ログインSebuah pesan disertai foto sang suami yang tengah menghabiskan malam bersama seorang wanita membuat Alana panik. Dirinya memang sedang cemas karena Ronald belum pulang. Situasi semakin genting saat Alana bersama Rahman, sang sopir, menemukan mobil Ronald memang tengah terparkir di sebuah basement hotel. Terlebih saat Alana kemudian menemukan tubuh suaminya di salah satu kamar hotel tengah tertelungkup bersimbah darah dan sudah tak bernyawa. Apa yang sebenarnya terjadi? Mengapa ketika semuanya masih samar-samar malah hadir Maria yang mengaku istri kedua Ronald?
もっと見る— Eu nunca fui tão humilhada na minha vida! — A mulher que acabara de sair da sala de entrevistas praticamente gritou isso ao passar pela recepção como um furacão.
As outras candidatas se entreolharam. Algumas ajeitaram a postura. Outras checaram os currículos pela décima vez. Todas pareciam prontas para desistir.
Eu? Eu estava sentada numa cadeira desconfortável demais para um prédio tão chique, com uma barra de chocolate meio derretida na mão, que eu beliscava compulsivamente porque meus nervos estavam em frangalhos.
Calma, Mareu. Você consegue.
Mentira. Eu não conseguia. Mas também não tinha escolha.
Minha amiga Clara tinha me arranjado essa entrevista para digitalizar papelada no RH da empresa onde ela trabalhava. Algo temporário, entediante, mas era dinheiro. E era melhor do que continuar dormindo no sofá apertado dela, comendo miojo.
Ouvi a mulher ao meu lado suspirar alto e murmurar para outra candidata:
— Não sei se vale a pena tudo isso por uma vaga de babá de duas crianças birrentas...
Minha cabeça girou tão rápido que quase quebrei o pescoço.
Espera. Crianças? BABÁ?
A recepcionista tinha me mandado para a sala errada! Peguei a bolsa do chão com a mão livre, pronta para sair dali. Eu não fazia a menor ideia de como cuidar de criança — mal cuidava de mim! Tomara que ainda desse tempo de achar a entrevista certa.
Droga, tudo estava dando errado!
Mas para ser honesta, nada mais parecia dar certo na minha vida depois de Rafael, o golpista que fingiu estar apaixonado por mim só para ter acesso ao dinheiro da minha família.
Depois do escândalo, meus pais decidiram "resolver" minha vida. Arranjaram um casamento por contrato com um viúvo bilionário — alguém que eu nunca conheci, nunca vi, sequer quis saber o nome.
Fugi antes do jantar de noivado.
Já estava quase me levantando da cadeira, pronta para fugir daqui também, quando a outra candidata respondeu, com aquele tom de quem sabe de fofoca boa:
— Mas os benefícios são ótimos! Moradia, alimentação, salário generoso... e dizem que o patrão é um gato.
Congelei com a bolsa no colo.
Teto. Comida. Salário.
Sentei de novo, devagar, recolocando a bolsa no chão.
Bom... já que estou aqui...
Mordi mais um pedaço do chocolate e esperei.
Uma a uma, as candidatas foram chamadas, desapareceram pela porta e voltaram com cara de derrota.
— Homem grosso... — ouvi uma resmungar.
— Criança impossível... — outra completou.
O relógio parecia andar rápido demais e, ao mesmo tempo, não sair do lugar.
Quando a penúltima se levantou, já não restava ninguém além de mim e da minha barra de chocolate.
— Candidata número nove! — A voz da secretária ecoou pela recepção.
Levantei com as pernas bambas. A secretária abriu a porta da sala e anunciou:
— Senhor Novak, essa é a última candidata.
Depois olhou para mim e acenou com a cabeça.
— Pode entrar.
Respirei fundo e entrei.
A primeira coisa que senti foi o caos. Um bebê chorando alto num carrinho. O tipo de choro que perfura o cérebro. Uma menina de uns seis anos andando de um lado para o outro, mexendo num celular e falando alto como mini executiva, revirando os olhos para o choro do irmão.
