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Deixei o Homem que Morreu por Mim

Deixei o Homem que Morreu por Mim

Desde a morte do primeiro amor de Luís Almeida, ele passou a me odiar por dez anos. Tentei agradá-lo de todas as formas, mas ele apenas zombava friamente: — Se você realmente quer me agradar, então morra. Aquilo doeu profundamente. Mas, quando um caminhão avançou na minha direção, foi ele quem se jogou na frente... e morreu sobre uma poça de sangue para me salvar. Antes de fechar os olhos, ele me lançou um olhar profundo e murmurou: — Teria sido melhor... se eu nunca tivesse te conhecido. No funeral, minha sogra estava inconsolável: — Eu devia ter deixado o Luís ficar com a Gabriela Nunes. Nunca deveria ter forçado esse casamento! Meu sogro me culpava com raiva: — O meu finho salvou sua vida três vezes! Um homem como ele... Por que não foi você quem morreu no lugar dele? Todos lamentavam o fato de ele ter se casado comigo. Até eu me arrependia. Fui expulsa do funeral, completamente atordoada. Três anos depois, uma máquina do tempo surgiu do nada — e eu voltei ao passado. Desta vez, escolhi cortar todos os laços com Luís... e realizar o desejo de todos.
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Deixei Meu Marido Vampiro. Agora Ele Se Arrepende

Deixei Meu Marido Vampiro. Agora Ele Se Arrepende

Os vampiros escolhiam apenas uma companheira em toda a vida. E, ainda assim, meu marido vampiro se recusava a me reconhecer — pois eu era a sua esposa humana que fui unida a ele por um casamento arranjado. Na noite do nosso décimo aniversário de casamento, Jason levou outra mulher para a minha cama. Ela usava a minha camisola. Carregava um filho dele. E, na minha mão, tinha um teste de gravidez cujo resultado eu tinha acabado de receber. — Seja razoável, Elena. Jessica acabou de conceber meu filho. Ela precisa de mim. — Meu marido falou. — Vá dormir no quarto de hóspedes. Peço desculpas pelo inconveniente. Meu marido protegia a outra mulher, com aquele sorriso polido e cavalheiresco, embora seus olhos ainda carregassem a mesma indiferença gelada de sempre. Quando me viu paralisada na porta, Jason achou que eu faria o que sempre fazia. Gritar. Chorar. Exigir saber por que ele continuava fazendo aquilo comigo. Mas ele não sabia que, daquela vez, era diferente. O contrato de dez anos chegava ao fim, e eu finalmente o deixaria para sempre.
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Ele Disse: — Vá Morrer.

Ele Disse: — Vá Morrer.

No salão VIP de um cassino clandestino, Maeve, a princesa da família Falcone, havia sido servida com bebida forte em excesso. Movida pelo álcool, alguém a provocou a revelar a coisa mais vergonhosa que ela já tinha feito para conquistar o Don. Ela girou o copo, apontou para mim, distribuindo cartas atrás da mesa, e jogou a cabeça para trás, gargalhando. — Sete anos atrás, quando o Declan estava em coma depois de um tiroteio, eu peguei o celular particular dele. Apaguei a mensagem de socorro que aquela vadia mandou para ele, cada último vestígio, e depois respondi no lugar dele: “Você é um fardo. Vá morrer.” — Vocês nunca vão adivinhar o que aconteceu depois: aquela idiota ficou a noite inteira do lado de fora do esconderijo, debaixo de uma chuva torrencial, como um cachorro de rua. Eu quase morri de tanto rir… O salão explodiu em gargalhadas grosseiras. Apenas o homem entronado na cabeceira da mesa permaneceu em silêncio. O copo de uísque de cristal em sua mão se estilhaçou com um estalo seco. O sangue se misturou ao líquido âmbar, escorrendo pelas veias do dorso da sua mão antes de pingar no carpete. Seus olhos injetados, assassinos, estavam cravados em mim. Com calma, distribuí a última carta fechada à sua frente e ofereci um lenço de seda branco, impecável. — Don Declan, você deveria limpar a mão. Sangue no feltro dá azar. Afinal, algumas manchas nunca saem completamente.
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O Engano do Alfa

