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Capítulo 3

مؤلف: Washing Wheat
A Sra. Ward sorriu de forma bajuladora para o telefone.

— Não se preocupe, Srta. Vale. Já demos o remédio para adiar o parto. Vamos seguir exatamente as instruções do Sr. Whitmore.

— Excelente — disse Natalie, cheia de satisfação. — Se ela ainda estiver sentindo dor mais tarde, eu conheço um método que pode parar a dor e mantê-la firme até o Graham voltar.

— Que método? — perguntou a Sra. Ward rapidamente.

Prendi a respiração e encarei o telefone, aterrorizada com o que ela diria.

A voz de Natalie ficou cruel.

— Pendure-a de cabeça para baixo primeiro. Pés para cima, cabeça para baixo. Depois de cinco minutos, o bebê vai voltar devagarzinho para o lugar. Depois, arranje uma corda e amarre bem firme abaixo da barriga dela. Isso deve fazer ganhar mais tempo. Se isso ainda não funcionar… — Ela aumentou o tom de voz de propósito. — Então costurem-na. Em resumo, usem o método que for necessário para fazê-la esperar até o Graham voltar.

Balancei a cabeça desesperadamente, mas só saíam gritos abafados.

A Sra. Ward congelou. O rosto dela ficou pálido.

— Srta. Vale, isso não parece certo. Algo terrível pode acontecer…

— Como assim? — O tom de Natalie era de puro desprezo. — De onde eu venho, as pessoas fazem isso quando querem que o filho nasça em um horário de sorte. Os bebês são resistentes. — Ela pausou por dois segundos e continuou. — O Graham está bem aqui do meu lado. Essa é a vontade dele. Ele me pediu para ligar e avisar. Disse que já passou da hora de corrigir esse temperamento ciumento da Stella. Ele também disse que vocês têm que proteger o meu filho a todo custo. Se algum de vocês amolecer e acontecer algo comigo, o Graham não vai perdoar.

Ignorando o sangue e a dor que tinha voltado com tudo, consegui me soltar de uma das empregadas e gritei:

— Não! O Graham nunca faria isso comigo ou com o nosso filho! Ela está mentindo! Ela é uma bruxa! Sra. Ward, não escute ela!

Mas, no segundo seguinte, duas empregadas me empurraram de volta na cama. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu olhava para a Sra. Ward e implorava:

— Sra. Ward, a senhora também é mãe. Vai mesmo ter coragem de fazer isso com o meu filho?

A Sra. Ward tremia violentamente. Suor frio escorria pelas suas têmporas. Até a mão que segurava o telefone balançava.

Natalie pressionou ainda mais.

— O Graham disse que vai se divorciar dela em breve. Pense bem de qual lado vale mais a pena estar.

A ligação caiu.

Por um longo momento, fez-se silêncio.

Então, a Sra. Ward falou:

— Soltem a Madame.

Meu coração deu um salto. Achei que a compaixão finalmente tinha vencido. Estendi a mão para ela com fraqueza.

— Sra. Ward, por favor. Hospital. Se esperarmos mais, vai ser tarde demais.

Mas ela desviou o olhar do meu e ordenou às empregadas:

— Tragam uma corda.

— Sra. Ward, o que a senhora está fazendo? Não pode fazer isso!

Ela agiu como se não estivesse me ouvindo. Duas empregadas me imobilizaram na cama novamente.

A corda cortava meus pulsos e tornozelos, deixando marcas de sangue. Cada movimento parecia que a minha pele estava sendo rasgada.

— Madame, isso é para o seu próprio bem. Aguente.

Depois, a Sra. Ward ordenou:

— Tragam a estrutura de metal.

— Para o meu próprio bem? — Chorei até quase perder o fôlego. — Então parem de acreditar nas mentiras da Natalie! O Graham pode ser cruel, mas ele nunca faria isso comigo. Ele jurou que nunca me machucaria!

Ninguém respondeu.

A estrutura foi trazida para o quarto.

Eles me arrastaram pelos braços em direção a ela.

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  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 10

    O sorriso dele congelou. A boca dele se abriu, mas não saiu som nenhum.Lágrimas escorreram pelo rosto pálido dele, misturando-se com o sangue do ferimento.Agarrei a manga dele, com a voz rouca:— Ele… se foi? Me fala. Ele se foi?O corpo dele tremeu. Lentamente, ele assentiu com a cabeça. A dor retorceu o rosto dele:— A culpa é minha, Stella. Quando você se recuperar, a gente pode ter outro filho, tudo bem? Eu juro que vou te obedecer em tudo daqui para frente.— Não!A sensação era de que os pontos da cesárea estavam se rasgando. A dor lá embaixo era tão aguda que parecia perfurar os ossos. Arranquei o acesso do dorso da minha mão e tirei os eletrodos do meu peito, encarando-o com os olhos injetados de sangue:— Foi você. Você matou o meu filho. Ele também era seu filho. Era inocente. Some daqui. Nunca mais quero olhar na sua cara.Antes que eu terminasse de falar, Graham de repente segurou o peito e vomitou sangue. O sangue jorrou do ferimento, encharcando toda a gaze.—