E então... ele.
Céus! O homem estava sentado atrás de uma mesa enorme, terno impecável, gravata afrouxada, cabelo castanho escuro bagunçado como se ele tivesse passado a mão ali várias vezes por puro estresse. Olhos verdes, cansados, mas intensos. Maxilar marcado, ombros largos, presença que ocupava o ambiente inteiro.
Meu cérebro romântico e viciado em doramas pensou imediatamente: Nem na ficção tinha um protagonista masculino tão perfeito.
E então eu tropecei. No tapete. Meu pé prendeu na beirada, meu corpo se desequilibrou, e eu me agarrei na beirada de uma mesinha lateral. O copo plástico de água que estava em cima tombou. A água se espalhou pelo tampo e começou a pingar no chão.
O barulho ecoou pela sala. Até o bebê parou de chorar por dois segundos, confuso com o show de desastres.
Eu queria enfiar a cabeça num buraco e sumir do mapa.
Senhor Novak me olhou. Aqueles olhos verdes me analisaram de cima a baixo com uma expressão que eu não consegui decifrar. Cansaço? Incredulidade? Desprezo? Provavelmente tudo junto.
O bebê voltou a chorar, mais alto ainda.
Senhor Novak fechou os olhos por um segundo, como se reunisse toda a paciência do universo.
— Como pode perceber — disse, a voz grave, controlada —, minha filha derramou refrigerante em cima do seu currículo.
Olhei para a mesa. Havia uma folha de papel molhada, borrada, ilegível.
— O que eu preciso saber sobre você? Seja rápida. Eu não tenho todo o tempo do mundo.
Engoli seco.
— Meu nome é Maria Eu... — Merda. — Mareu. Meu nome é Mareu e...
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Você não sabe seu nome?
— Sei! É que... pode me chamar de Mareu. Tenho 26 anos e...
— Olha, Mareu — ele me interrompeu. — Você é a última candidata. Já entrevistei outras oito pessoas hoje. O bebê não para de chorar há horas e eu... — passou a mão pelo cabelo, bagunçando ainda mais. — Eu só preciso que alguém consiga fazer o básico. Se você fizer esse bebê parar de chorar, o emprego é seu.
— Sério?
— Sério.
É só um bebê. Quão difícil pode ser?
Caminhei lentamente até o carrinho. O bebê chorava mais alto ainda, como se soubesse que eu não fazia ideia do que estava fazendo.
Tentei empurrar o carrinho de um lado pro outro. O choro continuou.
Fiz uma careta engraçada. Nada.
Tentei balançar mais rápido. Só piorou.
— Então — a voz do Senhor Novak veio atrás de mim. — Como era sua rotina na última casa? Minha filha é bem ativa.
Ele quer conversar AGORA?
— Ahm... natação duas vezes na semana, tênis às quintas, hipismo no final de semana e depois do Rafael tinham as aulas de defesa pessoal...
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Defesa pessoal para criança? Interessante.
Ahh.
Ele estava falando de criança?
Eu tinha respondido sobre a minha rotina. A rotina que eu tinha quando ainda morava na mansão dos Valença.
Melhor improvisar.
— É! — forcei entusiasmo, ainda balançando o carrinho. — Super importante para... desenvolvimento da confiança delas! E autodefesa, claro. Defesa... muita... defesa. Auto.
Ele pareceu considerar isso, então continuou:
— E como você lida com birras?
Respirei aliviada. Essa eu sabia responder.
— Normalmente com chocolate e doramas. Quero dizer, depois de uma certa idade, não dá pra achar que birra vai resolver tudo. É só se sentar e esperar passar.
Os olhos dele se estreitaram levemente.
Merda.
De novo, Mareu?
Mas então ele disse, com um toque quase... divertido?
— Interessante. Chocolate como recompensa e distração visual. Funciona?
— ...Funciona sim.
Pelo menos pra mim.
— Viagens podem estar incluídas no trabalho. Tudo bem para você?
Tentei fazer cócegas no pé do bebê. Sons engraçados com a boca. Nada.