O Engano do Alfa

Eu concordei em me transferir da Academia Central do Lobo com Lucien porque ele disse que estava sofrendo bullying. Aos dezoito anos e ainda não despertado, em uma academia obcecada por pureza de linhagem e dominância, ele se destacava de todas as formas erradas. Então, ele me implorou para partir com ele, para nos mudarmos para uma escola menos exigente, onde a linhagem importasse menos. No dia anterior ao que deveríamos finalizar tudo, eu fui procurá-lo. Do lado de fora da porta. Foi quando eu ouvi. Um de seus companheiros Betas falou arrastado, divertido. — Eu admito, Lucien. Fingir que você estava sendo caçado apenas para fazê-la deixar a Academia Central por você. Outra voz hesitou. — Vocês dois cresceram juntos. Você vai realmente deixá-la ir assim? Lucien respondeu sem pausa, seu tom relaxado, levemente divertido. — Não é nem no exterior. Ela ficará bem. Então, mais frio. — Ela se agarrou a mim desde que éramos crianças. Eu estava ficando cansado disso. Isso é… eficiente. Eu não o confrontei. Eu me virei e fui embora. De volta ao meu quarto, reabri o formulário de transferência. Risquei o nome da academia de lobisomens comum que ele alegou precisar, e escrevi o nome daquela em que meus pais insistiram anos atrás. Todos haviam esquecido de algo. Eu sou a única herdeira da Alcateia Bloodmoon. E Lucien, um filho ilegítimo tolerado pelo Alfa da Silvercrest, nunca tocaria o trono de Alfa sem um vínculo formal comigo. Um dia, ele perceberia que o que descartou não foi apenas a minha devoção.
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As Luvas Que Nos Separaram

As Luvas Que Nos Separaram

No meu aniversário, meu noivo usou os pontos do supermercado para me dar um par de luvas de lavar louça. Mas num leilão, ele comprou uma joia de cinco milhões de dólares para o primeiro amor dele. Fiquei furiosa e o confrontei, mas ele me chamou de interesseira. — Eu sempre te dei dinheiro pra gastar. Não é mais que justo você cuidar de mim? Isso era pra ser meu teste final pra você. Se passasse, a gente ia casar. Você me decepcionou demais. Terminei com ele. Ele se virou e pediu a ex em casamento. Cinco anos depois, a gente se esbarrou numa ilha privada de férias. Alex Thompson me viu de uniforme de funcionária catando lixo na praia. Na mesma hora, ele zombou de mim. — Você torceu o nariz pras luvas que eu te dei, e agora tá aqui catando lixo. Hoje em dia, mesmo se você implorasse, eu não te daria a mínima. Ignorei ele. O projeto de estudos sociais do meu filho era limpar o quintal com um dos pais. O pai dele tinha expandido o quintal até chegar na praia. Limpar aquilo era de matar.
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Noiva Substituída: Meu Noivo Casou com Minha Irmã

Noiva Substituída: Meu Noivo Casou com Minha Irmã

No dia do meu casamento, meus pais chegaram em casa com o meu noivo e uma decisão que partiu meu mundo ao meio: a noiva seria outra. — Sua irmã está morrendo. O último desejo dela é se casar com Otávio. — Disseram, com a voz firme de quem já decidiu. — Você é a irmã mais nova. Seja generosa. Faça esse sacrifício por ela. Otávio, o homem que eu amava, olhou nos meus olhos e disse com uma calma gelada: — É só um casamento simbólico. Quando ela partir, nós oficializamos o nosso. Eu disse não. E por isso, me prenderam. Com cordas e promessas vazias. — Depois da cerimônia, vamos te soltar. — Garantiram. Mas a cerimônia aconteceu. E, enquanto eles celebravam o que chamaram de amor, um estranho entrou pela porta da frente. E me matou. Sem piedade. Quando finalmente lembraram de mim, encontraram apenas o silêncio da casa e o meu corpo, já sem vida, tomado pelo tempo.
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Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Meu Filho Usou Sua Vida Para Meu Marido Ver Meu Cadáver

