tudo o que eu queria era passar um último aniversário com minha família, sem preocupações. Mas quando cheguei à festa, uma funcionária me impediu na porta e disse que o local havia sido reservado exclusivamente para Alexia. Pessoas de fora não tinham permissão para entrar. Através do vidro, observei meu irmão segurando o bolo enquanto meu pai colocava um chapéu de aniversário na cabeça de Alexia. Até meu namorado estava lá, sorrindo enquanto ela fazia um pedido. Fiquei parada ali por meia hora, segurando o celular, até que meu namorado finalmente atendeu minha ligação. — Eu estava no hospital agora há pouco. Eu— Ele me interrompeu. — Ophelia, você sempre foi saudável. Hoje era o aniversário da Lexi. A gente conversava depois. Mas aquele dia não era meu aniversário também? Minha mãe morreu ao me dar à luz. Mais tarde, o médico explicou que eu havia absorvido mais nutrientes no útero, deixando Alexia frágil desde o início. E, assim, todos decidiram que eu deveria sempre ceder à minha irmã gêmea, que nasceu cinco minutos antes de mim. Amassei o laudo com o diagnóstico de câncer e o joguei no lixo. Cansei de deixar o favoritismo deles me machucar. Nunca recebi o amor deles mesmo. Então, daquela vez, eu escolhi ir embora. Para sempre.
Short Story · Romance
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Uma Promessa Que Ele Nunca Cumpriu

Uma Promessa Que Ele Nunca Cumpriu

Assim que meus pais ligam para dizer que vão me levar à casa do meu amigo de infância, Oliver Holland, para conhecer a pretendente do encontro às cegas dele, ele ainda está dormindo ao meu lado. Acho que eles estão brincando e sussurro: — Oliver, eles disseram que encontraram alguém para você namorar. Ele solta um murmúrio preguiçoso e me puxa para seus braços. — Gerry, me ajuda a escolher o que vestir depois. E arruma meu cabelo também. Quando eu fico imóvel, Oliver abre os olhos e solta uma risada curta e debochada. — Qual é o seu problema? A gente só dorme junto. Você não acha mesmo que eu vou casar com você, acha?
Short Story · Romance
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Reencarnar Para Viver Bem

Reencarnar Para Viver Bem

Depois de renascer, decidi que não iria mais me apegar obsessivamente a Wagner Rocha. No aniversário dele, ele colocou uma placa dizendo: [Cachorros e Juliana Campos não entram]. Dei meia-volta imediatamente e fui para São Cristóvão, ficando bem longe dele. Ele disse que sentia enjoo ao sentir meu cheiro em casa, então obedeci e me mudei sem questionar. Disse também que, após a formatura, não queria nem respirar o mesmo ar que eu na cidade, então parti rapidamente e nunca mais voltei. Por fim, afirmou que a minha presença poderia fazer Clarinda Prado entender as coisas de forma errada. Eu apenas assenti, e logo comecei a sair com outra pessoa. Fui repetidamente fazendo escolhas opostas às que fiz na minha vida passada. Tudo porque, na vida anterior, depois de finalmente me casar com Wagner, Clarinda se jogou de um penhasco e tirou a própria vida. Ele me chamou de assassina, me torturou, me maltratou e, no fim, me deixou morrer no fundo do mar. Desta vez, só quero viver bem. Depois, quando segurei a mão do meu novo namorado, Wagner ficou parado no meio do caminho, os olhos injetados de sangue. — Juliana Campos, se você vier comigo agora, eu perdoo a brincadeira que você fez.
Short Story · Reencarnação
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Depois de Escapar da Família, Escolhi Espalhar Minhas Cinzas no Mar

Depois de Escapar da Família, Escolhi Espalhar Minhas Cinzas no Mar

A 99ª vez que meu noivo, Draven, desligou na minha cara, eu me arrastei até a igreja da família, com meu diagnóstico de doença renal terminal agarrado na mão. — Padre, desejo renunciar à família Rocci e romper meu noivado com Draven Frost. As palavras mal haviam saído dos meus lábios quando meus pais irromperam ali com minha irmã adotiva, Bianca. Meu pai, o consigliere da família, não hesitou. Ele me deu um tapa no rosto, ali mesmo, na frente do padre. — Seu noivo é um capo respeitado no nosso mundo, e você escolhe insultá-lo assim! — Você está arrastando o nome da nossa família pela lama diante de toda a organização! Minha mãe arrancou o diagnóstico da minha mão, zombando após um breve olhar. — Fingindo estar doente para chamar atenção de novo, é isso? O que você quer desta vez? Minha irmã adotiva, Bianca, segurou nos braços deles, sua voz embargando com lágrimas. — Desculpa, irmã. Você pode ficar no meu lugar no baile. Por favor, só pare de causar problemas para a mamãe e o papai! Eu limpei o sangue que escorria do meu nariz e repeti calmamente minhas palavras ao padre. — Eu não sou mais uma filha da família Rocci. Não sou digna de uma aliança com os Frost. — Estarei morta em três dias. Quero que este noivado seja rompido antes disso.
Short Story · Máfia
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