— Ah, eu amo viajar! — respondi, quase gritando por cima do choro. — Ano passado passei um verão incrível num cruzeiro de luxo pelas ilhas gregas!
Ele inclinou a cabeça.
— Então você está acostumada a trabalhar com famílias de alto padrão. Ótimo.
Trabalhar? Eu tinha falado das minhas férias. Mas se ele entendeu como experiência profissional, eu não ia corrigir.
— Sim. Totalmente acostumada.
O bebê estava inconsolável. Senhor Novak me observava com aquela cara séria. Eu estava falhando miseravelmente.
E então, sem pensar, comecei a cantar uma música idiota de um dorama que eu tinha assistido na semana passada, em um coreano ruim, que eu nem sabia o significado.
Baixinho. Desafinado. Ridículo.
Eu estava tentando acalmar mais a mim mesma, mas... o bebê parou de chorar.
Assim. De repente. Ficou me olhando com aqueles olhinhos arregalados.
Continuei cantando, com medo de parar e o choro voltar.
O bebê soluçou uma última vez e fechou os olhinhos, finalmente em paz.
Silêncio.
Parei de cantar devagar, quase sem acreditar.
Senhor Novak continuou me observando por um longo momento.
A sala em silêncio absoluto, só o som da minha respiração ofegante, enquanto até a menina mais velha me encarava por cima do celular como se eu fosse a coisa mais estranha que tinha acontecido naquele dia.
Então... eu consegui o emprego?
Olhei para a cara dele buscando algum sinal, mas ele apenas me encarou com aqueles olhos verdes penetrantes, a expressão séria, fria, ilegível.
Bem... talvez não...
"Inilah yang sedang ingin saya pastikan, Nyonya Alana. Saya belum bisa pastikan mereka itu siapa, sampai saya melakukan penyamaran seperti ini. Ini jugalah yang mendasari saya mengajukan permintaan pada Nyonya Alana," jelas Rahman panjang lebar. Alana menatap tajam ke arah Rahman. Wanita cantik itu menggigit bibir bawahnya pertanda ia sedang merasakan sebuah kecemasan. "Apa permintaan yang ingin Kau ajukan, Man?" tanya Alana kemudian. "Nyonya, bisakah kita berpura-pura saya masih linglung?"Alana langsung mengangguk setuju. "Satu lagi, Nyonya," imbuh Rahman dengan wajah menegang. Alana tetap fokus memperhatikan Rahman tanpa banyak bicara. "Bisakah mulai hari ini saya menginap di rumah Nyonya. Ada beberapa hal yang ingin saya pastikan soal Nyonya Maria. Saya sangat yakin ia berada di balik semua kejahatan terhadap saya ini."Alana langsung setuju begitu saja dengan permintaan Rahman. Baginya keberadaan Rahman di rumah adalah sebuah jaminan keamanan. Mengingat Maria semakin berani
Alana hanya mengangguk lalu memilih masuk ke kamar barunya untuk beristirahat. Bibik sendiri akhirnya pergi ke dapur bersama asisten rumah tangga muda, kepercayaannya. "Mbak! Maksudnya apa mempermalukan aku begitu di depan Nyonya Alana?" Asisten rumah tangga mata-mata Maria itu tidak terima dan menarik kasar pundak Bibik. "Kenapa, Minah? Ada masalah?" tanya Bibik pura-pura bodoh. Ia memang sengaja memancing emosi rekan kerjanya yang berkhianat itu. "Mbak membuat aku terlihat bodoh di depan Nyonya Alana. Kenapa sampai Nyonya enggak boleh jawab pertanyaan saya?" "Kamu bertanya hanya untuk mencari bahan kan. Kamu ini sungguh tidak tahu malu. Bekerja pada Nyonya Alana, dibayar setiap bulan oleh Nyonya Alana, tapi berkhianat padanya." Bibik langsung menyindir tanpa basa basi. Wanita bernama Minah itu langsung diam seribu bahasa. Ia tak menyangka Bibik akan secepat itu tahu kalau dirinya membantu Maria. ***Alana mengerjap tak percaya saat Rahman berada du depannya. Seperti sebuah kea