  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 9

    Natalie desabou no chão e balançou a cabeça, em pânico:— Não. Não. Como você descobriu isso?— Não tem nada que eu não consiga descobrir — disse Graham, friamente. — Eu é que fui burro demais antes. Sempre acreditei em você. — Ele fez uma pausa, e o olhar dele ficou implacável. — Mas agora, você não é nada para mim. Vou fazer você pagar o sofrimento da Stella mil vezes mais.— Não! — Natalie rastejou até ele e agarrou a barra da calça dele, soluçando. — Eu nunca mais vou fazer isso, eu juro! Por favor, pelo amor de Deus, lembra que eu já te salvei uma vez! Me poupa!— Me salvou? — A fúria do Graham explodiu. Ele chutou a mão dela para longe. — Eu já descobri tudo. Foi a Stella quem me salvou aquela vez!Ele se virou e berrou para os seguranças:— Levem ela daqui. Pendurem-na de cabeça para baixo por oito horas. Amarrem a barriga dela com corda grossa. Deem choques nela por duas horas. Costurem-na até o feto morrer. Sem anestesia. Sem hospital. Depois, quebrem as duas pernas dela

  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 8

    Graham levantou-se em um pulo, pegou o termo de consentimento e assinou com a mão trêmula, chorando:— Usem o meu sangue. Rápido. Vocês têm que salvar ela e o bebê!No quarto VIP da UTI, eu estava deitada, imóvel, com faixas em volta da parte inferior do meu corpo. Tubos entravam e saíam de mim, e os medicamentos pingavam lentamente pelo soro.O quarto estava tão silencioso que só dava para ouvir o bipe dos monitores.Graham estava ajoelhado ao lado da cama, segurando a minha mão, com a cabeça enterrada no colchão enquanto os ombros dele tremiam.Depois de um tempo, ele se levantou abruptamente e falou com os seguranças ao seu lado, com uma voz gélida:— Tragam para mim todo mundo que estava envolvido naquele dia.Ele queria a verdade.Ele queria me dar uma resposta.Ele queria que todos que me machucaram pagassem.Depois do interrogatório, todas as pistas apontavam para uma única pessoa: Natalie Vale.A mulher que dizia ter sofrido abusos por anos, que tinha perdido os pais

  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 7

    Ele precisava ver com os próprios olhos a Stella deitada em segurança na cama.Mesmo que ela brigasse com ele ou batesse nele, não importava.Contanto que ela estivesse viva.De repente, a mente dele voou de volta para o dia em que eles se casaram.Ela tinha sorrido para ele e dito:— Graham, eu não me arrependo de ter casado com você. Sei que você vai me proteger e me amar. Você é um homem de palavra.Agora, aquela lembrança fazia o coração dele se espremer de dor.O carro mal tinha parado quando ele escancarou a porta e correu para dentro da mansão.— Stella…Ele chamou várias vezes, mas ninguém respondeu. A Sra. Ward saiu do quarto correndo, em pânico.Ele a agarrou pelo colarinho, com a voz rouca de puro ódio contido:— Onde está a minha esposa?A Sra. Ward tremia feito vara verde.— A Madame… a Madame foi para o hospital.— O que aconteceu com ela? Fala!Graham não conseguiu mais se segurar. Ele deu um chute na Sra. Ward, derrubando-a no chão, e correu para o quarto

  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 6

    — Mas a Stella tem um temperamento tão difícil. Tenho medo do que ela possa fazer…Antes que ela terminasse a frase, Graham sentiu um aperto ruim no peito. Sentiu uma pontada no coração, como se algo o tivesse espetado.Ele massageou as têmporas, mas sua voz continuou firme:— Ela só está com ciúmes. Mesmo que doa, ela aguenta. A data do parto dela ainda não chegou. É bom para ela baixar um pouco a bola. A família Whitmore precisa de uma esposa que saiba o seu lugar. Assim que ela esfriar a cabeça, vai me entender.Stella Hayes era uma herdeira mimada, de boa família e com todas as vantagens da vida.Mas a Natalie já tinha arriscado a própria vida para salvá-lo no passado. Agora, ela estava na pior e sozinha. Como ele poderia deixar que ela sofresse de novo?Depois que a Stella desse à luz, ele a recompensaria à altura.Como se estivesse lembrando de alguma coisa, ele afastou a mão de repente e acalmou a Natalie com carinho:— Natalie, descansa bem. Vou dar uma passada em casa

  • A Noite em que Nós Duas Entramos em Trabalho de Parto   Capítulo 5

    A voz severa da Claire Whitmore ecoou da porta.O ar congelou. As empregadas me soltaram em pânico e abaixaram a cabeça.A Sra. Ward ficou estátua no lugar, com a cara branca, segurando as duas mãos sujas de sangue.Os pais do Graham tinham morrido quando ele era pequeno. Ele e sua irmã mais velha, Claire, tinham criado um ao outro. Metade de tudo o que o Graham tinha hoje era por causa dela.Na família Whitmore, a palavra dela tinha mais peso do que a dele.O olhar da Claire passou pelos hematomas roxos na minha barriga, pela cama encharcada de sangue e pelos pontos inacabados lá embaixo. Ela conseguiu ver o cabelinho do bebê despontando no meio do sangue e cambaleou, segurando-se no batente da porta.— Quem deu esse topete para vocês? — A voz dela tremia. — Como o coração de vocês pode ser tão podre?— Foi… foi o Sr. Whitmore. Ele disse que era para esperarmos até ele voltar…Antes que a Sra. Ward terminasse de falar, Claire deu dois tapas na cara dela. Sangue brotou no canto

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