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Ayah Mertuaku mendesakku masuk ke dalam mesin cuci

Ayah Mertuaku mendesakku masuk ke dalam mesin cuci

Oleh:  RichyTamat
Bahasa: Bahasa_indonesia
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Saat aku menungging untuk mencuci pakaian, tiba-tiba Ayah Mertuaku mendesakku masuk ke dalam mesin cuci dari belakang. Bokongku yang memikat terpampang dan dipegang oleh tangan seorang pria. Aku tak bisa bergerak sedikit pun. Sebuah tangan besar membelaiku dengan nakal dari belakang. Tubuhku memanas tak terkendali dan kenikmatan itu membuat kakiku gemetar. Aku pun menoleh dan ternyata orang itu adalah Ayah Mertuaku...

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Bab 1

Bab 1

— Luana, você realmente pensou bem? Tem certeza de que quer ser transferida para o Hospital de Riviera? — Perguntou Miguel Santos, seu chefe, segurando o relatório de transferência com uma expressão que misturava surpresa e incredulidade.

Luana Freitas piscou devagar, sustentando um sorriso leve nos lábios, mas carregado de amargura.

— Já pensei em tudo, doutor. É isso que eu quero.

Percebendo que a decisão dela era definitiva, Miguel soltou um suspiro resignado e, sem mais tentar dissuadi-la, assinou os papéis.

Ao deixar a sala do diretor, Luana caminhava pelo corredor quando, inesperadamente, cruzou com Ricardo Ferraz, seu marido.

Ele vinha ao lado de Vanessa Ribeiro, que vestia um jaleco branco, e trazia consigo um garotinho de mãos dadas com ela.

Luana parou onde estava, incapaz de seguir adiante por alguns segundos.

Diante de seus olhos, aquela cena formava a imagem perfeita de uma família unida e feliz. Vanessa caminhava tranquila, segurando com firmeza a mão do menino, que por sua vez segurava a mão de Ricardo. Os dois homens da cena, adulto e criança, trocavam sorrisos amplos, como se o mundo inteiro coubesse naquele momento.

Aquela visão foi como uma faca cravando fundo em seu peito.

A paciência e a ternura que Ricardo demonstrava por Vanessa e pelo garoto eram gestos que, em todos aqueles anos, jamais havia direcionado a ela.

Luana sabia, e sabia muito bem, que Ricardo a desprezava.

Vanessa era seu primeiro amor. Somente depois de casar com ele, amparada por um acordo com a avó dele, é que Luana descobria que os dois haviam terminado não muito antes.

Aos olhos dele, ela não passava da mulher que se aproveitava de um momento de vulnerabilidade para forçar um casamento. Era a oportunista que usava de meios pouco nobres para conseguir o que queria.

O que ele não sabia, e provavelmente nunca saberia, era que Luana o conhecia antes mesmo de Vanessa. Só que ele havia se esquecido completamente dela.

Em seu íntimo, Luana acreditava que o casamento poderia fazer Ricardo se lembrar. Talvez, quem sabe, permitir que ela aquecesse aquele coração de gelo.

Mas ela se enganava. Enganava-se por completo.

Ricardo a odiava, e quem odeia não ama.

Se fosse diferente, ele não teria passado seis anos de casamento dizendo a todos que era solteiro, ou se comportando como se ela fosse uma estranha.

— Dra. Luana? — A voz de Vanessa quebrou o silêncio.

Ao reconhecê-la, Ricardo franziu levemente a testa. O olhar que lhe lançou tinha um peso calculado, como se tentasse medir o quanto daquela relação secreta poderia estar prestes a ser exposta.

A frieza dele fez o peito de Luana arder por um instante, mas ela logo recompôs o semblante.

— Sra. Vanessa. Sr. Ricardo.

Ricardo havia se tornado sócio do Hospital São José recentemente, mas Luana sabia que seu investimento não tinha nada a ver com ela. Tudo era por Vanessa. Foi ele quem, assim que ela voltou do exterior, lhe garantiu a vaga no hospital, já como chefe da cirurgia.

Todos comentavam que Vanessa tinha apoio forte e direto de Ricardo. E sobre os boatos de que seriam namorados, ele nunca se deu ao trabalho de desmentir.

Sem nenhuma cerimônia, Vanessa passou o braço no dele.

— A Dra. Luana é muito gentil. Aqui no hospital, a senhora é minha veterana. Ainda estou começando, tenho muito para aprender com você.

Antes que Luana respondesse, o garotinho se jogou nos braços de Ricardo.

— Papai, estou cansado. Você pode me levar?

O impacto daquelas palavras fez o rosto de Luana mudar num instante.

O menino o havia chamado de pai?

— Leo, como é que você diz uma coisa dessas? — Vanessa fingiu repreendê-lo, com um tom leve. Depois lançou a Ricardo um olhar carregado de desculpas. — Desculpa, Ricardo. Criança fala sem pensar.

Ricardo olhou rapidamente para Luana, sem mostrar irritação. Apenas pegou Leonardo nos braços.

— Não tem importância.

— Gosto do Ricardo! — Disse o garoto, abraçando o pescoço dele e sorrindo com ingenuidade. — Seria tão bom se o Ricardo fosse meu pai de verdade!

— Ah, você é terrível. — Vanessa riu, dando um leve toque na cabeça dele.

Luana cerrou os punhos com força. Aquele Ricardo carinhoso e atencioso era um homem que ela jamais conhecia.

Que fosse assim. De qualquer forma, ela nunca conseguiria romper a barreira que ele erguia entre os dois. Era melhor aceitar.

Engolindo a amargura que ameaçava transbordar, passou pelos três sem mais uma palavra e entrou no elevador.

...

Luana não contava a ninguém sobre o pedido de transferência. Muito menos a Ricardo. Não via necessidade. Afinal, acreditava que ele provavelmente nem se importaria.

Dirigiu até a mansão antiga da família Ferraz e tocou a campainha do portão. Poucos minutos depois, Linda, a empregada, apareceu para abrir.

— Senhora Luana, a senhora voltou!

— A vovó está em casa?

— Dona Sofia está sim. Entre, por favor.

Linda a tratava sempre com respeito.

Sofia Ferraz era a matriarca da família e, desde a morte do avô de Ricardo, passava a comandar todos os assuntos, grandes e pequenos. Era originária do sul e vinda de uma poderosa família comercial. Quando jovem, era uma mulher de negócios determinada e implacável. Até mesmo a sogra, que nunca a aceitava por completo, não ousava confrontá-la.

Linda conduziu Luana até um pequeno templo budista, onde Sofia estava ajoelhada sobre uma almofada, passando entre os dedos as contas de um rosário de sementes de bodhi.

— Dona Sofia, a senhora Luana chegou.

Sofia abriu os olhos lentamente, voltou-se para ela e falou com tranquilidade:

— Venha sentar aqui.

Quando Linda se retirou, Luana se ajoelhou ao lado da avó, fez uma breve reverência diante da imagem de Buda e manteve a postura diante dela.

Sofia, devota budista, era extremamente religiosa. Costumava visitar templos com frequência, permanecendo por períodos de até quinze dias em retiro.

— Vovó. — Disse Luana, com a voz firme. — Quero me divorciar do Ricardo.
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