"Apa? Iya, aku akan sampaikan pada Bos Besar. Kali ini akan aku berikan hasil yang baik agar dia tidak kecewa." Maria masih saja terus mengobrol sambil kembali berjalan mendekati lemari tempat Bibik bersembunyi. Wanita itu kali ini tidak ada lagi penghalang yang membuat dirinya menghentikan tindakan. Bibik yang berada di dalam lemari hanya bisa menahan nafas sambil memejamkan mata. dalam sepersekian detik situasinya benar-benar sangat menegangkan. "Sedang apa Tante Maria di kamar Mami? Keluar! Jangan lagi mengacau!"Sebuah bentakan dari seseorang yang tengah berdiri sambil berkacak pinggang di depan pintu kamar Alana, sekali lagi menyelamatkan Bibik. Maria yang panik langsung membalik badan dan jadi serba salah. "Ah, Milan. Kamu sudah pulang rupanya. Ehem tante hanya, merasa kamarku di bawah tidak terlalu sejuk. Jadi mencoba AC di kamar ini," sahut Maria beralasan. Wanita itu langsung berusaha menguasai situasi sembari membu
"Nyonya, Bibik sepertinya sudah bergerak. Dia akan memberi tahu Nyonya Alana perbuatan Anda di rumah ini." Seseorang segera berlari ke tempat peristirahatan Maria di rumah itu. Sosok itu berlari terengah-engah untuk segera mencapai tempat Maria. "Terima kasih, kau memang sangat bisa diandalkan," sahut Maria sambil menyelipkan beberapa lembar ratusan ribu pada baju pelayan wanita itu. "Anda mau apa, Nyonya?" tanya sosok itu saat Maria bangkit dan segera bergerak menuju kamar utama Alana. "Tentu saja memanfaatkan peluang. Setidaknya dalam beberapa menit, wanita itu akan sibuk dengan Alana dan tak lagi mengawasi aku. Anak-anak juga belum pulang kan?" Maria gegas menuju kamar utama. Sementara di dapur, Bibik sedang bercakap dengan Alana lewat pesan. Alana sempat meminta sang asisten untuk ganti aplikasi[Nyonya, Non Maria sering sekali berkeliaran di rumah utama. Saya pantau beberapa kali Non Maria berusaha membuka pintu ruang kerja Tuan Ronald dan kamar utama tempat Nyonya dan Tuan
Bab 7 "Halo, Bik. Saya masih repot di luar rumah. Ada apa ya?" tanya Alana menyapa. "Nyonya, ada situasi genting di rumah. Tuan Muda Milan mengamuk dan menghancurkan perabotan di ruang tamu," jelas sang asisten rumah tangga yang tengah menelepon Alana tersebut. "A-ada apa, Bik? Kenapa putraku melaku
Alana terbangun dengan kondisi kepala pening. Ia baru bisa tidur sebentar setelah salat subuh tadi. Sekarang tubuhnya terasa begitu berat.Untungnya ada asisten rumah tangga yang membantu Alana untuk menyiapkan kebutuhan anak-anak Alana. Jadi meskipun Alana tak turun tangan, anak-anak masih ada yan
"Kau ini tidak tahukah bagaimana perasaanku? Aku ini istri dari pria yang bersimbah darah itu. Bagaimana bisa kau melarangku memastikan bahwa tubuh ini benar suamiku?" bentak Alana penuh kemarahan. Wanita itu segera maju untuk bergerak mengangkat bantal yang menutupi setengah tubuh Ronald. Ia ingi
Rahman menoleh ke arah yang ditunjukkan oleh Alana. Pria itu langsung mengenali mobil tersebut benar milik majikannya. "Ya, Nyonya. Itu adalah mobil Tuan Ronald," jawab Rahman serba salah. Sebagai sopir pribadi Ronald ada kode etik yang harus dijaga Rahman terhadap majikannya itu. Namun fakta di






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