Depois de ser empurrada escada abaixo pela queridinha do meu marido, morri de parto no canto da escada do hospital particular da família Moreira. Antes de morrer, meu filho de seis anos chorou, implorando para que seu pai me salvasse. Na primeira vez, Davi Moreira apenas riu com desprezo: — Sua mãe ficou esperta, hein? Usando a criança para bancar a coitadinha e me enganar. E, dito isso, afastou a mão do menino sem nenhuma piedade e foi embora. Na segunda vez, meu filho disse que eu não parava de sangrar. Davi respondeu com impaciência no rosto: — Que exagero... Foi só um aborto espontâneo. Nada demais. Ela que gosta de drama! Depois de expulsar o menino, ele ainda ordenou aos médicos que nnguém deve cuidar de mim. — A culpa é minha por tê-la mimado demais. Sem sofrer, ela nunca vai aprender. Na última vez, meu filho se ajoelhou diante da amante dele, batendo a cabeça no chão, suplicando por mim. Davi explodiu de raiva e mandou os seguranças jogarem o menino, todo machucado, para fora do quarto, enquanto todos riam dele. — Se ousar incomodar a recuperação da Marina mais uma vez, mando sua mãe embora da família Moreira e você nunca mais vai vê-la! Meu filho rastejou até mim, deixando um rastro de sangue no chão. Dessa vez, você conseguiu. Nossos corpos estão frios. Nunca mais nos verá nesta vida.
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Meu Marido Virou Pai do Filho da Ex

Meu Marido Virou Pai do Filho da Ex

Meu marido, Filipe, alegou que precisava resolver assuntos da empresa e desistiu de acompanhar nossa filha na viagem de estudos do feriado de maio. Ainda pediu que nós duas também não participássemos. Ao ver a decepção da minha filha, decidi levar ela sozinha. Assim que entramos na escola, demos de cara com Filipe no palco, sentado ao lado de Marina e do filho dela, os três parecendo uma família de comercial. Com o microfone, Filipe falava sobre como ter uma família feliz e uma carreira de sucesso. De vez em quando, trocava sorrisos cúmplices com Marina. O público aplaudia, e ele parecia cada vez mais satisfeito. Até o menino ao lado exibia um ar de superioridade. Quando chegou a hora das perguntas, agarrei o microfone e soltei: — Sr. Filipe, desde quando você tem um filho? Sua esposa sabe?
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Meu Marido CEO se Arrependeu Depois que Parti

Meu Marido CEO se Arrependeu Depois que Parti

– Sra. Sterling, a senhora tem certeza de que está pronta para encerrar este casamento de vinte anos e abrir mão da custódia? – Sim. Dê entrada. Acabou. – Respondi calmamente ao telefone enquanto esfregava uma mancha teimosa de gordura na ilha de granito. Durante vinte anos, eu dediquei tudo de mim a essa família. Administrei a casa, cuidei da educação das crianças e permaneci ao lado do meu marido, apoiando sua ascensão no sindicato sem jamais reclamar. Mas meu marido, Alexander, levou sua jovem irmã adotiva, Chloe, para a entrevista, dizendo: – O sucesso que tenho hoje é todo graças à minha irmã adotiva. Até meus próprios filhos passaram a me menosprezar, chamando-me de dona de casa comum e grosseira. Eles formaram uma aliança com a "tia" sempre presente – a mulher que achava ser a verdadeira senhora da casa. Assinei os papéis do divórcio e fui embora, deixando que eles se tornassem a "família perfeita" que tanto sonhavam. Mas foi então que a família entrou em pânico…
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Eu Morri, e Minha Família Inteira Comemorou

Eu Morri, e Minha Família Inteira Comemorou

Quando eu estava com sete meses de gravidez, eu morri. O mandante por trás de tudo era meu marido. Quando ele soube que o sangue de um bebê prematuro podia salvar a minha irmã, ele se aliou a uma clínica clandestina e mandou me abrir à força, tirando o meu filho. Depois de drenarem o sangue do bebê, ele virou as costas e foi embora, deixando a criança prematura tão fraca que não conseguiu sobreviver. Depois disso, o meu pai e minha mãe disseram: — Isso é o que você devia para a Kayra. Já estava na hora de pagar. O meu marido disse: — No futuro, a gente pode ter outro filho. Desde quando uma criança é mais importante que a vida da Kayra? Meu sangue ferveu, minha indignação era tão grande que tive uma hemorragia fatal e morri. Minha alma ficou pairando sobre a cena, olhando enquanto eles corriam para iniciar a cirurgia da minha irmã. Eles estavam com tanta pressa que nem sequer tiveram tempo de trocar minhas roupas e colocar uma mortalha limpa. Ninguém chorou por mim. Ninguém perdeu o controle. Empurraram meu corpo para o necrotério sem demonstrar nenhuma emoção, e a família inteira comemorou a recuperação de Kayra Marinho. Quando abri os olhos novamente, eu tinha voltado três meses no tempo, justamente no dia em que toda a minha família me pressionava a pedir o divórcio.
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